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	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Jul 2026 13:12:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
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	<item>
		<title>CiM e João Cardoso vencem open call da segunda edição da WARM-UP do Teatro Viriato</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/cim-e-joao-cardoso-vencem-open-call-da-segunda-edicao-da-warm-up-do-teatro-viriato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 13:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CiM – Companhia de Dança, de Lisboa, e o bailarino e coreógrafo João Cardoso foram os vencedores da open call da segunda edição da WARM-UP – Noites de Peças Curtas, iniciativa promovida pelo Teatro Viriato, em Viseu, em parceria com o Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra. As obras selecionadas, &#8220;Inerente&#8221;, da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A CiM – Companhia de Dança, de Lisboa, e o bailarino e coreógrafo João Cardoso foram os vencedores da open call da segunda edição da WARM-UP – Noites de Peças Curtas, iniciativa promovida pelo Teatro Viriato, em Viseu, em parceria com o Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV), em Coimbra.</p>



<p>As obras selecionadas, &#8220;Inerente&#8221;, da CiM, e &#8220;To Be Quiet With You&#8221;, de João Cardoso, ambas com cerca de 15 minutos de duração, foram escolhidas por um júri composto pelo diretor de programação do Teatro Viriato, António M. Cabrita, pela assistente de programação Maria João Rochete, pelo diretor-geral e de programação do TAGV, Sílvio Santos, e pela responsável de mediação daquela estrutura, Sónia Nunes.</p>



<p>Segundo a organização, o júri avaliou critérios como a coerência artística, a viabilidade técnica e o alinhamento das propostas com o conceito da WARM-UP.</p>



<p>Citado em comunicado, António M. Cabrita afirmou que as duas propostas &#8220;destacam-se pela consistência artística e pela forma como exploram diferentes possibilidades do corpo e da criação coreográfica contemporânea&#8221;.</p>



<p>&#8220;Acreditamos que a sua apresentação, no formato de dueto, criará um diálogo estimulante entre linguagens distintas e irá decerto proporcionar ao público duas experiências únicas em que o intercâmbio humano é o fio condutor&#8221;, acrescentou o diretor de programação do Teatro Viriato.</p>



<p>Os criadores terão agora oportunidade de apresentar os trabalhos em dois palcos. A estreia acontece no Teatro Viriato, em Viseu, no dia 13 de janeiro de 2027, integrada na 15.ª edição da mostra de dança New Age, New Time (NANT), seguindo depois para o Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, onde serão apresentados a 16 de janeiro.</p>



<p>A WARM-UP – Noites de Peças Curtas foi criada pelo Teatro Viriato e realizou-se pela primeira vez em janeiro de 2026, como um momento de &#8220;aquecimento&#8221; da programação da mostra New Age, New Time, dedicada à dança contemporânea.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cim-e-joao-cardoso-vencem-open-call-da-segunda-edicao-da-warm-up-do-teatro-viriato/">CiM e João Cardoso vencem open call da segunda edição da WARM-UP do Teatro Viriato</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Museu Grão Vasco recebe exposição sobre Lourdes Castro</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/museu-grao-vasco-recebe-exposicao-sobre-lourdes-castro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:33:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Nacional Grão Vasco, em Viseu, tem patente até 25 de outubro a exposição &#8220;Lourdes Castro: Existe Luz na Sombra&#8221;, uma mostra dedicada à artista madeirense que assinala a última etapa de um ciclo de itinerância nacional iniciado nos Açores e posteriormente apresentado em Lisboa. Com curadoria de Márcia de Sousa, a mostra parte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu Nacional Grão Vasco, em Viseu, tem patente até 25 de outubro a exposição &#8220;Lourdes Castro: Existe Luz na Sombra&#8221;, uma mostra dedicada à artista madeirense que assinala a última etapa de um ciclo de itinerância nacional iniciado nos Açores e posteriormente apresentado em Lisboa.</p>



<p>Com curadoria de Márcia de Sousa, a mostra parte da exposição &#8220;Como uma ilha sobre o Mar: Lourdes Castro&#8221;, apresentada no MUDAS entre 2022 e 2023, e pretende preservar e divulgar o legado de uma das figuras mais relevantes da arte portuguesa do século XX.</p>



<p>Segundo a organização, o percurso expositivo privilegia uma leitura da dimensão íntima da artista, cruzando obras de arte com objetos pessoais e documentação do seu arquivo, maioritariamente provenientes do acervo da família e da coleção do Museu de Arte Contemporânea da Madeira.</p>



<p>Mais do que uma retrospetiva de caráter antológico, a exposição apresenta-se como uma homenagem póstuma, revelando o modo como Lourdes Castro utilizava o arquivo pessoal como prolongamento da sua prática artística, marcada pela valorização da memória, do quotidiano e da experiência afetiva.</p>



<p>Nascida na Madeira, em 1930, Lourdes Castro frequentou o curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, que abandonou em 1956. No ano seguinte partiu para Munique e, em 1958, fixou-se em Paris, onde, juntamente com René Bertholo, Costa Pinheiro e outros artistas portugueses, fundou o grupo e a revista KWY, considerados marcos da vanguarda artística portuguesa no exílio.</p>



