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People line up outside a blue service center in a parking lot; a red 'Service' sign is visible.
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Group of eight professionals in business attire standing on the entrance stairs of a building labeled Training Center, posing for a team photo.
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Five people in a formal ceremony pose on a stage; two men in suits hold framed certificates while the other three stand nearby, smiling.
Male singer on stage performing to a packed crowd raising hands under purple lighting.
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Home » Notícias » Diário » Trabalhadoras de empresa de Mangualde exigem pagamento atempado de salários

Trabalhadoras de empresa de Mangualde exigem pagamento atempado de salários

Dos 94 trabalhadores da empresa, 64 fizeram greve

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03.11.26
fotografia: Jornal do Centro
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03.11.26
Fotografia: Jornal do Centro
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People line up outside a blue service center in a parking lot; a red 'Service' sign is visible.

Mais de 60 trabalhadoras da empresa de confeções VG Foster, de Mangualde, distrito de Viseu, estão hoje a fazer greve em protesto pelo atraso no pagamento de salários, disse à agência Lusa a dirigente sindical Isabel Tavares.

“Os salários são pagos, mas com atraso. A empresa tem de pagar até ao primeiro dia útil do mês, mas não o faz. As trabalhadoras nunca sabem ao certo em que dia vão receber, se é no dia 10, 11 ou 12. É sempre depois do dia 08”, lamentou a dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Têxtil de Aveiro, Viseu e Guarda.

Segundo Isabel Tavares, dos 94 trabalhadores da empresa, 64 fizeram greve, o que demonstra a sua preocupação.

Os atrasos constantes no pagamento dos salários “causam transtorno a nível do orçamento familiar, porque há compromissos bancários, contas para pagar que ficam postas em causa com este comportamento da empresa”.

“As trabalhadoras há quatro anos que andam nisto, cansaram-se de estar a ser oneradas com despesas acrescidas nos bancos e tomaram a decisão de fazer greve”, frisou.

A dirigente sindical lembrou que, atendendo ao despedimento coletivo em curso, alegadamente devido à perda de clientes e que levará à saída de 34 trabalhadores no próximo dia 18, está criado um cenário “que não é animador para ninguém, porque é um sinal de dificuldades”.

“Até hoje a empresa não pagou e vamos ver o que é que vamos fazer a seguir. A pergunta que eu deixo no ar é: quem não tem dinheiro para salários, onde é que vai arranjar dinheiro para indemnizações?”, questionou.

Isabel Tavares lamentou também as dificuldades em contactar a empresa, que tem sede na Póvoa do Lanhoso (distrito de Braga).

“Os trabalhadores estão completamente isolados, os contactos são feitos via e-mail, via telefone, não há ninguém que dê a cara”, criticou.

A Lusa tentou, mas em vão, obter declarações da empresa.

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