<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Resende - Jornal do Centro</title>
	<atom:link href="https://www.jornaldocentro.pt/noticias/concelho/resende/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jornaldocentro.pt</link>
	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Tue, 12 May 2026 12:54:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/07/fav-icon.png</url>
	<title>Resende - Jornal do Centro</title>
	<link>https://www.jornaldocentro.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Produtores de Resende querem fábrica para aproveitar cereja que não se vende</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/produtores-de-resende-querem-fabrica-para-aproveitar-cereja-que-nao-se-vende/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:54:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=120205</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os produtores de cereja em Resende desejam ter uma fábrica para reaproveitarem a cereja que não pode ir para o mercado, como a que racha, por exemplo, evitando o desperdício do fruto que pode ser reutilizado. “No ano passado, foram deitadas fora, diariamente, sete a oito dessas cestas cheias de cereja. Estamos a falar de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/produtores-de-resende-querem-fabrica-para-aproveitar-cereja-que-nao-se-vende/">Produtores de Resende querem fábrica para aproveitar cereja que não se vende</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os produtores de cereja em Resende desejam ter uma fábrica para reaproveitarem a cereja que não pode ir para o mercado, como a que racha, por exemplo, evitando o desperdício do fruto que pode ser reutilizado.</p>



<p>“No ano passado, foram deitadas fora, diariamente, sete a oito dessas cestas cheias de cereja. Estamos a falar de mais de 30 quilos por cesta”, disse à agência Lusa José Moura.</p>



<p>Centenas de quilos de cereja que “ficou rachada com a chuva ou que tem um toque, porque caiu durante a apanha, ou porque é mais pequena e não tem calibre suficiente para ir para o mercado, mas é muito saborosa na mesma”.</p>



<p>Este produtor de cereja em Resende, que tem “mais de sete hectares” de cerejeiras, mas que também recebe a fruta de “muitos produtores para a escoar” para o mercado, adiantou que “falta organização entre os produtores”.</p>



<p>“Não há uma associação ou uma cooperativa. Há uma empresa privada que trata das cerejas, mas de outras frutas também, mas não temos nenhuma organização para fazer render a cereja”, afirmou.</p>



<p>Uma organização que “deveria existir, até com o possível apoio da Câmara de Resende, para a instalação num lote da zona industrial de uma fábrica que trabalhasse a cereja, sem que acabasse tudo no prejuízo”.</p>



<p>“Estamos a falar de outros produtos que podiam ser feitos com a nossa cereja, como existem com outras frutas, até noutros locais. Podíamos transformar a cereja em sumo, em doce, em tanta coisa, mas para isso precisamos mesmo de nos organizar e de ter apoio para diminuir o prejuízo da produção”, defendeu.</p>



<p>Uma opinião partilhada por outros produtores presentes no espaço de José Moura, que lamentaram à agência Lusa “a falta de organização” num concelho como Resende, que “tem na cereja um dos produtos mais fortes” da economia local.</p>



<p>A produção, este ano, “está no bom caminho, quer na qualidade, mas também na quantidade, mas para isso é preciso que venha sol, porque, se houver muita chuva, pode rachar esta variedade que vai agora ser apanhada e, rachando, já não pode ir para o mercado”.</p>



<p>“É uma cereja mais rija e, por isso, também racha com mais facilidade com a chuva. Este ano, graças ao inverno muito frio e ao calor de março, voltámos a ter a burlata, a primeira a aparecer, mas é mais mole, o que também a torna mais resistente ao tempo, mas a tendência é ela desaparecer do mercado. Há dois ou três anos que não vingava”, disse José Moura.</p>



<p>As outras variedades, acrescentou, que “começam a ser apanhadas agora em maio, ainda precisam de mais sol, para amadurecerem e ficarem mais docinhas, mas como são mais rijas, não podem apanhar chuva, para não abrirem”.</p>



<p>“Também por isso uma fábrica ajudaria muito, porque teríamos ano após ano as colheitas salvaguardadas, independentemente do clima que é cada vez mais incerto”, remataram os produtores.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/produtores-de-resende-querem-fabrica-para-aproveitar-cereja-que-nao-se-vende/">Produtores de Resende querem fábrica para aproveitar cereja que não se vende</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Corte da EN 222 em Resende há três meses obriga alunos a circuitos sem segurança</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/corte-da-en-222-em-resende-ha-tres-meses-obriga-alunos-a-circuitos-sem-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 11:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=120168</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Resende lamenta que o corte da Estrada Nacional 222 (EN 222) esteja a obrigar alunos a circularem numa estrada sem segurança e a condicionar a economia. “O problema [da estrada alternativa] é das condições de circulação e de segurança em que as crianças são transportadas, nomeadamente da freguesia de Barrô”, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/corte-da-en-222-em-resende-ha-tres-meses-obriga-alunos-a-circuitos-sem-seguranca/">Corte da EN 222 em Resende há três meses obriga alunos a circuitos sem segurança</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Resende lamenta que o corte da Estrada Nacional 222 (EN 222) esteja a obrigar alunos a circularem numa estrada sem segurança e a condicionar a economia.</p>