<p>Após uma fase inicial ligada à pintura abstrata e à neofiguração, a artista abandonou os suportes tradicionais, desenvolvendo uma obra influenciada pelo Nouveau Réalisme e pelo Neo-Dada, centrada na utilização de materiais industriais e, sobretudo, na investigação em torno das sombras, tema que se tornou a sua principal assinatura artística desde a década de 1960.</p>



<p>A sua obra integra atualmente coleções de instituições nacionais e internacionais, entre as quais o Victoria and Albert Museum, em Londres, o Museu de Arte Moderna de Havana, o Museu Nacional de Varsóvia, o Museu Nacional do Mónaco, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, a Fundação de Serralves e o MUDAS – Museu de Arte Contemporânea da Madeira.</p>



<p>Ao longo da carreira, Lourdes Castro recebeu, entre outras distinções, o Grande Prémio EDP (2000), o Prémio de Artes Visuais da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA), em 2004, a Medalha de Mérito Cultural e o grau de Comendadora da Ordem Militar de Sant&#8217;Iago da Espada, ambos atribuídos em 2021.</p>



<p>Lourdes Castro morreu em 8 de janeiro de 2022, aos 91 anos.</p>



<p>A exposição abre ao público esta quarta-fera, 15 de julho, às 18h30 e integra um projeto financiado pela Direção-Geral das Artes (DGARTES), através da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), reunindo um conjunto de obras, objetos pessoais e documentos do arquivo de Lourdes Castro, muitos dos quais raramente apresentados ou inéditos.</p>



<p>A iniciativa resulta de uma parceria institucional liderada pelo Governo Regional da Madeira, através do MUDAS – Museu de Arte Contemporânea da Madeira, responsável pela organização, produção, curadoria e direção artística, em colaboração com o Governo Regional dos Açores, através do Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, a Sociedade Nacional de Belas-Artes e a Museus e Monumentos de Portugal, através do Museu Nacional Grão Vasco.</p>



<p>O projeto conta ainda com a participação da Câmara Municipal da Calheta, da Associação dos Amigos da Arte Inclusiva – Dançando com a Diferença, da Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia da Madeira e da Movecho.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/museu-grao-vasco-recebe-exposicao-sobre-lourdes-castro/">Museu Grão Vasco recebe exposição sobre Lourdes Castro</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lapa do Lobo em Nelas transforma-se em Aldeia Cultural durante três dias</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/lapa-do-lobo-em-nelas-transforma-se-em-aldeia-cultural-durante-tres-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Nelas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lapa do Lobo, no concelho de Nelas, acolhe a quarta edição da Aldeia Cultural no último fim de semana de julho com exposições, oficinas, instalações, teatro, cinema, desporto e música, com Luísa Sobral a fechar o evento. “Lapa do Lobo transforma-se e já toda a gente aqui nos pergunta se é ano de Aldeia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lapa do Lobo, no concelho de Nelas, acolhe a quarta edição da Aldeia Cultural no último fim de semana de julho com exposições, oficinas, instalações, teatro, cinema, desporto e música, com Luísa Sobral a fechar o evento.</p>



<p>“Lapa do Lobo transforma-se e já toda a gente aqui nos pergunta se é ano de Aldeia Cultural”, disse hoje o responsável da programação, Rui Fonte.</p>



<p>A Aldeia Cultural é uma iniciativa da Fundação Lapa do Lobo e é um evento bienal que este ano cumpre a quarta edição e, pela primeira vez, recebe apoio da Direção-Geral das Artes (DGArtes), no valor de 15 mil euros.</p>



<p>Entre 24 e 26 de julho, a aldeia acolhe diversas oficinas, instalações, exposições, cinema, dança, teatro, animação de rua, conversas e passeios.</p>



<p>À exceção dos passeios, que têm inscrição paga, todo o acesso à Aldeia Cultural na Lapa do Lobo, concelho de Nelas, distrito de Viseu, “é de acesso gratuito e com toda a informação, tempo de espetáculo e localização” disponível em www.aldeiacultural.pt.</p>



<p>O concerto de abertura, às 18:00 do dia 24 é da responsabilidade do Ensemble de percussão da AMAD (Associação de Música e Artes do Dão), de Santa Comba Dão, e o encerramento, pelas 19:00 de dia 26, conta com Luísa Sobral.</p>



<p>Na apresentação aos jornalistas da programação “multidisciplinar e multicultural” do evento, Rui Fonte destacou as residências artísticas, dando como exemplo a de Zé Pedro Ramos, da 5.ª Oficina, com “O Lobito”.</p>



<p>“O Zé Pedro andou na sede dos municípios – Nelas, Carregal do Sal, Tondela e Santa Comba Dão [concelhos vizinhos também no distrito de Viseu] – em eventos ou instituições como bibliotecas, na pele de um Lobito, um escuteiro, quase reformado à procura desta aldeia cultural”, descreveu Rui Fonte.</p>



