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O Ministério Público (MP) está a investigar uma queixa apresentada pela Autoridade Marítima Nacional (AMN) sobre o batelão ‘Plutão’, que há nove anos está abandonado no rio Douro, em Cinfães, revelou à Lusa o tribunal local.
A queixa da AMN deu entrada no tribunal de Cinfães em 12 de março após ter expirado o prazo exigido por aquela autoridade à empresa para a apresentação de um plano de remoção do barco de extração de areia, explicou à Lusa o comandante adjunto da Capitania do Douro, Pedro Cervaens.
Segundo Pedro Cervaens, ”no âmbito da instrução do inquérito podem ser definidas algumas medidas, entre as quais que alguma entidade estatal poderá ter de remover o navio, a expensas do Estado, e depois, claro, correrá o processo devido para o Estado ser ressarcido pelo proprietário do montante de despesa”.
Em resposta hoje enviada à Lusa, o tribunal de Cinfães confirmou estar o MP a investigar a situação.
O barco encontra-se abandonado no troço entre Magrelos (Marco de Canaveses, distrito do Porto) e Espadanedo (Cinfães, distrito de Viseu).
Em fevereiro, quando a situação foi denunciada, a Lusa falou com o diretor de operações da empresa proprietária do batelão, a Sociedade de Extração de Agregados, David Gomes, que revelou que, no decurso da primavera, a embarcação seria recuperada, após o que seguiria para o rio Tejo, para voltar a trabalhar na extração de areia.
“O objetivo é levar o batelão para o Tejo, para trabalhar na zona da Póvoa de Santa Iria”, disse, precisando que isso seria feito “na primavera, depois de feitas as reparações no estaleiro da Inersel, no outro lado do rio onde está atualmente”, revelou, então, o responsável da empresa.
Perante os novos dados, a Lusa tentou hoje obter uma atualização da parte de David Gomes, mas até ao momento não foi possível.