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A comissão diretiva do Programa Operacional Regional do Centro, coordenado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, concluiu esta terça-feira (7 de dezembro) as reuniões com as oito comunidades intermunicipais para debater os próximos fundos europeus para a região entre 2021 e 2027 e ainda o Centro 2030.
Segundo revela a CCDRC em comunicado, as reuniões serviram também para “efetuar um ponto da situação da execução do Centro 2020 e do Plano de Recuperação e Resiliência” com cada CIM da região Centro.
A direção do Centro 2020 reuniu-se com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, à qual integra o concelho de Mortágua, terminando uma ronda de reuniões com as oito Comunidades Intermunicipais que teve início a 11 de novembro.
A presidente da CCDRC, Isabel Damasceno, diz que, nas reuniões, foi destacada “a importância de acelerar a execução do Centro 2020, colocando como meta de curto prazo atingir 60% no final do ano”.
“Apesar de todas as contrariedades, como foram os incêndios, a pandemia e os problemas de escassez de recursos nos mercados, a execução do programa está a correr bem, sendo que 2021 vai ser o melhor ano desde o início do programa, com uma evolução de cerca de 20 pontos percentuais na execução do Programa”, afirma.
Isabel Damasceno realça que a execução dos projetos aprovados pelo Centro 2020 exige “o empenho de todos, tendo a região o desafio de garantir a plena absorção dos fundos europeus disponíveis”.
“Face ao período de transição entre quadros que estamos a viver, estamos a encontrar soluções para garantir o financiamento de projetos municipais de forte impacto local, como é o caso de projetos da saúde e da educação”, acrescenta.
Quanto ao futuro Programa Operacional Regional que está previsto com vista a 2030, a responsável garante ter “pela primeira vez um programa construído e desenhado para os atores regionais, existindo um mínimo de interferência de políticas setoriais nacionais” com um “reforço muito significativo do papel das CIM”.
As comunidades intermunicipais serão responsáveis pela gestão de vários dossiês, incluindo a regeneração urbana, o património natural e cultural, as escolas, a eficiência energética, o ciclo urbano da água, a proteção civil, a habitação e as áreas de acolhimento empresarial.