<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
	<atom:link href="https://www.jornaldocentro.pt/noticias/cultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jornaldocentro.pt</link>
	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Apr 2026 11:58:56 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/07/fav-icon.png</url>
	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
	<link>https://www.jornaldocentro.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Festival “Que Jazz É Este?” regressa a Viseu de 8 a 19 de julho com primeiros nomes confirmados</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/festival-que-jazz-e-este-regressa-a-viseu-de-8-a-19-de-julho-com-primeiros-nomes-confirmados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119640</guid>

					<description><![CDATA[<p>O festival “Que Jazz É Este?” regressa a Viseu entre os dias 8 e 19 de julho, tendo já confirmados os nomes de Maria Luiza Jobim e do projeto Azul Piscina, liderado por Miguel Rodrigues. o festival continua a responder à pergunta que lhe dá nome com uma programação multifacetada que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/festival-que-jazz-e-este-regressa-a-viseu-de-8-a-19-de-julho-com-primeiros-nomes-confirmados/">Festival “Que Jazz É Este?” regressa a Viseu de 8 a 19 de julho com primeiros nomes confirmados</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O festival “Que Jazz É Este?” regressa a Viseu entre os dias 8 e 19 de julho, tendo já confirmados os nomes de Maria Luiza Jobim e do projeto Azul Piscina, liderado por Miguel Rodrigues. o festival continua a responder à pergunta que lhe dá nome com uma programação multifacetada que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, atuações de rua, oficinas, jam sessions, DJ sets e, nesta 14.ª edição, um mercado de livros e discos.</p>



<p>A edição deste ano volta a reunir projetos emergentes, nomes consagrados do panorama nacional e internacional, bem como intérpretes e coletivos locais.</p>



<p>Entre os primeiros nomes confirmados destaca-se Maria Luiza Jobim, que atua no dia 18 de julho, no Parque Aquilino Ribeiro. A artista brasileira leva a Viseu uma proposta musical que cruza influências da MPB, da eletrónica e do jazz.</p>



<p>Na mesma data, sobe também ao palco o projeto Azul Piscina, liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues. O trio aposta numa abordagem assente na improvisação e na criação em tempo real.</p>



<p>A vertente pedagógica volta a estar em destaque com a realização do 18.º Workshop de Jazz de Viseu, que decorre entre 15 e 17 de julho, no&nbsp;Teatro Viriato. Orientado por&nbsp;Rita Maria&nbsp;e&nbsp;Nuno Costa, o workshop dirige-se a estudantes de música e propõe uma imersão intensiva no universo do jazz e da improvisação, culminando numa apresentação pública.</p>



<p>Para a organização do evento, o coletivo Gira Sol Azul, o festival volta a assumir-se &#8220;como catalisador de intercâmbios culturais&#8221;. O modelo mantém-se acessível, com todas as atividades de entrada livre, apelando ao “donativo consciente” como forma de apoiar a criação artística.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/festival-que-jazz-e-este-regressa-a-viseu-de-8-a-19-de-julho-com-primeiros-nomes-confirmados/">Festival “Que Jazz É Este?” regressa a Viseu de 8 a 19 de julho com primeiros nomes confirmados</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ELOS abre em Nelas com homenagem a António Lobo Antunes e anuncio de Centro de Investigação dedicado ao escrito</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/elos-abre-em-nelas-com-homenagem-a-antonio-lobo-antunes-e-anuncio-de-centro-de-investigacao-dedicado-ao-escrito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:36:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Nelas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119624</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ELOS – Festival Literário de Nelas arranca na próxima sexta-feira (17 de abril) com uma homenagem a António Lobo Antunes, propondo uma reflexão sobre a forma como a literatura pode inscrever-se no território e na memória coletiva. Na altura, será anunciado o futuro Centro de Investigação António Lobo Antunes, a instalar na Biblioteca Municipal, que pretende reunir [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/elos-abre-em-nelas-com-homenagem-a-antonio-lobo-antunes-e-anuncio-de-centro-de-investigacao-dedicado-ao-escrito/">ELOS abre em Nelas com homenagem a António Lobo Antunes e anuncio de Centro de Investigação dedicado ao escrito</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ELOS – Festival Literário de Nelas arranca na próxima sexta-feira (17 de abril) com uma homenagem a António Lobo Antunes, propondo uma reflexão sobre a forma como a literatura pode inscrever-se no território e na memória coletiva. Na altura, será anunciado o futuro Centro de Investigação António Lobo Antunes, a instalar na Biblioteca Municipal, que pretende reunir e tornar acessível a obra do escritor, bem como estudos críticos e materiais associados, contando com a colaboração de Cristina Lobo Antunes.</p>



<p>A cerimónia, marcada para as 18h00, inicia-se com a inauguração da Praceta António Lobo Antunes, junto à Biblioteca Municipal, espaço que procura fixar a ligação do escritor a Nelas, onde viveu parte da infância e juventude.</p>



<p>A homenagem, segundo a autarquia de Nelas, constrói-se também &#8220;como uma intervenção no espaço público&#8221;. A plantação de castanheiros e carvalhos, com a participação de escuteiros locais, introduz uma dimensão ecológica e simbólica, cruzando memória literária com práticas de sustentabilidade, no âmbito de uma parceria com a Quercus e a Green Cork.</p>



<p>A leitura de excertos da obra de Lobo Antunes por alunos e ex-alunos, a instalação de bancos literários com citações gravadas e a criação de um mural de arte urbana no edifício da biblioteca marcam também o dia.</p>



<p>Com o tema “Escritores e Autores do Concelho”, o festival prolonga-se até 24 de abril, propondo um programa que articula encontros, oficinas, leituras, teatro e exposições, num esforço de aproximação entre criação literária, comunidade e território.</p>



<p>O escritor António Lobo Antunes, um dos maiores nomes da literatura portuguesa desde a segunda metade do século XX, morreu a 5 de março. O seu primeiro livro, “Memória de Elefante”, surgiu em 1979, logo seguido de “Os Cus de Judas”, no mesmo ano, sucedendo-se &#8220;Conhecimento do Inferno&#8221;, em 1980, e &#8220;Explicação dos Pássaros&#8221;, em 1981, obras marcadas pela experiência da guerra e pelo exercício da Psiquiatria, que depressa o tornaram um dos autores mais lidos em Portugal.</p>



