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A eutanásia foi de novo aprovada no Parlamento. A morte medicamente assistida mereceu o voto a favor de 128 deputados. Votaram contra 88 parlamentares e houve cinco abstenções. Estes votos dizem respeito ao projeto-lei do Partido Socialista, que mereceu a maior aprovação relativamente às restantes propostas.
Os deputados eleitos por Viseu tiveram votos diferentes à proposta socialista. Quatro aprovaram, três votaram contra e houve uma abstenção. Por bancada, no PS, João Paulo Rebelo, Lúcia Silva e José Rui Cruz votaram a favor, enquanto João Azevedo optou pela abstenção. No PSD, só Hugo Carvalho votou a favor do diploma. Guilherme Almeida, Cristiana Ferreira e Hugo Maravilha votaram contra.
Os restantes projetos lei sobre o tema da morte assistida foram aprovados (Iniciativa Liberal, Bloco de Esquerda e PAN). Já o referendo, proposto pelo Chega, foi chumbado.