Museum display: orange racing suits on the left, a video of a helmeted driver in a car on the screen, and a yellow race car in the foreground.
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Athletes stand on a podium: first place in center with green pants and white shirt, holding a certificate and wearing gold medal, flanked by second and third place winners on red/blue outfits; backdrop reads WMAC DAEGU 2026 with flags and sponsor logos.
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
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People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
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Administrativos do Hospital de Viseu obrigados a devolver subsídio de risco Covid

Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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29.10.21
fotografia: Jornal do Centro
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29.10.21
Fotografia: Jornal do Centro
Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
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Os funcionários administrativos do covidário do Centro Hospitalar Tondela-Viseu (CHTV) foram obrigados a devolver o subsídio extraordinário de risco, depois de o receberem no mês de setembro. O apoio, atribuído aos profissionais envolvidos no combate à pandemia de Covid-19, variou entre os 10 e os 100 euros.

Ao que o Jornal do Centro apurou, a situação indignou os colaboradores administrativos que prestam serviço na unidade que lida diretamente com doentes infetados pelo novo coronavírus até porque, segundo os mesmos, os médicos e enfermeiros que trabalham no covidário receberam o apoio por inteiro.

Em comunicado, o Centro Hospitalar Tondela-Viseu diz que o subsídio de risco foi pago indevidamente a 20 funcionários devido a um erro de processamento informático.

Perante a situação, cada um dos colaboradores foi informado “do sucedido e de que a situação iria ser regularizada no mês seguinte”, “facultado ao trabalhador a possibilidade de reposição em prestações mensais, mediante requerimento”, pode ler-se na nota.

Assim, o apoio foi pago em setembro e descontado no vencimento deste mês de outubro.

“Apenas estão abrangidos os profissionais de saúde do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que tenham praticado atos ‘diretamente relacionados com pessoas suspeitas e doentes infetados por SARS-CoV-2, no contexto de observação, avaliação clínica e abordagem terapêutica’”, explica o Hospital de Viseu, em comunicado.

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