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	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Sat, 30 May 2026 11:56:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
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		<title>Bienal “What’s Beyond That Border” entra na reta final com fim de semana intenso em Viseu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A bienal What’s Beyond That Border (O que está para lá da fronteira) esta na reta final com um fim de semana repleto de propostas artísticas e comunitárias em Viseu, concentradas na Escadaria de S. Teotónio e no Pátio da Freguesia. O programa inclui bailes comunitários com Bule Bule, conferências com o ativista José Baessa de Pinha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A bienal <em>What’s Beyond That Border </em>(O que está para lá da fronteira) esta na reta final com um fim de semana repleto de propostas artísticas e comunitárias em Viseu, concentradas na Escadaria de S. Teotónio e no Pátio da Freguesia.</p>



<p>O programa inclui bailes comunitários com Bule Bule, conferências com o ativista José Baessa de Pinha (Sinho), bem como oficinas de escrita cirílica e impressão botânica. A dança, o humor e o teatro de marionetas completam a programação de um evento que continua a cruzar linguagens e públicos e que junta artistas como Pepa Macua, Félix Lozano ou Christye Vanessa e Cláudia Sousa, entre outros. </p>



<p>Nos mesmos espaços encontra-se ainda patente o resultado das oficinas conduzidas por Carla Pinto e João Dias, desenvolvidas em colaboração com a comunidade imigrante residente no concelho.</p>



<p>Ao longo dos últimos dias, a bienal tem promovido encontros e debates em torno de temas como o racismo e a multiculturalidade, envolvendo também residências artísticas que trabalharam com estudantes e com comunidades habitualmente afastadas dos contextos artísticos formais.</p>



<p>Um dos momentos mais marcantes do programa tem sido o ciclo de performances curtas #People Like Us 3.0”, que levou duetos de dança, música e teatro para a Rua Formosa e Rua da Paz. Com duração entre 12 e 20 minutos, estas apresentações continuam disponíveis ao público este sábado.</p>



<p>“Foram momentos de encontro entre artistas profissionais, viseenses com raízes cá e pessoas que chegaram recentemente a este território, criando um diálogo através da arte”, explicou Rómulos Neagu, diretor artístico da bienal, destacando a emoção e o impacto gerado pelos encontros.</p>



<p>O responsável sublinha ainda a “generosidade” dos participantes, muitos deles não profissionais, que aceitaram expor-se artisticamente e partilhar experiências pessoais através da criação.</p>



<p>A bienal encerra no domingo com o espetáculo “Arte sem fronteiras”, que cruza música clássica e urbana, juntando alunos do Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão e jovens colaboradores dos artistas Sinho, DJ Ganso e MC Ghoya. Antes há “Maratona” de Félix Lozano e uma edição “alargada” do #People Like Us 3.0 com coordenação artística de Romuls Neagu e com intérpretes de várias nacionalidades. </p>



<p><em>What’s Beyond That Border Entrance</em>&nbsp;reúne participantes de diversas origens, incluindo comunidades portuguesa, chinesa, ucraniana, moçambicana, angolana, cabo-verdiana, argentina, brasileira, inglesa, espanhola, romena e francesa, reforçando o caráter multicultural do projeto.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/bienal-whats-beyond-that-border-entrance-entra-na-reta-final-com-fim-de-semana-intenso-em-viseu/">Bienal “What’s Beyond That Border” entra na reta final com fim de semana intenso em Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Parque Aquilino Ribeiro palco de festival cultural para a infância</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/parque-aquilino-ribeiro-palco-de-festival-cultural-para-a-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante dois dias, o Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, será palco de um verdadeiro festival dedicado à infância, reunindo teatro, música, narração de histórias e oficinas de artes plásticas. O Jardim das Artes e Letras (JAL) &#8211; Momento I envolve cerca de 1.200 crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo do concelho, distribuídas por 49 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante dois dias, o Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, será palco de um verdadeiro festival dedicado à infância, reunindo teatro, música, narração de histórias e oficinas de artes plásticas. O Jardim das Artes e Letras (JAL) &#8211;  Momento I envolve cerca de 1.200 crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo do concelho, distribuídas por 49 turmas e 112 sessões. Acontece a 1 e 2 de junho.</p>



<p>A iniciativa, uma coprodução da Pausa Possível com a Junta de Freguesia de Viseu, afirma o acesso à cultura como um direito fundamental da infância, promovendo o contacto das crianças com a cidade e o espaço público através da imaginação, da criação e do jogo.</p>