<p>“O problema [da estrada alternativa] é das condições de circulação e de segurança em que as crianças são transportadas, nomeadamente da freguesia de Barrô”, local em que a EN 222 está cortada desde 12 de fevereiro, adiantou Fernando Silvério.</p>



<p>O corte da via aconteceu na sequência das tempestades que atingiram Portugal e, desde então, a Infraestruturas de Portugal (IP) “ainda não apresentou qualquer planificação para a sua requalificação, apesar da pressão constante da Câmara”, disse.</p>



<p>“Estão a passar três meses, 90 dias, e a única informação que tenho é só relativamente ao procedimento. Será concessão, execução, ou seja, é o mais rápido que conseguem, mas fica por aqui. Não vejo obra no local, não me é transmitida uma data. Nada. Não tenho qualquer plano de obra”, denunciou.</p>



<p>Uma “incógnita que se está a tornar inaceitável”, porque deixa a população e a autarquia num “constrangimento muito grande, porque não há resposta para dar às pessoas” que habitam no concelho.</p>



<p>“A estrada que serve de alternativa não tem condições de segurança. Além das crianças terem de se levantar muito mais cedo, porque o percurso é maior, o que mais me preocupa é a falta de segurança em que são transportadas”, reforçou.</p>



<p>Fernando Silvério prestou a sua “homenagem a todos os motoristas”, nomeadamente de autocarros, “porque têm de ser pessoas com uma perícia enorme” para circularem naquela via.</p>



<p>“São sete autocarros que circulam diariamente naquela estrada. Se um ligeiro, dificilmente, em alguns pontos, não consegue passar por um ligeiro, imagine quando se encontra no meio do caminho um autocarro com um ligeiro”, indicou.</p>



<p>Uma situação que “não afeta só as pessoas de Resende, nomeadamente das freguesias de Barrô e São Martinho, onde o corte se deu, mas afeta todo o concelho, porque não há outra estrada com as características da EN 222”.</p>



<p>Desde que ficou cortada ao trânsito, o Município de Resende “arranjou estradas para serem alternativa, que não são, mas são a única alternativa” à nacional, “uma é em terra batida, mas permite o escoamento da cereja”, e outra “melhorou, e está a melhorar, as condições de circulação, nomeadamente a alargar” a via.</p>



<p>“Temos uma grande empresa no concelho que faz a comercialização da cereja e está a ter prejuízos avultados com as despesas que tem de ter para que os seus camiões circulem. Estamos a falar de voltas com duração superior a uma hora e ao preço que estão os combustíveis, imagine o prejuízo”, indicou.</p>



<p>Fernando Silvério realçou, em declarações à Agência Lusa, que os acessos a Resende, no norte do distrito de Viseu, são um “dos maiores constrangimentos do concelho” e, por isso, “já é um Município com pouca capacidade para atrair empresas, ainda mais agora, com estes cortes, até para as existentes se está a tornar muito complicado”.</p>



<p>Também a <a href="https://www.jornaldocentro.pt/empresarios-de-resende-exigem-intervencao-urgente-na-en222/" title="">Associação Empresarial de Resende</a> (AER) apelou já ao governo para que haja uma intervenção urgente na EN222. Em comunicado que foi enviado ao ministro das Infraestruturas, a associação empresarial manifestou preocupação pelo facto de, passados vários meses sobre o deslizamento ocorrido ao quilómetro 115,2 da Estrada Nacional 222, a situação continuar sem resolução.</p>



<p>Segundo a AER, a ausência de intervenção está a causar “fortes constrangimentos” à mobilidade da população e à atividade económica local, agravando o isolamento de um território já marcado por limitações ao nível das acessibilidades.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/corte-da-en-222-em-resende-ha-tres-meses-obriga-alunos-a-circuitos-sem-seguranca/">Corte da EN 222 em Resende há três meses obriga alunos a circuitos sem segurança</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Resende cria “Rota da cereja” em parceria com CP para levar pessoas ao concelho</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/resende-cria-rota-da-cereja-em-parceria-com-cp-para-levar-pessoas-ao-concelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:46:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=120143</guid>

