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A Guarda Nacional Republicana (GNR) detetou, ao longo de 2025, um total de 72.770 veículos a circular sem inspeção técnica obrigatória, o que corresponde a uma média de cerca de 200 infrações por dia. No distrito de Viseu, foram registados 3.443 casos.
Segundo a GNR, “esta fiscalização visa garantir que os veículos que circulam nos principais eixos rodoviários cumprem as condições técnicas legalmente exigidas, assegurando a segurança do próprio utilizador e dos restantes utentes da via”.
Os dados indicam que os distritos do Porto (10.212) e Lisboa (8.117) concentraram cerca de 25% das infrações registadas em 2025. No eixo Norte — que inclui Porto, Braga e Aveiro — foram identificadas 32% das viaturas sem inspeção.
No distrito de Viseu, o número total de infrações atingiu 3.443 ao longo do ano, com maior incidência nos primeiros meses. Janeiro (337) e fevereiro (333) foram os períodos com mais registos.
A GNR sublinha que “as inspeções técnicas assumem uma relevância crítica na segurança rodoviária, pois permitem verificar periodicamente as condições de funcionamento de sistemas vitais e aprovar alterações estruturais”.
A mesma fonte acrescenta que a problemática “acentua-se em veículos que circulam após acidentes de viação sem confirmação das condições de segurança ou que não realizaram inspeções extraordinárias após avarias graves nos sistemas de direção, suspensão ou travagem”.
Já em 2026, até 23 de março, foram detetados 17.073 veículos em situação irregular. No distrito de Viseu, registaram-se 882 infrações neste período, com destaque para os meses de janeiro (296) e fevereiro (298).
As infrações dizem respeito, sobretudo, a veículos que não realizaram inspeções periódicas obrigatórias, não foram submetidos a inspeções extraordinárias após avarias graves ou circularam após acidentes sem verificação das condições de segurança.
A GNR recorda ainda os prazos legais para inspeção, referindo que “nos ligeiros de passageiros, a primeira inspeção deve ser realizada antes de perfazer quatro anos após a data da primeira matrícula”, passando depois a periodicidade a ser bienal e, posteriormente, anual.
A GNR afirma que “o estado do veículo constitui um fator determinante para a segurança rodoviária”, e integra os critérios de risco no patrulhamento.
A força de segurança acrescenta que “o objetivo não é apenas sancionar, mas sobretudo sensibilizar e informar”, reforçando o compromisso com a prevenção e a segurança nas estradas.