<p>Segundo a organização, a escolha dos níveis de ensino envolvidos deve-se à escassez de programação cultural dirigida a estas idades, procurando assim colmatar uma lacuna importante na oferta artística local.</p>



<p>Ao longo do evento, as crianças terão acesso a nove estações de atividades: quatro dedicadas à narração de histórias, quatro oficinas centradas em poesia, imaginação e cidadania, e um palco para concertos e espetáculos.</p>



<p>O primeiro momento do JAL inspira-se na poética de Adília Lopes, a partir do poema “Dois pássaros a voar, mais vale”, explorando temas como liberdade, diversidade e respeito pela natureza.</p>



<p>“Tem a ver com a liberdade, o respeito pela natureza, a diversidade. E o mais vale [tem a ver] com mais horizonte”, explicou Sandra Oliveira, sublinhando a pertinência da escolha para o trabalho com crianças.</p>



<p>A programação inclui o espetáculo “Pó-de-pedra, Pode Pedra”, de Patrícia Portela em cocriação com a bailarina Natacha Campos, o concerto da pianista Joana Gama com o seu toy piano, e o espetáculo de teatro silencioso “Giraffes”, da companhia Xirriquiteula Teatre (Barcelona), premiada internacionalmente.</p>



<p>Integram ainda o programa oficinas conduzidas por artistas de Viseu, como Liliana Bernardo, Mariana Pamplona, Paula Magalhães e Ana Verónica, bem como sessões de narração de histórias por Sofia Correia, Rita Sineiro, Patanisca e Sardanisca e Cláudia Sousa.</p>



<p>Para além da programação estruturada, o festival oferece também espaços de brincadeira livre, como o playground sensorial, o parque de esculturas com novos “bichos de madeira”, a Cama Poema, o Barco à Vela de Areia, a Casinha da Floresta, a Árvore das Notícias e as Casas Abrigo.</p>



<p>“Interessa-nos que os miúdos possam brincar pelo brincar, serem autónomos e decidirem a sua própria brincadeira sem conteúdos programáticos impostos”, destacou a direção artística, sublinhando a importância da autonomia e da imaginação no desenvolvimento infantil.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/parque-aquilino-ribeiro-palco-de-festival-cultural-para-a-infancia/">Parque Aquilino Ribeiro palco de festival cultural para a infância</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Casa da Cultura de Santa Comba Dão recebe concerto da Filarmonia das Beiras</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/casa-da-cultura-de-santa-comba-dao-recebe-concerto-da-filarmonia-das-beiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 10:38:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Santa C. Dão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa da Cultura de Santa Comba Dão recebe, no próximo dia 6 de junho, pelas 21h30, um concerto da Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB), que contará com a participação de alunos do Conservatório de Música e Artes do Dão (CMAD) distinguidos com os prémios Solista e Estágio Orquestral da Fundação Lapa do Lobo. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa da Cultura de Santa Comba Dão recebe, no próximo dia 6 de junho, pelas 21h30, um concerto da Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB), que contará com a participação de alunos do Conservatório de Música e Artes do Dão (CMAD) distinguidos com os prémios Solista e Estágio Orquestral da Fundação Lapa do Lobo.</p>



<p>O espetáculo destaca o talento e mérito dos jovens músicos envolvidos no projeto, com Cláudio Pereira, no trombone, e Francisco Abreu, no canto, a assumirem o papel de solistas da noite. Os alunos premiados no Estágio Orquestral integrarão igualmente a Filarmonia das Beiras, atuando lado a lado com os músicos profissionais da orquestra, sob direção do maestro Luís Carvalho.</p>



<p>O programa musical inicia-se com a abertura da ópera&nbsp;<em>Nabucco</em>, de Giuseppe Verdi, seguindo-se o&nbsp;<em>Concertino para Trombone</em>, de Ferdinand David, interpretado por Cláudio Pereira, e a ária&nbsp;<em>Non più andrai, farfallone amoroso</em>, de Mozart, pela voz de Francisco Abreu.</p>



<p>Na segunda parte do concerto, o público poderá assistir à interpretação integral da célebre&nbsp;<em>Sinfonia n.º 9</em>, de Antonín Dvořák, uma das obras mais emblemáticas do repertório sinfónico mundial.</p>