					<description><![CDATA[<p>A “Rota da cereja” é uma iniciativa da Câmara Municipal de Resende em parceria com a Comboios de Portugal (CP) para levar pessoas ao concelho e promover um dos seus “melhores produtos” endógenos, anunciaram hoje os promotores. “É aliar o transporte ferroviário à descoberta do território de Resende. E é um protocolo fundamental, porque todos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/resende-cria-rota-da-cereja-em-parceria-com-cp-para-levar-pessoas-ao-concelho/">Resende cria “Rota da cereja” em parceria com CP para levar pessoas ao concelho</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A “Rota da cereja” é uma iniciativa da Câmara Municipal de Resende em parceria com a Comboios de Portugal (CP) para levar pessoas ao concelho e promover um dos seus “melhores produtos” endógenos, anunciaram hoje os promotores.</p>



<p>“É aliar o transporte ferroviário à descoberta do território de Resende. E é um protocolo fundamental, porque todos sabem que temos grandes dificuldades de acessibilidade pelas redes viárias para chegar a Resende e, desta forma, além da divulgação numa empresa como a CP, também é mais fácil para as pessoas que não precisam de vir de carro”, assumiu o presidente da Câmara de Resende, Fernando Silvério.</p>



<p>O autarca falava aos jornalistas no final da cerimónia de assinatura de um protocolo com a CP a propósito da criação da “Rota da cereja”, que a Câmara criou com a empresa portuguesa de comboios.</p>



<p>“Este tipo de oferta por parte da CP só faz sentido porque traz pessoas a Resende e aos locais &#8211; e pela via ferroviária, que é a que nos interessa. E acima de tudo é o transporte de pessoas que vão viver momentos felizes e isso é o mais importante”, defendeu João Claro.</p>



<p>O administrador da CP adiantou que “há já 52 passageiros para o dia 30 e outros tantos para 31 de maio, a saírem da Estação da Campanhã, com paragem na Estação da Ermida”.</p>



<p>A Câmara de Resende assegura o transporte até à vila e o regresso ao final do dia.</p>



<p>Segundo João Claro, estes passageiros vão viajar numa carruagem especialmente dedicada, que é acrescentada ao comboio só para esta rota.</p>



<p>Este protocolo é, também, na esperança do autarca, “motivo para criar protocolos futuros” para levar pessoas a Resende para “degustar as cerejas e as cavacas, mas também para conhecer o território, porque Resende é muito mais do que as cerejas”.</p>



<p>“Que venham pela cereja, mas que tenham vontade de voltar para conhecer melhor o nosso território e desfrutar das nossas paisagens, da nossa gastronomia e do nosso património, e que saibam aproveitar o que o concelho tem de bom”, disse o autarca.</p>



<p>Sobre futuras rotas ou parcerias, o administrador da CP admitiu que “há sempre essa possibilidade de explorar outras potenciais épocas para desenvolver outras rotas” ao longo do ano.</p>



<p>Esta “Rota da cereja”, segundo os responsáveis, “alia o transporte ferroviário ao turismo em Resende, dando a conhecer um dos melhores produtos endógenos” do concelho, assim como “as tradições e identidade” do território, além de “promover a circulação em comboio”.</p>



<p>“Este ano, o festival terá um cortejo diferente, em vez das freguesias, optámos por colocar as crianças dos nossos centros escolares a desfilarem. Terá certamente outro brilho e carinho especial ao evento. Teremos também uma praça específica para a restauração, ficando num só espaço esse serviço”, especificou o presidente.</p>



<p>Do programa que os passageiros da CP vão desfrutar, anunciou o autarca, está a visita ao Festival da Cereja, no centro da vila, “almoço num restaurante do concelho, e deslocações a locais de interesse como São Martinho de Mouros, a Imaculada Conceição e o seu miradouro, o Centro Interpretativo da Cereja e ainda a uma quinta para degustação do fruto e prova de vinhos”.</p>



<p>“Um investimento da nossa parte que não é significativo, o retorno é muito superior, porque nós fazemos o ‘transfer’ e temos os nossos técnicos que vão acompanhar e guiar as visitas e dar a conhecer o concelho”, adiantou Fernando Silvério.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/resende-cria-rota-da-cereja-em-parceria-com-cp-para-levar-pessoas-ao-concelho/">Resende cria “Rota da cereja” em parceria com CP para levar pessoas ao concelho</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresários de Resende exigem intervenção urgente na EN222</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/empresarios-de-resende-exigem-intervencao-urgente-na-en222/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 11:04:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=120114</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Resende (AER) apela ao governo para que haja uma intervenção urgente na EN222, no concelho de Resende, via cortada pelas intempéries de fevereiro. Em comunicado que foi enviado ao ministro das Infraestruturas, a associação empresarial manifesta preocupação pelo facto de, passados vários meses sobre o deslizamento ocorrido ao quilómetro 115,2 da Estrada Nacional 222, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/empresarios-de-resende-exigem-intervencao-urgente-na-en222/">Empresários de Resende exigem intervenção urgente na EN222</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Resende (AER) apela ao governo para que haja uma intervenção urgente na EN222, no concelho de Resende, via cortada pelas intempéries de fevereiro.</p>



