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	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2026 12:11:02 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
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	<item>
		<title>Vouzela recebe quinta edição do Festival Palcos com três peças de teatro em setembro</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/vouzela-recebe-quinta-edicao-do-festival-palcos-com-tres-pecas-de-teatro-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:10:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Vouzela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de setembro vai ser dedicado ao teatro em Vouzela, com a realização da quinta edição do Festival Palcos, promovido pela ATEF – Associação de Teatro Experimental de Fataunços, que levará três espetáculos ao Cineteatro João Ribeiro. O festival arranca no dia 12 de setembro com a apresentação de “Palavras Não Abraçam”, pelo Grupo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mês de setembro vai ser dedicado ao teatro em Vouzela, com a realização da quinta edição do Festival Palcos, promovido pela ATEF – Associação de Teatro Experimental de Fataunços, que levará três espetáculos ao Cineteatro João Ribeiro.</p>



<p>O festival arranca no dia 12 de setembro com a apresentação de “Palavras Não Abraçam”, pelo Grupo de Teatro Filhos do Vento, de Armamar, naquela que é a primeira obra de drama escrita e encenada pelo coletivo da região do Douro.</p>



<p>A peça conta no elenco com Ana Carreira, Manuel Vaz, Maria Castro, Pedro Cruz, Raquel Castro e Salvador Vaz.</p>



<p>No sábado seguinte, dia 19,  será a vez de “Gambozinos”, uma produção da própria ATEF, que terá em Vouzela a sua estreia na região de Lafões, depois de ter integrado a programação de abertura do 20.º Festival de Teatro do Orfeão de Águeda.</p>



<p>A peça é interpretada por Aníbal Seraphim, Fernando Figueiredo, Joana Alves, Linda Almeida e Pedro Lopes.</p>



<p>O festival encerra no dia 20 de setembro com a comédia “Retalhos da Vida de um Bêbado”, apresentada pelo Teatro do Ave, de Vila do Conde, espetáculo que tem percorrido vários palcos e conquistado o público com situações de humor.</p>



<p>A produção conta com Afonso Carvalho, Heitor Almeida, Vítor Viana e Aurelino Costa, este último através de participação em vídeo.</p>



<p>A organização mantém, nesta quinta edição, a componente solidária associada ao festival, com o preço dos bilhetes fixado nos quatro euros, revertendo metade da receita para a ASSOL – Associação de Solidariedade Social de Lafões.</p>



<p>O Festival Palcos conta com o apoio do Município de Vouzela, da Junta de Freguesia de Fataunços, do Bar dos Bombeiros de Vouzela e dos Sonhos Verdes.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/vouzela-recebe-quinta-edicao-do-festival-palcos-com-tres-pecas-de-teatro-em-setembro/">Vouzela recebe quinta edição do Festival Palcos com três peças de teatro em setembro</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Alice Piloto assinala 30 anos de pintura com exposição na Pousada de Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/alice-piloto-assinala-30-anos-de-pintura-com-exposicao-na-pousada-de-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:01:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A artista Alice Piloto vai assinalar três décadas de percurso artístico com a exposição “30 anos de pintura”, que será inaugurada a 4 de setembro, na Pousada de Viseu. A sessão de apresentação da exposição está marcada para as 18h00, na Pousada de Viseu, onde ficará patente a mostra que reúne trabalhos representativos dos 30 anos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A artista Alice Piloto vai assinalar três décadas de percurso artístico com a exposição <strong>“30 anos de pintura”</strong>, que será inaugurada a 4 de setembro, na Pousada de Viseu.</p>



<p>A sessão de apresentação da exposição está marcada para as 18h00, na Pousada de Viseu, onde ficará patente a mostra que reúne trabalhos representativos dos 30 anos de atividade da artista de Viseu.</p>



<p>A exposição poderá ser visitada entre 4 e 30 de setembro.</p>



<p>A iniciativa pretende dar a conhecer o percurso de Alice Piloto através da pintura, permitindo ao público acompanhar diferentes momentos da sua produção artística ao longo de três décadas.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/alice-piloto-assinala-30-anos-de-pintura-com-exposicao-na-pousada-de-viseu/">Alice Piloto assinala 30 anos de pintura com exposição na Pousada de Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Artista Andreia Santana cria em Viseu esculturas em estanho com técnica artesanal em risco de extinção</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/artista-andreia-santana-cria-em-viseu-esculturas-em-estanho-com-tecnica-artesanal-em-risco-de-extincao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque de Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A artista Andreia Santana está a desenvolver em Viseu novas esculturas em estanho, recorrendo a técnicas artesanais certificadas numa das poucas oficinas que ainda preservam esta prática, a Eurostano, no âmbito de uma residência artística que culminará numa exposição em setembro &#8211; “Vestígios Somáticos” &#8211; promovida pela VNBM – Arte Contemporânea. A residência artística decorre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A artista Andreia Santana está a desenvolver em Viseu novas esculturas em estanho, recorrendo a técnicas artesanais certificadas numa das poucas oficinas que ainda preservam esta prática, a Eurostano, no âmbito de uma residência artística que culminará numa exposição em setembro &#8211; “Vestígios Somáticos” &#8211;  promovida pela VNBM – Arte Contemporânea.</p>



