<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Saúde - Jornal do Centro</title>
	<atom:link href="https://www.jornaldocentro.pt/noticias/saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jornaldocentro.pt</link>
	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 May 2026 10:07:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/07/fav-icon.png</url>
	<title>Saúde - Jornal do Centro</title>
	<link>https://www.jornaldocentro.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Unidade móvel de saúde m Viseu durante dois dias  para detetar fatores de risco</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/unidade-movel-de-saude-m-viseu-durante-dois-dias-para-detetar-fatores-de-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 10:07:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=120024</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma unidade móvel vai a partir de hoje percorrer 16 localidades do país com serviços de avaliação de saúde e aconselhamento farmacêutico, contribuindo para detetar de forma precoce fatores de risco da população e melhorar a literacia em saúde. A iniciativa, que vai percorrer o país durante dois meses, sai para a estrada em Chaves, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/unidade-movel-de-saude-m-viseu-durante-dois-dias-para-detetar-fatores-de-risco/">Unidade móvel de saúde m Viseu durante dois dias  para detetar fatores de risco</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma unidade móvel vai a partir de hoje percorrer 16 localidades do país com serviços de avaliação de saúde e aconselhamento farmacêutico, contribuindo para detetar de forma precoce fatores de risco da população e melhorar a literacia em saúde.</p>



<p>A iniciativa, que vai percorrer o país durante dois meses, sai para a estrada em Chaves, onde vai estar hoje e terça-feira, dando continuidade a um projeto do género iniciado em Espanha, nomeadamente em Madrid e na Catalunha.</p>



<p>Este mês, o projeto da Sandoz vai passar pelas localidades de Maia (07 e 08), Braga (11 e 12), Aveiro (14 e 15), Santo Tirso (18 e 19), Viseu (21 e 22) e Leiria (25 e 26).</p>



<p>Em junho, a unidade móvel de saúde vai passar pelo Porto (01 e 02), Viana do Castelo (08 e 09), Lisboa (11 e 12), Lagos (15 e 16), Almancil (18 e 19), Covilhã (22 e 23), Algés – no concelho de Oeiras – (25 e 26) e termina em Matosinhos, onde estará nos dias 30 de junho e 01 de julho.&nbsp;</p>



<p>Entre os serviços disponibilizados estão a avaliação do risco cardiovascular, saúde metabólica, respiratória, venosa, digestiva, óssea e da pele, bem como rastreios específicos e testes rápidos.&nbsp;</p>



<p>A experiência do utente inclui “um percurso estruturado”, desde a triagem inicial até à revisão de resultados, com aconselhamento personalizado e eventual encaminhamento médico, explica a organização, em comunicado.</p>



<p>O projeto pretende responder a desafios crescentes no sistema de saúde, como o aumento das doenças crónicas, a baixa literacia em saúde, a falta de adesão à terapêutica e as desigualdades no acesso a cuidados.&nbsp;</p>



<p>Paralelamente, o projeto “Sandoz em Marcha” aposta na capacitação dos profissionais de farmácia, através de um programa educacional acreditado, que combina formação teórica com aplicação prática no terreno.&nbsp;</p>



<p>Além de reforçar competências dos profissionais de saúde envolvidos, a iniciativa pretende igualmente gerar evidência real sobre as necessidades das populações.</p>



<p>A iniciativa é desenvolvida em parceria com grupos de farmácias e conta com o envolvimento de parceiros locais, incluindo autarquias, associações de doentes, meios de comunicação social e entidades como a Plataforma Saúde em Diálogo, potenciando o seu impacto junto das comunidades.</p>



<p>Citada em comunicado, a diretora comercial da Sandoz Iberia, Fenia Makrydaki, sublinha que esta campanha “valoriza o papel da farmácia na proximidade e no acompanhamento dos doentes, reforçando o papel do farmacêutico para além da dispensa como &#8216;agente-chave&#8217; na prevenção e no acesso precoce, direto e personalizado à saúde”.</p>



<p>A campanha visa ainda gerar indicadores concretos de impacto, como o número de utentes abrangidos, situações de risco identificadas, níveis de satisfação e melhoria da compreensão das condições de saúde, contribuindo para a evolução dos serviços farmacêuticos.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/unidade-movel-de-saude-m-viseu-durante-dois-dias-para-detetar-fatores-de-risco/">Unidade móvel de saúde m Viseu durante dois dias  para detetar fatores de risco</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial da Atividade Física: mexer para viver melhor!</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/dia-mundial-da-atividade-fisica-mexer-para-viver-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 08:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119455</guid>

					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Atividade Física, importa recordar que o movimento é um dos pilares fundamentais da saúde. A inatividade física constitui, atualmente, um dos principais fatores de risco para a mortalidade global, estando associada ao aumento de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, determinados tipos de cancro e perturbações da saúde mental. Apesar disso, estima-se [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/dia-mundial-da-atividade-fisica-mexer-para-viver-melhor/">Dia Mundial da Atividade Física: mexer para viver melhor!</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Atividade Física, importa recordar que o movimento é um dos pilares fundamentais da saúde. A inatividade física constitui, atualmente, um dos principais fatores de risco para a mortalidade global, estando associada ao aumento de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, determinados tipos de cancro e perturbações da saúde mental. Apesar disso, estima-se que cerca de 31% das pessoas adultas a nível mundial não cumprem os níveis mínimos recomendados de atividade física.</p>



<p>A atividade física define-se como qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos, que implique gasto de energia. Isto inclui não apenas o exercício estruturado, mas também atividades do quotidiano, como caminhar, subir escadas, realização de tarefas domésticas ou deslocações ativas. Desta forma, todo o movimento conta, e mesmo pequenas mudanças podem ter um impacto significativo na sua saúde. Os benefícios da prática regular de atividade física são amplos e bem documentados. Ao nível cardiovascular, promove a redução da pressão arterial e do risco de enfarte agudo do miocárdio e de acidente vascular cerebral. Metabolicamente, melhora o controlo glicémico, ou seja, diminui os níveis de açúcar no sangue, contribuindo para a prevenção da obesidade e da diabetes. Para além disso, apresenta efeitos positivos na saúde mental, reduzindo sintomas de ansiedade e depressão e promovendo o bem-estar geral. Também desempenha um papel importante na manutenção da massa muscular, da densidade óssea e da capacidade funcional, particularmente relevante no envelhecimento saudável.</p>