<p>Em comunicado que foi enviado ao ministro das Infraestruturas, a associação empresarial manifesta preocupação pelo facto de, passados vários meses sobre o deslizamento ocorrido ao quilómetro 115,2 da Estrada Nacional 222, a situação continuar sem resolução.</p>



<p>Segundo a AER, a ausência de intervenção está a causar “fortes constrangimentos” à mobilidade da população e à atividade económica local, agravando o isolamento de um território já marcado por limitações ao nível das acessibilidades.</p>



<p>A associação recorda que Resende é um concelho de baixa densidade populacional, sem vias rápidas de ligação, dependendo exclusivamente de estradas sinuosas para o acesso a serviços essenciais e centros urbanos.</p>



<p>“O corte da EN222 agrava de forma crítica este isolamento”, refere a direção da associação, salientando que residentes, empresários e serviços de saúde são obrigados a recorrer a percursos alternativos “mais longos, mais lentos e mais dispendiosos”.</p>



<p>A preocupação assume particular relevância numa altura em que decorre a campanha da cereja, produto emblemático da região e um dos principais motores da economia local. A AER alerta que agricultores e empresas ligadas à produção e comercialização deste fruto estão a sofrer prejuízos diretos devido ao aumento dos custos de transporte e às dificuldades logísticas.</p>



<p>Na carta dirigida ao Ministério das Infraestruturas e Habitação, a associação defende que a reparação da EN222 deve ser considerada uma obra prioritária, apelando a uma resposta “célere e eficaz”.</p>



<p>“Não pedimos privilégios. Pedimos equidade. Pedimos que o Estado não agrave, com a sua inação, o isolamento de um território que já tem dificuldades suficientes”, pode ler-se no documento.</p>



<p>A Associação Empresarial de Resende considera ainda que a resolução deste problema é essencial não apenas para garantir a mobilidade e segurança das populações, mas também para proteger a competitividade económica do concelho.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/empresarios-de-resende-exigem-intervencao-urgente-na-en222/">Empresários de Resende exigem intervenção urgente na EN222</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mosteiro de Cárquere recebe “Caixa do Tempo” para ser aberta em 2046</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/mosteiro-de-carquere-recebe-caixa-do-tempo-para-ser-aberta-em-2046/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119934</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Mosteiro de Cárquere, em Resende, acolheu, no passado dia 27 de abril, a cerimónia simbólica de entrega da “Caixa do Tempo”, uma iniciativa integrada no programa artístico e cultural “Cuidadores do Património – Coragem de Cuidar”, promovido pela Rota do Românico. A caixa reúne uma mensagem dirigida às gerações futuras, elaborada por alunos da [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/mosteiro-de-carquere-recebe-caixa-do-tempo-para-ser-aberta-em-2046/">Mosteiro de Cárquere recebe “Caixa do Tempo” para ser aberta em 2046</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mosteiro de Cárquere, em Resende, acolheu, no passado dia 27 de abril, a cerimónia simbólica de entrega da “Caixa do Tempo”, uma iniciativa integrada no programa artístico e cultural “Cuidadores do Património – Coragem de Cuidar”, promovido pela Rota do Românico.</p>



<p>A caixa reúne uma mensagem dirigida às gerações futuras, elaborada por alunos da Escola Secundária de Resende, assumindo-se como um testemunho de cuidado, memória e responsabilidade para com o património e o território. O seu conteúdo só deverá ser revelado daqui a duas décadas, em 2046.</p>



<p>Dirigido a estudantes do ensino secundário da região abrangida pela Rota do Românico, o programa insere-se na Bienal Cultura Educação #2, organizada pelo Plano Nacional das Artes, e procura estimular a ligação dos jovens ao património cultural.</p>



<p>A iniciativa desafia os participantes a explorar emoções, a imaginação e a memória coletiva, promovendo uma relação mais próxima com a cultura e incentivando novas formas de olhar o território.</p>