<p>Uma outra residência é de Tito Mouraz, que também protagoniza uma oficina, exibe uma exposição fotográfica de “Rostos de Aldeia” num dos espaços que acolhe do centro da Lapa do Lobo e que resulta dessa residência artística.</p>



<p>“Contrariamente ao que se possa pensar quando se fala em imagens de aldeia, &#8211; pedras, rugas, tratores e trabalho – são rostos de crianças e jovens, uma vez que acolhemos nas nossas atividades cerca de 200 crianças por semana e elas também são rostos da aldeia, com uma imagem mais esperançosa” da Lapa do Lobo.</p>



<p>A atriz Joana Gomes Martins é protagonista de uma outra residência artística, intitulada “Madrinhas de Guerra”, num trabalho que “partiu de cartas trocadas entre madrinhas de guerra da Lapa do Lobo e os soldados da guerra colonial, numa história pouco romântica” dessa época que culmina com uma performance no domingo.</p>



<p>A Amarelo Silvestre tem a decorrer, igualmente, a residência artística “Leituras com coro”, em que a coletividade de teatro promove a leitura de textos de teatro junto de diferentes comunidades do concelho de Nelas e termina na Aldeia Cultural com “uma conversa, discussão, à volta do texto escolhido”.</p>



<p>Durante os três dias é possível assistir a espetáculos da Mochos no Telhado, da Contracanto, do Grupo de Cavaquinhos Passilgueirense, Estação das Letras ou Companhia Coração nas Mãos, ou ainda ao concerto de César Prata, que apresenta “Rezas e Benzeduras” na Capela de Santa Catarina, que “abre pela primeira vez para acolher” uma iniciativa.</p>



<p>António Jorge Gonçalves, vencedor do prémio Nacional de Banda Desenhada, tem encontro marcado com o “Desenhar do Escuro”, “ele que desenha a luz e não as sombras, ao utilizar o branco em papel preto”.</p>



<p>Tiago Pereira é o realizador do documentário “O povo que conta”, que será exibido no sábado e domingo, e as “Canções para poetas” chegam pela declamação de André Gago e o piano de Victor Zamora.</p>



<p>Durante os três dias é ainda possível visitar “O Sótão da avó”, uma feira de antiguidades e velharias e “deliciarem-se com a bola tradicional da aldeia, que regressa ao forno comunitário”.</p>



<p>Este ano, a área da restauração foi alargada para “poder acolher mais visitantes e com uma oferta mais diversificada”.</p>



<p>Na aldeia marcam também presença utensílios e artefactos que fazem parte da sua história, como as carroças dos burros, “devidamente enfeitados pelos habitantes, que foram desafiados a isso mesmo”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/lapa-do-lobo-em-nelas-transforma-se-em-aldeia-cultural-durante-tres-dias/">Lapa do Lobo em Nelas transforma-se em Aldeia Cultural durante três dias</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tapeçarias do Museu do Caramulo feitas nos teares de Tournai vão ser conjunto de interesse nacional</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/tapecarias-do-museu-do-caramulo-feitas-nos-teares-de-tournai-vao-ser-conjunto-de-interesse-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro tapeçarias produzidas nos teares de Tournai (atual Bélgica), pertencentes ao acervo do Museu do Caramulo, estão em vias de ser classificadas como conjunto de interesse nacional, o mais elevado grau de proteção patrimonial em Portugal. O anúncio de abertura do procedimento de classificação como conjunto de interesse nacional das quatro tapeçarias produzidas nos teares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quatro tapeçarias produzidas nos teares de Tournai (atual Bélgica), pertencentes ao acervo do Museu do Caramulo, estão em vias de ser classificadas como conjunto de interesse nacional, o mais elevado grau de proteção patrimonial em Portugal.</p>



<p>O anúncio de abertura do procedimento de classificação como conjunto de interesse nacional das quatro tapeçarias produzidas nos teares de Tournai, Flandres, no 1.º terço do século XVI, foi publicado hoje no Diário da República (DR).</p>



<p>As quatro tapeçarias ditas “À maneira de Portugal e da Índia” integram o acervo do Museu do Caramulo/Fundação Abel e João de Lacerda, situado no concelho de Tondela, distrito de Viseu.</p>



<p>O conjunto é constituído pelas obras “Cortejo Triunfal com Dromedários e Elefante”, “Cortejo Triunfal com Camelos e Macacos da Etiópia”, “Cortejo Triunfal com Girafas” e “Combate entre Homens e Leões”.</p>



<p>De acordo com o presidente do conselho de administração do Museu do Caramulo, Salvador Patrício Gouveia, estas quatro tapeçarias “são das peças, se não mesmo as peças, mais importantes da coleção do Museu do Caramulo”.</p>



<p>“São quatro tapeçarias encomendadas por D. Manuel, que estão associadas aos Descobrimentos e que estavam espalhadas pelo mundo”, acrescentou.</p>



<p>À agência Lusa, Salvador Patrício Gouveia destacou que estas tapeçarias “são tão importantes que, na altura, o Museu foi feito de propósito para elas”.</p>