<p>A residência artística decorre até 12 de setembro e inclui uma colaboração com o Museu do Grão Vasco e artistas locais, tendo Andreia Santana estudado a coleção de relicários existente em Viseu, com particular atenção à origem e preservação destes objetos de madeira, que possuem cavidades ovais protegidas por vidro destinadas a guardar relíquias e fragmentos ósseos.</p>



<p>O trabalho desenvolvido na Eurostano estabelece um diálogo entre a criação contemporânea e um saber-fazer regional considerado em risco de desaparecer, através da utilização de técnicas tradicionais de produção de peças em estanho.</p>



<p>Natural de Lisboa, onde nasceu em 1991, Andreia Santana desenvolve uma prática artística centrada na interseção entre a arqueologia e a cultura material contemporânea, explorando a dimensão performativa dos materiais e as suas relações com o corpo a partir de uma perspetiva feminista interseccional.</p>



<p>A exposição “Vestígios Somáticos” apresentará uma série de novas esculturas produzidas através de técnicas tradicionais certificadas a nível regional, entre as quais a fundição de estanho e o bordado “Tibaldinho”.</p>



<p>A mostra assinala também a abertura do novo espaço da VNBM na Quinta da Cruz – Arte Contemporânea, em Viseu, estando a inauguração marcada para 12 de setembro, pelas 17h00.</p>



<p>A VNBM – Venha a Nós a Boa Morte – Arte Contemporânea é um projeto de programação de artes visuais da Pausa Possível – Associação Cultural e de Desenvolvimento, sediada em Viseu, que promove residências artísticas, exposições e atividades de mediação cultural que cruzam a criação contemporânea com o património local.</p>



<p>O projeto conta com o apoio da Direção-Geral das Artes e da Câmara Municipal de Viseu.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/artista-andreia-santana-cria-em-viseu-esculturas-em-estanho-com-tecnica-artesanal-em-risco-de-extincao/">Artista Andreia Santana cria em Viseu esculturas em estanho com técnica artesanal em risco de extinção</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>‘Deixa-me Contar Antes Que Esqueça’ de regresso para novas viagens pelas memórias do amor</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/deixa-me-contar-antes-que-esqueca-de-regresso-para-novas-viagens-pelas-memorias-do-amor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque de Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O espetáculo “Deixa-me Contar Antes Que Esqueça” regressa para a sexta edição, com uma nova criação dedicada às memórias do amor e apresentações em freguesias do concelho de Viseu e noutros municípios da região. “Deixa-me Contar Antes Que Esqueça: do amor à soleira da porta” passa por Silgueiros, Torredeita e Orgens, nos dias 20 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O espetáculo “Deixa-me Contar Antes Que Esqueça” regressa para a sexta edição, com uma nova criação dedicada às memórias do amor e apresentações em freguesias do concelho de Viseu e noutros municípios da região.</p>



<p>“Deixa-me Contar Antes Que Esqueça: do amor à soleira da porta” passa por Silgueiros, Torredeita e Orgens, nos dias 20 e 21 de agosto e 17 de setembro, respetivamente, anunciou a organização.</p>



<p>O espetáculo vai ainda circular por Penalva do Castelo, Gouveia, Mealhada e Castro Daire, dando continuidade a um projeto que cruza criação artística contemporânea, memória e proximidade com as comunidades.</p>



<p>Interpretada pelas atrizes-músicas Patrícia Lestre, Sofia Moura e Sónia Sobral, a criação parte da recolha de histórias de vida, testemunhos, memórias e canções junto das populações dos territórios envolvidos.</p>



<p>“Do amor à soleira da porta” recupera histórias de quem viveu o amor “noutro tempo”, entre janelas, soleiras e espaços públicos onde os afetos eram vividos sob o olhar da comunidade.</p>



<p>Entre histórias e canções, o espetáculo acompanha a passagem do namoro para a vida em comum, explorando a fronteira entre o espaço público e o íntimo, entre o amor idealizado e a experiência vivida.</p>