<p>Entre os principais objetivos destacam-se o reforço da participação cultural, o desenvolvimento do pensamento crítico e a valorização da expressão artística, incentivando os jovens a assumirem um papel ativo na preservação da sua história e na construção de identidades coletivas.</p>



<p>O programa inclui ainda visitas interpretadas aos monumentos da Rota do Românico e ações de criação artística, como a própria “Caixa do Tempo”, que ficará guardada durante 20 anos. Estão também previstos encontros intergeracionais entre os jovens e os atuais Cuidadores do Património, cidadãos que se dedicam à preservação e valorização dos bens culturais da região.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/mosteiro-de-carquere-recebe-caixa-do-tempo-para-ser-aberta-em-2046/">Mosteiro de Cárquere recebe “Caixa do Tempo” para ser aberta em 2046</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara de Resende compra edifício centenário para transformar em Casa de Cultura</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/camara-de-resende-compra-edificio-centenario-para-transformar-em-casa-de-cultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 12:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=118362</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Resende disse à agência Lusa que o município adquiriu por mais de 200 mil euros um edifício centenário no centro da vila para o transformar em Casa de Cultura. “É uma casa centenária que é uma referência aqui no concelho. Está muito bem localizada, aqui no centro da vila, e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/camara-de-resende-compra-edificio-centenario-para-transformar-em-casa-de-cultura/">Câmara de Resende compra edifício centenário para transformar em Casa de Cultura</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Resende disse à agência Lusa que o município adquiriu por mais de 200 mil euros um edifício centenário no centro da vila para o transformar em Casa de Cultura.</p>



<p>“É uma casa centenária que é uma referência aqui no concelho. Está muito bem localizada, aqui no centro da vila, e estava degradada e à venda. E nós, Câmara Municipal, exercemos o direito de preferência”, indicou Fernando Silvério.</p>



<p>A casa, que “está já devoluta”, foi adquirida pela Câmara de Resende por mais de 200 mil euros, “mais concretamente 242.500 euros”.</p>



<p>O presidente da Câmara de Resende, no norte do distrito de Viseu, disse que a decisão de adquirir o edifício passou pela “sua importância histórica, pelo que representa e pela própria localização, numa envolvência de um outro edifício público”.</p>



<p>“E nós queremos potenciar aquele espaço e temos a ideia de desenvolvermos naquele espaço uma Casa de Cultura, porque está no centro da vila, tem um jardim e tem todo o potencial para criar um espaço de convívio, de literacia e cultura”, defendeu.</p>



<p>Fernando Silvério defendeu que toda a área da casa deve “permitir desenvolver um conjunto de iniciativas culturais que são importantes para o concelho” e, por isso, “não se podia desaproveitar a oportunidade” de ficar com o imóvel.</p>



<p>“Vamos manter o traçado da casa, que tem algumas características que a definem como um edificado com alguns anos e história e vamos aproveitar o espaço de jardim que tem e que fica num espaço nobre da vila”, defendeu.</p>



<p>Neste sentido, disse que o objetivo passa por “aproveitar também o espaço verde para um conjunto de atividades culturais muito interessantes”.</p>



<p>Com “a compra muito recente, ainda não foi feito nenhum projeto”, mas o futuro do imóvel passa por “ficar sob a responsabilidade da Câmara”, sendo que “não está no horizonte qualquer cedência a associações culturais” para lá desenvolverem projetos.</p>



<p>“A ideia é ser a própria Câmara para culturalmente o potenciar e disponibilizar a todos os resendenses e a quem nos queira visitar. Estamos a trabalhar ideias e pode passar por acolher exposições temporárias ou concertos intimistas, vamos ver”, admitiu.</p>



<p>Isto, porque, segundo Fernando Silvério, uma das ideias para o concelho, aquando da candidatura às eleições de outubro de 2025, era a de “criar um espaço cultural e, de repente, a Câmara foi confrontada com a venda deste edifício” na vila.</p>



<p>“Ou seja, não tivemos muito tempo, porque foi tudo muito rápido. Quando soubemos da venda percebemos que poderia ser o espaço que queríamos. Bem localizado e encaixa na perfeição com o que desejamos”, justificou.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/camara-de-resende-compra-edificio-centenario-para-transformar-em-casa-de-cultura/">Câmara de Resende compra edifício centenário para transformar em Casa de Cultura</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mau tempo: Resende com prejuízos de mais de 5 ME só na rede viária</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/mau-tempo-resende-com-prejuizos-de-mais-de-5-me-so-na-rede-viaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 09:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=118335</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os prejuízos provocados pelo mau tempo nas redes viárias do concelho de Resende ascendem mais de cinco milhões de euros (5 ME), disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara, Fernando Silvério. “Do levantamento feito no terreno, temos como perspetiva orçamental prejuízos que ascendem os 5 ME só nas redes viárias, como as estradas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/mau-tempo-resende-com-prejuizos-de-mais-de-5-me-so-na-rede-viaria/">Mau tempo: Resende com prejuízos de mais de 5 ME só na rede viária</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os prejuízos provocados pelo mau tempo nas redes viárias do concelho de Resende ascendem mais de cinco milhões de euros (5 ME), disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara, Fernando Silvério.</p>