<p>Este concerto resulta de um projeto formativo desenvolvido em residência artística na Casa de Música, em Aveiro, promovendo a partilha de experiências entre jovens músicos e profissionais da Orquestra Filarmonia das Beiras, num contexto de valorização do ensino artístico e da formação musical.</p>



<p>A iniciativa integra a programação da Casa da Cultura 2024-2027 | Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP), sendo promovida pelo Município de Santa Comba Dão em parceria com o Conservatório de Música e Artes do Dão e a Fundação Lapa do Lobo, contando ainda com financiamento da Direção-Geral das Artes.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/casa-da-cultura-de-santa-comba-dao-recebe-concerto-da-filarmonia-das-beiras/">Casa da Cultura de Santa Comba Dão recebe concerto da Filarmonia das Beiras</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Não há filmes bons por terem bons temas, há filmes bons por terem temas bem filmados”</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/nao-ha-filmes-bons-por-terem-bons-temas-ha-filmes-bons-por-terem-temas-bem-filmados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A caminho da sua 10.ª edição, o vistacurta, festival de curtas-metragens, continua a movimentar o audiovisual da região de Viseu. Rodrigo Francisco,&#160;coordenador geral do Cine Clube de Viseu,revelou os critérios para a competição e defendeu que o público português sabe dar valor ao cinema nacional quando existe qualidade. Segundo Rodrigo Francisco, a expectativa é terem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A caminho da sua 10.ª edição, o vistacurta, festival de curtas-metragens, continua a movimentar o audiovisual da região de Viseu. Rodrigo Francisco,&nbsp;coordenador geral do Cine Clube de Viseu,revelou os critérios para a competição e defendeu que o público português sabe dar valor ao cinema nacional quando existe qualidade.</p>



<p>Segundo Rodrigo Francisco, a expectativa é terem cerca de 300 curtas-metragens a concurso, filmadas nos dois anos anteriores. Destas três centenas, os jurados devem escolher apenas entre 16 a 18 finalistas para a competição. O júri de seleção tem sete pessoas com gostos diferentes e privilegia visões ousadas.&nbsp;&#8220;Não há filmes bons por terem bons temas, há filmes bons por terem temas bem filmados”&nbsp;afirma o coordenador do Cine Clube de Viseu, ressaltando, ainda que o festival recebe poucos documentários em comparação com filmes de ficção.</p>



<p>Uma das grandes inovações do festival é o Júri Jovem, composto por estudantes do ensino secundário, que avaliam os mesmos filmes que os realizadores adultos.&nbsp;&#8220;Os jovens de 15 a 17 anos procuram coisas totalmente diferentes no cinema do que os profissionais do setor,&nbsp;que são pessoas de 40 e 50 anos&#8221;, destaca Rodrigo Francisco, reforçando que esta é a melhor forma de perceber o que o público do futuro gostaria de ver.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Com um grande impacto na região, a categoria de produções locais tem um papel transformador. O vistacurta dá a oportunidade a jovens e estudantes de exibirem os seus filmes numa sala de cinema real, com um ecrã de sete metros e público verdadeiro. “O maior impacto de todos, é para os próprios autores dos filmes locais. Que nos dizem que nunca imaginaram poder passar um filme que eu fiz só com amigos”, afirma o responsável.&nbsp;</p>



<p>Rodrigo Francisco recusa a ideia de que os portugueses só valorizam o que vem de fora. Para ele, o público apoia o cinema quando o trabalho é bem feito e como exemplo de talento na região, relembra que alguns dos melhores diretores de fotografia de Portugal, como Leonardo Simões e Marta Simões, que nasceram em Viseu.</p>



<p>O verdadeiro sucesso do vistacurta não se mede apenas pelos números de produções ou pelos prémios. Rodrigo Francisco afirma que o maior impacto do festival é na criação de uma identidade e ver a cidade de Viseu transformada em um polo audiovisual, aproximando os jovens estudantes, os produtores e garantindo que o cinema da região seja visto e valorizado.</p>



<p>O festival do Cine Clube de Viseu atribui as seguintes distinções e valores: Competição Local (€1.500): Dedicada a filmes (ficção, documentário, animação ou videoclips) realizados no distrito de Viseu; e Competição Nacional (€1.500): Para produções portuguesas com duração até 20 minutos. A edição 2026 decorrerá nos dias 13 a 17 de outubro, e além dos filmes oferecerá também conversas com o público, aulas de cinema, workshops e concertos. As Inscrições estarão abertas até 30 de junho.</p>