<p>A República Portuguesa condecorou-o com a grã-cruz da Ordem de Sant’Iago da Espada, em 2004 e, em 2019, com a Ordem da Liberdade. França deu-lhe o grau de “Commandeur” da Ordem das Artes e das Letras, em 2008. Foi Prémio Camões em 2007.</p>



<p>O Festival Literário ELOS é uma organização da Câmara Municipal, da Rede de Bibliotecas de Nelas, dos agrupamentos escolares do concelho e da Fundação Lapa do Lobo.<br><br>Segundo a autarquia, os oito dias de festival perspetivam, entre outras, “um extenso rol de atividades, desde encontros com autores, animação, música, teatro, feira do livro, passeios, exposições, atividades de leitura em voz alta”.</p>



<p>O festival pretende fazer “um reconhecimento pelos seus contributos no enriquecimento cultural concelhio, e cujas obras se estendem por diferentes géneros e públicos, desde a poesia à narrativa, da literatura infantojuvenil à produção técnico-científica”.</p>



<p>“Oito dias inteiramente dedicados ao gosto pelos livros, sempre com o objetivo de sensibilizar e estimular para a leitura graças a um programa transversal a todos”, destaca o executivo municipal.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/elos-abre-em-nelas-com-homenagem-a-antonio-lobo-antunes-e-anuncio-de-centro-de-investigacao-dedicado-ao-escrito/">ELOS abre em Nelas com homenagem a António Lobo Antunes e anuncio de Centro de Investigação dedicado ao escrito</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lapa do Lobo com exposição e concerto especial no arranque da temporada de abril</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/lapa-do-lobo-com-exposicao-e-concerto-especial-no-arranque-da-temporada-de-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Nelas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119614</guid>

					<description><![CDATA[<p>A&#160;Fundação Lapa do Lobo&#160;arranca a programação de abril em força com a inauguração da exposição “Desenhar do Escuro”, já no próximo dia 18, num evento que conta com a presença do artista&#160;António Jorge Gonçalves. A mostra, patente até julho, reúne desenhos feitos entre 2020 e 2021 e destaca-se por uma técnica invulgar que é desenhar [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/lapa-do-lobo-com-exposicao-e-concerto-especial-no-arranque-da-temporada-de-abril/">Lapa do Lobo com exposição e concerto especial no arranque da temporada de abril</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A&nbsp;Fundação Lapa do Lobo&nbsp;arranca a programação de abril em força com a inauguração da exposição “Desenhar do Escuro”, já no próximo dia 18, num evento que conta com a presença do artista&nbsp;António Jorge Gonçalves.</p>



<p>A mostra, patente até julho, reúne desenhos feitos entre 2020 e 2021 e destaca-se por uma técnica invulgar que é desenhar a branco sobre fundo negro. O resultado são imagens que revelam paisagens urbanas, momentos do quotidiano e cenários intimistas, num jogo visual entre luz e sombra.</p>



<p>No mesmo dia também há música no palco, com o espetáculo “Mulheres em Concerto”, integrado no festival literário ELOS – Festival Literário de Nelas, que celebra este ano a 10.ª edição.</p>



<p>O concerto, marcado para as 21h30, na ADCL – Lapa do Lobo, junta quatro jovens cantautoras —&nbsp;Beatriz Almeida,&nbsp;Mariana Rebelo,&nbsp;Marta Lima&nbsp;e&nbsp;Sílvia Ferreira&nbsp;— num espetáculo intimista que promete celebrar a criatividade feminina com temas originais e novas interpretações.</p>



<p>Além da exposição e do concerto, a iniciativa inclui ainda uma masterclass para alunos de artes, reforçando a aposta da fundação na formação e na ligação à comunidade.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/lapa-do-lobo-com-exposicao-e-concerto-especial-no-arranque-da-temporada-de-abril/">Lapa do Lobo com exposição e concerto especial no arranque da temporada de abril</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estreias, aniversário e liberdade marcam programação da ACERT até junho</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/estreias-aniversario-e-liberdade-marcam-programacao-da-acert-ate-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Tondela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119595</guid>

					<description><![CDATA[<p>Duas estreias, momentos alusivos aos 50 anos de vida, o 25 de Abril e a música ao serviço da solidariedade marcam a programação do trimestre da Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT), hoje anunciada. A primeira estreia acontece em 30 de abril, com a peça “Insegura”, pelo grupo de teatro da Escola Secundária de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/estreias-aniversario-e-liberdade-marcam-programacao-da-acert-ate-junho/">Estreias, aniversário e liberdade marcam programação da ACERT até junho</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas estreias, momentos alusivos aos 50 anos de vida, o 25 de Abril e a música ao serviço da solidariedade marcam a programação do trimestre da Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT), hoje anunciada.</p>



<p>A primeira estreia acontece em 30 de abril, com a peça “Insegura”, pelo grupo de teatro da Escola Secundária de Tondela, Na Xina Lua, sediado na ACERT, com uma peça sobre uma companhia de seguros para emoções, revelou Daniel Nunes, um dos responsáveis pela programação.</p>



<p>Em 22 de maio é a vez da estreia do Trigo Limpo &#8211; teatro ACERT, que comemora 50 anos de existência, sendo a peça “Carrossel” um tributo a “uma qualquer companhia de teatro”.</p>



<p>Daniel Nunes anunciou ainda uma arruada entre a ACERT e os alunos de Tondela na tarde de 24 de abril, para comemorar o Dia da Liberdade, num cortejo que conta com uma máquina de cena da companhia de teatro.</p>



<p>Nessa noite, acontece o concerto comemorativo do 25 de Abril, intitulado “Fran Pérez sempre!”, com “músicas só da autoria desse homem que é o galego mais moçambicano de Tondela e, por isso, serão interpretadas por artistas locais, da Galiza e de Moçambique”, adiantou o codiretor da ACERT José Rui Martins.</p>