<p>“Esta é a história da Maria e do Zé. Aqui e agora, somos todos Marias e Zés”, resume a sinopse da criação, que convida à descoberta da memória afetiva e dos rituais do amor que atravessaram gerações.</p>



<p>A criação procura também refletir sobre aquilo que permaneceu e sobre o que o tempo transformou, recuperando memórias que continuam presentes “na voz, por vezes embargada, de quem ainda as pode contar”.</p>



<p>O processo artístico assenta numa lógica de escuta dos territórios e das pessoas que os habitam. Cada localidade é inicialmente espaço de pesquisa e recolha, sendo posteriormente as experiências reunidas colocadas em diálogo durante o processo de criação dramatúrgica e musical.</p>



<p>Desta forma, histórias individuais e geografias distintas convergem num mesmo objeto artístico, que devolve às comunidades o resultado das suas próprias partilhas.</p>



<p>“Deixa-me Contar Antes Que Esqueça” cruza, assim, palavra e música, fazendo da memória individual uma matéria para a construção de uma narrativa coletiva e aproximando diferentes gerações, localidades e percursos de vida.</p>



<p>A criação integra o projeto “No Fio da Palavra”, que cumpre também a sexta edição e conta com o apoio financeiro do Município de Viseu, através do Eixo Cultura.</p>



<p>A criação é assinada por Dennis Xavier, Patrícia Lestre, Sofia Moura e Sónia Sobral, com dramaturgia de Sofia Moura e direção musical, composição e arranjos de Patrícia Lestre e Sónia Sobral. A produção executiva está a cargo de Marta Costa.</p>



<p>O projeto conta com o apoio do Eixo Cultura do Município de Viseu e com a parceria da União de Freguesias de Boa Aldeia, Farminhão e Torredeita, da Junta de Freguesia de Orgens e da Junta de Freguesia de Silgueiros.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/deixa-me-contar-antes-que-esqueca-de-regresso-para-novas-viagens-pelas-memorias-do-amor/">‘Deixa-me Contar Antes Que Esqueça’ de regresso para novas viagens pelas memórias do amor</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Milagre Metaleiro arranca esta sexta-feira com Paradise Lost, The Haunted e Belphegor</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/milagre-metaleiro-arranca-esta-sexta-feira-com-paradise-lost-the-haunted-e-belphegor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:24:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O festival Milagre Metaleiro Open Air dá hoje início à sua 17.ª edição que, até domingo, vai levar a Pindelo dos Milagres, em São Pedro do Sul, nomes internacionais do metal como Paradise Lost, The Haunted, Destruction e Belphegor. Este ano na nova localização no Parque de Lazer das Cruzinhas, a dois quilómetros da aldeia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O festival Milagre Metaleiro Open Air dá hoje início à sua 17.ª edição que, até domingo, vai levar a Pindelo dos Milagres, em São Pedro do Sul, nomes internacionais do metal como Paradise Lost, The Haunted, Destruction e Belphegor.</p>



<p>Este ano na nova localização no Parque de Lazer das Cruzinhas, a dois quilómetros da aldeia de Pindelo dos Milagres, o festival arranca hoje às 16:50 com os portugueses Gnosis, tendo como destaques do dia os suecos The Haunted e os britânicos Paradise Lost, cabendo ainda no alinhamento artistas como os espanhóis Death&amp;Legacy, os nacionais Gwydion e os suecos Enforcer, com os portugueses Ethereal a fechar a noite.</p>



<p>Composto em grande parte por bandas com carreiras longas dentro do género musical, aquele evento do distrito de Viseu prossegue, no sábado, com nomes como os alemães Crematory e os seus conterrâneos Destruction, uma das “quatro grandes” do thrash metal germânico, a par de Sauron, Serious Black, Erzsébet, Dallian e Warout.</p>



<p>No domingo, o Milagre Metaleiro recebe bandas como os alemães Primal Fear, os austríacos Belphegor e os finlandeses Insomnium. A completar o cartaz do dia estarão Blaze Bayley, Girish and the Chronicles, Sovengar e Capela Mortuária.</p>



<p>Os bilhetes custam 85 euros para os três dias e 50 euros pelas entradas diárias, com as crianças nascidas em 2011 ou depois a poderem entrar de forma gratuita, com direito a uma zona de diversão específica.</p>