<p>No que respeita às recomendações, a Organização Mundial da Saúde estabelece que as pessoas adultas devem realizar entre 150 a 300 minutos semanais de atividade física aeróbia de intensidade moderada, ou 75 a 150 minutos de intensidade vigorosa, podendo ainda combinar ambas. Paralelamente, é aconselhada a realização de exercícios de fortalecimento muscular envolvendo os principais grupos musculares, pelo menos, dois dias por semana.</p>



<p>É igualmente importante compreender as diferentes intensidades de atividade física. A atividade moderada corresponde a esforços que aumentam a frequência cardíaca e respiratória de forma percetível, como caminhar a passo acelerado ou andar de bicicleta em terreno plano. Já a atividade vigorosa implica um esforço mais intenso, com respiração acelerada e dificuldade em manter uma conversa, como correr ou praticar desportos competitivos. Ambas são benéficas, sendo a sua escolha dependente da condição física e das preferências individuais.</p>



<p>Outro aspeto fundamental é a redução do comportamento sedentário. Permanecer longos períodos na posição sentada — seja no trabalho, em deslocações ou em frente a ecrãs — está associado a consequências negativas para a saúde, independentemente da prática de exercício físico. Assim, recomenda-se interromper regularmente os períodos de inatividade, adotando pequenas pausas ativas ao longo do dia.</p>



<p>Importa também sublinhar que a prática de atividade física deve ser adaptada a cada pessoa. Pessoas com doenças crónicas, idosas ou com limitações funcionais beneficiam igualmente de exercício, desde que devidamente orientado. De facto, qualquer quantidade de atividade física é melhor do que nenhuma, sendo o aumento gradual da intensidade e duração uma estratégia segura e eficaz.</p>



<p>Neste dia, o desafio é simples: mexa-se mais!</p>



<p>Caminhe, suba escadas, pratique um desporto ou simplesmente reduza o tempo sentado. Pequenos passos, quando consistentes, traduzem-se em grandes ganhos na saúde. Afinal, investir na atividade física é investir numa vida mais longa, mais saudável e com melhor qualidade.</p>



<p></p>



<p><em><strong>Carolina Frade Moreira, Médica IFE de Medicina Geral e Familiar na USF Grão Vasco, em colaboração com a UCC Viseense</strong></em></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/dia-mundial-da-atividade-fisica-mexer-para-viver-melhor/">Dia Mundial da Atividade Física: mexer para viver melhor!</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viver mais e melhor: o impacto de um acompanhamento próximo em todas as fases da vida</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/viver-mais-e-melhor-o-impacto-de-um-acompanhamento-proximo-em-todas-as-fases-da-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 14:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119478</guid>

					<description><![CDATA[<p>Viver mais anos exige um olhar atento à saúde em cada etapa, muito antes de surgirem as primeiras patologias. Para o doente, a autonomia e o bem-estar dependem de um acompanhamento contínuo, da infância à idade adulta, assente na prevenção e na proximidade. Na Unidade da Família do Hospital CUF Viseu, cada pessoa encontra uma [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viver-mais-e-melhor-o-impacto-de-um-acompanhamento-proximo-em-todas-as-fases-da-vida/">Viver mais e melhor: o impacto de um acompanhamento próximo em todas as fases da vida</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Viver mais anos exige um olhar atento à saúde em cada etapa, muito antes de surgirem as primeiras patologias. Para o doente, a autonomia e o bem-estar dependem de um acompanhamento contínuo, da infância à idade adulta, assente na prevenção e na proximidade. Na Unidade da Família do Hospital CUF Viseu, cada pessoa encontra uma resposta que valoriza o seu historial e contexto familiar, garantindo que os cuidados são articulados entre as várias especialidades, médicas e técnicas, ao longo de toda a vida. No Dia Mundial da Saúde, João Neto, coordenador de Medicina Geral e Familiar no Hospital CUF Viseu, explica como esta abordagem personalizada é decisiva para quem procura um envelhecimento ativo e saudável</strong></p>



<p></p>



<p><strong>Qual o papel da Medicina Geral e Familiar na gestão da saúde ao longo das várias fases da vida?</strong></p>



<p>A Medicina Geral e Familiar é, por excelência, a especialidade que acompanha as pessoas em todas as etapas das suas vidas, desde a fase pré-natal até ao envelhecimento. Cabe-nos a nós, especialistas desta área, garantir um apoio longitudinal a quem nos procura e assumirmo-nos como aliados na promoção da saúde, bem como na abordagem de eventuais doenças que surjam.</p>



<p><strong>De que forma o acompanhamento integrado de toda a família, com respostas para os desafios individuais de cada idade, facilita a prevenção da doença?&nbsp;</strong></p>



<p>Sendo o indivíduo um produto do seu meio, é essencial compreendermos o ambiente familiar de cada pessoa que seguimos. Na Medicina Geral e Familiar, temos o privilégio de acompanhar os vários elementos dos agregados familiares, percebendo os seus papéis e relações, bem como as necessidades de cada um, na fase da vida em que se encontram – seja na infância ou adolescência (Saúde Infantil), seja na idade adulta (Saúde de Adultos), ou em situações mais específicas como a gravidez (Saúde Materna). Este é o objetivo da Unidade da Família do Hospital CUF Viseu. Adaptamos formas de trabalhar específicas a cada uma destas etapas, otimizando a promoção da saúde ao longo da vida.&nbsp;</p>



<p><strong>Qual a importância de uma boa articulação entre a Medicina Geral e Familiar e as outras especialidades?&nbsp;</strong></p>



<p>A nossa especialidade marca, muitas vezes, o primeiro contacto dos doentes com os cuidados de saúde. Somos, frequentemente, os responsáveis pela avaliação e acompanhamento iniciais, quando surge um problema. No entanto, há várias situações em que se justifica uma abordagem mais diferenciada, pelo que servimos também de elemento referenciador para outras especialidades médicas e cirúrgicas. Queixas relativas à saúde digestiva, por exemplo, podem ser seguidas na Unidade da Família, numa primeira instância, mas, se for necessário, fazemos uma referenciação para Gastroenterologia. O mesmo acontece relativamente a sinais, sintomas ou mesmo doenças de áreas como a Cardiologia, Pneumologia, entre outras. Na Unidade da Família, esta colaboração direta com outras especialidades permite que o doente beneficie de um saber especializado e de uma resposta multidisciplinar sempre que a sua condição de saúde o exija.</p>



