Panel of officials seated at a long table in a richly decorated room with a chandelier, audience, and European/Portuguese flags nearby.
Aerial map of a planned area showing a blue dashed boundary outlining a large park and surrounding development with color‑coded zones in yellow, orange, blue, and brown. Roads and residential blocks are visible inside and around the boundary.
White coach bus with dark windows and colorful side panels parked in a cobblestone square, behind a yellow historic building with flags.
Group of eight professionals in business attire standing on the entrance stairs of a building labeled Training Center, posing for a team photo.
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Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.

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Five people in a formal ceremony pose on a stage; two men in suits hold framed certificates while the other three stand nearby, smiling.
Male singer on stage performing to a packed crowd raising hands under purple lighting.
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Câmara de Viseu aprova estudo urbanístico para a zona entre Rio de Loba e Fontelo

Anteriormente, foram já aprovados estudos na zona de Repeses, Viso Norte e também na Aguieira

29.10.26
fotografia: Jornal do Centro
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29.10.26
Fotografia: Jornal do Centro
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Aerial map of a planned area showing a blue dashed boundary outlining a large park and surrounding development with color‑coded zones in yellow, orange, blue, and brown. Roads and residential blocks are visible inside and around the boundary.

A Câmara de Viseu aprovou hoje um estudo urbanístico em 36 hectares para habitação, comércio, serviços e zonas verdes e desportivas o que, a juntar a outros, promove centenas de fogos habitacionais.

“Este é o quarto estudo urbanístico num ano e diz respeito à zona de Rio de Loba, por detrás do Fontelo e até Gumirães. São 36 hectares que estão agora definidos para o que é construção de habitação, comércio e serviços, e também parques, espaços verdes e outras infraestruturas”, adiantou o presidente da Câmara, João Azevedo.

Segundo o autarca, este foi o quarto estudo urbanístico do executivo no último ano, desde que tomou posse em outubro de 2025, “num total de 73,5 hectares de área – o de hoje é o de maior dimensão”.

Anteriormente, foram aprovados estudos na zona de Repeses (entrada sul da cidade), em 15,4 hectares (ha), Viso Norte (entrada este), em 10,4 ha, e também na Aguieira (na zona norte da cidade), 11,7 ha.

O vereador responsável pelo urbanismo, Miguel Pipa, no final da reunião de Câmara, disse aos jornalistas que, os estudos “têm tudo identificado, ou seja, permite que os proprietários e investidores possam decidir sobre o que fazer” nos seus terrenos.

“O estudo de hoje prevê área para muita habitação, espaços H3, ou seja para prédios de três, quatro andares, são 23 ha para esse fim e 1,4 ha para H4, ou seja, prédios mais altos, e para construção H2, 1,3 ha ”, adiantou Miguel Pipa.

O vereador disse ainda que a área total contempla 16,7 ha para espaços centrais; 8,7 ha para equipamentos, 7,6 ha para verde público e 1,3 ha para infraestruturas.

“Estes estudos não definem a tipologia da construção, somente a ocupação do solo e a altura permitida, portanto, não conseguimos contabilizar o número de fogos habitacionais, mas estamos a falar de muitos, de centenas deles”, afirmou Miguel Pipa.

O desbloqueamento do estudo “também permite vias de ligação entre esses pontos da cidade, o que vai ajudar muito no escoamento de trânsito” para os bairros da cidade.

Miguel Pipa acrescentou ainda que os 73,5 ha desbloqueados neste ano referem-se a “solo urbano, mas sem estar estruturado, quer os lotes de construção, quer as ruas”.

“Estes estudos foram feitos e definidos em reuniões partilhadas, ou seja, com a participação dos proprietários e investidores” dos terrenos, acrescentou Miguel Pipa.

O presidente da Câmara, João Azevedo, disse ainda que “este planeamento e esta organização do território, e da cidade, é a resposta a muitos pedidos existentes ao longo dos anos e que era uma das maiores queixas dos munícipes”.

“Isto depois impacta muito na revisão do Plano Diretor Municipal (PDM), mas este trabalho, que não é visto nem sentido, é de uma enorme importância para o desenvolvimento da cidade, porque agora está definido e temos uma resposta para dar aos cidadãos”, defendeu.

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