<p>“Do levantamento feito no terreno, temos como perspetiva orçamental prejuízos que ascendem os 5 ME só nas redes viárias, como as estradas municipais e outros caminhos do concelho de Resende”.</p>



<p>O presidente da Câmara de Resende, no norte do distrito de Viseu, disse que este valor “é só na rede viária, não estão contabilizados outros danos em infraestruturas públicas, nem nos particulares, porque esse levantamento ainda está a ser feito”.</p>



<p>“Até porque o número de danos é enorme e ainda não parou. Já fomos alertados pelos técnicos de que enquanto a água está a drenar nos solos e a secar há um perigo iminente de aluimento de terras que se agrava”, realçou.</p>



<p>Ou seja, “há uma grande probabilidade de alguns locais que até ao momento não sofreram quaisquer danos ainda poderem ter aluimentos e causar algum tipo de situação” no terreno, vias ou infraestruturas.</p>



<p>Na rede viária, Resende teve ainda duas estradas municipais cortadas, devido a derrocadas, sendo que “uma deverá abrir hoje e a outra no início da semana”.</p>



<p>“Foi feita uma avaliação das prioridades para a requalificação” das vias.</p>



<p>Entre as infraestruturas públicas afetadas, Fernando Silvério destacou “os equipamentos de lazer em Porto de Rei, junto às piscinas e parque fluvial, com bar de apoio, que ficou inundado durante vários dias, causando vários prejuízos”.</p>



<p>“E um ou outro equipamento desportivo, como um pavilhão em São Martinho, que levantou parte do telhado e provocou uma infiltração de água, mas os danos nos equipamentos não são de grande envergadura e ainda estão a ser contabilizados”.</p>



<p>Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.</p>



<p>A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.</p>



<p>As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.</p>



<p>A situação de calamidade que abrangia os 68 concelhos mais afetados terminou no domingo.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/mau-tempo-resende-com-prejuizos-de-mais-de-5-me-so-na-rede-viaria/">Mau tempo: Resende com prejuízos de mais de 5 ME só na rede viária</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cinfães integra pedido de declaração de situação de calamidade no Douro, Tâmega e Sousa</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/cinfaes-integra-pedido-de-declaracao-de-situacao-de-calamidade-no-douro-tamega-e-sousa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Vicente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 00:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinfães]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=118035</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os municípios da Comunidade Intermunicipal do Douro, Tâmega e Sousa solicitaram ao Governo a declaração de situação de calamidade na sequência das recentes intempéries que afetaram a região, bem como o alargamento dos prazos de execução dos projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). De acordo com um comunicado enviado à redação, “o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cinfaes-integra-pedido-de-declaracao-de-situacao-de-calamidade-no-douro-tamega-e-sousa/">Cinfães integra pedido de declaração de situação de calamidade no Douro, Tâmega e Sousa</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os municípios da Comunidade Intermunicipal do Douro, Tâmega e Sousa solicitaram ao Governo a declaração de situação de calamidade na sequência das recentes intempéries que afetaram a região, bem como o alargamento dos prazos de execução dos projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>



<p>De acordo com um comunicado enviado à redação, “o Município de Cinfães enviou à Ministra da Administração Interna um pedido conjunto dos municípios da Comunidade Intermunicipal do Douro, Tâmega e Sousa para a declaração de situação de calamidade na região, na sequência das recentes intempéries que afetaram gravemente o território”.</p>



<p>O documento é subscrito pelos Municípios de Cinfães, Resende, Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira e Penafiel e “dá conta dos prejuízos significativos provocados pela precipitação intensa e por fenómenos meteorológicos adversos, com impactos relevantes em infraestruturas públicas, rede viária, equipamentos municipais, habitações, explorações agrícolas e atividades económicas”.</p>



<p>Segundo o mesmo comunicado, “de acordo com os municípios envolvidos, a dimensão dos danos registados ultrapassa a capacidade de resposta dos meios municipais, justificando a necessidade de uma intervenção excecional por parte do Governo, com vista à reposição da normalidade, à salvaguarda da segurança das populações e à recuperação do tecido económico e social da região”.</p>