<p><strong>No acompanhamento das doenças crónicas, contexto em que a vigilância próxima é especialmente importante, qual a mais-valia da Unidade da Família?</strong></p>



<p>Para além da promoção da saúde, a nossa Unidade também procura dar resposta às necessidades das pessoas com doenças crónicas já estabelecidas. A Medicina Geral e Familiar pode assegurar o acompanhamento de patologias respiratórias, cardiometabólicas, entre outras. Em paralelo, sempre que necessário, promovemos a articulação com outras especialidades médicas ou técnicas. Temos ao dispor consultas de Diabetes e Hipertensão, por exemplo, de maneira a providenciarmos um acompanhamento adequado a quem apresenta estas patologias.</p>



<p><strong>Tendo em conta que a vida se prolonga, hoje, por mais tempo, a Medicina Geral e Familiar pode tornar-se decisiva na prevenção, ou pelo menos no controlo, das doenças que, tipicamente, surgem com o envelhecimento?</strong></p>



<p>A Medicina Geral e Familiar tem mesmo de ser, a meu ver, a grande responsável por essa missão. Não seguimos apenas doentes com patologias estabelecidas. Acompanhamos pessoas em todas as fases das suas vidas e, desta forma, é nosso dever promover a saúde, de maneira a que vivam da melhor forma possível, nomeadamente nas últimas décadas. Nessa fase final, vamos, inevitavelmente, colher os frutos do que procurámos construir antes, em termos de prevenção.</p>



<p><strong>A propósito do Dia Mundial da Saúde, que mensagem gostaria de dirigir à população da região de Viseu, sobre a importância de uma atenção regular sobre a saúde?</strong></p>



<p>Gostaria de relembrar que é da responsabilidade de cada um ser proativo em relação à sua própria saúde. Não só quando estamos doentes, mas também quando é necessário tomar atitudes preventivas. No entanto, devemos igualmente ter em mente que os profissionais de saúde que nos acompanham são aliados fiéis neste caminho, que será mais fácil de percorrer se o fizermos com o seu apoio. Na Unidade de Família do Hospital CUF Viseu, estamos empenhados em ser esse apoio, todos os dias, para quem nos procura.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viver-mais-e-melhor-o-impacto-de-um-acompanhamento-proximo-em-todas-as-fases-da-vida/">Viver mais e melhor: o impacto de um acompanhamento próximo em todas as fases da vida</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Febre nas crianças: quando procurar observação urgente?</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/febre-nas-criancas-quando-procurar-observacao-urgente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 12:59:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119397</guid>

					<description><![CDATA[<p>A febre é muitas vezes um sintoma preocupante para os pais, mas na maioria das vezes é apenas um sinal de que o organismo está a combater uma infeção. O que decide a urgência de observação não é só o número no termómetro: é sobretudo a observação do comportamento da criança e a presença de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/febre-nas-criancas-quando-procurar-observacao-urgente/">Febre nas crianças: quando procurar observação urgente?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A febre é muitas vezes um sintoma preocupante para os pais, mas na maioria das vezes é apenas um sinal de que o organismo está a combater uma infeção. O que decide a urgência de observação não é só o número no termómetro: é sobretudo a observação do comportamento da criança e a presença de sinais de alerta.&nbsp;</p>



<p>A febre é uma resposta do organismo a uma infeção, que faz aumentar a temperatura corporal. Contudo, para que esta resposta seja interpretada corretamente, é importante saber como avaliá-la, consoante a idade da criança.&nbsp;Nos primeiros&nbsp;três&nbsp;meses de vida, o mais recomendável é&nbsp;medir a temperatura retal, com&nbsp;termómetros&nbsp;adequados, e a&nbsp;partir desta idade,&nbsp;medir&nbsp;a temperatura axilar com termómetro digital. A&nbsp;avaliação da&nbsp;temperatura timpânica, bucal e frontal não deve ser&nbsp;utilizada&nbsp;em crianças pequenas.</p>



<p>Temperaturas acima de 39 e 39.5ºC ou temperaturas que não descem com a medicação para a febre tornam-se mais preocupantes, mas mais importante ainda é o comportamento da criança e os sinais associados.&nbsp;</p>



<p>Quando deve procurar ajuda médica imediatamente? Deve fazê-lo perante uma febre que não desce com a medicação ou situações em que, mesmo sem febre, a criança persiste sem brincar, ficando ”murchinha”. É igualmente urgente qualquer pico de febre em bebés pequeninos abaixo dos 3 meses, bem como a presença de dificuldade em respirar, respiração muito rápida com cansaço, ou lábios e unhas arroxeados. Esteja atento a sinais como sonolência excessiva, dificuldade em acordar, choro inconsolável, ou se o bebé recusar totalmente a mama ou o biberão. Deve ainda procurar ajuda imediata em caso de convulsão ou se notar manchas na pele que surgem nas primeiras horas de febre ou manchas vermelhas que não desaparecem à pressão digital (petéquias) em qualquer altura. Por fim, valorize vómitos repetidos, a recusa completa de líquidos durante algumas horas ou sinais de desidratação (menos urina, boca seca, sonolência), assim como dores intensas e persistentes, dificuldade em mobilizar um membro ou alteração da marcha, e situações em que a criança deixa de caminhar ou brincar.</p>



<p>Quando pode vigiar em casa? Como regra prática, pode fazê-lo se a criança brinca em alguns momentos, mantém contacto, aceita líquidos e tem urina. Se não notar nenhum dos sinais de alarme referidos, geralmente pode vigiar em casa durante 24 a 48 horas com medidas de suporte, sabendo que em qualquer momento que surja um sinal de alarme deve procurar de imediato uma observação pediátrica.</p>



<p>Em casa, é fundamental oferecer líquidos com frequência e vestir a criança de forma leve e confortável. Deve usar o antipirético para aliviar o desconforto e não para “normalizar” a temperatura a todo o custo, garantindo sempre as doses adequadas. É importante evitar o arrefecimento com banho frio, álcool, ventoinhas ou compressas para baixar a febre. Deve ainda registar as horas, as temperaturas e a medicação administrada.</p>



<p>Se tiver dúvidas em situação de febre mais prolongada, ou se notar algum sinal de alarme entre em contacto com o seu pediatra ou médico assistente ou procure uma observação pediátrica urgente.&nbsp;</p>



