No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
As primeiras Jornadas das Mulheres Rurais realizam-se na sexta-feira, em Armamar, para apresentar propostas de mulheres de vários territórios rurais do país e debater soluções para os desafios que enfrentam, numa iniciativa que assinala o Dia Internacional da Mulher Rural e o Ano Internacional da Mulher Agricultora.
O encontro decorre no Centro Interpretativo Mulher Duriense e reúne especialistas, representantes de instituições e decisores políticos, perante os quais serão apresentadas as propostas desenvolvidas por 30 mulheres que, desde março, trabalham em conjunto para encontrar respostas a problemas comuns.
A iniciativa resulta de uma parceria entre a Rural Move, a ARMA-SCi e o Município de Armamar, e assinala o encerramento do projeto Mulheres Rurais em Rede, procurando também lançar as bases para novas ações, projetos e colaborações que reforcem a participação e a representatividade das mulheres nas comunidades do interior.
“As mulheres rurais não precisam que falem por elas. Precisam de ser ouvidas por quem decide. Estas Jornadas são o momento em que as propostas saem das aldeias e chegam à mesa das decisões”, afirma Freya van Dien, gestora de projetos da Rural Move, citada pela organização.
O programa inclui dois painéis de debate e duas oficinas criativas, estando igualmente previstas apresentações e bancas de projetos e entidades de diferentes regiões do país ligados à atividade e à valorização das mulheres rurais.
Entre as entidades participantes encontram-se o INteriorizate, de Nelas, a Escola Superior Agrária de Viseu, a InovTerra, de Trancoso, a Quinta do Luar, de Armamar, as Guardiãs da Natureza, a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, a ARMA-SCi e o Rural Impact Hub, de Miranda do Douro.
Estarão ainda representados os projetos As Pastoras Felizes, da Serra do Açor, o MARP, de Coimbra, o DOURIIS, de Vila Real, e A d’Arcada, de Sernancelhe.
A participação nas jornadas é gratuita, mediante inscrição, segundo a organização, que pretende dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelas mulheres em meio rural e promover o diálogo entre comunidades, instituições e responsáveis pela definição de políticas públicas.