<p>Os autarcas referem ainda “os constrangimentos causados à execução de projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), nomeadamente ao nível dos prazos e da capacidade operacional das entidades envolvidas”. Nesse contexto, “é igualmente solicitado o alargamento do prazo de execução dos projetos do PRR até ao final do corrente ano, como medida indispensável para garantir a concretização dos investimentos previstos, salvaguardando a sua qualidade e boa execução financeira”.</p>



<p>O comunicado sublinha que “esta posição conjunta traduz um apelo institucional e solidário, em defesa das populações e do território, manifestando os municípios total disponibilidade para colaborar com o Governo na avaliação técnica dos prejuízos e na definição das respostas necessárias”.</p>



<p>O pedido foi dirigido à Ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, que pediu a demissão esta terça-feira, tendo a mesma sido aceite pelo ainda Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. As competências da Administração Interna passam, por enquanto, a ser assumidas pelo Primeiro-Ministro, Luís Montenegro.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cinfaes-integra-pedido-de-declaracao-de-situacao-de-calamidade-no-douro-tamega-e-sousa/">Cinfães integra pedido de declaração de situação de calamidade no Douro, Tâmega e Sousa</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Câmara de Resende lamenta fecho do único balcão bancário na zona alta da vila</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/camara-de-resende-lamenta-fecho-do-unico-balcao-bancario-na-zona-alta-da-vila/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2025 16:31:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=116109</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Resende lamentou hoje o fecho do único balcão bancário na zona alta da vila, numa área de muito comércio, e admitiu estar a procurar alternativa. “Infelizmente, é mais um golpe que sofremos no que diz respeito aos serviços que as pessoas precisam. E, infelizmente, é numa zona em que não [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/camara-de-resende-lamenta-fecho-do-unico-balcao-bancario-na-zona-alta-da-vila/">Câmara de Resende lamenta fecho do único balcão bancário na zona alta da vila</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Resende lamentou hoje o fecho do único balcão bancário na zona alta da vila, numa área de muito comércio, e admitiu estar a procurar alternativa.</p>



<p>“Infelizmente, é mais um golpe que sofremos no que diz respeito aos serviços que as pessoas precisam. E, infelizmente, é numa zona em que não há alternativa, não há mais nenhum serviço bancário”, disse Fernando Silvério.</p>



<p>O novo presidente do Município de Resende falava à agência Lusa a propósito do fecho de um balcão do banco Santander no centro dessa vila, sede de concelho no norte do distrito de Viseu.</p>



<p>Segundo o autarca, a decisão do fecho do balcão “tem a ver com uma política interna da entidade, porque nada foi comunicado à Câmara”.</p>



<p>A informação chegou ao presidente pela população, uma vez que o banco informou os clientes.</p>



<p>“E, por isso, soubemos que ia fechar. Aliás, já fechou. Estamos a diligenciar todos os esforços junto de outras entidades bancárias para conseguir colocar, nem que seja somente um ATM [caixa eletrónica] naquela zona mais alta da vila”, acrescentou.</p>



<p>Fernando Silvério especificou que “naquela parte mais alta da vila é onde está também concentrada uma zona de bastante comércio, o que vai dificultar ainda mais” esse setor.</p>



<p>O autarca disse que de todas as entidades bancárias já contactadas teve “uma resposta que argumentou com o número de ATM existentes” na área, mas, para Fernando Silvério, “é resposta de quem não conhece mesmo a vila” de Resende.</p>



<p>“Na parte baixa da vila até temos dois ou três ATM, com alguma proximidade, mas na parte alta agora não temos nada. Isto põe em causa não só o comércio como o quotidiano das pessoas, porque estamos também a falar de mobilidade”, argumentou.</p>



<p>Nesse sentido, Fernando Silvério destacou a “idade das pessoas e a deslocação necessária para um simples, mas importante, serviço, como é o pagamento de contas ou levantar dinheiro, ou seja, a qualidade de vida” dos habitantes.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/camara-de-resende-lamenta-fecho-do-unico-balcao-bancario-na-zona-alta-da-vila/">Câmara de Resende lamenta fecho do único balcão bancário na zona alta da vila</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novo presidente de Resende promete uma Câmara aberta e de diálogo com todos</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/novo-presidente-de-resende-promete-uma-camara-aberta-e-de-dialogo-com-todos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Resende]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=114865</guid>

