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Bombeiros Voluntários de Viseu mais próximos da população aguardam “almofada” financeira da autarquia

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
21.07.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
21.07.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Bombeiros Voluntários de Viseu mais próximos da população aguardam “almofada” financeira da autarquia

Está para breve a assinatura do protocolo de apoio financeiro entre a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viseu e a Câmara Municipal.

Numa altura em que a corporação está mais próxima da população, com a criação de dois destacamentos, resta agora chegar a “almofada” da autarquia para fazer face às dificuldades financeiras.

Segundo Carlos Costa, presidente da AHBVV, os mais recentes destacamentos já estão a dar frutos.

“Temos muito mais disponibilidade para chamadas, seja de socorro, acidentes ou outras situações. Temos manifestado este acréscimo de trabalho. Colocamos as equipas em três pontos, quer no nosso quartel em Rio de Loba, quer na freguesia de Côta e no centro da cidade, com várias valências. O destacamento de Côta teve já várias intervenções, até primeiras intervenções, como situações com moradores onde a nossa intervenção ajudou a estabilizar até à chegada de uma ambulância, que demora cerca de meia hora. Este serviço de proximidade está a mostrar que foi uma opção correta e está a “dar frutos”, assegurou.

Carlos Costa diz que já reuniram com a autarquia e que têm a garantia de que em breve o protocolo estará fechado.

“Já vamos a meio do ano, o nosso trabalho não parou e a autarquia também nos quer apoiar, certamente. Tivemos já duas reuniões para discutir o protocolo e uma última, na semana passada, para afinar o texto final, que deve reunir consenso. Perspetiva-se para estes dias a assinatura do protocolo e a sua concretização”, afirmou.

Carlos Costa assegura que estas dificuldades com a tesouraria não é uma situação nova. “A maior parte de receitas que fazemos decorrem do serviço de transporte de doentes não urgentes, que fazemos para o Ministério da Saúde, seja para ARC, hospitais, IPO ou outras, e cada entidade tem o seu próprio cronograma. Por exemplo, fazemos o transporte de um doente hoje e só vamos receber seis a oito meses depois, às vezes até um ano. E depois há a questão do combustível que não é revisto desde 2012, e basta ver as subidas de preços das últimas semanas para perceber que não há aqui justiça. Para fazer de almofada temo-nos socorrido de algumas operações financeiras e também o apoio da autarquia”, destacou.

Ao Jornal do Centro, a autarquia também confirmou as reuniões e que o pagamento, na totalidade, será feito até agosto.
“O que combinamos com os bombeiros, porque era para ser em tranches e vamos pagar tudo junto, pois sabemos que se atravessam momentos mais complicados e por isso faremos o pagamento em agosto”, assegurou Conceição Azevedo, presidente da Câmara de Viseu.

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