<p>“Fran Pérez (1968-2016) teve ao longo de muitos anos uma colaboração muito grande, não só com a criação de músicas de cena de espetáculos da Trigo Limpo como também foi a música da Queima do Judas”, espetáculo que acontece sempre na noite de sábado do fim de semana da Páscoa.</p>



<p>José Rui Martins acrescentou que “não é por acaso que todas as edições da Queima do Judas acabam com a ‘Malha suprema’ que é uma das músicas que ele criou e hoje é uma música emblemática e quase um hino” do espetáculo.</p>



<p>Sobre a Queima do Judas, que este ano teve a 30.ª edição, dentro dos 50 anos da ACERT, no dia 25 de abril haverá uma conversa com “artistas convidados da Galiza, Moçambique e Brasil”, adiantou o responsável Nuno Coimbra.</p>



<p>A 22 de maio, acrescentou Nuno Coimbra, será lançada a primeira, de cinco revistas “50 menos um, os 49 anos da ACERT”, um projeto de Marta Silva, ‘designer’ de Tondela, que começou com uma tese de mestrado e agora apresenta-se numa “revista essencialmente gráfica em que acompanha o trabalho” do Trigo Limpo.</p>



<p>Este trimestre tem como mote “A liberdade está a passar por aqui”, contando com o fadista Ricardo Ribeiro que marca presença com “FadOrquestra”, acompanhado pela Orquestra de Cordas do Conservatório de Música e Artes do Dão, de Santa Comba Dão.</p>



<p>“Penso que Ricardo Ribeiro não pensou duas vezes quando aceitou este desafio que é uma maluqueira e revelou uma enorme generosidade ao aceitar interpretar músicas que não escolheu e com uma orquestra que não conhece”, realçou José Rui Martins.</p>



<p>Ainda no campo da música, haverá um concerto solidário, na noite de 16 de maio, com a Banda Filarmónica Tondelense e a Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública (PSP), em que a receita “será toda transformada em equipamento” para os Bombeiros Voluntários de Tondela e de Vale de Besteiros, também nesse concelho do distrito de Viseu.</p>



<p>Num trimestre “muito marcado por agentes culturais locais, consequência de um trabalho que a ACERT faz ao longo dos anos e que acaba por ter como fruto essa valorização do território da região”, a programação conta com um café-concerto de António Ribeiro Quinteto, oriundo do projeto “Santos da casa fazem milagres”.</p>



<p>O Teatro Regional da Serra de Montemuro, com residência em Castro Daire, distrito de Viseu, leva à cena “Violinos para a periferia”, uma peça “sobre uma companhia habituada a grandes clássicos que se muda para o interior do país e aí fica a residir”.</p>



<p>Também com residência na região do distrito de Viseu está Márcia Leite, que apresenta teatro para toda a família com “Ainda nada?”, enquanto José Pedro Ramos vai orientar uma oficina de animação teatral.</p>



<p>Em junho, há uma residência de dez dias com artistas e formadores, orientada por João Silva, com o intuito de criarem uma apresentação de “teatro físico da Europa Ocidental com danças tradicionais da Guiné-Bissau e Índia”.</p>



<p>Nesse mês haverá teatro para os mais novos com uma digressão pelos jardins de infância e escolas de primeiro ciclo da “A grande viagem”, por Car12, e “Cabe mais um?”, levado a cabo pelo Teatro Nacional Dona Maria II.</p>



<p>No próximo sábado, a Ritual de Domingo, residente em Viseu, através de Cristóvão Cunha, apresenta uma peça que “resgata a memória jornalística dos últimos 20 anos” da ACERT num espetáculo intitulado “Onde estavas quando leste o primeiro jornal”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/estreias-aniversario-e-liberdade-marcam-programacao-da-acert-ate-junho/">Estreias, aniversário e liberdade marcam programação da ACERT até junho</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Final do Concurso de Guitarra do Festival Internacional de Música da Primavera este sábado no Teatro Viriato</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/final-do-concurso-de-guitarra-do-festival-internacional-de-musica-da-primavera-este-sabado-no-teatro-viriato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 11:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Viseu]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119565</guid>

					<description><![CDATA[<p>A final do Concurso de Guitarra dos Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu acontece este sábado à noite no Teatro Viriato, altura em que se fica a saber quem é o vencedor da edição deste ano onde participaram mais de 30 intérpretes. A programação no fim de semana deste festival que decorre em Viseu [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/final-do-concurso-de-guitarra-do-festival-internacional-de-musica-da-primavera-este-sabado-no-teatro-viriato/">Final do Concurso de Guitarra do Festival Internacional de Música da Primavera este sábado no Teatro Viriato</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A final do Concurso de Guitarra dos Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu acontece este sábado à noite no Teatro Viriato, altura em que se fica a saber quem é o vencedor da edição deste ano onde participaram mais de 30 intérpretes. A programação no fim de semana deste festival que decorre em Viseu até 26 de abril prossegue no domingo  com os concertos de laureados do conservatório.</p>



<p>O Conservatório de Música de Viseu acolhe três concertos, às 11h00, 15h00 e 17h00, protagonizados pelos laureados do Concurso de Instrumentistas, dando palco a jovens talentos.</p>



<p>A 19.ª edição do Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu, organizado pelo Conservatório de Música Dr. Azeredo Perdigão, decorre  num ano em que passam 130 anos sobre o nascimento do patrono, Azeredo Perdigão.</p>



<p>O festival “não contempla só a música clássica erudita que todas as pessoas esperam, vai mais longe, com a apresentação de música mais moderna e contemporânea”, disse, na apresentação, o diretor pedagógico do conservatório, José Carlos Sousa. Além da música, há também ‘masterclasses’, palestras e oficinas. </p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/final-do-concurso-de-guitarra-do-festival-internacional-de-musica-da-primavera-este-sabado-no-teatro-viriato/">Final do Concurso de Guitarra do Festival Internacional de Música da Primavera este sábado no Teatro Viriato</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>K Cena apresenta “2026” em Viseu, peça que é “um murro no estômago” de realidade</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/k-cena-apresenta-2026-em-viseu-peca-que-e-um-murro-no-estomago-de-realidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 20:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119556</guid>