<p></p>



<p>Por: Ana Luiza Ferreira e Maria Vilas Boas, alunas do 2.º ano do curso de Comunicação Social da Escola Superior de Educação de Viseu</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/nao-ha-filmes-bons-por-terem-bons-temas-ha-filmes-bons-por-terem-temas-bem-filmados/">“Não há filmes bons por terem bons temas, há filmes bons por terem temas bem filmados”</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Companhia Nacional de Bailado leva “Only Duos” ao Teatro Viriato</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/companhia-nacional-de-bailado-leva-only-duos-ao-teatro-viriato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia Nacional de Bailado apresenta, no próximo dia 29 de maio, às 21h00, no Teatro Viriato, o espetáculo “Only Duos”, um programa exclusivo para circulação nacional que celebra a força, a intimidade e a expressividade do encontro entre duas presenças em palco. O programa reúne um conjunto de duos cuidadosamente selecionado de coreógrafos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Companhia Nacional de Bailado apresenta, no próximo dia 29 de maio, às 21h00, no Teatro Viriato, o espetáculo “Only Duos”, um programa exclusivo para circulação nacional que celebra a força, a intimidade e a expressividade do encontro entre duas presenças em palco.</p>



<p>O programa reúne um conjunto de duos cuidadosamente selecionado de coreógrafos que exploram múltiplas linguagens coreográficas, do clássico ao contemporâneo, evidenciando a versatilidade técnica e interpretativa dos bailarinos da companhia. Através de diferentes abordagens estéticas, “Only Duos” propõe uma reflexão sobre as relações humanas em movimento — do conflito à harmonia, da dependência à autonomia — num diálogo constante entre corpo, espaço e música.</p>



<p>Nesta apresentação serão interpretadas três obras que passam a integrar o repertório da Companhia Nacional de Bailado: “O Espectro da Rosa”, de Michel Fokine, o dueto do bailado “Le Parc”, de Angelin Preljocaj, e “Swan Lake Dream”, de Filipe Portugal. O espetáculo inclui ainda estreias absolutas assinadas pelos coreógrafos Miguel Ramalho, Wubkje Kuindersma e Joseph Toonga.</p>



<p>A digressão de “Only Duos” integra a missão da Companhia Nacional de Bailado de democratizar o acesso à dança clássica e contemporânea, levando o seu repertório a diferentes públicos e regiões do país. O formato de duos proporciona uma experiência cénica mais próxima e intensa, onde cada gesto e interação assumem uma dimensão ampliada.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/companhia-nacional-de-bailado-leva-only-duos-ao-teatro-viriato/">Companhia Nacional de Bailado leva “Only Duos” ao Teatro Viriato</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>ZigurFest desvenda cartaz para três dias gratuitos de música portuguesa emergente</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/zigurfest-desvenda-cartaz-para-tres-dias-gratuitos-de-musica-portuguesa-emergente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Lamego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O músico e criador sonoro Vasco Alves estará em residência artística em Lamego durante a edição deste ano do ZigurFest, desenvolvendo um trabalho de exploração psicoacústica em vários espaços da cidade, anunciou a organização. A residência surge como um dos destaques da programação do festival, que regressa entre 20 e 22 de agosto com entrada livre e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O músico e criador sonoro Vasco Alves estará em residência artística em Lamego durante a edição deste ano do ZigurFest, desenvolvendo um trabalho de exploração psicoacústica em vários espaços da cidade, anunciou a organização. A residência surge como um dos destaques da programação do festival, que regressa entre 20 e 22 de agosto com entrada livre e uma forte aposta na descoberta artística e na relação entre música e comunidade.</p>



<p>Ao longo de três dias (20 a 22 de agosto), o ZigurFest volta a ocupar espaços que o diferenciaram na primeira edição, há 15 anos,, como o Teatro Ribeiro Conceição, a Rua da Olaria, a Alameda e o Bairro da Ponte, transformando o espaço urbano num percurso de concertos.</p>



<p>O cartaz deste ano reúne propostas de diferentes universos sonoros emergentes e linguagens artísticas. Entre os nomes confirmados estão Aires e Dan Iro, com ambientes imersivos e eletrónicos; Plano Trifásico e a sua abordagem minimalista e experimental; La Familia Gitana, num registo festivo e comunitário; e ainda a energia de Mangualde e Prado, a introspeção de Riva Mut, o rock das Lesma, o punk de Clarisse e os Desviados, os ambientes feéricos dos Alomorfia e a libertação sónica dos KIK.</p>



