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Os funcionários judiciais continuam com a greve parcial de uma hora diária durante 30 dias para reivindicar o estatuto profissional, revelando que a maioria dos trabalhadores, com 20 anos de carreira, ganha menos de mil euros.
Em Viseu, pontuais como um “relógio suíço”, os trabalhadores, todos os dias, concentram-se à porta dos tribunais com cartazes e faixas de protesto.
A paralisação de uma hora diária de trabalho, entre as 10h00 e as 11h00, deverá terminar em meados de junho.
O Sindicato alega que os funcionários judiciais têm “a injustiça de um estatuto não aprovado, de uma carreira subvalorizada, de uma ausência inexplicável de respeito por quem administra a justiça em nome do povo e em nome da máquina que é o Governo”.
“Um funcionário judicial, no início da carreira, ganha líquidos menos de 800 euros e isto com a constante redução recursos humanos, numa tendência que se agrava”, critica o sindicato, acrescentando que o Ministério da Justiça reduziu os quadros de chefia, nomeadamente secretários de justiça em cerca de 75%, escrivães de direito e técnicos de justiça principais em cerca de 25%.
Segundo a estrutura sindical, os funcionários judiciais têm ao longo de anos e anos assistido a sucessivas promessas, ao mais alto nível, de integração do suplemento remuneratório e de regularização do preenchimento dos quadros, sem qualquer tipo de resultados.