<p><strong>Ana Silva Rodrigues, coordenadora de Pediatria no Hospital CUF Viseu e no Hospital CUF Coimbra</strong></p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/febre-nas-criancas-quando-procurar-observacao-urgente/">Febre nas crianças: quando procurar observação urgente?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Colonoscopia na prevenção do cancro colorretal: um exame que salva vidas</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/colonoscopia-na-prevencao-do-cancro-colorretal-um-exame-que-salva-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 14:49:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=118728</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cancro do intestino grosso e do reto, também conhecido como cancro colorretal, continua a ser uma das principais causas de doença oncológica em Portugal. É atualmente o segundo cancro mais frequente em homens e mulheres, com cerca de 10 mil novos diagnósticos por ano. Neste mês de março, em que se assinala o Mês [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/colonoscopia-na-prevencao-do-cancro-colorretal-um-exame-que-salva-vidas/">Colonoscopia na prevenção do cancro colorretal: um exame que salva vidas</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cancro do intestino grosso e do reto, também conhecido como cancro colorretal, continua a ser uma das principais causas de doença oncológica em Portugal. É atualmente o segundo cancro mais frequente em homens e mulheres, com cerca de 10 mil novos diagnósticos por ano. Neste mês de março, em que se assinala o Mês Europeu do Cancro do Colorretal, conhecido como “Março Azul”, importa reforçar uma mensagem essencial: este é um dos cancros mais evitáveis e tratáveis, quando detetado precocemente.</p>



<p>Ao contrário de muitos outros cancros, o cancro colorretal apresenta habitualmente uma evolução lenta, a partir de pólipos que podem demorar vários anos a transformar-se em cancro. Esta característica proporciona uma oportunidade valiosa de intervenção precoce.</p>



<p>Ainda assim, na prática clínica, é frequente encontrar pessoas que acabam por “desperdiçar” esta janela de oportunidade. Em alguns casos, por desconhecimento. Noutros, pelo receio de eventuais complicações ou receio da anestesia. Importa esclarecer que se trata de um exame muito seguro, realizado diariamente em milhares de pessoas.&nbsp;</p>



<p>Outra das principais razões para o adiamento do exame é o facto de não existirem queixas. A verdade é que, nas fases iniciais, o cancro colorretal é frequentemente silencioso. Quando surgem sintomas, a doença costuma já estar numa fase avançada, com um impacto muito maior na saúde e na qualidade de vida.</p>



<p>Mesmo nos casos em que já existe cancro, a colonoscopia desempenha um papel fundamental. Permite não só a identificação precisa das lesões, como a sua marcação, um passo essencial para um planeamento cirúrgico mais eficaz e seguro. Por outro lado, nos casos em que o tumor provoca obstrução do intestino, pode proceder-se, durante o exame, à colocação de próteses intestinais, desbloqueando o intestino e evitando cirurgias urgentes. Consegue-se, assim, um tratamento mais seguro, organizado e planeado.</p>



<p>Atualmente, o rastreio do cancro colorretal, através de colonoscopia, é recomendado a partir dos 45 anos – uma idade que tem vindo a ser progressivamente antecipada devido ao aumento da incidência da doença em pessoas mais jovens. Estima-se que, até 2030, cerca de 15% dos novos diagnósticos de cancro colorretal ocorram em pessoas com menos de 55 anos.</p>



<p>No Mês Europeu do Cancro do Colorretal, a mensagem é clara: não adiar o rastreio nem esperar pelo aparecimento de sintomas. A deteção precoce salva vidas e está ao alcance de todos.&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/colonoscopia-na-prevencao-do-cancro-colorretal-um-exame-que-salva-vidas/">Colonoscopia na prevenção do cancro colorretal: um exame que salva vidas</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial da Audição: “A surdez não é apenas um problema da idade avançada”, alerta especialista do Hospital CUF Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/dia-mundial-da-audicao-a-surdez-nao-e-apenas-um-problema-da-idade-avancada-alerta-especialista-do-hospital-cuf-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 09:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=118597</guid>

					<description><![CDATA[<p>Da infância à idade adulta, a surdez pode instalar-se de forma silenciosa e progressiva, com impacto profundo na comunicação, na aprendizagem e na qualidade de vida. A boa notícia é que a deteção precoce, o acompanhamento médico regular e os avanços da medicina permitem hoje prevenir, tratar e reabilitar grande parte das perdas auditivas. A [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/dia-mundial-da-audicao-a-surdez-nao-e-apenas-um-problema-da-idade-avancada-alerta-especialista-do-hospital-cuf-viseu/">Dia Mundial da Audição: “A surdez não é apenas um problema da idade avançada”, alerta especialista do Hospital CUF Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Da infância à idade adulta, a surdez pode instalar-se de forma silenciosa e progressiva, com impacto profundo na comunicação, na aprendizagem e na qualidade de vida. A boa notícia é que a deteção precoce, o acompanhamento médico regular e os avanços da medicina permitem hoje prevenir, tratar e reabilitar grande parte das perdas auditivas. A propósito do Dia Mundial da Audição, que se assinala a 3 de março, Marques dos Santos, Coordenador de Otorrinolaringologia no Hospital CUF Viseu explica porque devemos cuidar da audição ao longo de toda a vida e como uma equipa especializada e multidisciplinar garante uma resposta completa ao doente, apoiada na mais recente inovação tecnológica.</p>



<p><strong>A surdez é associada apenas à idade avançada?</strong></p>



<ol class="wp-block-list"></ol>



<p>Não. Embora a perda auditiva seja mais frequente com o envelhecimento, há muito tempo que a surdez não é apenas considerada um problema da idade avançada. A população preocupa-se e valoriza cada vez mais a sua audição, como um bem a preservar, pois uma normal audição vem definir a qualidade de vida para o futuro. É, assim, crucial continuar a alertar para a prevenção e tratamento das doenças que provocavam a surdez.</p>



<p><strong>Que cuidados devem existir ao longo da vida? </strong></p>



<ol start="2" class="wp-block-list"></ol>



<p>Os cuidados devem começar logo na gestação e no período neonatal. A infeção por citomegalovírus (CMV) merece particular atenção, devendo ser investigada e despistada ainda na gravidez e à nascença. O tratamento de uma infeção por CMV, deve ser logo iniciado no primeiro mês de vida. Assim, podem ser evitadas formas graves e progressivas de surdez. Posteriormente na infância, devemos estar atentos às perdas auditivas por otites serosas, muitas vezes chamadas de otites silenciosas (quando existe líquido atrás do tímpano) e, logo de seguida na juventude, à baixa audição por sequelas de otites de repetição. Na idade adulta, não podemos também esquecer as perdas auditivas por exposição prolongada ao ruído no local de trabalho ou o hábito de ouvir música com um volume muito alto. Em idades mais avançadas, pode surgir a perda auditiva, por vezes significativa, e exigir correção com aparelhos auditivos (próteses acústicas). Além do benefício na audição, está comprovada a eficácia dos aparelhos auditivos no retardar da demência. </p>



