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	<title>Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Jun 2026 14:38:57 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Jornal do Centro</title>
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		<title>Quartel da GNR de Vila Nova de Paiva requalificado com investimento de 900 mil euros</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/quartel-da-gnr-de-vila-nova-de-paiva-requalificado-com-investimento-de-900-mil-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 14:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[V.N. Paiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O posto da GNR de Vila Nova de Paiva, hoje inaugurado após uma requalificação de 900 mil euros, é exemplo do que o ministro da Administração Interna deseja em outros locais do país para dignificar os profissionais. “Num território como Vila Nova de Paiva, a presença da Guarda tem um significado que vai muito para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O posto da GNR de Vila Nova de Paiva, hoje inaugurado após uma requalificação de 900 mil euros, é exemplo do que o ministro da Administração Interna deseja em outros locais do país para dignificar os profissionais.</p>



<p>“Num território como Vila Nova de Paiva, a presença da Guarda tem um significado que vai muito para além das suas funções de segurança. Representa proximidade num concelho com população dispersa, com centenas de idosos sinalizados, onde toda a proximidade faz toda a diferença. A Guarda é, muitas vezes, a primeira presença do Estado e, não raras vezes, a primeira mão estendida a quem precisa. É sempre um porto de abrigo”, defendeu o ministro da Administração Interna, Luís Neves.</p>



<p>O governante falava para uma plateia composta por militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) e população do concelho de Vila Nova de Paiva, assim como autarcas de concelhos vizinhos, também do distrito de Viseu, na inauguração das obras de requalificação do posto territorial.</p>



<p>Com ênfase na interioridade de um território como Vila Nova de Paiva, o governante reforçou o papel da GNR junto da população e o “foco e empenho” do Governo na “valorização das forças de segurança”, que também se “mede nas condições de trabalho” que são oferecidas, dos equipamentos e da formação.</p>



<p>Assim como “na capacidade de atrair” gente para essa “missão exigente, mas indispensável ao funcionamento” do país, defendeu o ministro, que disse garantir que as pessoas “são sempre a prioridade” nas negociações que estão em curso com os representantes dos profissionais de segurança.</p>



<p>Outro dos focos do governante é a nova lei de infraestruturas e equipamentos das forças e serviços de segurança para os próximos cinco anos, que deverá estar pronta no final deste ano.</p>



<p>Luís Neves realçou que, no passado, o cumprimento desse plano “foi muito mau, bastante mau, dinheiro que não foi aproveitado em prol de equipamentos para as forças, que bem necessários são, mas sobretudo para as instalações”.</p>



<p>“Servir as pessoas exige que haja qualidade, que as pessoas tenham gosto de estar na sua instalação. Em três meses de ação governativa, já vi muito, muitas instalações e quero dizer que não gostei nada do que vi. Só consegue estar motivado, orgulhoso, feliz, no seu posto de trabalho, quem tem condições para exercer a sua missão”, disse.</p>



<p>No final, aos jornalistas, o ministro escusou-se a indicar quem tinha responsabilidade no incumprimento do plano, destacando que “só o presente e futuro importam”, e realçando que liderou um périplo pelos 18 distritos do continente para ouvir forças de segurança e proteção civil e “muitos, dezenas, se não centenas” de autarcas que querem “dar melhores condições” aos policias.</p>



<p>Luís Neves reconheceu que estão “largas dezenas de viaturas identificadas e as reais necessidades”, e “há, de facto, falta de equipamentos na área da proteção civil e dos bombeiros”, mas “tem que ser feita uma seriação para que haja justiça na distribuição destes meios e nem todos os meios são direcionados para o combate aos incêndios”.</p>



<p>Sobre os incêndios em si, destacou que está a ser feito “um grande trabalho na região Centro do país, onde houve de facto uma maior calamidade, há milhares de quilómetros de caminhos destruídos, caminhos rurais e municipais” e “tudo isso está a ser recomposto com uma equipa que foi constituída pela primeira vez e que está a fazer esse trabalho”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/quartel-da-gnr-de-vila-nova-de-paiva-requalificado-com-investimento-de-900-mil-euros/">Quartel da GNR de Vila Nova de Paiva requalificado com investimento de 900 mil euros</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>A Terra entra em sobrecarga ecológica a 30 de julho</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/a-terra-entra-em-sobrecarga-ecologica-a-30-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 14:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho. Segundo os dados da organização internacional ‘Global Footprint Network’, o planeta vai entrar em sobrecarga a 30 de julho, poucos dias mais tarde do que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho.</p>