<p>Segundo a organização, vai haver bebedouro de água da rede pública disponível para os festivaleiros e o evento vai contar com equipamento do sistema Volta “para compras feitas no festival, conferindo a devolução do depósito em pulseira”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/milagre-metaleiro-arranca-esta-sexta-feira-com-paradise-lost-the-haunted-e-belphegor/">Milagre Metaleiro arranca esta sexta-feira com Paradise Lost, The Haunted e Belphegor</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ruas de Lamego são até sábado o palco do festival ZigurFest</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/ruas-de-lamego-sao-ate-sabado-o-palco-do-festival-zigurfest/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 11:49:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As ruas da cidade de Lamego voltam hoje a ser palco de concertos, residências e experiências partilhadas do festival ZigurFest, com nomes como Aires, Dan Iro, Plano Trifásico e La Familia Gitana. O festival ZigurFest prolonga-se até sábado, ocupando os lugares de Lamego (distrito de Viseu) que lhe deram identidade, nomeadamente o Teatro Ribeiro Conceição, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As ruas da cidade de Lamego voltam hoje a ser palco de concertos, residências e experiências partilhadas do festival ZigurFest, com nomes como Aires, Dan Iro, Plano Trifásico e La Familia Gitana.</p>



<p>O festival ZigurFest prolonga-se até sábado, ocupando os lugares de Lamego (distrito de Viseu) que lhe deram identidade, nomeadamente o Teatro Ribeiro Conceição, a Rua da Olaria, a Alameda e o Bairro da Ponte.</p>



<p>Com um cartaz que cruza “comunidade e alguns dos nomes essenciais da música nacional”, o ZigurFest tem entrada livre e pretende ser um “espaço de descoberta, encontro e exploração”.</p>



<p>Aires, Alomorfia, Clarisse e os Desviados, Dan Iro, KIK, La Familia Gitana, Lesma, Mangualde, Plano Trifásico, Prado, Riva Mut, Soundwalk Cidade Sonora, Tribo Improviso e Amigos e Vasco Alves são alguns dos nomes que constam da programação.</p>



<p>Segundo a organização, “mais do que um alinhamento de concertos, o ZigurFest mantém a aposta numa experiência construída a partir da comunidade e do encontro entre artistas, público e cidade”.</p>



<p>A edição deste ano do ZigurFest marca um momento de transição, sendo a última vez em que o festival acontece apenas no pico do verão e “deixando em aberto novos caminhos para o futuro”.</p>



<p>Desde o seu início, em 2011, que o ZigurFest tinha início marcado para agosto, mas, desde 2023, passou para julho.</p>



<p>Este festival de música moderna foi criado com o objetivo de “agitar” as águas do panorama cultural do interior do país e incentivar miúdos e graúdos a conhecerem a nova música nacional.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/ruas-de-lamego-sao-ate-sabado-o-palco-do-festival-zigurfest/">Ruas de Lamego são até sábado o palco do festival ZigurFest</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Músico Carlos Peninha tem novo álbum e continua a acreditar na canção como forma de protesto</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/musico-carlos-peninha-tem-novo-album-e-continua-a-acreditar-na-cancao-como-forma-de-protesto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 13:21:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O músico Carlos Peninha, que acredita na canção como forma de protesto, assina os dez temas do seu novo álbum, “Chão Ardente”, a apresentar no próximo dia 19 na Feira de S. Mateus, em Viseu. “Chão Ardente” é o segundo título de uma trilogia dedicada à poesia lusófona, iniciada em 2017 com “Tocar o Chão”, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O músico Carlos Peninha, que acredita na canção como forma de protesto, assina os dez temas do seu novo álbum, “Chão Ardente”, a apresentar no próximo dia 19 na Feira de S. Mateus, em Viseu.</p>



<p>“Chão Ardente” é o segundo título de uma trilogia dedicada à poesia lusófona, iniciada em 2017 com “Tocar o Chão”, e conta com vozes como as de Zeca Medeiros, Sara Figueiredo e Uxía, com o saxofonista Rodrigo Neves e o guitarrista Miguel Martins, num total de 32 músicos.</p>



<p>“Sinto que, ao fazer música, deve haver esse sentido de protesto&#8221;, disse Carlos Peninha em entrevista à agência Lusa, assumindo o novo álbum como um &#8220;alerta para o declínio dos valores do humanismo e da liberdade&#8221;, nos tempos que correm.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Encontro naquilo que faço uma razão para expor o que penso. Sinto-me melhor a abordar as temáticas &#8211; quer faça as letras, quer escolha um determinado poema -, [e deixar] que isso represente aquilo [com] que concordo ou não concordo, ou [com] o ponto de vista que quero desenvolver ou o ponto de vista que quero mostrar aos outros”, afirmou o músico e compositor com formação em jazz.</p>



