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A concelhia do PSD em Cinfães mostra-se “preocupado” com os problemas no serviço de urgência básica (SUB) do concelho, que tem nas últimas semanas.
Os sociais-democratas, que são oposição na Câmara, dizem que a população não tem sido informada dos horários em que a urgência local está fechada.
“Depois de, em janeiro, ter sido divulgado o horário em que o SUB de Cinfães estaria encerrado, e de garantias que a situação era pontual e que estaria a ser resolvida, os cinfanenses têm sentido o encerramento também durante o atual mês de fevereiro. Esta situação contraria as informações prestadas pelo município, que garantiam a resolução do problema”, afirma o PSD Cinfães.
O partido refere ainda que a falta de informação aumenta de forma significativa a gravidade da situação “uma vez que muitos cinfanenses perdem tempo até ao nosso Centro de Saúde e, depois, veem-se obrigados a deslocarem-se para outras unidades de saúde, quando se deparam com o serviço de urgência fechado”.
Por isso, o PSD considera que é “essencial” que os horários de funcionamento do SUB sejam divulgados à população, tendo já pedido ao executivo da Câmara de Cinfães que o faça “enquanto estes constrangimentos se verificarem”.
A urgência básica de Cinfães tem estado encerrada durante vários períodos desde o início do ano. Em janeiro, a Câmara justificou esta situação com a falta de recursos humanos e com “questões burocráticas”, nomeadamente a não renovação dos contratos de alguns médicos que terminaram a 31 de dezembro último.
O município então presidido por Armando Mourisco, que entretanto suspendeu o mandato por fazer parte da lista do PS para as legislativas de 10 de março em Viseu, referiu ainda que contactou os profissionais que aguardavam a renovação do contrato de trabalho e que estes se mostraram “disponíveis para assegurar, de imediato, o serviço no SUB de Cinfães”.
A autarquia acrescentava que teve também conhecimento que havia médicos recém-aposentados que “demonstraram disponibilidade para assegurar turnos na escala do SUB de Cinfães”. A Câmara pediu à direção executiva do Serviço Nacional de Saúde “a resolução urgente desta situação” no SUB.