<p>Segundo os dados da organização internacional ‘Global Footprint Network’, o planeta vai entrar em sobrecarga a 30 de julho, poucos dias mais tarde do que em 2025, quando a data se assinalou a 24 de julho.</p>



<p>A organização explica que “a aparente data mais tardia” para esgotar os recursos da Terra este ano tem por base a revisão dos dados usados para calcular o dia da sobrecarga, que leva a recalcular também os dados de anos anteriores.</p>



<p>Em 2026, explicou, a organização, a principal mudança para efeitos de cálculo teve a ver com a revisão em alta da capacidade dos oceanos absorverem dióxido de carbono, para além de mais alguns pequenos ajustamentos, o que “empurrou o Dia da Sobrecarga da Terra” seis dias para a frente face a 2025.</p>



<p>“Esta mudança reflete informação atualizada, não uma efetiva redução da sobrecarga”, sublinha a organização.</p>



<p>Pelo contrário, apesar de acontecer mais tarde do que em 2025, a data deste ano representa “o nível mais elevado de sobrecarga ecológica alguma vez registado”.</p>



<p>Esgotar os recursos que o planeta é capaz de regenerar no espaço de um ano a cinco meses do final de 2026 demonstra, segundo a ‘Global Footprint Network’, o “quanto a economia depende da sobreutilização da natureza”.</p>



<p>Segundo os cálculos da organização internacional para a sustentabilidade, a humanidade está atualmente a usar os recursos naturais 73% mais rápido do que o planeta é capaz de os regenerar, o que equivale ao uso de 1,73 planetas Terra.</p>



<p>“É o nível mais elevado de sobrecarga na história da humanidade. Este nível de sobreutilização é possível porque é possível esgotar o capital natural. Um esgotamento como este compromete a segurança a longo prazo dos recursos. As consequências visíveis são a desflorestação, a erosão dos solos, a perda de biodiversidade e a acumulação de dióxido de carbono na atmosfera, contribuindo para fenómenos climáticos extremos mais frequentes e para o declínio da produção alimentar”, lê-se no comunicado da ‘Global Footprint Network’.</p>



<p>A organização salienta que a dívida ecológica acumulada para com o planeta é já de 20,6 anos de sobrecarga, o tempo que seria necessário para a regeneração da Terra, se isso fosse possível, o que a ‘Global Footprint Network’ diz ser improvável.</p>



<p>Se a sobrecarga continuar a aumentar aos níveis atuais, a dívida ecológica vai crescer ao ritmo de 0,73 planetas ao ano, sendo a consequência mais mensurável o aumento do dióxido de carbono na atmosfera.&nbsp;</p>



<p>Em 2026, a organização vai focar o Dia da Sobrecarga da Terra na forma como os países estão a responder a esse problema, avaliando a prioridade dada à matéria e a forma como estão a preparar as economias para um “futuro inevitavelmente marcado” pela disrupção climática e pela escassez de recursos.</p>



<p>Portugal assinou a 07 de maio o seu dia de sobrecarga, dois dias mais tarde do que em 2025, segundo a ‘Global Footprint Network’.</p>



<p>O país começa a exceder os recursos disponíveis para alimentar o estilo de vida dos portugueses decorridos menos de cinco meses do ano. Tal quer dizer que se cada pessoa na Terra vivesse como uma pessoa média portuguesa a humanidade exigiria cerca de 2,9 planetas para sustentar as suas necessidades de recursos.&nbsp;</p>



<p>O resultado coloca Portugal na média da União Europeia (UE), que este ano teve o dia de sobrecarga em 03 de maio, uma ligeira melhoria também em relação ao ano passado.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/a-terra-entra-em-sobrecarga-ecologica-a-30-de-julho/">A Terra entra em sobrecarga ecológica a 30 de julho</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Teatro Viriato sai fora de portas com peça “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”  </title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/teatro-viriato-sai-fora-de-portas-com-peca-teatro-paraiso-palavra-ambulante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 10:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Jardim de Santo António, em Viseu, recebe esta sexta-feira e sábado, pelas 21h30, o espetáculo itinerante “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”, uma produção da companhia Trigo Limpo teatro ACERT apresentada pelo Teatro Viriato. A iniciativa convida o público a embarcar numa experiência teatral singular, instalada numa carrinha transformada em palco ambulante. Inspirado nas antigas bibliotecas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Jardim de Santo António, em Viseu, recebe esta sexta-feira e sábado, pelas 21h30, o espetáculo itinerante “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”, uma produção da companhia Trigo Limpo teatro ACERT apresentada pelo Teatro Viriato. A iniciativa convida o público a embarcar numa experiência teatral singular, instalada numa carrinha transformada em palco ambulante.</p>