<p>“Outro tipo de protesto, não encontro razão para o fazer. Mas fazer o protesto através da mensagem que deixo nas minhas canções ou nos poemas para os quais faço a música, acho que tem toda a atualidade e tem todo o propósito de continuar a existir como lhe chamam, de protesto, exatamente”, acrescentou.</p>



<p>Entre 2017, quando iniciou a trilogia discográfica, e este ano, o músico dispersou-se por projetos de música instrumental. A produção deste álbum contou com o apoio da Câmara de Viseu, através do programa Eixo Cultura, ao qual o músico se candidatou.</p>



<p>Relativamente ao primeiro disco, este novo trabalho conta com uma maior participação do músico e compositor, que faz parte da equipa autoral de todos os temas, tanto na composição como nas letras.&nbsp;</p>



<p>Carlos Peninha assina a letra e música de quatro canções, entre elas a de abertura, “Guerra e Paz”. É ainda o autor da música de “Cinco Legendas para uma Fotografia”, do moçambicano Teodomiro Leite de Vasconcelos (1944-1997), e assina também a música de “Poema dos Náufragos Tranquilos”, de Emanuel Félix (1936-2004).</p>



<p>Compôs igualmente para “Corredor” e “A Uma Bicicleta Desenhada na Cela”, de Luís Veiga Leitão (1912-1987), e ainda para “Laurentinas&#8221;, de Grabato Dias, pseudónimo literário de António Quadros (1933-1994), e para “Una Canción de Lluvia&#8221;, do colombiano Mario Lamo Jiménez.</p>



<p>Sobre “Cinco Legendas para uma Fotografia”, Peninha realçou “a sonoridade moçambicana, nomeadamente o uso da timbila”, um xilofone artesanal africano, tocado por Quiné Teles. O compositor conheceu o escritor moçambicano Teodomiro Leite de Vasconcelos, e pediu-lhe para musicar este poema.</p>



<p>Quanto à escolha de “A Uma Bicicleta Desenhada na Cela”, Peninha contou à Lusa que o seu autor, Luís Veiga Leitão, natural de Moimenta da Beira, foi um antifascista e esteve preso em Caxias e no Aljube, em Lisboa, por motivos políticos, e “imaginou um livro lá dentro, que depois escreveu quando saiu da prisão, chamado ‘Noite de Pedra’”. Peninha foi buscar o poema que musicou a esta obra.</p>



<p>Luís Veiga Leitão foi-lhe dado a conhecer após um concerto que realizou na biblioteca de Moimenta da Beira, através Francisco Cardia, seu antigo colega, então vereador da cultura, que lhe ofereceu o livro. “E disse-me na altura: &#8216;Tem aqui um poeta para descobrir, quem sabe musicar umas coisas, tem um poema que eu gosto muito, que é o que eu gosto mais&#8217;, que se chama ‘A Uma Bicicleta Desenhada na Cela’”, recordou.</p>



<p>A escolha do poema vai ao encontro da vontade do músico de “divulgar poetas que também são da [sua] região”, e porque o assunto, &#8220;a questão de ele ter estado preso, se prende com a temática geral deste CD, que aborda as questões da liberdade”.</p>



<p>“O disco, de certa maneira, alerta para o declínio dos valores do humanismo e da liberdade”, realçou.</p>



<p>O álbum conta com participações de vários músicos, com os quais Peninha já tinha trabalhado, como a flautista Luísa Vieira, que participou em “Tocar o Chão” e que dá a voz, neste álbum, ao poema de T. Leite de Vasconcelos, que conta também com declamação de Zé Rui Martins.&nbsp;</p>



<p>Zeca Medeiros é outro dos participantes, dando voz ao “Poema dos Náufragos Tranquilos”.&nbsp;</p>



<p>O Coro Azul, a cantora Sara Figueiredo e a cantora galega Uxía, que participa em “Una Canción de Lluvia”, estão também entre os 32 músicos de “Chão Ardente”, como o saxofonista Rodrigo Neves e Miguel Martins, na guitarra portuguesa.</p>



<p>Sobre o álbum, Carlos Peninha afirmou: “A raiz deste trabalho é a música popular portuguesa, mas com todas as influências que fui recebendo, nomeadamente do jazz, que estudei na década de 1980”.</p>



<p>“Tenho muita vontade de poder mostrar este trabalho, por este país; dá-lo a conhecer, porque, neste momento, quase todo o meu trabalho está um bocadinho circunscrito à região onde vivo”, a Beira Alta.</p>



