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Barragens do distrito de Viseu com mais água do que há um ano

Aguieira e Vilar atingiram praticamente os 100 por cento de capacidade em abril, segundo o Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos. Números superiores a igual período do ano passado

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 Barragens do distrito de Viseu com mais água do que há um ano

As barragens do distrito de Viseu têm mais água do que há um ano. Aguieira (albufeira que serve o sul da região) e Vilar (que serve os concelhos de Sernancelhe, Moimenta da Beira e Tabuaço) atingiram praticamente os 100 por cento no final de abril, números superiores aos registados em igual período do ano passado. A albufeira de Varosa (localizada em Lamego) foi onde se verificou a maior diferença.

Segundo o Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a capacidade da barragem da Aguieira atingiu a totalidade no passado mês de abril, sendo que em igual período do ano passado registou 91,7%.

Já a Barragem de Vilar chegou aos 99,9% e em 2024 estava nos 94,5%. A albufeira de Varosa apresentava uma cota de 87,3% em abril, quase mais 20% do que em 2024, quando registou uma capacidade de 68,5%.

O SNIRH não apresentava dados das outras barragens do distrito nas tabelas de há um ano, mas as albufeiras também desfrutam hoje de elevadas cotas de água.

De acordo com o último boletim semanal do SNIRH, publicado na segunda-feira (5 de maio), as barragens de Ribeiradio (Oliveira de Frades) e Valeira (São João da Pesqueira) apresentam uma capacidade de 95%. Já Fagilde (que serve Viseu, Mangualde, Nelas e Penalva do Castelo) tem uma cota de 60%.

A nível nacional, segundo o SNIRH, há mais volume de água em oito bacias hidrográficas e menos cota em outras quatro bacias. Das 60 albufeiras monitorizadas, 36 apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e três têm disponibilidades inferiores a 40% do volume total.

Os armazenamentos de água são superiores às médias de armazenamento de abril, exceto para as bacias do Ave, Mira, Ribeiras do Algarve e Arade.

O maior volume de armazenamento foi registado na bacia do Oeste (93,2%), seguindo-se a Guadiana (93,1%), o Tejo (92,3%), o Cávado (91%), o Mondego (88,2%), o Douro (83,5%), o Lima (77,1%), o Sado (74,9%), o Ave (71,4%), o Arade (44,4%), o Mira (42,2%) e o Barlavento (22,6%).

A cada uma das bacias corresponde um conjunto de albufeiras, cujo desempenho agregado contribui para a avaliação global da disponibilidade hídrica no território.

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