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A concelhia de Viseu do Bloco de Esquerda (BE) defende que a Câmara Municipal deveria promover a realização de testes rápidos gratuitos à Covid-19, como forma de quebrar as cadeias de contágio, isto numa altura em que os casos de infeção não param de aumentar no concelho. Viseu é de resto o único município da região em situação de alerta.
“Há medidas que podiam e deviam estar a ser tomadas pelo município, como é o caso da generalização de testes rápidos gratuitos em vários pontos da cidade, como já acontece noutras localidades”, afirma em comunicado o Bloco, acrescentando que “esta seria uma medida efetiva para quebrar as cadeias de contato, um investimento para toda a população que vive e visita Viseu, para intervir rapidamente na identificação de focos de infeção e, com isso, interromper circuitos de propagação evitáveis”.
O BE entende que só com uma política ativa de identificação de casos positivos e que se pode evitar a adoção “de medidas mais drásticas que estão a pôr em causa a saúde, a cultura, e muitas outras atividades cidadãs e económicas”.
“Esta seria uma medida eficiente, ao contrário de medidas incompreensíveis e demagogas como a reabertura do trânsito no centro histórico que, ao contrário do que é propagandeado, promovem a concentração de pessoas”, defendem os bloquistas, considerando que “esta medida terá, certamente, outro objetivo que não o de evitar contatos no centro histórico”.
A ideia de realizar testes em Viseu, defendida agora pelo Bloco, surge dias depois de ter entrado em vigor a comparticipação por parte do Estado de testes rápidos de antigénio nas farmácias.
Segundo a portaria, que estabelece o regime excecional e temporário de comparticipação de testes rápidos de antigénio (TRAg) de uso profissional, o valor do apoio estatal na realização dos TRAg é de 100% do preço máximo fixado para efeitos de comparticipação (10 euros) e é limitada ao máximo de quatro TRAg de uso profissional, “por mês civil e por utente”.