<p>“Ou seja, o Museu do Caramulo, que foi o segundo edifício feito de propósito em Portugal para ser um museu, foi construído de acordo com as próprias peças. Portanto, foi o espaço que se adaptou às peças e não as peças que se adaptaram ao espaço, o que demonstra bem a relevância das peças”, referiu.</p>



<p>Segundo Madalena Reis, do Museu do Caramulo, as quatro tapeçarias passaram a estar reunidas na mesma sala desde 2022, depois de ter sido levado a cabo um projeto de reorganização e nova museografia.</p>



<p>“As peças estiveram expostas estas décadas todas, durante 60 anos, mas não estavam juntas na mesma sala. Criámos então um núcleo, que é dedicado aos Descobrimentos, onde estão as quatro tapeçarias”, explicou.</p>



<p>Apesar do valor próprio de cada uma das tapeçarias, “é o conjunto que as torna realmente excecionais”.</p>



<p>“Além do relevante valor simbólico para a História de Portugal, por assinalarem a descoberta do caminho marítimo para a Índia, as tapeçarias têm também um valor artístico pela qualidade do desenho e da manufatura das oficinas de Tournai”, apontou.</p>



<p>À Lusa, Madalena Reis disse ainda que o projeto de requalificação das salas da coleção de arte do Museu do Caramulo acabou reconhecido, com a atribuição do prémio Vilalva, “um prémio muito relevante” atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian.</p>



<p>Os teares da região de Tournai foram um dos maiores centros de produção de tapeçarias da Flandres nos séculos XV e XVI, ficando conhecidos por produzirem obras de grande rigor histórico e com elementos exóticos.</p>



<p>O estilo de Tournai adaptou-se fortemente à época dos Descobrimentos, tecendo peças &#8220;à maneira de Portugal e da Índia&#8221;, encomendadas pela coroa e nobreza.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/tapecarias-do-museu-do-caramulo-feitas-nos-teares-de-tournai-vao-ser-conjunto-de-interesse-nacional/">Tapeçarias do Museu do Caramulo feitas nos teares de Tournai vão ser conjunto de interesse nacional</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mangualde estreia festival literário que junta Pedro Chagas Freitas, Francisco Moita Flores e Júlio Machado Vaz</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/mangualde-estreia-festival-literario-que-junta-pedro-chagas-freitas-francisco-moita-flores-e-julio-machado-vaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mangualde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mangualde recebe, entre esta quinta-feira e sábado, a primeira edição do Conta, Canta, Encanta – Festival Literário e Música, um novo evento cultural que reúne escritores, músicos e artistas em torno da literatura, da música e da criação artística. A iniciativa decorre na Quinta Dona Leonor e no Largo Dr. Couto. Entre os nomes em destaque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mangualde recebe, entre esta quinta-feira e sábado, a primeira edição do Conta, Canta, Encanta – Festival Literário e Música, um novo evento cultural que reúne escritores, músicos e artistas em torno da literatura, da música e da criação artística. A iniciativa decorre na Quinta Dona Leonor e no Largo Dr. Couto.</p>



<p>Entre os nomes em destaque estão Pedro Chagas Freitas, Francisco Moita Flores e Júlio Machado Vaz, que integram um programa que inclui conversas com autores, apresentações de livros, contos infantis, concertos, performances, yoga com livros e um espetáculo de stand-up comedy.</p>



<p>Para a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Mangualde, Rosalina Alegre, esta primeira edição representa mais um passo na afirmação cultural do concelho. &#8220;Esta é a primeira edição do Conta, Canta, Encanta e representa mais uma etapa para afirmar Mangualde como um concelho que valoriza a palavra, a literatura, a música e a criação artística. Pretendemos que este festival de três dias seja um ponto de encontro entre autores, leitores, artistas e a comunidade&#8221;, afirma.</p>



<p>Na Quinta Dona Leonor realizam-se as conversas com escritores. Filipa Martins abre o programa no dia 9, às 18h30, seguindo-se Pedro Chagas Freitas no dia 10, à mesma hora. No sábado, 11 de julho, Graça Videira Lopes participa às 15h00 e Francisco Moita Flores às 16h30.</p>



<p>O espaço acolhe ainda apresentações de livros infantis e sessões de contos com Lúcia Morgado e Luís Almeida (9 de julho), Graça Albuquerque (10 de julho) e Hortência Campos (11 de julho). A Orquestra POEMinha proporciona momentos musicais nos dois primeiros dias do festival, enquanto Mariana Faísca dinamiza sessões de &#8220;Yoga com Livros&#8221; nos dias 10 e 11, às 10h30.</p>



<p>A programação noturna decorre no Largo Dr. Couto, sempre a partir das 21h30. O primeiro dia inclui a performance &#8220;Alma Perdida&#8221;, de Sofia Moura, seguida do concerto de Bela Noia. Na sexta-feira, Rogério Charraz e Júlio Machado Vaz apresentam o espetáculo &#8220;Palavra Puxa Palavra&#8221;, antes do concerto de Rita Vian. O festival encerra no sábado com um espetáculo de stand-up comedy por Joana Gama e o concerto da banda Falso Nove.</p>



