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A Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL) e a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu (ESTGV) integram o projeto internacional Cyan’EAU, que propõe um sistema inovador para controlar a proliferação de cianobactérias nas águas interiores do sudoeste europeu.
A iniciativa, que dura até 2028, conta com um financiamento de mais de 1,6 milhões de euros e reúne instituições de Portugal, Espanha e França. Boa parte da componente prática deste projeto será realizada na região Viseu Dão Lafões, nomeadamente nas barragens da Aguieira e de Ribeiradio e nos rios Dão e Mondego.
Segundo a CIMVDL, o objetivo do Cyan’EAU é “desenvolver soluções inovadoras para a prevenção, deteção precoce e remediação sustentável da proliferação de cianobactérias, organismos que comprometem a qualidade da água e os ecossistemas aquáticos”.
O projeto arrancou numa reunião que teve lugar recentemente no Porto.
Além da CIMVDL e da ESTGV, o consórcio liderado pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto conta com outras entidades como o Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental, a Paralab – Soluções Tecnológicas, Industriais e Laboratoriais, a Agência Portuguesa do Ambiente e a EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva.
O projeto inclui ainda parceiros de Espanha e França, que colaboram no estudo e monitorização das zonas piloto nos três países.