<p><strong>A consulta regular de Otorrinolaringologia deve fazer parte da vigilância de saúde?</strong></p>



<ol start="3" class="wp-block-list"></ol>



<p>Sim, o acompanhamento regular pelo Otorrinolaringologista é indispensável na prevenção e despiste da surdez. Nas crianças, essa avaliação deve ser realizada antes da entrada para a escola e, nos adultos, sempre que o próprio ou os seus familiares suspeitem de alterações na audição.&nbsp;</p>



<p>Nas crianças, a perda de audição interfere diretamente com o desenvolvimento da linguagem e com a aprendizagem. As dificuldades escolares nem sempre estão relacionadas com a capacidade intelectual da criança, mas sim de défice auditivo &#8211; ou mesmo visual &#8211; que pode passar despercebido. No adulto, a perda de audição pode comprometer o seu desempenho profissional e ter um impacto significativo na vida pessoal, familiar e social da pessoa.</p>



<p><strong>Quando se confirma uma perda auditiva, que opções de tratamento existem </strong></p>



<ol start="5" class="wp-block-list"></ol>



<p><strong>atualmente?</strong></p>



<p>Caso se confirme o diagnóstico de perda auditiva, a&nbsp;solução poderá ser medicamentosa, cirúrgica ou&nbsp;através deaparelhos auditivos convencionais.&nbsp;As cirurgias para correção da perda auditiva são procedimentos altamente diferenciados, que exigem equipas especializadas em Otorrinolaringologia com treino específico em cirurgia do ouvido. São intervenções tecnicamente exigentes, uma vez que envolvem estruturas milimétricas e decorrem na proximidade de estruturas nobres, como o nervo facial e o ouvido interno, que devem ser cuidadosamente preservadas.</p>



<p><strong>Que inovações têm surgido nesta área?</strong></p>



<ol start="6" class="wp-block-list"></ol>



<p>As inovações têm-se concentrado, sobretudo, no aperfeiçoamento dos implantes auditivos e no avanço técnico dos mesmos. Isto acontece quer nos implantes cocleares, que permitem restaurar parcialmente a audição em pessoas com surdez profunda ou severa, bem como nos restantes implantes colocados cirurgicamente e, ainda, nos aparelhos auditivos convencionais.&nbsp;</p>



<p><strong>De que forma o Hospital CUF Viseu assegura uma resposta completa nesta área?</strong></p>



<ol start="7" class="wp-block-list"></ol>



<p>No Hospital CUF Viseu, a patologia do ouvido é acompanhada por uma equipa experiente e diferenciada, preparada para diagnosticar e tratar diversas doenças auditivas com recurso a tecnologia avançada. Privilegiamos uma abordagem multidisciplinar, fundamental na Otorrinolaringologia, uma vez que um diagnóstico correto e um tratamento eficaz dependem da intervenção de uma equipa multiprofissional. Trabalhamos em estreita colaboração com audiologistas, não só na área da surdez, mas também nas doenças do equilíbrio. O contributo da Terapia da Fala é igualmente essencial para assegurar bons resultados na recuperação e no adequado desenvolvimento da fala.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/dia-mundial-da-audicao-a-surdez-nao-e-apenas-um-problema-da-idade-avancada-alerta-especialista-do-hospital-cuf-viseu/">Dia Mundial da Audição: “A surdez não é apenas um problema da idade avançada”, alerta especialista do Hospital CUF Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cancro oral: quando o diagnóstico precoce faz toda a diferença</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/cancro-oral-quando-o-diagnostico-precoce-faz-toda-a-diferenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 11:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=116558</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cancro oral é uma das doenças oncológicas em que o diagnóstico precoce mais influencia o resultado. Apesar da boca ser facilmente observável, a maioria dos casos continuam a ser identificados tardiamente. Quando o tumor é detetado numa fase inicial, os tratamentos tendem a ser menos invasivos, a taxa de cura é elevada e o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cancro-oral-quando-o-diagnostico-precoce-faz-toda-a-diferenca/">Cancro oral: quando o diagnóstico precoce faz toda a diferença</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cancro oral é uma das doenças oncológicas em que o diagnóstico precoce mais influencia o resultado. Apesar da boca ser facilmente observável, a maioria dos casos continuam a ser identificados tardiamente. Quando o tumor é detetado numa fase inicial, os tratamentos tendem a ser menos invasivos, a taxa de cura é elevada e o impacto na fala, mastigação e qualidade de vida é significativamente menor.&nbsp;</p>



<p>Os fatores de risco estão bem estabelecidos: tabaco e álcool são responsáveis pela maioria dos tumores da cavidade oral e os efeitos combinados aumentam ainda mais o risco. A exposição solar excessiva é um fator relevante para o desenvolvimento do cancro do lábio. Reduzir ou eliminar comportamentos de risco continua a ser a medida preventiva mais eficaz.&nbsp;</p>



<p>Lesões persistentes como úlceras que não cicatrizam em duas a três semanas e manchas brancas (leucoplasias) ou vermelhas (eritroplasias) são sinais de alerta que muitas vezes passam despercebidos. A tendência para normalizar sintomas leva a que o diagnóstico só seja feito quando o cancro interfere com funções essenciais, como comer ou falar.&nbsp;</p>



<p>O atraso no diagnóstico tem consequências importantes. Tumores avançados exigem cirurgias mais extensas, tratamentos combinados e acarretam maior probabilidade de complicações e sequelas, como dificuldades de alimentação, limitação da abertura da boca e alterações nervosas. O tempo entre o aparecimento dos sintomas e a referenciação para um especialista pode impactar significativamente a recuperação e a qualidade de vida.&nbsp;</p>



<p>Apesar destes desafios, a mensagem é positiva: o cancro oral é tratável e, quando identificado precocemente, apresenta um bom prognóstico. A vigilância é simples e acessível. Devemos observar a boca regularmente, estar atento a lesões persistentes e procurar um médico especialista em Cirurgia Maxilofacial para diagnóstico e respetivo planeamento do tratamento.&nbsp;</p>