<p>A programação inclui também um encontro especial da Tribo Improviso, dirigida por Bá Álvares com os utentes da Associação Portas Prá Vida, com Dora Vieira e David Machado, num momento pensado em torno da improvisação e da criação coletiva.</p>



<p>A organização realça que o ZigurFest mantém a identidade construída ao longo dos últimos anos, como sendo um espaço de proximidade, inclusão e experimentação artística, onde o encontro entre artistas, público e cidade continua a assumir um papel central. A organização reforça ainda o compromisso de preservar o festival como um lugar seguro de diversidade.</p>



<p>A edição deste amo marca também uma mudança simbólica na história do evento, ao ser anunciada como a última vez em que o ZigurFest acontece exclusivamente no pico do verão, deixando em aberto novas possibilidades para o futuro do festival em Lamego.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/zigurfest-desvenda-cartaz-para-tres-dias-gratuitos-de-musica-portuguesa-emergente/">ZigurFest desvenda cartaz para três dias gratuitos de música portuguesa emergente</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Vera Morais é a mais recente confirmação do festival Que Jazz É Este?</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/vera-morais-e-a-mais-recente-confirmacao-do-festival-que-jazz-e-este/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:44:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cantora e compositora&#160;Vera Morais&#160;é a mais recente confirmação do cartaz da 14.ª edição do&#160;Que Jazz É Este?, que regressa a&#160;Viseu&#160;entre os dias 8 e 19 de julho. Com entrada livre em todas as atividades e apelo ao donativo consciente, o festival mantém a sua identidade comunitária e descentralizada, afirmando-se como um espaço de encontro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora e compositora&nbsp;Vera Morais&nbsp;é a mais recente confirmação do cartaz da 14.ª edição do&nbsp;Que Jazz É Este?, que regressa a&nbsp;Viseu&nbsp;entre os dias 8 e 19 de julho.</p>



<p>Com entrada livre em todas as atividades e apelo ao donativo consciente, o festival mantém a sua identidade comunitária e descentralizada, afirmando-se como um espaço de encontro, experimentação e participação, onde o jazz dialoga com diferentes linguagens artísticas e ocupa lugares inesperados da cidade e do concelho.</p>



<p>Vera Morais atua no dia 17 de julho, às 21h30, nos claustros do&nbsp;Museu Nacional Grão Vasco, apresentando o projeto “Eupnea”. A artista portuense, atualmente sediada em Amesterdão, propõe uma exploração da voz enquanto território de invenção, respiração e escuta partilhada, num concerto intimista e sensorial.</p>



<p>As novas confirmações juntam-se aos nomes já anunciados:&nbsp;Maria Luiza Jobim,&nbsp;AZUL PISCINA&nbsp;e o tradicional&nbsp;Workshop de Jazz de Viseu, que chega este ano à 18.ª edição.</p>



<p>O festival arranca a 8 de julho com uma das iniciativas mais emblemáticas da programação, o “Jazz ao Domicílio”. Nesta edição, a dixieband&nbsp;Chinfrim&nbsp;vai percorrer o Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, o Internato Dr. Vítor Fontes e o Estabelecimento Prisional de Viseu, levando a música a contextos pouco habituais e reforçando a dimensão humana e inclusiva do evento.</p>



<p>No dia 12 de julho, o festival desloca-se à aldeia de&nbsp;Várzea de Calde&nbsp;para uma tarde dedicada à comunidade, ao território e à criação contemporânea. O programa inclui uma oficina de videoarte orientada pela artista plástica&nbsp;Beatriz Rodrigues, além de concertos dos Chinfrim e do projeto&nbsp;Três Tempos, promovido pelo&nbsp;Teatro Viriato&nbsp;e orientado pelos músicos&nbsp;Xullaji&nbsp;e&nbsp;Bruno Pinto.</p>



<p>Já a 14 de julho, o “Jazz na Rua” invade a feira semanal de Viseu com um concerto ambulante protagonizado por alunos da&nbsp;Escola Profissional da Serra da Estrela, transformando o espaço público num lugar de escuta e aproximação ao jazz.</p>