<p>Inspirado nas antigas bibliotecas itinerantes e no cinema sobre rodas, o espetáculo recupera a dimensão comunitária do teatro de rua, promovendo a proximidade entre artistas e espectadores. A proposta procura levar a criação artística a espaços e públicos fora dos circuitos habituais, valorizando o encontro, a partilha e a palavra como elementos centrais da experiência.</p>



<p>A narrativa acompanha a história de um avô que decide deixar aos seus três netos uma inesperada herança: uma antiga carrinha de cinema e biblioteca ambulante. Apesar de desconhecerem muitos dos segredos do ofício, os três artistas, atualmente desempregados, assumem o compromisso de dar continuidade ao legado familiar.</p>



<p>Ao longo do espetáculo, sucedem-se episódios marcados por peripécias, memórias dispersas, histórias fragmentadas e momentos de improvisação, num percurso que coloca a oralidade e a relação direta com o público no centro da ação cénica.</p>



<p>A palavra surge como o principal elemento agregador da criação, cruzando teatro, música e cinema. Os criadores definem o projeto como &#8220;uma casa da hospitalidade&#8221;, um espaço de encontro onde a arte se torna acessível e próxima da comunidade.</p>



<p>A dramaturgia incorpora ainda referências textuais de José Saramago, João Maria André e Michel Séonnet, contribuindo para uma reflexão sobre temas como a memória, a hospitalidade e a transmissão de saberes entre gerações. Neste contexto, a palavra assume-se como matéria viva e estruturante da criação teatral.</p>



<p>O elenco é composto por Afonso Cortêz, José Abrantes, Maria Ferreira e Mia Henriques, que dão vida a esta proposta artística itinerante.</p>



<p>As apresentações decorrem no Jardim de Santo António, junto à Escola Emídio Navarro. A entrada é gratuita.</p>



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		<item>
		<title>Projeto “Bandoor” vence Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio de Viseu Dão Lafões</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/projeto-bandoor-vence-concurso-intermunicipal-de-ideias-de-negocio-de-viseu-dao-lafoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 09:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto “Bandoor”, desenvolvido pelos alunos Gabriel Gazua e Tomás Pires, da Escola Secundária Padre José Augusto da Fonseca, em Aguiar da Beira, venceu a 14.ª edição do Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio de Viseu Dão Lafões. A final decorreu no passado dia 2 de junho, no Centro Municipal de Cultura de Castro Daire, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto “Bandoor”, desenvolvido pelos alunos Gabriel Gazua e Tomás Pires, da Escola Secundária Padre José Augusto da Fonseca, em Aguiar da Beira, venceu a 14.ª edição do Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio de Viseu Dão Lafões. A final decorreu no passado dia 2 de junho, no Centro Municipal de Cultura de Castro Daire, integrada no projeto “Wanted – Escolas Empreendedoras”, promovido pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões.</p>



<p>A iniciativa reuniu os autores das 12 melhores ideias de negócio selecionadas entre 45 candidaturas apresentadas por 110 alunos de 16 escolas dos vários concelhos da região, evidenciando o crescente envolvimento da comunidade escolar na promoção do empreendedorismo jovem.</p>



<p>Nesta edição, marcada por um novo formato, os participantes apresentaram durante a manhã os seus protótipos numa exposição aberta ao júri e aos restantes concorrentes. Durante a tarde, defenderam os seus projetos perante o painel de avaliação, demonstrando competências de inovação, criatividade, comunicação e espírito empreendedor.</p>



<p>O projeto vencedor, orientado pela professora Clara Inácio, destacou-se pela sua inovação, viabilidade e potencial de mercado, garantindo à equipa uma missão de empreendedorismo de quatro dias em Dublin, na Irlanda.</p>



<p>O segundo lugar foi atribuído ao projeto “TrySafe”, da Escola Profissional de Tondela, desenvolvido pelos alunos Rodrigo Santos e Francisco Dias, sob orientação do professor Luís Dias. A equipa será premiada com uma missão de três dias a Barcelona.</p>



<p>Já o terceiro lugar coube ao projeto “Help Graph”, da Escola Secundária de Nelas, criado pelos alunos Rafael Fernandes, Paulo Ferraz e Rafael Soares, orientados pelo professor Carlos Amaral. Como prémio, os alunos participarão numa missão de dois dias a Madrid.</p>