<p>Ao longo dos três dias, estará patente uma mostra de livros promovida pela Papelaria Livraria Adrião.</p>



<p>&#8220;Com esta iniciativa, queremos continuar a construir Mangualde como Cidade das Histórias, que se contam, cantam e encantam. A presença de nomes de indiscutível prestígio nesta primeira edição é um sinal claro de que ambicionamos criar mais um evento cultural de referência no concelho&#8221;, conclui Rosalina Alegre.</p>



<p>Todas as iniciativas do Conta, Canta, Encanta – Festival Literário e Música têm entrada gratuita.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/mangualde-estreia-festival-literario-que-junta-pedro-chagas-freitas-francisco-moita-flores-e-julio-machado-vaz/">Mangualde estreia festival literário que junta Pedro Chagas Freitas, Francisco Moita Flores e Júlio Machado Vaz</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Centro Histórico com quatro dias de música e “mo&#8230;vida” criada pelas associações  de Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/centro-historico-com-quatro-dias-de-musica-e-mo-vida-criada-pelas-associacoes-de-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 15:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Viseu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Histórico de Viseu será palco de quatro dias de animação numa iniciativa promovida pela Junta de Freguesia de Viseu que pretende criar uma nova tradição para a cidade. Acontece entre os dias 10 e 13 de julho. O evento, designado &#8220;O Centro Vai Ser Histórico&#8221;, contará com concertos de Bombazine, Lena d&#8217;Água, Cuca Rosetae José Cid, além de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/centro-historico-com-quatro-dias-de-musica-e-mo-vida-criada-pelas-associacoes-de-viseu/">Centro Histórico com quatro dias de música e “mo…vida” criada pelas associações  de Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Histórico de Viseu será palco de quatro dias de animação numa iniciativa promovida pela Junta de Freguesia de Viseu que pretende criar uma nova tradição para a cidade. Acontece entre os dias 10 e 13 de julho. </p>



<p>O evento, designado &#8220;O Centro Vai Ser Histórico&#8221;, contará com concertos de Bombazine, Lena d&#8217;Água, Cuca Rosetae José Cid, além de animação de rua, fado, literatura, DJ, decoração típica com bandeirinhas e dezenas de associações locais responsáveis pelas tradicionais barraquinhas de comes e bebes.</p>



<p>Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Viseu, Nuno Bico, esta iniciativa representa uma renovação do conceito das antigas festas populares.</p>



<p>&#8220;É uma remodelação da antiga Festa de Santo António. Queremos manter o espírito dos Santos Populares, mas numa data que não concorra com outras grandes festas da região e do país nem com eventos importantes da cidade, como o JAL ou a Feira de São Mateus&#8221;, explicou.</p>



<p>O objetivo passa por transformar este fim de semana num momento de celebração para Viseu e atrair visitantes ao centro histórico, promovendo simultaneamente o comércio local e a restauração.</p>



<p>&#8220;Queremos que as pessoas venham à Sé, à Rua Direita e ao centro histórico também ao domingo e à segunda-feira, e não apenas às sextas e sábados à noite&#8221;, afirmou.</p>



<p>A programação foi pensada para chegar a diferentes públicos. Bombazine abre o palco principal, seguindo-se Lena d&#8217;Água, dirigida sobretudo ao público dos anos 80, Cuca Roseta, com um espetáculo pensado para reunir famílias, e José Cid, considerado pelo autarca como &#8220;o mais transversal&#8221; dos artistas convidados.</p>



<p>Além dos concertos, haverá animação permanente nas ruas, fado durante a hora de jantar na Praça D. Duarte, um espaço literário junto ao Mercado 2 de Maio, DJs no Largo do Pintor Gata e atividades infantis com o Zé Mágico nos dias de domingo e segunda-feira.</p>



<p>Um dos pilares da iniciativa é o envolvimento do movimento associativo. Em vários pontos do centro histórico estarão instaladas barraquinhas exploradas por associações locais, que ficarão com a receita obtida através da venda de comida e bebida.</p>



<p>&#8220;Queremos que as associações possam ganhar independência financeira, realizando obras, investindo nas suas atividades ou apoiando crianças e jovens, sem dependerem exclusivamente dos apoios públicos&#8221;, destacou Nuno Bico.</p>



<p>Entre as entidades participantes encontram-se associações de pais, culturais, sociais, desportivas, distribuídas pela Rua Direita, traseiras da Sé e Praça D. Duarte.</p>



<p>A animação do centro histórico pretende igualmente contribuir para a revitalização económica da zona.</p>



<p>&#8220;Ao trazer esta festa para o centro estamos também a dar um impulso ao comércio, à hotelaria e à restauração. Esperamos que seja um investimento com retorno para toda a cidade&#8221;, sublinhou o presidente da Junta.</p>



