Está a pensar renovar o seu apartamento? Neste episódio de Missão Possível,…
Não me meteram na escola porque fazia falta a guardar cabras”. Esta…
A taróloga Micaela Souto Moura traz as previsões do Tarot, na semana…
O distrito de Viseu tem duas equipas que integram o recém-criado Dispositivo Especial de Emergência Pré-Hospitalar que visa responder ao aumento da procura das urgências nos próximos meses.
Além dos Bombeiros Voluntários de Viseu, o Centro Humanitário Vale do Dão, da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), tem a funcionar desde o dia 1 de dezembro uma equipa que vem reforçar o Sistema Integrado de Emergência Médica, confirmou ao Jornal do Centro o diretor Dílio Francisco.
Esta equipa faz parte de um acordo entre o Governo e a Cruz Vermelha e vai trabalhar em articulação com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
O Dispositivo Especial de Emergência Pré-Hospitalar vai estar a funcionar até 28 de fevereiro de 2025 e foi criado pela tutela para responder “ao previsível acréscimo de emergências relacionadas com a gripe e outros vírus respiratórios”, refere um despacho do Ministério da Saúde.
O despacho sublinha ainda que “a ocorrência de episódios de gripe ocorre ampla e generalizadamente nos meses de inverno. Não obstante, nos anos recentes, em Portugal, tem-se constatado que a maior atividade gripal se concretiza nos meses de outono e inverno (entre outubro e abril), sendo o seu pico registado entre novembro e fevereiro”.
“Tendo em conta o elevado número de ocorrências, já tínhamos reforçado o nosso serviço de emergência. De 2023 para 2024 mais que duplicamos esse número”, disse Dílio Francisco.
O responsável adiantou ainda que, entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024, o Centro Humanitário Vale do Dão registou cerca de 80 serviços de emergência pré-hospitalar.
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, disse esta quinta-feira (5 de dezembro) que o acordo entre a tutela e a Cruz Vermelha “vai-se consubstanciar num despacho conjunto” do Ministério da Defesa e do Ministério da Saúde para coordenar a criação e a expansão de dispositivos de emergência.
“Teremos nas 40 delegações [da Cruz Vermelha Portuguesa] dispositivos operacionais que em articulação com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) serão capazes de responder de forma reforçada à pressão que habitualmente o inverno nos trás, concretamente, com as infeções respiratórias que atingem as populações mais vulneráveis”, disse.
Já em comunicado, o INEM explicou que vai “comparticipar os encargos decorrentes da constituição destas equipas, no montante diário de 247,05 euros por cada equipa”.
“As Equipas da CVP vão atuar na atividade de emergência pré-hospitalar e nas transferências inter-hospitalares urgentes, muito urgentes ou emergentes, por indicação do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU)”, acrescentou o INEM.