<p>A boca tende a manifestar sinais quando algo não está bem. Reconhecer esses sinais a tempo pode transformar por completo o percurso de tratamento e recuperação.</p>



<p><strong><em>João Melo Oliveira, médico especialista em Cirurgia Maxilofacial no Hospital CUF Viseu</em></strong></p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cancro-oral-quando-o-diagnostico-precoce-faz-toda-a-diferenca/">Cancro oral: quando o diagnóstico precoce faz toda a diferença</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preparar o Futuro: Consulta Pré-Concecional</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/preparar-o-futuro-consulta-pre-concecional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 13:55:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=116459</guid>

					<description><![CDATA[<p>A gravidez é um dos momentos mais aguardados pelos casais. Sendo um momento tão importante requer também uma preparação cuidadosa para o efeito, uma vez que a preparação e planeamento adequados farão toda a diferença para que o casal, a grávida e o futuro bebé tenham um processo de gravidez saudável, tranquilo e sem complicações. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/preparar-o-futuro-consulta-pre-concecional/">Preparar o Futuro: Consulta Pré-Concecional</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez é um dos momentos mais aguardados pelos casais. Sendo um momento tão importante requer também uma preparação cuidadosa para o efeito, uma vez que a preparação e planeamento adequados farão toda a diferença para que o casal, a grávida e o futuro bebé tenham um processo de gravidez saudável, tranquilo e sem complicações.</p>



<p>Um estudo recente da Universidade Fernando Pessoa identificou que a grande maioria dos elementos da amostra estudada dão muita importância à consulta pré-concecional, contudo, apenas um terço destes tem real perceção de todos os benefícios que esta consulta pode trazer, o que revela uma necessidade de motivar e sensibilizar a população em idade fértil para os benefícios do planeamento de uma gravidez em geral e das consultas pré-concecionais em particular.</p>



<p>A consulta pré-concecional tem como objetivo ajudar o casal a preparar uma gravidez saudável. Todas as pessoas em idade reprodutiva, em particular, as que tenham doenças genéticas, doenças crónicas, infeções ou que façam uso regular de medicação devem ser alertadas para a importância de planear a gravidez e de receber cuidados pré-concecionais adequados, mesmo que só pensem em engravidar a longo prazo. Esta consulta deve acontecer antes de interromper o método contracetivo e deve ser agendada uma segunda consulta para avaliar os resultados dos exames realizados e acompanhar as medidas recomendadas.</p>



<p>Durante a primeira consulta, o médico procura conhecer a história clínica do casal (doenças, medicação, plano vacinal), identificando possíveis fatores de risco que possam afetar a mãe ou o bebé e emitir recomendações sobre cuidados a ter antes da gravidez. Os profissionais de saúde avaliam o estilo de vida dos futuros pais, promovendo uma alimentação equilibrada, a prática de atividade física regular e reforçam a importância de deixar de consumir tabaco, álcool e outras substâncias nocivas. É ainda feito um exame físico completo, com avaliação do peso, pressão arterial e é ainda realizada observação ginecológica, aproveitando para atualizar o rastreio do cancro do colo do útero, se necessário. São também pedidas análises de sangue e urina, bem com outros exames para garantir que está tudo bem. É também, neste momento, que deve ser iniciada a suplementação com ácido fólico e na ausência de doença da tiroide, iodo.&nbsp;O ácido fólico é crucial para prevenir defeitos do tubo neural, enquanto o iodo é essencial para o desenvolvimento cerebral do feto e para a função da tiroide da mãe.</p>



<p>Na segunda consulta serão avaliados os resultados analíticos, adotando medidas para corrigir os valores alterados.</p>



<p>Em suma, a consulta pré-concecional é essencial, permitindo a identificação e correção precoce de fatores de risco, como doenças crónicas, infeções, exposições medicamentosas ou ambientais, assim como a otimização do estado nutricional, vacinal e psicológico do casal, com particular ênfase na suplementação de ácido fólico e iodo, controlo do peso, cessação tabágica e eliminação do consumo de álcool e outras substâncias que provocam malformações fetais. A avaliação genética, quando indicada, e o rastreio oncológico oportunístico reforçam a prevenção multifacetada, enquanto a participação ativa do pai promove uma parentalidade partilhada e informada, essencial para o sucesso da gestação e do puerpério.</p>



<p>Apelamos então que todos os casais que pretendam engravidar procurem esta orientação especializada junto da sua equipa de saúde familiar antes de interromper a contraceção.</p>



<p>Planear a gravidez é um passo tão importante como o de engravidar!</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="118" height="152" data-id="116460" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/12/unnamed-1.jpg" alt="" class="wp-image-116460"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="172" height="172" data-id="116462" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/12/unnamed-2.jpg" alt="" class="wp-image-116462" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/12/unnamed-2.jpg 172w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/12/unnamed-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 172px) 100vw, 172px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="130" height="153" data-id="116461" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/12/unnamed.jpg" alt="" class="wp-image-116461"/></figure>
</figure>



<p>Carolina Morais, Médica IFE de Medicina Geral e Familiar na USF Grão Vasco, Ana Teresa Pinho e Renata Ribeiro, Médicas IFE de Medicina Geral e Familiar na USF Viriato, em colaboração com a UCC Viseense</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/preparar-o-futuro-consulta-pre-concecional/">Preparar o Futuro: Consulta Pré-Concecional</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Centro da Criança e do Adolescente do Hospital CUF Viseu: uma resposta diferenciada para todas as necessidades de saúde</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/centro-da-crianca-e-do-adolescente-do-hospital-cuf-viseu-uma-resposta-diferenciada-para-todas-as-necessidades-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Nov 2025 09:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=116132</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ana Rodrigues Silva, coordenadora do Centro da Criança e do Adolescente do Hospital CUF Viseu, explica em entrevista como o Hospital CUF Viseu assegura uma resposta pediátrica completa, desde o pré-natal até à adolescência, com diversas valências e subespecialidades, respondendo desdes as situações mais simples às mais complexas A primeira consulta com o pediatra deve, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/centro-da-crianca-e-do-adolescente-do-hospital-cuf-viseu-uma-resposta-diferenciada-para-todas-as-necessidades-de-saude/">Centro da Criança e do Adolescente do Hospital CUF Viseu: uma resposta diferenciada para todas as necessidades de saúde</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Rodrigues Silva, coordenadora do Centro da Criança e do Adolescente do Hospital CUF Viseu, explica em entrevista como o Hospital CUF Viseu assegura uma resposta pediátrica completa, desde o pré-natal até à adolescência, com diversas valências e subespecialidades, respondendo desdes as situações mais simples às mais complexas</p>