					<description><![CDATA[<p>O novo presidente da Câmara Municipal de Resende, Fernando Silvério (PSD/CDS-PP), prometeu fazer um mandato de porta aberta e em diálogo com todos os cidadãos e cumprir rigorosamente o programa eleitoral. “Esta confiança é uma força, mas é, sobretudo, uma responsabilidade. A partir deste momento serei o presidente de todos os resendenses, daqueles que nos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/novo-presidente-de-resende-promete-uma-camara-aberta-e-de-dialogo-com-todos/">Novo presidente de Resende promete uma Câmara aberta e de diálogo com todos</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo presidente da Câmara Municipal de Resende, Fernando Silvério (PSD/CDS-PP), prometeu fazer um mandato de porta aberta e em diálogo com todos os cidadãos e cumprir rigorosamente o programa eleitoral.</p>



<p>“Esta confiança é uma força, mas é, sobretudo, uma responsabilidade. A partir deste momento serei o presidente de todos os resendenses, daqueles que nos apoiaram, mas também daqueles que fizeram outras escolhas. O nosso compromisso é com todos e sem exceção”, assegurou Fernando Silvério.</p>



<p>No discurso de tomada de posse dos novos órgãos autárquicos para o mandato 2025-2029, o presidente eleito pela coligação PSD/CDS-PP garantiu também que o modelo de governação será “claro, de diálogo, de proximidade e de transparência”.</p>



<p>“Teremos uma Câmara aberta, moderna, eficiente e próxima das pessoas. Uma Câmara que serve e que não se serve. O futuro de Resende constrói-se com todos. Hoje não termina um ciclo, começa um novo caminho feito de esperança, ambição e compromisso”, afirmou.</p>



<p>Em pouco mais de sete minutos, Fernando Silvério destacou alguns dos pontos do seu programa eleitoral que considerou serem “prioridades deste mandato” que hoje iniciou e que reafirmou o “propósito de os cumprir com rigor e determinação”.</p>



<p>Do programa destacou como uma das “principais prioridades para este mandato” a valorização das freguesias com um “diálogo e proximidade permanentes” com os seus autarcas, apoio às famílias, crescimento económico e apoio às empresas locais.</p>



<p>Gerar emprego, valorizar o turismo e os produtos endógenos de Resende, reforçar a educação e a cultura, investir na coesão social e na sustentabilidade ambiental com políticas de melhoria de vida e preservação do património do concelho, são outras das prioridades apontadas.</p>



<p>“A defesa intransigente das grandes infraestruturas estruturantes para o concelho como a ligação da ponte Ermida a Baião, essencial para o nosso desenvolvimento e para a integração de Resende na dinâmica regional e nacional”, sublinhou.</p>



<p>Num auditório com mais de 200 lugares sentados, que se tornou pequeno para todos quantos quiserem assistir à tomada de posse dos novos órgãos autárquicos, Fernando Silvério assumiu que são metas que “exigem trabalho, persistência e união” e, para isso, pediu apoio a todos, em especial aos funcionários da Câmara de Resende.</p>



<p>Fernando Silvério dirigiu-se ainda ao seu antecessor, presente na sessão, Garcez Trindade (PS), a quem agradeceu, deixando uma “palavra especial de apreço e reconhecimento” pelo trabalho realizado nos últimos 12 anos, três mandatos consecutivos.</p>



<p>“Independentemente das diferenças políticas é justo reconhecer o trabalho e empenho de quem antes de nós deu o seu contributo para o desenvolvimento do concelho. Senhor presidente cessante enquanto eu aqui estiver nunca será esquecido, fará sempre parte da história de Resende”, assegurou.</p>



<p>Resende foi uma das câmaras do distrito de Viseu que mudou de cor partidária nestas eleições autárquicas. Além da capital do distrito, também Penedono, Santa Comba Dão, Tabuaço e São João da Pesqueira mudam de maioria partidária (neste último município mantém-se, no entanto, o mesmo presidente).</p>



<p>A Câmara de Resende é liderada a partir de hoje por Fernando Silvério e conta ainda com os vereadores Jorge Sala Monteiro e Carla Lacerda José, eleitos pela coligação PSD/CDS-PP, com 4.283 votos (56,26%).</p>



<p>A oposição, que também hoje marcou presença, é composta por Jorge Caetano, que encabeçou a lista pelo PS e Vera Cardoso &#8211; no passado dia 12 de outubro reuniram 2.941 votos (38,63%).</p>



<p>Resende foi um dos municípios do país que, nestas eleições, perdeu dois mandatos autárquicos, uma vez que tem menos de 10 mil habitantes. Nestas eleições autárquicas votaram 7.613 votos (78,31%) dos 9.722 inscritos.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/novo-presidente-de-resende-promete-uma-camara-aberta-e-de-dialogo-com-todos/">Novo presidente de Resende promete uma Câmara aberta e de diálogo com todos</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
