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Zonas industriais mais fortes, mais produtividade

 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
29.10.23
fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
29.10.23
Fotografia: Jornal do Centro
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 Zonas industriais mais fortes, mais produtividade
É a indústria transformadora que na região Viseu Dão Lafões mais contribui para a produtividade desta região, de acordo com os dados recolhidos pelo INE e trabalhados pela Regional Economics, e é nos concelhos com zonas industriais mais fortes e com grandes empresas que essa produtividade se concentra. A produtividade é a eficiência com que os recursos de uma economia (trabalho, produtos intermédios, capital) são convertidos em produto final pelas empresas, pelos sectores e pela economia em geral. Como tal, afeta não só os custos de produção e os preços, bem como a quantidade total e a qualidade dos bens e serviços produzidos. Apesar da simplicidade associada à definição do conceito de produtividade, a sua medição pode apresentar alguns desafios. A produtividade do trabalho avalia a eficiência com que a força de trabalho é utilizada no processo produtivo, sendo determinada pelo volume de produto final por unidade de trabalho utilizada. A produtividade do trabalho é calculada pelo INE dividindo o valor acrescentado bruto pelo número de horas trabalhadas. O valor acrescentado bruto de uma empresa é o valor da produção vendida deduzido do custo dos consumos intermédios como, por exemplo, os custos com matérias-primas, energia, contratação de serviços externos, pagamento de seguros, etc. O VAB (Valor Acrescentado Bruto) mede a riqueza gerada pela empresa sendo, na essência, calculado como a diferença entre o valor bruto da produção e os consumos intermédios (custos das mercadorias, matérias-primas e subsidiárias, fornecimentos e serviços externos). Apesar da desaceleração no crescimento, a produtividade cresceu desde 1995, tanto em Portugal como na área do euro, havendo, no entanto, alguns períodos de divergência.
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