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A distribuição e restauração venderam entre janeiro e setembro 984 milhões de euros de vinho

Já este ano, até setembro, os Estados Unidos são o destino número um em valor das exportações de vinho nacional, de acordo com os dados do IVV

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 Quinta de vinhos em Lamego comprada por grupo francês
01.12.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Quinta de vinhos em Lamego comprada por grupo francês
01.12.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 A distribuição e restauração venderam entre janeiro e setembro 984 milhões de euros de vinho

“Em valor, distribuição e restauração venderam 984 milhões de euros, um crescimento de 19% face a 2023 [período homólogo]”, adiantou Maria João Real Dias, diretora do Departamento de Estudos e Apoio à Internacionalização do IVV, no Fórum Anual dos Vinhos de Portugal, iniciativa da ViniPortugal.

Esta responsável ressalvou que não estão contabilizadas desde março último as vendas da Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, por isso, relativamente a este grupo, trata-se de uma estimativa.

No total, de janeiro a setembro, distribuição e restauração venderam 213 milhões de litros de vinho, um crescimento de 3,6% comparado com o período homólogo de 2023.

“O volume está sobretudo concentrado na distribuição e podemos dizer que cerca de 68% do volume da distribuição em 2024 gera 41% de valor” neste ano, adiantou Maria João Real Dias.

E como o aumento em valor é superior ao volume, há “um aumento expressivo de 14,8% em termos de preço médio”, declarou.

Por outro lado, a diretora do Departamento de Estudos e Apoio à Internacionalização do IVV apontou que nas vendas, “quer em volume, quer em valor, há uma prevalência do vinho tinto”.

“Em valor, destacamos o crescimento das vendas de vinho tinto, branco e rosé. (…) Em termos de preço médio, o melhor posicionado, ou seja, aquele que apresenta um preço médio mais elevado, é o rosé”, observou.

Sobre as exportações de vinho, de 2010 a 2023, Portugal aumentou as exportações em cerca de 51%, ficando no ano passado na oitava posição em volume entre os 10 principais exportadores mundiais.

“Há uma forte dinâmica de aumento da nossa iniciativa exportadora”, afiançou.

Já de 2022 para 2023, assiste-se “a uma quebra de cerca 1,5% em valor, ou seja, de 939 milhões de euros para 925 milhões de euros”.

Destes 925 milhões de euros, “47% correspondem a valor gerado de exportação de vinhos tranquilos” (os que não são fortificados) e “32,6% gerado de venda de exportação de Vinho do Porto”, referiu a responsável do IVV.

Quanto aos principais mercados de exportação em valor no ano passado são França (a gerar 103 milhões de euros), seguindo-se os Estados Unidos da América e Reino Unido.

Já este ano, até setembro, os Estados Unidos são o destino número um em valor das exportações de vinho nacional, de acordo com os dados do IVV.

O presidente do IVV, Bernardo Gouvêa, disse à Lusa que, apesar de se estar a “atravessar um período difícil, muito desafiante ao nível nacional, europeu e mundial, com problemas de conjuntura importantes e algumas questões estruturais, designadamente devido à deterioração de alguns mercados e à perda de consumo”, há “sinais muito positivos de que os vinhos portugueses podem continuar a crescer”. 

“Há segmentos de consumo que estão a crescer”, salientou, apontando “novos tipos de vinhos para diferentes tipologias de consumo, como vinhos biológicos, vinhos com menor grau alcoólico, vinhos de alta qualidade, de nichos de mercado, vinhos brancos, vinhos espumantes”.

Para Bernardo Gouvêa, “o setor continua a ter um futuro muito promissor se os operadores e todas as entidades do setor continuarem a reforçar a sua aposta no que é a diferenciação dos vinhos portugueses”.

“Isso é que é muito importante, não perder o foco na diferenciação”, acrescentou o presidente do IVV.

A distribuição e restauração venderam entre janeiro e setembro 984 milhões de euros de vinho, um crescimento de 19% face ao período homólogo de 2023, divulgou hoje o Instituto da Vinha e do Vinho (IVV).

“Em valor, distribuição e restauração venderam 984 milhões de euros, um crescimento de 19% face a 2023 [período homólogo]”, adiantou Maria João Real Dias, diretora do Departamento de Estudos e Apoio à Internacionalização do IVV, no Fórum Anual dos Vinhos de Portugal, iniciativa da ViniPortugal, que hoje decorre em Leiria.

Esta responsável ressalvou que não estão contabilizadas desde março último as vendas da Jerónimo Martins, dona do Pingo Doce, por isso, relativamente a este grupo, trata-se de uma estimativa.

No total, de janeiro a setembro, distribuição e restauração venderam 213 milhões de litros de vinho, um crescimento de 3,6% comparado com o período homólogo de 2023.

“O volume está sobretudo concentrado na distribuição e podemos dizer que cerca de 68% do volume da distribuição em 2024 gera 41% de valor” neste ano, adiantou Maria João Real Dias.

E como o aumento em valor é superior ao volume, há “um aumento expressivo de 14,8% em termos de preço médio”, declarou.

Por outro lado, a diretora do Departamento de Estudos e Apoio à Internacionalização do IVV apontou que nas vendas, “quer em volume, quer em valor, há uma prevalência do vinho tinto”.

“Em valor, destacamos o crescimento das vendas de vinho tinto, branco e rosé. (…) Em termos de preço médio, o melhor posicionado, ou seja, aquele que apresenta um preço médio mais elevado, é o rosé”, observou.

Sobre as exportações de vinho, de 2010 a 2023, Portugal aumentou as exportações em cerca de 51%, ficando no ano passado na oitava posição em volume entre os 10 principais exportadores mundiais.

“Há uma forte dinâmica de aumento da nossa iniciativa exportadora”, afiançou.

Já de 2022 para 2023, assiste-se “a uma quebra de cerca 1,5% em valor, ou seja, de 939 milhões de euros para 925 milhões de euros”.

Destes 925 milhões de euros, “47% correspondem a valor gerado de exportação de vinhos tranquilos” (os que não são fortificados) e “32,6% gerado de venda de exportação de Vinho do Porto”, referiu a responsável do IVV.

Quanto aos principais mercados de exportação em valor no ano passado são França (a gerar 103 milhões de euros), seguindo-se os Estados Unidos da América e Reino Unido.

Já este ano, até setembro, os Estados Unidos são o destino número um em valor das exportações de vinho nacional, de acordo com os dados do IVV.

O presidente do IVV, Bernardo Gouvêa, disse à Lusa que, apesar de se estar a “atravessar um período difícil, muito desafiante ao nível nacional, europeu e mundial, com problemas de conjuntura importantes e algumas questões estruturais, designadamente devido à deterioração de alguns mercados e à perda de consumo”, há “sinais muito positivos de que os vinhos portugueses podem continuar a crescer”. 

“Há segmentos de consumo que estão a crescer”, salientou, apontando “novos tipos de vinhos para diferentes tipologias de consumo, como vinhos biológicos, vinhos com menor grau alcoólico, vinhos de alta qualidade, de nichos de mercado, vinhos brancos, vinhos espumantes”.

Para Bernardo Gouvêa, “o setor continua a ter um futuro muito promissor se os operadores e todas as entidades do setor continuarem a reforçar a sua aposta no que é a diferenciação dos vinhos portugueses”.

“Isso é que é muito importante, não perder o foco na diferenciação”, acrescentou o presidente do IVV.

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