<p>“Gosto muito dos sons acústicos, na área da música popular portuguesa, nomeadamente dos Trovante”, disse o músico de 64 anos, que estudou jazz na Escola de Jazz do Porto e que encontra inspiração nos &#8220;grupos portugueses da década de 1980”.</p>



<p>No próximo dia 19, Carlos Peninha apresenta “Chão Ardente”, na Feira de S. Mateus, em Viseu, com uma formação de sete músicos em palco.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/musico-carlos-peninha-tem-novo-album-e-continua-a-acreditar-na-cancao-como-forma-de-protesto/">Músico Carlos Peninha tem novo álbum e continua a acreditar na canção como forma de protesto</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Festival TRIP: BLS City &#038; Gira Sol Azul, Laurindinhas Libertam a Sua Voz e Sérgio Godinho com Filipe Raposo nas margens do pavia em setembro</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/festival-trip-bls-city-gira-sol-azul-laurindinhas-libertam-a-sua-voz-e-sergio-godinho-com-filipe-raposo-nas-margens-do-pavia-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 12:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Parque Linear do Rio Pavia, em Viseu, vai transformar-se num lugar de encontros, em setembro, durante o festival TRiP, que apresenta uma programação multidisciplinar, gratuita e de proximidade. A organização propõe, para o dia 12 de setembro, uma programação que “vai do teatro de marionetas à música, da dança ao circo contemporâneo, do cinema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Parque Linear do Rio Pavia, em Viseu, vai transformar-se num lugar de encontros, em setembro, durante o festival TRiP, que apresenta uma programação multidisciplinar, gratuita e de proximidade.</p>



<p>A organização propõe, para o dia 12 de setembro, uma programação que “vai do teatro de marionetas à música, da dança ao circo contemporâneo, do cinema para os mais novos à canção de autor”.</p>



<p>“Reunindo alguns relevantes nomes da cultura contemporânea a par de projetos participativos, com propostas dirigidas a públicos de todas as idades, o festival promove o convívio intergeracional, a diversidade cultural e o fortalecimento dos laços entre comunidade, território e cultura”, frisou a organização, em comunicado.</p>



<p>Com o mote “Um Lugar de Encontros”, esta edição promete um dia dedicado “ao cruzamento de linguagens e de perspetivas e no qual se afirme a diversidade como espaço de encontro, diálogo e criação”.</p>



<p>“Ao longo de todo o programa – do teatro de marionetas à música, da dança ao circo contemporâneo, do cinema para os mais novos à canção de autor –, o TRiP convida diferentes gerações, comunidades e sensibilidades artísticas a partilhar o mesmo território”.</p>



<p>Com a ideia de encontro a atravessar toda a programação, na música, por exemplo, serão apresentados projetos que “nascem de metodologias participativas e de cocriação com comunidades locais”.</p>



<p>São exemplo o grupo Laurindinhas Libertam a Sua Voz, os BLS City e os Gira Sol Azul, que “convivem com um dos mais importantes artistas da canção portuguesa”, Sérgio Godinho.</p>



<p>“Mas é, sobretudo, no cruzamento entre o palco e a comunidade, entre quem cria e quem assiste, entre gerações e territórios, que o festival constrói o seu verdadeiro sentido de lugar”, sublinhou a organização, acrescentando que, durante todo o dia, o público será convidado a participar ativamente.</p>



<p>Enquanto o coletivo WeTumTum percorrerá o parque com “Musko”, um espetáculo musical itinerante inspirado na floresta e no qual “a percussão dialoga com a paisagem natural através de instrumentos convencionais e de objetos sonoros inesperados”, a companhia Trupe Fandanga estará presente com o teatro de marionetas “Ai de Mim, Ai do Eu”, que “acompanha a transformação de uma personagem construída em barro”.</p>



<p>“A dimensão comunitária ganha expressão com Laurindinhas Libertam a Sua Voz, projeto artístico que parte do património musical tradicional para construir um repertório de criação coletiva baseado na participação, na memória e na voz”.&nbsp;</p>



<p>Esta ligação ao território irá prolongar-se no concerto de BLS City &amp; Gira Sol Azul, que reúne jovens do Bairro da Balsa e músicos da Gira Sol Azul, sob direção musical de Ana Bento.</p>



<p>A pensar no público mais jovem, o festival acolherá o Cinema Insuflável, uma sala itinerante destinada a crianças dos 03 aos 12 anos, com sessões contínuas de curtas-metragens premiadas internacionalmente, que abordam temas como a amizade, a igualdade, o ambiente, a partilha e o combate ao bullying.</p>



