No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
O primeiro-ministro defendeu que a Star Institute em Viseu, que hoje inaugurou, é um modelo do que o governo tem para o país, ou seja, aposta na tecnologia e inovação com ligação ao setor empresarial privado.
“Esta estratégia enquadra-se naquilo que vejo. Vejo aqui a aposta na tecnologia, na inovação, na ligação umbilical entre o conhecimento, a ciência, a investigação e as empresas e aplicar aquilo que é o fruto do aprofundamento da pesquisa e do resultado da investigação que se faz”, defendeu Luís Montenegro.
Neste sentido, justificou a decisão de untar tudo num só Ministério, a Educação, Ciência e Inovação, “muito questionado na altura”, mas “foi precisamente por isto”, por feitos como o Star Institute que disse “não ter separado” as áreas de governação.
Ou seja, “é o sistema educativo estar absolutamente ligado ao sistema científico e o sistema científico estar absolutamente ligado à inovação e a inovação estar ligada à economia, ser aplicada na prática”.
“As empresas estarem dentro das instituições de ensino e as instituições de ensino estarem dentro das empresas. É esse o modelo que nós temos para Portugal”, argumento o primeiro-ministro.
Com isso o líder do governo disse que só pode ter “satisfação, esperança e confiança” e “é assim que o país pode aproveitar as oportunidades, pode reter o seu talento e atrair outro, que faz falta também”.
“É assim que o país pode ser uma referência como é, felizmente, na tecnologia e na inovação e ainda pode ser melhor. A nossa performance pode, efetivamente, melhorar. E isso também passa pelo investimento público? Passa, mas também passa pela confiança dos agentes privados, pelas empresas, pelos agentes locais, passa por todos”, afirmou.
Luís Montenegro falava em Viseu, na inauguração do Star Institute, situado no Campus do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), e que resulta de um investimento de 3,5 milhões de euros (ME) para o edifício, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
A Star Institute começou a laborar há meio ano e conta, atualmente com 25 colaboradores, envolve cerca de 40 pessoas, tem duas ‘start up’ ligadas à inteligência artificial e à cibersegurança e presta serviços a 20 empresas.
“E, dentro de um ano e pouco, queremos crescer em cerca de 50%”, desejou o presidente da Star Institute, Elísio Oliveira.
Esta incubadora, indicou o responsável, resulta de um consórcio de 36 entidades em que estão incluídas empresas que representam mais de cinco mil milhões de faturação anual.