Group of firefighters and emergency responders in red and yellow gear chat near a red rescue SUV by a cobbled road beside a lake and hillside.
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Road closed barrier with a banner reading 'TRÂNSITO PROIBIDO' and a large red no-entry circle, with a gated, tree-filled backdrop.
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Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
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Mosteiro de Tarouca com ninhos para aves em vias de extinção

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05.03.23
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Mosteiro de Tarouca com ninhos para aves em vias de extinção

O Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, em Tarouca, já tem três caixas-ninho para acolher corujas-das-torres. O objetivo é repor o equilíbrio ambiental e ecológico no espaço histórico do concelho, numa iniciativa da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e da Junta de Freguesia de Salzedas.

As caixas foram instaladas em três pontos do mosteiro: no lado sul da torre sineira, na parede poente do lado sul do transepto e na parede nascente por cima da sala do capítulo.

O próximo passo passa, segundo a DRCN, pela colocação das corujas-das-torres nos ninhos para dar seguimento ao processo de nidificação, cuja época ocorre entre os meses de dezembro e junho. A “maior parte das posturas” acontece em fevereiro e março, acrescenta a direção regional.

A presença das corujas-das-torres no Mosteiro de Salzedas não é uma novidade, mas a espécie – que tem sido classificada como estando em vias de extinção – foi abandonando o espaço há alguns anos. “Agora, a expetativa é repor a população de corujas neste habitat, já que a sua presença é dissuasora dos pombos e uma das maiores ameaças para o património edificado”, explica.

A coruja-das-torres é uma das sete aves de rapina noturnas existentes em Portugal, podendo ser encontrada em zonas agrícolas, florestas com pouca densidade e zonas urbanas. A ave também pode ocupar o mesmo local durante décadas.

O primeiro censo nacional de coruja-das-torres, cuja população tem diminuído, foi lançado no início de fevereiro pela Universidade de Évora e pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, para conhecer a distribuição e abundância desta espécie em Portugal.

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