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Professora de Armamar é finalista do prémio conhecido como “Nobel da educação”

Cândida Sarabando, que leciona Física e Química na Escola Básica e Secundária Gomes Teixeira, é um dos 10 docentes que chegaram à reta final do concurso Global Teacher Prize Portugal

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 Professora de Armamar é finalista do prémio conhecido como “Nobel da educação”

Há uma professora de Armamar entre os finalistas do Global Teacher Prize Portugal 2025. Cândida Sarabando, que leciona Física e Química na Escola Básica e Secundária Gomes Teixeira, é um dos 10 docentes que chegaram à reta final do concurso que premeia professores que se destacam pelo trabalho junto dos alunos.

Segundo a organização do concurso, Cândida Sarabando – que acredita que a escola é “o motor do território” – tem promovido práticas educativas que “cruzam a ciência com a cidadania, o currículo com a realidade e a escola com o mundo”.

“O seu trabalho é guiado pelos princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, focando no pensamento crítico, na colaboração, na criatividade e no sentido de responsabilidade. A sala de aula é um espaço dinâmico e seguro, onde errar é parte do processo e refletir é tão importante como acertar”, pode ler-se na nota do Global Teacher Prize.

A finalista recusa acreditar que os desafios da interioridade limitam o acesso a experiências científicas, culturais e que o contexto geográfico condiciona os sonhos dos seus alunos.

Licenciada em Engenharia Química, mestre em Ensino de Física e Química e doutorada em Didática das Ciências, Cândida Sarabando é também cofundadora e coordenadora do GOMA, clube Ciência Viva do Agrupamento Gomes Teixeira, e da ARMA-Sci – Associação de Promoção do Capital Científico de Armamar.

As duas entidades organizam iniciativas como “Bioblitz por Armamar” e “Noite Europeia dos Investigadores”, promovendo a educação em ciências em contextos rurais e aproximando a ciência das comunidades locais.

Além dos alunos, a influência de Cândida Sarabando também se estende a colegas e instituições “com práticas partilhadas em formações, publicações científicas e congressos internacionais”, acrescenta o Global Teacher Prize.

Por isso, a docente é reconhecida dentro e fora da escola e de “diversas formas”, através da participação de centenas de pessoas nas diferentes iniciativas que ajuda a organizar e de parcerias com várias instituições.

Caso vença o prémio, Cândida Sarabando quer alargar o projeto “Ciência em Movimento”, que visa democratizar o acesso à literacia científica e tecnológica em contextos rurais e adquirir uma unidade móvel para levar ciência a escolas e instituições sem laboratórios. Além disso, também quer reforçar o GOMA com novos equipamentos e investir na formação de professores.

Também entre os finalistas do Global Teacher Prize estão Alfredo Gomes (Portimão), Ana Margarida Martins (Bombarral), Carla Maia (Maia), Cristina Janicas (Coimbra), Isabel Lagarto de Brito (Porto), Joana Duarte (Fornos de Algodres; também leciona na Escola Superior de Educação de Viseu), José Hermínio Oliveira (Leiria), Nádia Bastos (Vila Nova de Gaia) e Sandra Campelos (Vila Nova de Gaia).

Na edição deste ano, o Global Teacher Prize Portugal recebeu 170 candidaturas, um aumento de 34 por cento face à edição anterior. As candidaturas vieram de todas as zonas do país, incluindo distritos do continente e ilhas. A maioria dos candidatos leciona no ensino básico (52 por cento) e em escolas públicas (73%). Os finalistas apurados são professores que “se destacaram no contributo para o desenvolvimento dos jovens, para a comunidade e para a profissão”, refere a organização.

O prémio é dirigido a todos os docentes que exerçam a profissão desde o pré-escolar ao 12.º ano e é a versão nacional do prémio mundial Global Teacher Prize, também chamado de “Nobel da educação”, estando presente em mais de 120 países.

O docente vencedor recebe 30 mil euros para poder promover o seu método de ensino entre a comunidade escolar.

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