					<description><![CDATA[<p>O projeto K Cena, do Teatro Viriato, em Viseu, leva a palco “2062”, uma peça escrita por adolescentes, encenada por João Branco, que fala de um futuro sem emoções, como um “verdadeiro murro no estômago”, que afinal é presente. O projeto teve início em outubro do ano passado, será estreado no próximo dia 17 e, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/k-cena-apresenta-2026-em-viseu-peca-que-e-um-murro-no-estomago-de-realidade/">K Cena apresenta “2026” em Viseu, peça que é “um murro no estômago” de realidade</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto K Cena, do Teatro Viriato, em Viseu, leva a palco “2062”, uma peça escrita por adolescentes, encenada por João Branco, que fala de um futuro sem emoções, como um “verdadeiro murro no estômago”, que afinal é presente.</p>



<p>O projeto teve início em outubro do ano passado, será estreado no próximo dia 17 e, à partida, os participantes traziam apenas &#8220;sensações de como a vida acontece&#8221;. Agora, depois de trabalharem a obra que conceberam com João Branco, confessam terem adquirido &#8220;consciência da atualidade e do futuro&#8221;, com o teatro a revelar-se &#8220;uma forma de ter coragem”.</p>



<p>“2062” é um original do projeto K Cena, que envolve 14 jovens entre os 15 e 26 anos, residentes em Viseu, e teve como inspiração a obra &#8220;1984&#8221;, de George Orwell, inclusive o título.</p>



<p>“Tal como George Orwell escreveu em 1948 sobre 1984, também estes jovens escreveram em 2026 sobre 2062”, indicou o encenador João Branco, autor da ideia, que quis &#8220;muito desenvolvê-la no Teatro Viriato no projeto K Cena”.</p>



<p>O texto é o resultado de cartas que cada um dos adolescentes escreveu em 2026, e que são abertas em 2062, ano em que decorre a peça e em que as emoções já não fazem parte do dia-a-dia, nem o contacto físico é permitido.</p>



<p>“Não sentimos, não lembramos, não desejamos. Funcionamos. Bem-vindos a 2062”, um ano em que “o amor, a saudade, a liberdade, o pensamento deixam de ser utilizados e é o algoritmo que limita”, ouviu hoje a agência Lusa, no decorrer de um ensaio.</p>



<p>A peça não se resume aos textos escritos pelos também atores. Tem “partes de um poema do cabo-verdiano Daniel Filipe, escrito na década de 1970&#8243;, o autor de &#8220;A Invenção do Amor&#8221; e &#8220;Pátria, Lugar de Exílio&#8221;, e há ainda uma componente audiovisual, cerca de dois terços, que são fruto de imagens realizadas junto do público no dia de estreia.</p>



<p>No final do ensaio, os protagonistas partilharam com a agência Lusa ideias, emoções e sentimentos que esta peça despertou e provocou em todos os intervenientes, “um verdadeiro murro no estômago” a que não ficará imune quem assistir, sejam jovens ou adultos.</p>



<p>“Nós começámos o projeto [em outubro de 2025] e vínhamos com sensações de como as relações e a vida acontece e, hoje, depois de trabalharmos esta peça com o João [Branco] temos consciência da atualidade e do futuro que estamos a construir”, assumiram de uma forma unânime.</p>



<p>Maria Clara, com 17 anos, deu o seu exemplo, para mostrar como as relações entre as pessoas mudam, tendo em conta a sua irmã mais nova, de 07 anos que “já não salta à corda nem brinca com jogos de tabuleiro, é só telemóvel; está cada uma em seu ecrã”.</p>



<p>“A falta de amor já existe. Não é o futuro, é já hoje”, acrescentou Maria Clara que admitiu que, “se não tivesse entrado neste projeto, não teria esta consciência” da realidade de hoje em dia.</p>



<p>Uma afirmação corroborada pelos companheiros de palco que ganharam consciência de que, atualmente, “é tudo muito superficial, as palavras não têm emoção, sentimento; hoje as pessoas dizem que amam e odeiam de forma igual, sem qualquer emoção”.</p>



<p>E tal como no decorrer do espetáculo, “em que, do início ao fim, a tendência é piorar”, revelam, também na vida real, “isto só vai piorar, quer com a inteligência artificial, quer com esta ausência de atenção, de escuta, de carinho”.</p>



<p>“Tenho medo da peça que criámos. Tenho medo que esta seja a realidade do futuro que já está aí”, admitiu André Fiúza.</p>



<p>Numa sociedade em que “ninguém pára, ninguém tem tempo para pensar, para escutar, as relações ficam sem emoções, não nos permitimos sentir&#8221;, afirmam à ves. &#8220;Passamos por alguém na rua e perguntamos se está tudo bem, mas nem paramos para ouvir a resposta”, admitem.</p>



<p>“Até os carros são todos da mesma cor. É tudo preto, branco e cinzento. Hoje os carros perderam cor, estão todos iguais. E nós também estamos a perder a cor”, soltou Pereira.</p>



<p>Numa partilha intensa e ordeira com a agência Lusa, as ideias e as emoções foram-se complementando umas às outras, cada um no seu sentir, mas todos com o mesmo foco e a mesma vontade de “fazer diferente em casa, na escola e na vida” de cada um.</p>



<p>“Se queremos ser nós a mudar, temos de ser nós a quebrar o ciclo. Se queres a mudança, tens de ser tu, temos de ser nós, a mudar”, reagiu Gabriela Santos.</p>



<p>“Cabe-nos agora a nós, que ganhámos esta consciência, mudar. Queremos muito que os estudantes que vão assistir [à peça], assim como os nossos familiares e o público em geral sintam este murro no estômago, percebam que todos nós estamos a cometer erros, sem culpa, porque é o ciclo da vida que está a ir nesse sentido. Mas nós temos de fazer diferente”, assumiram entre uns e outros.</p>



<p>A consciência chegou “muito pela forma como o João [Branco] trabalhou” com os intérpretes. “O maior impacto que sofremos foi na forma como o João lidou connosco, nos ouviu e escutou. Isso fez a diferença”, assumiram.</p>