<p>As tradicionais jam sessions regressam igualmente ao&nbsp;Carmo’81, promovendo encontros intergeracionais entre músicos profissionais, estudantes e público. No dia 16, o coletivo&nbsp;Batalha da Visa&nbsp;abre a sessão acompanhado pela nova geração de músicos da&nbsp;Gira Sol Azul. Já no dia 17, os&nbsp;Santa Combo, do&nbsp;Conservatório de Música e Artes do Dão, conduzem mais uma noite de improvisação e partilha musical.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/vera-morais-e-a-mais-recente-confirmacao-do-festival-que-jazz-e-este/">Vera Morais é a mais recente confirmação do festival Que Jazz É Este?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Adília Lopes e Manuel Alvess em destaque no Jardim das Artes e das Letras de Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/adilia-lopes-e-manuel-alvess-em-destaque-no-jardim-das-artes-e-das-letras-de-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 16:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adília Lopes e Manuel Alvess são os artistas em destaque no Jardim das Artes e das Letras, em Viseu, que este ano terá um primeiro momento dedicado aos alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo, anunciou hoje a organização. “Vamos ter dois artistas em foco, um na área da poesia e outro na área das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Adília Lopes e Manuel Alvess são os artistas em destaque no Jardim das Artes e das Letras, em Viseu, que este ano terá um primeiro momento dedicado aos alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo, anunciou hoje a organização.</p>



<p>“Vamos ter dois artistas em foco, um na área da poesia e outro na área das artes visuais”, Adília Lopes e Manuel Alvess, respetivamente, porque “ambos comungam uma relação muito forte com a palavra”, justificou a diretora artística do Jardim das Artes e das Letras (JAL), Sandra Oliveira, durante a apresentação da programação.</p>



<p>A segunda edição do JAL, que decorrerá no Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, terá um primeiro momento dedicado aos mais novos, nos dias 1 e 2 de junho, no âmbito do Dia Mundial da Criança, e um segundo momento entre 25 de junho e 05 de julho.</p>



<p>“Há esta necessidade vital de que também possamos trabalhar com os públicos escolares de Viseu”, explicou Sandra Oliveira.</p>



<p>Durante dois dias, o Parque Aquilino Ribeiro receberá 1.200 crianças, que participarão em 112 atividades artísticas e de leitura.</p>



<p>O objetivo é que as escolas e as suas crianças tenham uma relação “com a cidade e com o espaço público num ambiente natural” e, ao mesmo tempo, esta seja “uma relação através do pensamento, da diversão, da criação e da imaginação”, acrescentou.</p>



<p>A escolha do pré-escolar e do primeiro ciclo prendeu-se com o facto de serem as idades para as quais há menos programação disponível.</p>



<p>As crianças e famílias terão à sua disposição nove estações de atividades: quatro dedicadas à narração de histórias, quatro a oficinas que abordam temas como poesia, imaginação e civilidade e um palco para concertos e teatro.</p>



<p>No primeiro momento do JAL, será trabalhada a poética de Adília Lopes, com base no título do seu poema “Dois pássaros a voar, mais vale”.&nbsp;</p>



<p>“Tem a ver com a liberdade, o respeito pela natureza, a diversidade. E o mais vale [tem a ver] com mais horizonte. Achámos uma frase muito bonita para trabalhar com as crianças”, explicou Sandra Oliveira.</p>



<p>A programação deste primeiro momento do JAL, realizado em coorganização com a Junta de Freguesia de Viseu, inclui o espetáculo “Pó-de-pedra, Pode Pedra”, com texto de Patrícia Portela e cocriação com a bailarina Natacha Campos, no dia 01 de junho.</p>



<p>Um concerto da pianista Joana Gama com o seu “toy piano (piano de brincar)”, o espetáculo intergeracional de teatro silencioso, mas hilariante, “Giraffes”, do Xirriquiteula Teatre (Espanha), oficinas com as artistas de Viseu Liliana Bernardo, Mariana Pamplona, Paula Magalhães e Ana Verónica, e histórias contadas por Sofia Correia, Rita Sineiro, Patanisca e Sardanisca e Cláudia Sousa integram o programa.</p>



<p>As crianças poderão também brincar sem hora marcada no “playground sensorial”, no parque de esculturas (que este ano receberá mais “bichos de madeira”), na Cama Poema, no Barco à Vela de Areia, na Casinha da Floresta, na Árvore das Notícias e nas Casas Abrigo.</p>