<p></p>



<p><strong>A primeira consulta com o pediatra deve, idealmente, acontecer ainda antes do nascimento da criança</strong><strong>?</strong></p>



<p>Sim, cada vez mais, na Pediatria moderna, faz sentido o primeiro contacto com o Pediatra ser ainda na fase pré-natal. Há três motivos para o primeiro contacto com o pediatra ocorrer ainda na fase pré-natal. Primeiro, algumas situações da gravidez exigem orientação pós-natal precoce e que&nbsp;devem ainda ser detetadas pelo Pediatra na fase pré-natal. Segundo, a primeira consulta do bebé normalmente ocorre entre o 7.º e o 15.º dia de vida, permitindo preparar os pais para os primeiros cuidados, rastreios, vigilância necessária, preparação para sinais de alarme da saúde do bebé, entre outros. Por último, referir que, durante a gravidez, o foco acaba por estar na gravidez propriamente dita, mas há várias dúvidas que os pais têm sobre o bebé e que nos trazem nesta consulta, sendo de importância essencial.</p>



<p>Deve ser realizada sempre que os pais assim considerem útil, mas o mais habitual é entre as 32 e as 36 semanas.&nbsp;</p>



<p><strong>Com que regularidade devem ser feitas as consultas de Pediatria?&nbsp;</strong></p>



<p>As consultas de Pediatria e Saúde Infantil, devem ser realizadas sempre que o bebé precise e os pais tenham dúvidas ou preocupações. Ainda assim, há idades-chave, ou seja, momentos em que se recomenda que o bebé ou criança tenham uma observação médica para&nbsp;<em>check up</em>&nbsp;de crescimento, desenvolvimento e rastreio de situações que podem ocorrer mais frequentemente nestes&nbsp;<em>timmings</em>. Numa fase inicial são mais frequentes, sendo que a primeira&nbsp;consultadeve ocorrer até aos 7 dias de vida. A partir daí recomenda-se consulta no 1º mês, aos 2,&nbsp;4, 6, 9 e 12 meses. A partir do 1º&nbsp;ano, recomenda-se pelo menos observação aos 15, 18 e 24 meses e partir daí com uma periodicidade anual, mas pelo menos aos 4, 5, 6-7 anos, 8, 10, 12-13 anos e uma última consulta entre os 15 e os 18 anos.&nbsp;</p>



<p><strong>Que situações merecem observação imediata por um médico?&nbsp;</strong></p>



<p>Qualquer situação aguda que preocupe os pais deve ser motivo de observação pediátrica. Ainda assim há sinais de alarme, perante os quais esta observação deve ser urgente, como por exemplo: febre elevada ou persistente que não cede a antipiréticos; alteração do comportamento da criança; manchas no corpo (exantemas), particularmente quando surgem numa fase inicial da febre; dificuldade respiratória ou tosse persistente; recusa alimentar ou vómitos em bebés com menos de três meses. Nestas situações deve ser procurada observação pediátrica de imediato.&nbsp;</p>



<p><strong>Como está estruturada a resposta no Centro da Criança e do Adolescente n</strong><strong>o&nbsp;</strong><strong>Hospital CUF Viseu?&nbsp;</strong></p>



<p>O&nbsp;Centro da&nbsp;Criança e do&nbsp;Adolescente do Hospital CUF Viseu tem a sua resposta&nbsp;distribuída em duas áreas de atuação fundamentais: o&nbsp;Atendimento Não Programado Pediátrico&nbsp;para situações agudas urgentes, que funciona diariamente com equipa pediátrica de urgência. E, ainda,&nbsp;as consultas programadas, isto é, as consultas de vigilância de Pediatria em idades chave.&nbsp;Disponibiliza, ainda,&nbsp;uma valência suplementar:&nbsp;a&nbsp;vigilância&nbsp;pediátrica aos doentes internados em fase pós-cirúrgica, em que garantimos que todas as crianças submetidas a qualquer procedimento&nbsp;cirúrgico&nbsp;no Hospital CUF Viseu têm disponível um pediatra 24 horas por dia, em proximidade, no Hospital, para&nbsp;vigilância&nbsp;pós-cirúrgica, controlo de dor, monitorização de complicações, de forma a reforçar a segurança clínica da intervenção&nbsp;cirúrgica&nbsp;em idade pediátrica.&nbsp;</p>



<p>No Hospital CUF Viseu existem diversas&nbsp;valências e subespecialidades, permitindo&nbsp;à população&nbsp;de Viseu e localizações próximas&nbsp;encontrar&nbsp;uma resposta clínica diferenciada, à semelhança dos grandes centros populacionais.&nbsp;Destaco as consultas de&nbsp;Endocrinologia Pediátrica, Neuropediatria, Gastroenterologia Pediátrica, Hepatologia Pediátrica, Cardiologia Pediátrica, Desenvolvimento,&nbsp;Medicina do&nbsp;Adolescente,&nbsp;Imunoalergologia Pediátrica e consulta pré-natalcom pediatra. Asseguramos, ainda, resposta ao nível de&nbsp;Pedospquiatria, Psicologia Infantil, Ortopedia Pediátrica, Oftalmologia Pediátrica, Otorrinolaringologia, Cirurgia Pediátrica, entre outras especialidades.&nbsp;</p>



<p><strong>Em idade escolar as perturbações da aprendizagem e do neurodesenvolvimento são frequentes. A que sinais devem os pais e professores estar atentos?&nbsp;</strong></p>



<p>Em idade escolar é mais frequente a perturbação de hiperatividade e défice de atenção, estando descrita em cerca de 10% das crianças em idade escolar seguida das perturbações específicas de aprendizagem, como a dislexia por exemplo, estando presente em 5 a 15% das crianças.&nbsp;</p>



<p>Habitualmente os desvios são detetados na consulta de Pediatria ou na escola. Portanto, diria que o mais importante será manter a vigilância pediátrica regular e contacto frequente com a escola. Ainda assim, os pais devem estar atentos a sinais de alarme na área, que estão dependentes da faixa etária. De forma global, destaco alguns sinais de alarme a que podem estar atentos. Na área da linguagem, em qualquer idade, os pais devem preocupar-se se houver regressão da linguagem ou perda de palavras, ausência de reação a sons ou ao nome, principalmente se houver histórico de otites de repetição ou comunicação restrita ao contacto ocular ou gestos numa fase em que deveria haver já linguagem verbal. Na idade escolar, estar mais atentos a perda frequente de material escolar, incapacidade de terminar tarefas ou manter a concentração mesmo em situações quotidianas, desorganização marcada, entre outras.&nbsp;</p>