<p>O festival será encerrado por Sérgio Godinho, que estará ao lado do pianista Filipe Raposo, “num concerto em formato intimista de voz e piano, revisitando algumas das canções mais emblemáticas da sua obra”.</p>



<p>Este será “um encontro entre dois músicos de exceção, que propõe uma escuta próxima de um repertório incontornável da música portuguesa”.</p>



<p>Desde a primeira edição, em 2022, o TRiP tem tido como objetivo transformar o Parque Linear do Rio Pavia num “espaço de convivência, partilha e criação coletiva, contribuindo para a valorização desta zona ribeirinha de Viseu através da cultura e promovendo a sua utilização de forma mais inclusiva”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/festival-trip-bls-city-gira-sol-azul-laurindinhas-libertam-a-sua-voz-e-sergio-godinho-com-filipe-raposo-nas-margens-do-pavia-em-setembro/">Festival TRIP: BLS City & Gira Sol Azul, Laurindinhas Libertam a Sua Voz e Sérgio Godinho com Filipe Raposo nas margens do pavia em setembro</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cem Palcos faz “Um Furo no Tempo” no Ponto Cultural da Rua Direita e descobre Gil Vicente. São três espetáculos em três dias</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/cem-palcos-faz-um-furo-no-tempo-no-ponto-cultural-da-rua-direita-e-descobre-gil-vicente-sao-tres-espetaculos-em-tres-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque de Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cem Palcos apresenta, entre 13 e 15 de agosto, no Ponto Cultural da Rua Direita, em Viseu, o espetáculo “Um Furo no Tempo”, depois de ter percorrido seis freguesias do concelho no âmbito do projeto “Diálogos com Gil Vicente”. A peça, com interpretação de Graeme Pulleyn e da bailarina Leonor Keil, sobe ao palco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cem Palcos apresenta, entre 13 e 15 de agosto, no Ponto Cultural da Rua Direita, em Viseu, o espetáculo “Um Furo no Tempo”, depois de ter percorrido seis freguesias do concelho no âmbito do projeto “Diálogos com Gil Vicente”.</p>



<p>A peça, com interpretação de Graeme Pulleyn e da bailarina Leonor Keil, sobe ao palco nos dias 13 e 14, às 21h30, e no dia 15, às 19h00, naquele que é o antigo Orfeão de Viseu.</p>



<p>Inspirado na peça “Exortação da Guerra”, escrita por Gil Vicente em 1514, e nas histórias recolhidas pela Cem Palcos durante uma residência artística na freguesia de Santos Êvos, em Viseu, o espetáculo foi escrito por Raquel S. e tem encenação de Graeme Pulleyn, que integra também o elenco.</p>



<p>A criação parte da ideia de uma viagem no tempo sem necessidade de máquinas: basta abrir “um furo na terra” para colocar em contacto personagens de diferentes séculos.</p>



<p>Gil Vicente regressa assim inesperadamente para encontrar uma realidade muito diferente daquela que conheceu, convivendo com personagens vicentinas, habitantes dos dias de hoje, uma vedora e dois diabos, numa narrativa marcada pelo humor e pela sátira.</p>



<p>A criação musical é de Leonardo Outeiro e as marionetas estão a cargo de enVide neFelibata, da companhia Teatro e Marionetas de Mandrágora.</p>



<p>“Um Furo no Tempo” resulta de seis residências artísticas realizadas em freguesias rurais de Viseu, sob direção de Ricardo Cabaça, que envolveram seis escritores contemporâneos de diferentes gerações.</p>



<p>Durante uma semana em cada freguesia, os dramaturgos contactaram diretamente com as comunidades, através de passeios de trator, oficinas de ofícios locais, conversas, caminhadas, convívios e encontros com habitantes, procurando cruzar uma obra de Gil Vicente escolhida por cada autor com as histórias e vivências locais.</p>



<p>Desse processo nasceram seis peças inéditas, marcadas pelo humor, crítica e sátira social, e povoadas por personagens e referências das comunidades onde foram criadas.</p>



<p>Em abril, as populações das freguesias envolvidas escolheram a peça de Raquel S. para integrar a programação do projeto, tendo “Um Furo no Tempo” como ponto de partida a residência artística realizada em Santos Êvos.</p>



<p>A estreia aconteceu naquela freguesia e o espetáculo chega agora a Viseu, depois de ter sido apresentado nas seis comunidades que participaram no processo de criação.</p>



<p>O projeto “Diálogos com Gil Vicente” é promovido pela Cem Palcos há sete anos, procurando criar encontros entre artistas e comunidades das freguesias rurais do concelho.</p>



