No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
O Hospital CUF Viseu realizou pela primeira vez um tratamento endovascular do aneurisma da aorta abdominal, o tipo de aneurisma mais frequente.
A cirurgia foi feita por uma equipa especializada em cirurgia vascular, em conjunto com equipas de anestesiologia, enfermagem e radiodiagnóstico, anunciou o hospital privado.
Segundo o CUF Viseu, o tratamento permitiu resolver situações clínicas complexas “de uma forma minimamente invasiva”, apresentando “várias vantagens face à cirurgia convencional”.
Em causa está a colocação de uma prótese na aorta para excluir o contacto do sangue com o aneurisma, sendo efetuada nas artérias das virilhas através do cateterismo. O aneurisma da aorta abdominal consiste numa dilatação da principal artéria do corpo, que pode romper e ser potencialmente fatal.
Em comunicado, o hospital refere que, nesta cirurgia, a endoprótese – um tubo de tecido sintético suportado por uma estrutura metálica – foi colocada “através de uma pequena incisão na virilha ou por via percutânea, evitando a progressão da dilatação e consequente rutura do aneurisma, que pode ser fatal”.
O cirurgião vascular Rui Machado explicou que esta cirurgia “tem possibilitado tratar situações mais complexas de uma forma cada vez menos invasiva e com claras vantagens para os doentes”, reduzindo a probabilidade de riscos e complicações e permitindo “um tempo de internamento mais curto e uma recuperação pós-operatória mais rápida”.
Para a vigilância médica, o especialista recomenda “a realização de uma ecografia do abdómen, um exame simples e indolor que permite avaliar a dimensão da artéria aorta abdominal e assim optarmos pela melhor forma de tratamento”.
A probabilidade de desenvolver um aneurisma aumenta com a idade, particularmente após os 65 anos. O risco é maior junto de pessoas com hábitos de tabaco, colesterol elevado, hipertensão ou com antecedentes familiares, pelo que lhes é aconselhável o acompanhamento médico regular.