<p>Para o encenador, este trabalho de criação com os mais novos e de perceção da sua realidade é um dos que “mais felicidade dá”. E se &#8220;há encenadores, professores, adultos, que não gostam de trabalhar com adolescentes, esta é a faixa etária preferida” de João Branco.</p>



<p>“É uma altura da vida difícil para eles. São as alterações do corpo, as hormonas, e é uma altura em que ninguém tem paciência para os ouvir, nem os amigos. Então vão criando um muro à sua volta e vão-se isolando. Hoje, isolam-se nas tecnologias e deixam de se relacionar, e eu gosto de trabalhar com eles, de os ouvir, eles são ótimos”, afirmou.</p>



<p>José Duarte, um dos jovens participantes, defendeu que “a arte também tem este poder, o de ser voz no mundo, e o teatro é uma forma de ter coragem, de ter essa voz sem medo de a projetar e fazer ouvir, a arte também é isso”, garantiu.</p>



<p>Com coordenação pedagógica e direção artística de João Branco, sobem ao palco os cocriadores e intérpretes Ana Lúcia Duarte, André Fiúza, Bruna Augusto, Carlos Pereira, Diana Silva, Gabriela Santos, Helena Silva, Joaquim Lopes, José Duarte, Lucas Madeira, Madalena Alves, Madalena Rocha, Maria Inês Sousa e Maria Clara Câmara.</p>



<p>Desenho e operação de luz são de Filipe Jesus e desenho e operação de som, de Nelson Almeida.</p>



<p>A peça, integrada na programação da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, tem produção do Teatro Viriato.</p>



<p>A estreia pública acontece no dia 17, sexta-feira, às 19:00. Nos dias 15 e 16, há sessões para alunos do 3.º ciclo, do ensino secundário e superior, assim como &#8220;para outros grupos organizados&#8221;.</p>



<p>O projeto K Cena, do Teatro Viriato, em Viseu, leva a palco “2062”, uma peça escrita por adolescentes, encenada por João Branco, que fala de um futuro sem emoções, como um “verdadeiro murro no estômago”, que afinal é presente.</p>



<p>O projeto teve início em outubro do ano passado, será estreado no próximo dia 17 e, à partida, os participantes traziam apenas &#8220;sensações de como a vida acontece&#8221;. Agora, depois de trabalharem a obra que conceberam com João Branco, confessam terem adquirido &#8220;consciência da atualidade e do futuro&#8221;, com o teatro a revelar-se &#8220;uma forma de ter coragem”.</p>



<p>“2062” é um original do projeto K Cena, que envolve 14 jovens entre os 15 e 26 anos, residentes em Viseu, e teve como inspiração a obra &#8220;1984&#8221;, de George Orwell, inclusive o título.</p>



<p>“Tal como George Orwell escreveu em 1948 sobre 1984, também estes jovens escreveram em 2026 sobre 2062”, indicou o encenador João Branco, autor da ideia, que quis &#8220;muito desenvolvê-la no Teatro Viriato no projeto K Cena”.</p>



<p>O texto é o resultado de cartas que cada um dos adolescentes escreveu em 2026, e que são abertas em 2062, ano em que decorre a peça e em que as emoções já não fazem parte do dia-a-dia, nem o contacto físico é permitido.</p>



<p>“Não sentimos, não lembramos, não desejamos. Funcionamos. Bem-vindos a 2062”, um ano em que “o amor, a saudade, a liberdade, o pensamento deixam de ser utilizados e é o algoritmo que limita”, ouviu hoje a agência Lusa, no decorrer de um ensaio.</p>



<p>A peça não se resume aos textos escritos pelos também atores. Tem “partes de um poema do cabo-verdiano Daniel Filipe, escrito na década de 1970&#8243;, o autor de &#8220;A Invenção do Amor&#8221; e &#8220;Pátria, Lugar de Exílio&#8221;, e há ainda uma componente audiovisual, cerca de dois terços, que são fruto de imagens realizadas junto do público no dia de estreia.</p>



<p>No final do ensaio, os protagonistas partilharam com a agência Lusa ideias, emoções e sentimentos que esta peça despertou e provocou em todos os intervenientes, “um verdadeiro murro no estômago” a que não ficará imune quem assistir, sejam jovens ou adultos.</p>



<p>“Nós começámos o projeto [em outubro de 2025] e vínhamos com sensações de como as relações e a vida acontece e, hoje, depois de trabalharmos esta peça com o João [Branco] temos consciência da atualidade e do futuro que estamos a construir”, assumiram de uma forma unânime.</p>



<p>Maria Clara, com 17 anos, deu o seu exemplo, para mostrar como as relações entre as pessoas mudam, tendo em conta a sua irmã mais nova, de 07 anos que “já não salta à corda nem brinca com jogos de tabuleiro, é só telemóvel; está cada uma em seu ecrã”.</p>



<p>“A falta de amor já existe. Não é o futuro, é já hoje”, acrescentou Maria Clara que admitiu que, “se não tivesse entrado neste projeto, não teria esta consciência” da realidade de hoje em dia.</p>



<p>Uma afirmação corroborada pelos companheiros de palco que ganharam consciência de que, atualmente, “é tudo muito superficial, as palavras não têm emoção, sentimento; hoje as pessoas dizem que amam e odeiam de forma igual, sem qualquer emoção”.</p>



<p>E tal como no decorrer do espetáculo, “em que, do início ao fim, a tendência é piorar”, revelam, também na vida real, “isto só vai piorar, quer com a inteligência artificial, quer com esta ausência de atenção, de escuta, de carinho”.</p>



<p>“Tenho medo da peça que criámos. Tenho medo que esta seja a realidade do futuro que já está aí”, admitiu André Fiúza.</p>



<p>Numa sociedade em que “ninguém pára, ninguém tem tempo para pensar, para escutar, as relações ficam sem emoções, não nos permitimos sentir&#8221;, afirmam à ves. &#8220;Passamos por alguém na rua e perguntamos se está tudo bem, mas nem paramos para ouvir a resposta”, admitem.</p>



<p>“Até os carros são todos da mesma cor. É tudo preto, branco e cinzento. Hoje os carros perderam cor, estão todos iguais. E nós também estamos a perder a cor”, soltou Pereira.</p>



