No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
A estabilização dos solos, a proteção das linhas de água e a recuperação da vegetação são as principais intervenções identificadas como urgentes pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) na sequência do incêndio que, no início de julho, percorreu os concelhos de Vouzela, Tondela, Oliveira de Frades e Águeda e consumiu cerca de 13 mil hectares.
As conclusões constam do Relatório de Estabilização de Emergência (REE), apresentado numa reunião de trabalho que juntou os municípios dos três concelhos mais diretamente envolvidos neste incêndio.
De acordo com o relatório, as intervenções de estabilização de emergência são particularmente importantes após grandes incêndios rurais, devendo ser articuladas entre o ICNF, os municípios e as restantes entidades com responsabilidades no território.
Segundo o executivo de Tondela, a apresentação do REE constitui “uma etapa para definir as prioridades e avançar com intervenções destinadas a proteger as populações, infraestruturas e valores naturais das zonas afetadas, procurando garantir uma recuperação mais segura e resiliente”.
A reunião contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Tondela, Carla Antunes Borges, dos vereadores das câmaras de Vouzela e Oliveira de Frades, Marco Dias e José Luís Lima, respetivamente, dos coordenadores municipais de Proteção Civil dos três concelhos e de representantes da Direção Regional do ICNF.
O incêndio teve início em Vouzela, a 2 de julho, e alastrou aos concelhos de Tondela, Oliveira de Frades e Águeda, afetando uma área total estimada em cerca de 13 mil hectares.
No concelho de Tondela, a União de Freguesias de São João do Monte e Mosteirinho foi a única zona administrativa atingida pelas chamas, com uma área ardida de aproximadamente 1.500 hectares.