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Crowd enjoying an outdoor concert at night with a bright, illuminated stage and smoky beams in the air
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Este sábado é inaugurada uma exposição “quase toda a negro” em Viseu

Uma nova exposição chamada “Umbra” abre este sábado na Galeria de arte Venha a Nós a Boa Morte, no centro histórico de Viseu. O projeto resulta de uma residência artística desenvolvida na região que explorou influências culturais locais e contou com a colaboração de artesãos e historiadores. A mostra estará patente até maio e propõe uma reflexão sobre a perceção, memória e interação do espectador com a obra

Carolina Vicente
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Jornal do Centro
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 Este sábado é inaugurada uma exposição “quase toda a negro” em Viseu

A Galeria de arte Venha a Nós a Boa Morte, em Viseu, inaugura este sábado a exposição “Umbria”, obra que resulta de uma residência artística desenvolvida na região. O trabalho desenrola-se em três momentos, propõe uma ligação entre a obra do artista e elementos culturais locais, como museus, coleções particulares e tradições de cerâmicas.

“O convite que me foi feito foi para fazer uma residência aqui em Viseu. Estamos a fazer em três momentos. A ideia era criar uma ponte, ou articular o meu trabalho com qualquer coisa que me interessasse ou influenciasse aqui da região. Na primeira vez fiz visitas do ponto de vista cultural, museus e alguns espaços”,começa por explicar o autor da exposição, Hugo Canoilas.

Durante este período, houve visitas ao Museu Grão Vasco e ao Museu Keil do Amaral, assim como o contacto com artistas e artesãos locais. Uma das influências que marcou o artista veio da historiadora Teresa Cordeiro, através da sua coleção de objetos. “A certa altura, a Teresa Cordeiro mostrou-me uma cerâmica de Molelos e eu achei que queria fazer qualquer coisa com aquilo”.

A segunda fase do projeto foi dedicada à produção de obras. “Fizemos uma visita um bocado mais alargada na região. Passámos na Serra da Arada e encontrámos um restaurante fantástico que tinha esculturas do pai do dono”. Também houve exploração de pontos megalíticos, com registos em barro, contando com a colaboração de dois Oleiros tradicionais de Molelos.

O resultado é uma exposição com objetos em tons negros. “Quer dizer que os objetos são todos pretos. Há um elogio da sombra, e no fundo as sombras contêm as propriedades dos objetos, mas tornam-se recetáculos para as nossas projeções, porque nós tentamos perceber o que é que o objeto é, ou projetar outro tipo de coisas sobre as sombras”.

O conceito de negativos está presente na exposição, inspirado em antigas caixas de transporte de objetos de valor. “Hoje, visitando aquilo que se chama um gabinete de curiosidades, muitas vezes as caixas estão lá e os objetos não estão, porque ou foram roubados, ou pilhados, ou por aí fora, e o negativo acaba por ser a memória que há desse objeto nessa coleção”.

A exposição também procura questionar a representação artística. “O melhor exemplo  foi de um artista que disse que, para se pintar uma cadeira tem que se pintar o espaço debaixo dessa cadeira. Isto é uma forma de dar mais espaço às pessoas que estão a ver, ter uma atitude mais ativa ao olhar”.

A interação do público com as peças é parte essencial da experiência. “Se imaginares que tens um objeto no chão, e a pessoa se curva para olhar para uma coisa que está no chão, inconscientemente ganhas a perceção que o teu corpo também é uma ferramenta da experiência artística, que é uma intenção minha”, explica Hugo Canoilas.

A residência artística também incluiu uma dimensão pedagógica através de um serviço educativo destinado a diferentes faixas etárias. “Houve a residência, há agora a inauguração, e depois há mais um conjunto de atividades que têm a ver com o trabalho que eu e a própria galeria fazemos na forma de serviço educativo, com crianças dos 4 ou 5 anos até à Universidade Sénior”.

A exposição está patente até maio e propõe que quem a observa reflita sobre a perceção do espaço, a memória e a interação entre arte e espectador. O criador diz que “o futuro pertence aos mais jovens, e por isso é que o trabalho com os estudantes de arte é mais importante. Temos de trabalhar com eles, não a formatá-los, mas a dar-lhes a confiança e as ferramentas para nos surpreenderem. Não existe cultura sem a camada mais jovem”.

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