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Viseu com 1 172 euros de ganho médio mensal

 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
23.11.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
23.11.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Viseu com 1 172 euros de ganho médio mensal

O salário médio anual ajustado a tempo inteiro dos trabalhadores na União Europeia teve, em 2023, um aumento homólogo de 6,5% para os 37.900 euros, com Portugal no 18.º lugar, com 22.933 euros, divulgou o Eurostat. 

Fique aqui a conhecer qual o salário médio mensal no concelho de Viseu e o posicionamento com o país em mais uma infografia Regional Economics.

 Viseu com 1 172 euros de ganho médio mensal

De acordo com os dados publicados pelo serviço estatístico da UE, os salários médios anuais ajustados a tempo inteiro mais elevados foram apresentados pelo Luxemburgo (81.100 euros), seguido pela Dinamarca (67.600) e a Irlanda (58.700).

No extremo oposto, com os menores salários, estão a Bulgária (13.500 euros), a Hungria (16.900 euros) e a Grécia (17.000 euros).

Portugal está no 18.º lugar entre os 27 Estados-membros com um salário médio anual ajustado a tempo inteiro de 22.933, que se compara com os 21.131 apresentado em 2022.

E em Portugal, a CGTP apontou que “muitas empresas e serviços” continuam a discriminar mulheres e homens no salário para funções semelhantes, apesar da lei, e alertou que a subvalorização do trabalho das mulheres reflete-se na reforma, perpetuando as desigualdades.

A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens (CIMH) da CGTP-IN realçou, em comunicado, que “a lei existe, mas não é respeitada por muitas empresas e serviços que preferem manter uma cultura de discriminação ao pagar salários diferentes a homens e mulheres que desempenham funções profissionais equivalentes”.

A confederação destacou que, segundo os dados oficiais, a remuneração base média das mulheres é inferior à dos homens em mais de 13%.

Já quando se compara o ganho médio mensal (remuneração base, prémios e subsídios regulares) a diferença ultrapassa os 16%.

“A subvalorização do trabalho das mulheres e a discriminação salarial refletem-se no baixo valor das pensões de reforma, perpetuando as desigualdades e o empobrecimento ao longo da vida”, alertou aquela estrutura.

Segundo a CIMH/CGTP-IN, ainda persistem os baixos salários nas atividades e profissões maioritariamente desempenhadas por mulheres, bem como as desigualdades de tratamento e de oportunidades no acesso e na evolução da carreira profissional e as discriminações com origem em estereótipos, incluindo os relacionados com a maternidade. 

“A precariedade generaliza-se, com salários inferiores, afetando, particularmente as jovens trabalhadoras”, vincou.

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