<p>Nuno Bico admite que esta é uma edição piloto, mas acredita que a iniciativa tem potencial para crescer nos próximos anos e afirmar-se como uma marca de Viseu, “quem sabe até durante uma semana”.</p>



<p>&#8220;Esperamos que esta festa se torne um destino, que traga cada vez mais visitantes, dinamize a economia local e devolva ao centro histórico a vitalidade que merece. Tudo isto é um investimento e não é um custo. Isto é um retorno de importância, um retorno de valor às pessoas que lutam diariamente para se manterem ativas no centro histórico desta cidade que foi tão esquecido e que já viu melhores dias. Investimos na esperança de que esses melhores dias possam regressar&#8221;, concluiu Nuno Bico.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/centro-historico-com-quatro-dias-de-musica-e-mo-vida-criada-pelas-associacoes-de-viseu/">Centro Histórico com quatro dias de música e “mo…vida” criada pelas associações  de Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Festival Ocupar a Velga regressa a Valezim no concelho de Seia de 3 a 8 de agosto</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/festival-ocupar-a-velga-regressa-a-valezim-no-concelho-de-seia-de-3-a-8-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aldeia de Valezim, no concelho de Seia, volta a ser o cenário do festival Ocupar a Velga, de 03 a 08 de agosto, com espetáculos de teatro, dança, performance, cinema, oficinas, sessões de leitura, conversas e convívio. “Num tempo marcado pela aceleração, pela fragmentação e pelo isolamento, reunir pessoas em torno de experiências artísticas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A aldeia de Valezim, no concelho de Seia, volta a ser o cenário do festival Ocupar a Velga, de 03 a 08 de agosto, com espetáculos de teatro, dança, performance, cinema, oficinas, sessões de leitura, conversas e convívio.</p>



<p>“Num tempo marcado pela aceleração, pela fragmentação e pelo isolamento, reunir pessoas em torno de experiências artísticas continua a parecer-nos um ato profundamente relevante”, afirmam os programadores Filipe Metelo, Patrícia Soares e Sandra Cardoso, citados num comunicado enviado à agência Lusa.</p>



<p>O festival, que já vai na quinta edição, faz este ano uma “abordagem mais leve e festiva” das temáticas que têm norteado o Ocupar a Velga, como comunidade, memória, identidade, território e participação.</p>



<p>O evento é organizado pela Produção D’Fusão, que programou espetáculos de teatro, dança, performance, cinema, oficinas, sessões de leitura, conversas e momentos de convívio, reunindo artistas e comunidade.</p>



<p>“Sabemos que diferentes pessoas se relacionam de formas distintas com a arte. Essa diversidade permite-nos chegar a públicos mais amplos e criar oportunidades de descoberta. Ao mesmo tempo, interessa-nos proporcionar experiências que incentivem a curiosidade”, realçam os programadores.</p>



<p>A programação arranca a 03 de agosto com o “MiniLab”, uma oficina de artes performativas orientada por Margarida Mestre para crianças e jovens dos 6 aos 13 anos.</p>



<p>Sob o mote “Em Valezim Plim! Acontece um lugar”, os participantes são desafiados a olhar para a aldeia “como matéria de construção e invenção”.</p>



<p>Até 6 de agosto serão recolhidas histórias e memórias de Valezim (concelho de Seia, distrito da Guarda) para a criação artística “Novelga”, de Catarina Requeijo e Manuela Pedroso, que tem estreia prevista para 2027.</p>



<p>No teatro, Sara Inês Gigante apresentará o espetáculo “Popular” no dia 05 de agosto.</p>



<p>Trata-se de uma criação que “cruza autoficção, humor e reflexão sobre os conceitos de popularidade, cultura de massas e participação coletiva”.</p>



<p>No dia seguinte sobe ao palco “Mulher Enciclopédia”, de Poliana Tuchia e Keli Freitas, sobre “memórias familiares, silêncio e resistência através do humor, da ironia e da desobediência”.</p>



<p>Para 7 de agosto está agendada a estreia da performance-percurso “Descrição de uma paisagem”, de Mónica Calle e do Coro das Mulheres da Fábrica.</p>



<p>Trata-se de uma criação inédita para o Ocupar a Velga, em que a encenadora e mais de 30 mulheres apresentam “uma experiência coletiva (…), questionando o que nos une e como podemos encontrar formas de resistência através dos corpos, das vozes e da memória”.</p>



<p>No dia 8 de agosto serão exibidas curtas-metragens infantis, numa parceria com o Festival Play.  </p>



<p>O Ocupar a Velga termina a 8 de agosto com o espetáculo “Também se matam cavalos”, de Francisco Thiago Cavalcanti &amp; Um cavalo disse mamãe, que “explora a liberdade, a resistência e os limites entre loucura e imaginação”.</p>



<p>Durante o festival haverá uma tertúlia dedicada à biodiversidade da Serra da Estrela, em parceria com o CERVAS (Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens), e uma sessão de leitura com Maria Beatriz Seabra.</p>