<p>A iniciativa pretende cruzar “cidade e campo, passado e presente” e afirmar a criação artística fora dos grandes centros urbanos, através de processos de participação e criação conjunta com as comunidades locais.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cem-palcos-faz-um-furo-no-tempo-no-ponto-cultural-da-rua-direita-e-descobre-gil-vicente-sao-tres-espetaculos-em-tres-dias/">Cem Palcos faz “Um Furo no Tempo” no Ponto Cultural da Rua Direita e descobre Gil Vicente. São três espetáculos em três dias</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Short/age chega à sexta temporada com três curtas-metragens e dois realizadores e uma nova casa</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/short-age-chega-a-sexta-temporada-com-tres-curtas-metragens-e-dois-realizadores-e-uma-nova-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 14:01:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O festival short/age – Shortfilms for a New Age abre, em 15 de agosto, a sua sexta temporada, numa nova casa em Viseu, com uma sessão que reúne três curtas-metragens e a presença de dois dos realizadores, anunciou a organização. A sessão está marcada para as 21h30, no Ponto Cultural da Rua Direita (antigo Orpheão), [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/short-age-chega-a-sexta-temporada-com-tres-curtas-metragens-e-dois-realizadores-e-uma-nova-casa/">Short/age chega à sexta temporada com três curtas-metragens e dois realizadores e uma nova casa</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O festival short/age – Shortfilms for a New Age abre, em 15 de agosto, a sua sexta temporada, numa nova casa em Viseu, com uma sessão que reúne três curtas-metragens e a presença de dois dos realizadores, anunciou a organização.</p>



<p>A sessão está marcada para as 21h30, no Ponto Cultural da Rua Direita (antigo Orpheão), no número 149, espaço que passa a acolher o projeto depois de sete anos de programação na Incubadora do Centro Histórico.</p>



<p>A estreia da nova temporada começa com “Uma História Mal Narrada”, de Rui Paulo Silva, que estará presente em Viseu. A curta acompanha Pedro, confrontado, num jardim à hora de almoço, por uma voz que o narra e expõe as suas inseguranças, num duelo que começa no plano interno e acaba fisicamente.</p>



<p>Nascido em Lisboa em 2007, Rui Paulo Silva assina o argumento, produção, realização, montagem e som do filme, a sua segunda curta-metragem, depois de “Nos Bastidores”, de 2024, já distinguida em festivais internacionais.</p>



<p>Ex-aluno da Escola Artística António Arroio, o realizador fundou este ano a produtora Camaleão Filmes e frequenta o curso de Realização na Escola Superior de Teatro e Cinema.</p>



<p>Segue-se “Procuro T”, de Danilo Bastos Godoy, uma coprodução entre Portugal, Brasil e Alemanha, que acompanha Teresa, uma imigrante brasileira à procura de uma casa para arrendar a preços acessíveis em Lisboa, confrontando-se com senhorios machistas e mediadoras imobiliárias indiferentes.</p>



<p>Danilo Bastos Godoy, realizador e argumentista brasileiro radicado em Lisboa, estará também presente na sessão. O seu trabalho foi apresentado, entre outros, no Marché du Film, no Clermont-Ferrand Short Film Market, na Cinemateca Portuguesa e no SXSW.</p>



<p>O realizador tem ainda como próximo projeto “Egípcios”, finalista do concurso Novos Argumentos, promovido pelo short/age em 2024.</p>



<p>A sessão termina com “Little Captain”, do ucraniano Illia Freiman, primeira ficção do realizador, que tem percurso ligado à publicidade e ao documentário.</p>



<p>O filme acompanha Rodica, uma menina de seis anos que vive numa casa onde a mãe está sempre ocupada, o pai trabalha no mar e a avó, paralisada, não fala. O seu refúgio é um antigo desenho animado sobre animais da floresta, que a determinada altura começam a responder-lhe.</p>



<p>Parcialmente baseado na infância do realizador, “Little Captain” venceu o prémio de Melhor Filme no festival Euroshorts Young Filmmakers.</p>



<p>A sessão de abertura da sexta temporada do short/age tem entrada gratuita, sendo necessária a reserva de lugar através da página oficial do projeto.</p>



<p>A iniciativa conta com o financiamento do programa “Eixo Cultura”, do Município de Viseu.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/short-age-chega-a-sexta-temporada-com-tres-curtas-metragens-e-dois-realizadores-e-uma-nova-casa/">Short/age chega à sexta temporada com três curtas-metragens e dois realizadores e uma nova casa</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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