<p>Numa partilha intensa e ordeira com a agência Lusa, as ideias e as emoções foram-se complementando umas às outras, cada um no seu sentir, mas todos com o mesmo foco e a mesma vontade de “fazer diferente em casa, na escola e na vida” de cada um.</p>



<p>“Se queremos ser nós a mudar, temos de ser nós a quebrar o ciclo. Se queres a mudança, tens de ser tu, temos de ser nós, a mudar”, reagiu Gabriela Santos.</p>



<p>“Cabe-nos agora a nós, que ganhámos esta consciência, mudar. Queremos muito que os estudantes que vão assistir [à peça], assim como os nossos familiares e o público em geral sintam este murro no estômago, percebam que todos nós estamos a cometer erros, sem culpa, porque é o ciclo da vida que está a ir nesse sentido. Mas nós temos de fazer diferente”, assumiram entre uns e outros.</p>



<p>A consciência chegou “muito pela forma como o João [Branco] trabalhou” com os intérpretes. “O maior impacto que sofremos foi na forma como o João lidou connosco, nos ouviu e escutou. Isso fez a diferença”, assumiram.</p>



<p>Para o encenador, este trabalho de criação com os mais novos e de perceção da sua realidade é um dos que “mais felicidade dá”. E se &#8220;há encenadores, professores, adultos, que não gostam de trabalhar com adolescentes, esta é a faixa etária preferida” de João Branco.</p>



<p>“É uma altura da vida difícil para eles. São as alterações do corpo, as hormonas, e é uma altura em que ninguém tem paciência para os ouvir, nem os amigos. Então vão criando um muro à sua volta e vão-se isolando. Hoje, isolam-se nas tecnologias e deixam de se relacionar, e eu gosto de trabalhar com eles, de os ouvir, eles são ótimos”, afirmou.</p>



<p>José Duarte, um dos jovens participantes, defendeu que “a arte também tem este poder, o de ser voz no mundo, e o teatro é uma forma de ter coragem, de ter essa voz sem medo de a projetar e fazer ouvir, a arte também é isso”, garantiu.</p>



<p>Com coordenação pedagógica e direção artística de João Branco, sobem ao palco os cocriadores e intérpretes Ana Lúcia Duarte, André Fiúza, Bruna Augusto, Carlos Pereira, Diana Silva, Gabriela Santos, Helena Silva, Joaquim Lopes, José Duarte, Lucas Madeira, Madalena Alves, Madalena Rocha, Maria Inês Sousa e Maria Clara Câmara.</p>



<p>Desenho e operação de luz são de Filipe Jesus e desenho e operação de som, de Nelson Almeida.</p>



<p>A peça, integrada na programação da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, tem produção do Teatro Viriato.</p>



<p>A estreia pública acontece no dia 17, sexta-feira, às 19h00. Nos dias 15 e 16, há sessões para alunos do 3.º ciclo, do ensino secundário e superior, assim como &#8220;para outros grupos organizados&#8221;.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/k-cena-apresenta-2026-em-viseu-peca-que-e-um-murro-no-estomago-de-realidade/">K Cena apresenta “2026” em Viseu, peça que é “um murro no estômago” de realidade</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carlos Peninha apresenta “Chão Ardente”: novo CD mistura poesia lusófona e ritmos internacionais</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/carlos-peninha-apresenta-chao-ardente-novo-cd-mistura-poesia-lusofona-e-ritmos-internacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque de Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119453</guid>

					<description><![CDATA[<p>O músico viseense Carlos Peninha apresenta o seu mais recente CD, Chão Ardente, num showcase informal marcado para 11 de abril, às 16h00, na Taberna Tradicional Portuguesa &#8211; Pinguinhas, em Viseu (Av. Alberto Sampaio 92). O evento, aberto ao público, contará com espaço para perguntas e respostas, permitindo conhecer todo o processo de criação do álbum, financiado pelo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/carlos-peninha-apresenta-chao-ardente-novo-cd-mistura-poesia-lusofona-e-ritmos-internacionais/">Carlos Peninha apresenta “Chão Ardente”: novo CD mistura poesia lusófona e ritmos internacionais</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O músico viseense Carlos Peninha apresenta o seu mais recente CD, <em>Chão Ardente</em>, num showcase informal marcado para 11 de abril, às 16h00, na Taberna Tradicional Portuguesa &#8211; Pinguinhas, em Viseu (Av. Alberto Sampaio 92). O evento, aberto ao público, contará com espaço para perguntas e respostas, permitindo conhecer todo o processo de criação do álbum, financiado pelo Eixo Cultura do Município de Viseu.</p>



<p><em>Chão Ardente</em>&nbsp;é um projeto que combina letras originais de Carlos Peninha com poesia de língua portuguesa de Portugal e África, incluindo poetas do distrito de Viseu, como António Quadros e Luís Veiga Leitão, e autores internacionais, como Mario Lamo Jiménez (Colômbia) e Teodomiro Leite de Vasconcelos (Moçambique). O álbum reflete sobre temas atuais, abordando liberdade, paz e humanismo, fundindo música tradicional portuguesa com jazz, ritmos africanos, música árabe e influências de outros géneros mundiais.</p>



<p>O trabalho conta com vozes de Uxia Senlle (Galiza), Zeca Medeiros (Açores), Sara Figueiredo, Luísa Vieira e Carlos Peninha, acompanhados por um conjunto de músicos convidados, como o Coro Azul, e arranjos detalhados que incluem cordas, sopros e percussão. A produção e gravação foram conduzidas por Carlos Peninha, com mistura e masterização de Rui Ferreira, e o grafismo e ilustrações da autoria de Mariana Marques.</p>



<p>Carlos Peninha iniciou a sua trajetória musical como autodidata na guitarra, estudou nos conservatórios de Aveiro, Viseu e Porto, bem como na Escola de Jazz do Porto, e co-fundou o Quinteto Jazz de Viseu, projeto que continuou com o seu próprio quarteto. Ao longo da carreira, trabalhou com diversas estruturas de teatro como Trigo Limpo Teatro ACERT, D’Orfeu, Teatro do Montemuro e Teatro Viriato, compondo música para espetáculos e participando em projetos internacionais em Galiza, Moçambique, Brasil, Alemanha, Reino Unido, Espanha, França e Suíça.</p>