<p>A organização recorda que a velga é, na tradição oral, o nome dado aos campos nas encostas da Serra da Estrela onde se cultivava batata, milho e centeio.</p>



<p>“Inspirado no próprio território e na vontade de o ocupar e de o aproximar das artes performativas, nasceu o festival Ocupar a Velga, para contrariar a ideia de que a oferta cultural de qualidade está reservada aos grandes centros urbanos”.</p>



<p>Para os programadores, “chegar à quinta edição representa a confirmação de que o projeto encontrou o seu lugar. (…) Sentimos que existe uma consolidação da identidade do festival, dos seus princípios e da relação construída com o território”.</p>



<p>O Ocupar a Velga é financiado pela DGArtes (Direção-Geral das Artes) com o apoio de BPI/Fundação La Caixa, Câmara Municipal de Seia e Junta de Freguesia de Valezim.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/festival-ocupar-a-velga-regressa-a-valezim-no-concelho-de-seia-de-3-a-8-de-agosto/">Festival Ocupar a Velga regressa a Valezim no concelho de Seia de 3 a 8 de agosto</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cinema na Cidade com sete noites de cinema ao ar livre e telas em novos espaços de Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/cinema-na-cidade-com-sete-noites-de-cinema-ao-ar-livre-e-telas-em-novos-espacos-de-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 14:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque de Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Cinema na Cidade acontece em Viseu entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, com uma nova edição dedicada ao cinema de diferentes geografias e sensibilidades e este ano com novos espaços de exibição. As sessões decorrem sempre às 21h30, com entrada livre. Este ano junta-se o Solar do Vinho do Dão, ao Claustro do Museu Nacional Grão Vasco e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Cinema na Cidade acontece em Viseu entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, com uma nova edição dedicada ao cinema de diferentes geografias e sensibilidades e este ano com novos espaços de exibição. As sessões decorrem sempre às 21h30, com entrada livre. Este ano junta-se o Solar do Vinho do Dão, ao Claustro do Museu Nacional Grão Vasco e ao Logradouro de Faíl.</p>



<p>A programação deste ano convida o público a viajar por cinematografias de vários países, de Portugal a Hong Kong, passando por Espanha, França e outros territórios, através de uma seleção de obras que combina cinema de autor, clássicos e propostas para toda a família.</p>



<p>O ciclo abre, no dia 27 de julho, no Solar do Vinho do Dão, com &#8220;A Pequena Amélie&#8221;, de Mailys Vallade e Liane-Cho Han. No dia 28, será exibido &#8220;Os Domingos&#8221;, de Alauda Ruiz de Azúa, seguindo-se, a 29 de julho, &#8220;Família à Força&#8221;, de Jean-Baptiste Léonetti.</p>



<p>A programação prossegue no Claustro do Museu Nacional Grão Vasco, onde, no dia 30 de julho, será apresentado o documentário &#8220;Lourdes Castro – Pelas Sombras&#8221;, de Catarina Mourão. A 31 de julho, o público poderá ver ou rever o aclamado &#8220;Happy Together&#8221;, do realizador Wong Kar-Wai, uma das obras mais marcantes do cinema contemporâneo de Hong Kong. Já no dia 1 de agosto, será exibido o clássico &#8220;O Rio Sagrado&#8221;, de Jean Renoir.</p>



<p>O encerramento acontece a 2 de agosto, no Logradouro de Faíl, com a projeção de &#8220;Os Coristas&#8221;, de Christophe Barratier, uma escolha pensada para reunir espectadores de diferentes gerações.</p>



<p>Promovido pelo Cine Clube de Viseu, o Cinema na Cidade integra uma missão de promoção e divulgação do cinema menos conhecido, desenvolvida ao longo de todo o ano através de ciclos de cinema, atividades dirigidas aos mais novos, edições temáticas e iniciativas de formação de públicos.</p>



<p>Desde 1982, o Cine Clube transforma diferentes espaços de Viseu em salas de cinema ao ar livre.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cinema-na-cidade-com-sete-noites-de-cinema-ao-ar-livre-e-telas-em-novos-espacos-de-viseu/">Cinema na Cidade com sete noites de cinema ao ar livre e telas em novos espaços de Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tom de Festa arranca esta terça-feira em Tondela para a festa dos 50 anos da ACERT</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/tom-de-festa-arranca-esta-terca-feira-em-tondela-para-a-festa-dos-50-anos-da-acert/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 34.º Tom de Festa – Festival de Músicas do Mundo da ACERT começa esta terça-feira, em Tondela, dando início a cinco dias de concertos, exposições e iniciativas culturais que assinalam também os 50 anos da Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT). Um dos primeiros momentos da programação acontece às 21h30, na Galeria ACERT, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O 34.º Tom de Festa – Festival de Músicas do Mundo da ACERT começa esta terça-feira, em Tondela, dando início a cinco dias de concertos, exposições e iniciativas culturais que assinalam também os 50 anos da Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT).</p>



<p>Um dos primeiros momentos da programação acontece às 21h30, na Galeria ACERT, com a inauguração da exposição &#8220;Se Tivesse Tempo | desenhos e de_mais&#8221;, de José Paiva, em parceria com o Museu do Douro. </p>



