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Estão oficialmente abertos ao público os 42 quilómetros do Caminho dos Monges, o primeiro grande percurso de ecoturismo cultural nacional.
O projeto, que liga os município de Lamego e Tarouca, teve um investimento de mais de 400 mil euros e pretende conduzir os visitantes numa experiência inovadora, com foco em quatro pilares principais: cultura, património, natureza e gastronomia. Este é também o primeiro percurso pedestre de Grande Rota associado diretamente a núcleos arquitetónicos da Ordem Monástica de Cister e que está situado nas regiões Vinhateiras do Távora-Varosa e do Douro.
Dos 41 quilómetros, 21,2 pertencem a Tarouca e 19,8 a Lamego. O grande objetivo é atrair e fixar os turistas no território e, simultaneamente, potenciar o desenvolvimento da economia local.
Durante todo o percurso, é visível o vasto legado da ordem cisterciense no Vale Varosa, que agrega património histórico e cultural de características únicas a uma paisagem natural diversificada e preservada.
No total, estão presentes 27 pontos de interesse, só no que respeita a património edificado. No entanto, é também através da grande diversidade de fauna, flora, parques ribeirinhos e da possibilidade de degustação das melhores iguarias do território, como são exemplos os espumantes do Vale do Varosa, de Tarouca e Lamego, os vinhos do Porto e os vinhos de mesa do Douro, que o Caminho dos Monges se torna um projeto tão enriquecedor.
Em suma, trata-se de uma oferta verdadeiramente diferenciadora do território, assente no saber secular dos monges e nos seus usos e tradições, que culmina numa fruição turística memorável, capaz de colocar este caminho como alternativa certeira aos já existentes portugueses.