<p>Em qualquer uma destas situações recomendamos que os pais procurem a ajuda de um pediatra com diferenciação em Neurodesenvolvimento.&nbsp;</p>



<p><strong>Quanto à saúde dos adolescentes, como deve ser vigiada?&nbsp;</strong></p>



<p>A adolescência é uma fase de grandes mudanças do ponto de vista bio-psico-social. Muitas vezes nesta fase é mais difícil a vigilância parental uma vez que o adolescente começa a ter alguma autonomia no seu quotidiano.&nbsp;</p>



<p>Na CUF, privilegiamos que os adolescentes sejam observados em consulta de adolescência, uma consulta diferente de uma consulta de Pediatria habitual, realizada por um Pediatra com diferenciação nesta área. Diria que é a melhor forma de os pais estarem atentos. Contudo, se surgirem comportamentos sugestivos de perturbação do comportamento alimentar, se notarem alteração no humor de forma consistente ou diálogo alterado neste âmbito, perturbações do sono ou comportamentos de risco, devem procurar ajuda médica. Mas o ideal será manter uma vigilância regular em consultas de Medicina de Adolescência.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/11/Equipa-de-Pediatria-CUF-Viseu-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-116134" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/11/Equipa-de-Pediatria-CUF-Viseu-1024x683.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/11/Equipa-de-Pediatria-CUF-Viseu-300x200.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/11/Equipa-de-Pediatria-CUF-Viseu-768x512.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/11/Equipa-de-Pediatria-CUF-Viseu.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Equipa de Pediatria da CUF Viseu</figcaption></figure><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/centro-da-crianca-e-do-adolescente-do-hospital-cuf-viseu-uma-resposta-diferenciada-para-todas-as-necessidades-de-saude/">Centro da Criança e do Adolescente do Hospital CUF Viseu: uma resposta diferenciada para todas as necessidades de saúde</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pneumonia mata 16 pessoas por dia em Portugal</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/pneumonia-mata-16-pessoas-por-dia-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 12:42:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=115355</guid>

					<description><![CDATA[<p>A pneumonia mata em média 16 pessoas por dia em Portugal, país que tem uma das mais elevadas taxas de mortalidade por pneumonia da Europa, alertou hoje a Sociedade Portuguesa de Pneumologia. Em comunicado para assinalar o Dia Mundial da Pneumonia, que se celebra a 12 de novembro, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) adiantou [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/pneumonia-mata-16-pessoas-por-dia-em-portugal/">Pneumonia mata 16 pessoas por dia em Portugal</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pneumonia mata em média 16 pessoas por dia em Portugal, país que tem uma das mais elevadas taxas de mortalidade por pneumonia da Europa, alertou hoje a Sociedade Portuguesa de Pneumologia.</p>



<p>Em comunicado para assinalar o Dia Mundial da Pneumonia, que se celebra a 12 de novembro, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) adiantou que a pneumonia continua a ser a principal causa de mortalidade respiratória no país.</p>



<p>Segundo a mesma fonte, a doença é responsável por, “aproximadamente, 4,2% da mortalidade do país” e apresenta uma das taxas de mortalidade mais elevadas da Europa, “com valores superiores a 57 mortes por 100 mil habitantes”.&nbsp;</p>



<p>De acordo com a SPP, no ano de 2023 foram registados cerca de 5.042 óbitos por pneumonia, um aumento em relação ao ano anterior.</p>



<p>Dados do Instituto Nacional de Estatística indicam que em 2022 morreram 4.488 pessoas por pneumonia em Portugal, o que representa 3,6% da mortalidade ocorrida nesse ano no país.</p>



<p>“Esta mortalidade elevada está relacionada com o envelhecimento da população, o elevado número de comorbilidades e fatores de risco, como o tabagismo e a imunossupressão”, explicou a médica pneumologista e coordenadora da Comissão do Trabalho de Infecciologia Respiratória da SPP, Pilar Azevedo, citada no comunicado.&nbsp;</p>



<p>A coordenadora acrescenta ainda que a pneumonia “representa um importante problema de saúde pública, dada a sua associação com longos períodos de internamento hospitalar e elevados custos”.&nbsp;</p>



<p>Segundo a SPP, a pneumonia é responsável por cerca de 80 internamentos hospitalares diários, tendo os doentes internados em média 76,8 anos.</p>



<p>A maioria dos doentes “apresenta pelo menos uma comorbilidade e 8,9% têm três ou mais comorbilidades associadas”.&nbsp;</p>



<p>Os grupos de maior risco incluem idosos com idade igual ou superior a 65 anos, crianças (especialmente com idade inferior a dois anos), doentes crónicos, doentes oncológicos em tratamento, fumadores e doentes com história de alcoolismo.&nbsp;</p>



<p>“Estes grupos têm também maior probabilidade de desenvolver complicações graves, como insuficiência respiratória, sépsis e consequente morte, caso a pneumonia não seja tratada precocemente”, sublinhou Pilar Azevedo.</p>



<p>Pilar Azevedo alerta ainda para os principais sintomas a que a população deve estar atenta, entre os quais febre alta persistente e calafrios, tosse produtiva (especialmente com expetoração purulenta, amarelada, esverdeada ou com sangue) e dificuldade respiratória com sensação de falta de ar.</p>



<p>A coordenadora destaca também os sintomas de dor no peito ao respirar fundo ou tossir, cansaço extremo, sudorese intensa, perda do apetite, confusão mental (principalmente em idosos, podendo ser um sinal precoce de gravidade), incapacidade de permanecer ativo e a piora rápida dos sintomas.</p>



<p>Como medidas preventivas para “minimizar o impacto epidemiológico da pneumonia”, Pilar Azevedo recomenda a vacinação antipneumocócica, a vacinação contra gripe anual, a promoção da higiene respiratória e das mãos para diminuir a transmissão, o combate ao tabagismo e ao consumo excessivo de álcool e a educação pública sobre o reconhecimento dos sintomas da pneumonia e a necessidade de recorrer ao médico.&nbsp;</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/pneumonia-mata-16-pessoas-por-dia-em-portugal/">Pneumonia mata 16 pessoas por dia em Portugal</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