<p>Professor, artista plástico, investigador e coordenador do movimento intercultural Identidades desde a sua fundação, em 1996, José Paiva mantém uma ligação de longa data à ACERT. A exposição reúne desenhos e outras criações que convidam o público à reflexão sobre o mundo contemporâneo, explorando os contrastes entre arte, realidade e o tempo em que ambas se cruzam.</p>



<p>Sob o mote &#8220;Viagem de Regresso&#8221;, a edição deste ano recupera alguns dos momentos mais marcantes da história do festival, reunindo artistas que deixaram a sua marca no Tom de Festa ao longo das últimas décadas.</p>



<p>Um dos regressos mais aguardados acontece na quarta-feira, 8 de julho, com o concerto do baixista, compositor e multi-instrumentista Richard Bona, que volta ao palco onde realizou o seu primeiro concerto em Portugal, há quase duas décadas. Vencedor de um Grammy e colaborador de nomes como Herbie Hancock, Chick Corea, Pat Metheny, Sting e Cesária Évora, o músico camaronês apresenta em Tondela um projeto raro, acompanhado por três músicos de referência internacional.</p>



<p>Na mesma noite sobe também ao palco João Palavra, projeto de Paulo Nuno Martins, que apresentará o álbum <em>Quarto Crescente</em>, produzido em Tondela.</p>



<p>Ao longo dos cinco dias, o festival recebe ainda artistas e projetos provenientes dos Camarões/Estados Unidos, Gana/França, África do Sul, Brasil, Reino Unido e Portugal. O programa inclui concertos de Omar com o Colectivo Gira Sol Azul, The Legendary Tigerman com a participação de Expresso Transatlântico, Coimbra Jazz Ensemble, EYAA, PAUS, Quinteto Violado, Miss Universo, Nomfusi e da DJ tondelense Francisca Urbano.</p>



<p>As comemorações dos 50 anos da ACERT estendem-se igualmente ao espaço público. No primeiro dia do festival será instalado no Parque Urbano de Tondela o Golpe d&#8217;Asa, engenho cénico criado para a Expo 2008 e agora restaurado, dando início a um percurso de instalação de várias estruturas emblemáticas das produções da associação em diferentes pontos da cidade.</p>



<p>O festival decorre até 11 de julho.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/tom-de-festa-arranca-esta-terca-feira-em-tondela-para-a-festa-dos-50-anos-da-acert/">Tom de Festa arranca esta terça-feira em Tondela para a festa dos 50 anos da ACERT</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jardim das Artes e das Letras no Parque Aquilino Ribeiro com cinema, concertos, oficinas e futebol</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/jardim-das-artes-e-das-letras-no-parque-aquilino-ribeiro-com-cinema-concertos-oficinas-e-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Jardim das Artes e das Letras (JAL) regressa ao Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, a partir desta quinta-feira para um programa que envolve concertos, oficinas, filmes e ainda o Campeonato do Mundo. Uma das novidades da edição deste ano é a aproximação entre cultura e desporto, através da transmissão pública do jogo do Campeonato [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Jardim das Artes e das Letras (JAL) regressa ao Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, a partir desta quinta-feira para um programa que envolve concertos, oficinas, filmes e ainda o Campeonato do Mundo.</p>



<p>Uma das novidades da edição deste ano é a aproximação entre cultura e desporto, através da transmissão pública do jogo do Campeonato do Mundo de Futebol entre Portugal e a Croácia. A iniciativa pretende promover uma reflexão sobre os pontos de contacto entre as expressões artísticas e os grandes acontecimentos desportivos, valorizando ambos enquanto experiências coletivas de emoção, participação e identidade.</p>



<p>Nos próximos dias, o programa inclui oficinas como «Letras com Sentido», «Laboratório de Linhas», «Colagem Poética», «Oficina das Palavras Viajantes», «Novos Construtores» e «Uma folha, duas folhas, três folhas». Estão ainda previstas instalações participativas de Patrícia Portela e Lucas F. Oliveira, a performance «SoundWalk Rasura, Uma carta performance», de Ana Jorge Sabença, e concertos de Miguel Berkemeier, KIK – Nightshift e Rebelo Speers Waters Trio.</p>



<p>A programação contempla igualmente a exibição do filme&nbsp;<em>Down To Earth</em>, que encerra as atividades de domingo.</p>



<p>Durante todo o evento, o Parque Aquilino Ribeiro acolhe várias instalações permanentes, entre as quais o Canto Poético, a Casa da Árvore, a Árvore das Notícias, a Cama Poema, o Playground Sensorial, bem como zonas de piquenique e restauração, proporcionando aos visitantes diferentes formas de fruição do espaço e das propostas culturais.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/jardim-das-artes-e-das-letras-no-parque-aquilino-ribeiro-com-cinema-concertos-oficinas-e-futebol/">Jardim das Artes e das Letras no Parque Aquilino Ribeiro com cinema, concertos, oficinas e futebol</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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