<p>“Interessa-nos que os miúdos possam brincar pelo brincar, serem autónomos e decidirem a sua própria brincadeira sem nós termos de ter conteúdos programáticos para lhes dar”, justificou a diretora artística.</p>



<p>A programação do segundo momento do JAL, mais focada em Manuel Alvess e que é coorganizada com a Câmara de Viseu, tem divulgação prevista para 15 de junho.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/adilia-lopes-e-manuel-alvess-em-destaque-no-jardim-das-artes-e-das-letras-de-viseu/">Adília Lopes e Manuel Alvess em destaque no Jardim das Artes e das Letras de Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Festivais colocam São Pedro do Sul no mapa da música alternativa em Portugal</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/festivais-colocam-sao-pedro-do-sul-no-mapa-da-musica-alternativa-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque de Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[S.P. Sul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Goat Community Intimate Festival, o&#160;Tradidanças&#160;e o&#160;Milagre Metaleiro Open Air&#160;são hoje três dos principais embaixadores culturais de&#160;São Pedro do Sul, colocando o concelho no mapa nacional e internacional dos festivais de música alternativa. Com estilos distintos e públicos diversificados, os três eventos atraem anualmente milhares de visitantes nacionais e estrangeiros, contribuindo para afirmar o território como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O&nbsp;Goat Community Intimate Festival, o&nbsp;Tradidanças&nbsp;e o&nbsp;Milagre Metaleiro Open Air&nbsp;são hoje três dos principais embaixadores culturais de&nbsp;São Pedro do Sul, colocando o concelho no mapa nacional e internacional dos festivais de música alternativa.</p>



<p>Com estilos distintos e públicos diversificados, os três eventos atraem anualmente milhares de visitantes nacionais e estrangeiros, contribuindo para afirmar o território como um destino de referência no turismo musical do interior do país, destaca a autarquia.</p>



<p>O Goat Community Intimate Festival regressa à Fraguinha entre 1 e 6 de julho, o Tradidanças anima Carvalhais de 29 de julho a 2 de agosto e o Milagre Metaleiro Open Air decorre em Pindelo dos Milagres entre 21 e 23 de agosto. Em comum, têm a capacidade de unir cultura, natureza, convívio e identidade local, promovendo experiências únicas e diferenciadoras.</p>



<p>Além da programação cultural, estes festivais assumem um impacto relevante na economia local, dinamizando o comércio, a restauração, o alojamento e diversos serviços ligados ao turismo. Simultaneamente, valorizam o trabalho das associações organizadoras e reforçam a projeção de São Pedro do Sul além-fronteiras.</p>



<p>Reconhecendo a importância estratégica destes eventos para o desenvolvimento turístico e cultural do concelho, a Câmara Municipal tem reforçado os apoios atribuídos aos festivais, numa estreita colaboração com as associações locais responsáveis pela organização.</p>



<p>O presidente da Câmara Municipal,&nbsp;Pedro Mouro, considera que “estes festivais são hoje uma marca identitária do nosso concelho e um importante motor de atração turística”.</p>



<p>O autarca sublinha ainda que “São Pedro do Sul quer continuar a afirmar-se como ponto central do turismo musical no interior do país, apoiando iniciativas que trazem milhares de pessoas ao território, promovem a nossa cultura, a nossa natureza e a nossa capacidade de acolhimento”.</p>



<p>Pedro Mouro acrescenta que “o investimento na cultura e nos eventos é também uma aposta clara na economia local, no turismo e na afirmação de São Pedro do Sul como um território moderno, dinâmico e capaz de oferecer experiências únicas durante todo o ano”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/festivais-colocam-sao-pedro-do-sul-no-mapa-da-musica-alternativa-em-portugal/">Festivais colocam São Pedro do Sul no mapa da música alternativa em Portugal</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Viseu será palco de diálogos artísticos e sociais a partir de quinta-feira</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/viseu-sera-palco-de-dialogos-artisticos-e-sociais-a-partir-de-quinta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 17:25:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 20 atividades e 50 artistas profissionais e amadores vão, a partir de quinta-feira, transformar Viseu num palco de diálogos artísticos e sociais que promovem a reflexão sobre o mundo contemporâneo e as suas fronteiras. Durante dez dias, vão realizar-se conferências, espetáculos, oficinas e exposições, integradas na bienal “What’s Beyond That Border” (&#8220;O que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 20 atividades e 50 artistas profissionais e amadores vão, a partir de quinta-feira, transformar Viseu num palco de diálogos artísticos e sociais que promovem a reflexão sobre o mundo contemporâneo e as suas fronteiras.</p>



