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O presidente da Câmara de Viseu deu como exemplo o dinheiro que a autarquia já gastou no Bairro 1.º de Maio para demonstrar o que pode acontecer “se não se tiver cuidado com a transferência de competências”.
Ao dar conhecimento, em reunião do executivo, de que a Câmara investiu 174 mil euros na renovação das caixilharias em 40 fogos de habitação neste local, o autarca lembrou que a Câmara foi obrigada a “herdar” um bairro que era da Segurança Social e que desde então já ali foram gastos mais de meio milhão de euros.
“Se a Câmara não tiver cuidado com a transferência de competências isto é o que nos espera. A autarquia recebe coisas que na altura não fazem grande mossa e depois ao longo do tempo é isto e mais aquilo e numa despesa que não estava inicialmente prevista, passa a ter encargos com significado”, apontou Fernando Ruas.
O autarca fez questão de frisar que não está em causa o direito da população em ter uma habitação digna e que também não se pode dizer que Viseu “não trata bem a sua comunidade mais necessitada”.
Aproveitou para reforçar que esta empreitada agora adjudicada vai melhorar as condições de desempenho energético das habitações, assim como desenvolver o conforto térmico e garantir o equilíbrio das condições de comodidade de residência no Concelho.
“A qualidade da habitação e o conforto na “Melhor Cidade para Viver” devem ser os mesmos para todos e o investimento na habitação social tem que ser uma missão da autarquia, hoje e no futuro”, disse o autarca.
Construído pela Segurança Social em 1969, o Bairro 1º Maio abrange 163 fogos habitacionais, 40 dos quais são propriedade do Município de Viseu e que têm sido alvo de diversas intervenções ao longo dos anos, tais como, arranjos exteriores, fornecimento de tintas para pintura dos prédios, substituição de coberturas e recuperação das fachadas.