<p>Nos últimos anos, Peninha tem desenvolvido projetos pessoais como <em>Tocar o Chão</em> (2017), <em>Ponto de Vista</em> (2019), <em>Dispersos</em> (2021) e <em>Tudo começa agora</em> (2023), este último apoiado pelo Eixo Cultura do Município de Viseu, unindo jazz e quarteto de cordas. </p>



<p>Reconhecido com prémios como o Mérito Artístico dos Prémios Animarte 2019, Carlos Peninha continua a explorar repertórios variados, desde projetos a solo a formações mais alargadas, mantendo uma presença ativa nas principais plataformas de música digital.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/carlos-peninha-apresenta-chao-ardente-novo-cd-mistura-poesia-lusofona-e-ritmos-internacionais/">Carlos Peninha apresenta “Chão Ardente”: novo CD mistura poesia lusófona e ritmos internacionais</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bienal What’s Beyond Thar Border mobiliza mais de 1500 alunos de Viseu para “aulas” de conto e de teatro</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/bienal-whats-beyond-thar-border-mobiliza-mais-de-1500-alunos-de-viseu-para-aulas-de-conto-e-de-teatro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:06:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119530</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais de 1500 alunos de&#160;Viseu&#160;participam nas jornadas escolares que estão a ser preparadas no âmbito da bienal artística “What’s Beyond That Border” (O que está para lá da fronteira), numa iniciativa que leva o conto e o teatro a vários estabelecimentos de ensino do concelho ao longo de um mês. As oficinas arrancam a 13 [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/bienal-whats-beyond-thar-border-mobiliza-mais-de-1500-alunos-de-viseu-para-aulas-de-conto-e-de-teatro/">Bienal What’s Beyond Thar Border mobiliza mais de 1500 alunos de Viseu para “aulas” de conto e de teatro</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 1500 alunos de&nbsp;Viseu&nbsp;participam nas jornadas escolares que estão a ser preparadas no âmbito da bienal artística “What’s Beyond That Border” (O que está para lá da fronteira), numa iniciativa que leva o conto e o teatro a vários estabelecimentos de ensino do concelho ao longo de um mês.</p>



<p>As oficinas arrancam a 13 de abril e prolongam-se até 21 de maio, data em que tem início oficial a bienal, envolvendo crianças e jovens do 1.º ao 3.º ciclo, bem como do ensino secundário e profissional. Durante este período, os participantes são desafiados a explorar temas como identidade, migração, futuro e pertença, através de propostas criativas orientadas por Cláudia Sousa e pelo artista argentino Tavo Iván.</p>



<p>A oficina “Viagens”, de Cláudia Sousa, dirigida aos alunos mais novos, parte da obra “A viagem de Djuku” para promover a reflexão sobre o ato de partir e chegar, incentivando a recolha de histórias e a criação de conteúdos artísticos. </p>



<p>Já “Futuro EU”, destinada aos alunos mais velhos, inspira-se na figura de Freddie Mercury para desafiar os jovens a imaginar o seu percurso pessoal e profissional, num exercício de criatividade e reflexão sobre diferentes identidades e possibilidades.</p>



<p>As atividades decorrem em vários estabelecimentos de ensino, incluindo os agrupamentos de escolas Infante D. Henriques e Grão Vasco, bem como as escolas secundárias Viriato e Emídio Navarro e a Escola Profissional Mariana Seixas.</p>



<p>A bienal “What’s Beyond That Border?” realiza-se em Viseu entre 21 e 31 de maio e afirma-se, na sua primeira edição, como um espaço de encontro entre culturas e de reflexão sobre as fronteiras contemporâneas. Com direção artística de Romulus Neagu, o evento nasce no âmbito do projeto CLDS 5G Viseu Plural, promovido pelo Município de Viseu e coordenado pelas Obras Sociais de Viseu.</p>



<p>Ao longo de dez dias, a cidade transforma-se num palco de criação e experimentação, com uma programação que inclui espetáculos, intervenções em espaço público, residências artísticas e conferências.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="119532" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-119532" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-1024x768.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-300x225.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-768x576.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="828" height="1024" data-id="119531" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-828x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-119531" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-828x1024.jpeg 828w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-243x300.jpeg 243w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1-768x950.jpeg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/04/1.jpeg 970w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /><figcaption class="wp-element-caption">Screenshot</figcaption></figure>
</figure>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/bienal-whats-beyond-thar-border-mobiliza-mais-de-1500-alunos-de-viseu-para-aulas-de-conto-e-de-teatro/">Bienal What’s Beyond Thar Border mobiliza mais de 1500 alunos de Viseu para “aulas” de conto e de teatro</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gira Sol Azul (Viseu) entre músicos, escolas e festivais presentes na maior mostra europeia de jazz</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/gira-sol-azul-viseu-entre-musicos-escolas-e-festivais-presentes-na-maior-mostra-europeia-de-jazz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119527</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doze músicos e nove escolas, festivais, editores e distribuidores formam a delegação portuguesa à &#8220;maior e mais prestigiada&#8221; mostra europeia de jazz e música improvisada, a Bremen International Jazzahead!, a decorrer de 22 a 25 de abril, na Alemanha. A Direção-Geral das Artes (DGArtes) anunciou hoje ter viabilizado, &#8220;através de um Acordo de Cooperação Internacional, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/gira-sol-azul-viseu-entre-musicos-escolas-e-festivais-presentes-na-maior-mostra-europeia-de-jazz/">Gira Sol Azul (Viseu) entre músicos, escolas e festivais presentes na maior mostra europeia de jazz</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doze músicos e nove escolas, festivais, editores e distribuidores formam a delegação portuguesa à &#8220;maior e mais prestigiada&#8221; mostra europeia de jazz e música improvisada, a Bremen International Jazzahead!, a decorrer de 22 a 25 de abril, na Alemanha.</p>