<p>Durante dez dias, vão realizar-se conferências, espetáculos, oficinas e exposições, integradas na bienal “What’s Beyond That Border” (&#8220;O que está para além da fronteira&#8221;), cuja programação foi hoje apresentada e que decorrerá no âmbito do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) 5G promovido pelas Obras Sociais de Viseu.</p>



<p>“É um desafio, antes de tudo, relativamente à forma como estamos a ver a cidade, como sentimos e como olhamos para o desenvolvimento da nossa comunidade e como vivemos dentro do espaço urbano”, disse aos jornalistas o diretor artístico da bienal, Romulus Neagu.</p>



<p>O bailarino e coreógrafo natural da Roménia, que chegou a Viseu há 30 anos, explicou que tudo gira à volta da metáfora da fronteira, que não é apenas encarada como “a linha territorial, geográfica, dentro de um espaço determinado”.</p>



<p>As atividades vão acontecer sobretudo no espaço público, como a Escadaria de São Teotónio e ruas do centro da cidade, desde as 10:00 até ao final da tarde, para que as iniciativas se cruzem com o quotidiano das pessoas.</p>



<p>A abertura de “What’s Beyond That Border” acontecerá na quinta-feira à tarde com a exposição “From Russia”, da artista Vanessa Chrystie, no &#8216;hall&#8217; da Junta de Freguesia de Viseu. Trata-se de uma mostra de pintura sobre o perigo de extinção e as novas rotas de migração das aves por causa da guerra na Ucrânia.</p>



<p>Nesse dia, realiza-se também a conferência “Onde nos encontramos: redes, territórios, futuros”, na qual, segundo Romulus Neagu, se falará sobre o que pode ser oferecido a quem chega ao território e o que está preparado em termos políticos, sociais, educativos, institucionais e culturais.</p>



<p>O diretor artístico destacou também a conferência marcada para sábado, sobre “Futebol e racismo dentro e fora de campo: o futebol é igual para todos?”, com a participação de atletas do Académico de Viseu.</p>



<p>“É uma reflexão muito interessante entre o que é que significa multiculturalismo, interculturalidade, dentro de um universo específico, que tem objetivos muito claros, muito concretos”, frisou.</p>



<p>Outro destaque do programa passa pelas pequenas sessões “People like us 3.0”, que possibilitarão assistir a duetos de dança, música e teatro (com a duração de 12, 15 ou 20 minutos) na Rua Formosa, na Rua da Paz e na Escadaria de São Teotónio.</p>



<p>“São momentos de encontro entre artistas profissionais, viseenses que têm as suas raízes cá, e que, através desta nossa proposta artística, vão criar uma espécie de diálogo com aqueles que chegaram a este território”, explicou Romulos Neagu.</p>



<p>O responsável considerou que se trata de “momentos de cumplicidade” a revelarem “uma generosidade muito grande, porque na maioria são pessoas amadoras” e “têm essa coragem, essa disponibilidade, de falar sobre elas utilizando a linguagem artística”.</p>



<p>“Vamos para as ruas ao encontro das pessoas. Esperamos que as pessoas nos recebam bem”, sublinhou.</p>



<p>A bienal será encerrada no dia 31 com “Arte sem fronteiras”, que cruza a música clássica com a urbana e junta alunos do Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão aos artistas Sinho, Dj-Ganso e MC Ghoya.</p>



<p>“What’s Beyond That Border” envolve pessoas de nacionalidade portuguesa, chinesa, ucraniana, moçambicana, angolana, cabo-verdiana, argentina, brasileira, inglesa, espanhola, romena e francesa.</p>



<p>O presidente das Obras Sociais de Viseu, José Carreira, sublinhou a importância de ter uma resposta multidisciplinar para os desafios sociais, que envolva também a arte e a cultura.</p>



<p>“Não vale a pena querermos resolver problemas antigos com as mesmas receitas. Não vai funcionar. Hoje temos novos desafios para os quais estamos pouco ou quase nada preparados e, se tivermos mais ferramentas, podemos usá-las”, considerou.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viseu-sera-palco-de-dialogos-artisticos-e-sociais-a-partir-de-quinta-feira/">Viseu será palco de diálogos artísticos e sociais a partir de quinta-feira</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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