<p>A Direção-Geral das Artes (DGArtes) anunciou hoje ter viabilizado, &#8220;através de um Acordo de Cooperação Internacional, a participação de uma delegação portuguesa, com representantes da área do jazz e da música improvisada, na edição de 2026 da maior e mais prestigiada feira de Jazz da Europa, a Bremen International Jazzahead! Trade Fair &amp; Festival&#8221;.</p>



<p>Esta representação, &#8220;operacionalizada pela Associação Sons da Lusofonia&#8221;, inclui um &#8216;stand&#8217; na Feira, &#8220;com o objetivo de fomentar encontros internacionais e promover o jazz e a música improvisada&#8221; que se fazem em Portugal, a participação de &#8220;nove instituições representativas&#8221; do setor e a realização de concertos de músicos portugueses.</p>



<p>O quinteto da pianista Isabel Rato, o quarteto do saxofonista José Soares, com o seu projeto &#8220;Soma&#8221;, e o trio do guitarrista Marcelo dos Reis, com o seu álbum &#8220;Flora&#8221;, somam os 12 músicos que vão atuar na Clubnight do festival, como indica o programa do Jazzhead, e que &#8220;irão colocar em evidência a excelência da produção musical portuguesa&#8221;, segundo a DGArtes.</p>



<p>Este programa foi organizado pelo festival alemão, em articulação com a Associação Sons da Lusofonia, e será apresentado no dia 24 de abril, no espaço FLUX/Kukoon, de Bremen.</p>



<p>A participação portuguesa conta ainda com representantes de organizações como Hot Clube de Portugal, Jazz ao Centro Clube, Ermo do Caos &#8211; Núcleo Artístico Independente do Porto, Orquestra Jazz de Matosinhos, Porta-Jazz, Robalo Festival, Rede Portuguesa de Jazz, a editora Nischo Records e a associação Gira Sol Azul, de Viseu, além da Sons da Lusofonia.</p>



<p>O projeto Jazz Panorama Portugal, livro digital lançado em dezembro pela Associação Sons da Lusofonia e a Imprensa Nacional Casa da Moeda, também será apresentado em conferência, conforme o programa do festival.&nbsp;</p>



<p>O Jazz Panorama Portugal traduz-se num guia/revista &#8216;online&#8217; que reúne perfis de músicos portugueses de jazz, pensado como elemento de promoção da música improvisada, com impacto no país e potencial de internacionalização.</p>



<p>Segundo a DGArtes esta é &#8220;a maior participação de sempre&#8221; de Portugal na Bremen International Jazzahead! Trade Fair &amp; Festival, constituindo &#8220;uma oportunidade ímpar de troca de experiências e de projeção internacional da criação musical portuguesa&#8221;.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/gira-sol-azul-viseu-entre-musicos-escolas-e-festivais-presentes-na-maior-mostra-europeia-de-jazz/">Gira Sol Azul (Viseu) entre músicos, escolas e festivais presentes na maior mostra europeia de jazz</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O “gabinete de curiosidades” no Museu do Caramulo com obras originais da primeira residência do ciclo “White Box&#8221;</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/o-gabinete-de-curiosidades-no-museu-do-caramulo-com-obras-originais-da-primeira-residencia-do-ciclo-white-box/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:17:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque de Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Tondela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119492</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Museu do Caramulo recebe a partir deste sábado a exposição temporária “White Box #1: Intervalos”, uma mostra que assinala a conclusão da primeira de três residências artísticas que compõem o ciclo de criação contemporânea que se estenderá até 2028. Com curadoria de José Maçãs de Carvalho, a exposição reúne obras originais de Daniela Krtsch, João [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/o-gabinete-de-curiosidades-no-museu-do-caramulo-com-obras-originais-da-primeira-residencia-do-ciclo-white-box/">O “gabinete de curiosidades” no Museu do Caramulo com obras originais da primeira residência do ciclo “White Box”</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Caramulo recebe a partir deste sábado a exposição temporária “White Box #1: Intervalos”, uma mostra que assinala a conclusão da primeira de três residências artísticas que compõem o ciclo  de criação contemporânea que se estenderá até 2028.<br> <br>Com curadoria de José Maçãs de Carvalho, a exposição reúne obras originais de Daniela Krtsch, João Fonte Santa, Fabrizio Matos e Catarina Leitão. Os artistas trabalharam localmente na Serra do Caramulo, numa imersão directa nas colecções do museu para criar peças que estabelecem novas leituras sobre o acervo existente.<br> <br>Segundo José Maças de Carvalho, “as peças originais que se apresentam, resultado de um período residencial, operam nos intervalos da linha narrativa da colecção permanente&#8221;. &#8220;Estes lugares intersticiais são preenchidos, por vezes, pela subtracção de peças do acervo, outras vezes pelo acréscimo de dispositivos de suporte. Certo é que, nos últimos meses, o Museu do Caramulo instalou-se na memória activa dos artistas convidados povoando a sua criatividade imaginativa”, revelou o curador.<br> <br> O conceito de “White Box #1: Intervalos” foi buscar inspiração ao imaginário dos antigos <em>Cabinet of Curiosities</em> (Gabinetes de Curiosidades) dos séculos XVI e XVII. Estes espaços, precursores dos museus modernos, reuniam objectos raros e exóticos num exercício de fascínio e descoberta. É nesse espírito de multiplicidade e curiosidade que a exposição se inscreve, propondo um diálogo entre a criação actual e a história da catalogação artística, salienta, por seu lado, a direção do Museu.<br> <br><strong>O Ciclo White Box</strong><br> <br>O programa “White Box” sucede ao ciclo “Black Box”, desenvolvido entre 2017 e 2019 sob direcção de João Louro e explora a noção museológica do “cubo branco” como um espaço de possibilidades infinitas. Durante este triénio, o museu disponibiliza áreas próprias para criação e exposição, reforçando o seu papel como centro activo de produção artística.<br> <br>A exposição “White Box #1: Intervalos” estará patente até ao dia 8 de Agosto.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/o-gabinete-de-curiosidades-no-museu-do-caramulo-com-obras-originais-da-primeira-residencia-do-ciclo-white-box/">O “gabinete de curiosidades” no Museu do Caramulo com obras originais da primeira residência do ciclo “White Box”</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