<p>A final contou com a participação de 31 alunos provenientes de escolas dos vários municípios de Viseu Dão Lafões. O júri foi composto por Paulo Sousa, da AIRV – Associação Empresarial da Região de Viseu, Luísa Augusto, do Instituto Politécnico de Viseu, Luís Gonçalves, da empresa Próxima Idade, e Sofia Melhorado, da empresa A Bolota.</p>



<p>Nuno Martinho, secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento de competências essenciais nos jovens. “O Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio é uma das iniciativas mais emblemáticas do projeto Wanted, porque permite aos jovens experimentar, de forma prática, o processo de transformar uma ideia numa solução com potencial de mercado”, afirmou.</p>



<p>O responsável sublinhou ainda que a qualidade dos projetos apresentados demonstra o talento existente nas escolas da região e reforça a necessidade de continuar a investir em programas que aproximem os jovens do empreendedorismo, da inovação e da criação de valor para o território.</p>



<p>Ao longo das suas 14 edições, o projeto “Wanted – Escolas Empreendedoras” tem promovido uma cultura de criatividade, inovação e empreendedorismo junto da comunidade escolar dos 14 municípios que integram a CIM Viseu Dão Lafões.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/projeto-bandoor-vence-concurso-intermunicipal-de-ideias-de-negocio-de-viseu-dao-lafoes/">Projeto “Bandoor” vence Concurso Intermunicipal de Ideias de Negócio de Viseu Dão Lafões</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Será que quatro anos chegam? Mais tempo para decidir, mais tempo para construir</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/sera-que-quatro-anos-chegam-mais-tempo-para-decidir-mais-tempo-para-construir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 09:50:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terá um Presidente da Câmara tempo suficiente para concretizar obras verdadeiramente transformadoras, em quatro anos? Será que num mandato mais alargado, o seu pensamento seria mais de longo prazo com o objetivo de fazer obras maiores e mais impactantes melhorando assim a qualidade de vida da comunidade geral do município que governa? O mesmo não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p></p>



<p>Terá um Presidente da Câmara tempo suficiente para concretizar obras verdadeiramente transformadoras, em quatro anos? Será que num mandato mais alargado, o seu pensamento seria mais de longo prazo com o objetivo de fazer obras maiores e mais impactantes melhorando assim a qualidade de vida da comunidade geral do município que governa? O mesmo não se aplica ao mandato da Assembleia da República/Governo?</p>



<p>Num tempo marcado pela rapidez da informação e pela pressão constante da atualidade, a política corre o risco de ficar refém do curto prazo. Em Portugal, os mandatos autárquicos e legislativos têm atualmente a duração de quatro anos. Embora este modelo tenha vantagens democráticas evidentes, considero que chegou o momento de refletir sobre a possibilidade de alargar a duração destes mandatos. Em contrapartida, entendo que o mandato do Presidente da República deve permanecer inalterado.</p>



<p>A entrada em vigor da Lei n.º 46/2005, de 29 de agosto, assinala a introdução de limites à renovação sucessiva de mandatos dos presidentes dos órgãos executivos das autarquias locais, que passaram a estar sujeitos ao limite de eleição para três mandatos consecutivos. A imposição de limites ao número consecutivo de mandatos de detentores de cargos políticos não é inédita em Portugal, uma vez que, desde a Constituição de 1976, se aplica um limite de dois mandatos consecutivos ao Presidente da República, perfazendo assim dez anos.</p>



<p>Analisando as eventuais vantagens e desvantagens da maior duração dos mandatos, vejo com principais vantagens a consolidação das equipas, trazendo uma maior eficiência, a estabilidade de governação e a possibilidade de uma melhor planificação de intervenções a médio/longo prazo (pensamento de longo prazo), traduzindo-se assim numa maior sustentabilidade. No que toca às desvantagens, a principal prende-se com o eventual afastamento entre as promessas eleitorais e a ação governativa, podendo surgir uma perceção de menor legitimidade política e maior descontentamento por parte da população. Existe também um risco associado de estagnação, onde os mandatos mais longos podem levar à acomodação dos eleitos, diminuindo a prestação de contas. Alguns analistas sugerem que a ausência de uma prestação de contas pode potenciar a corrupção. Por sua vez, um período menor de quatro anos não permite a consolidação de medidas, o tempo necessário de monitorização da sua aplicação, e um eventual ajuste, caso se justifique. Alguns estudos sugerem que mandatos muito curtos podem levar a um aumento da despesa municipal injustificada em ano de eleições. Por outro lado, um período mais longo permite ao eleito ganhar maior conhecimento técnico e político da máquina administrativa.</p>



<p>A minha perspetiva é clara: defendo mandatos com uma duração mais longa. Um mandato mais longo vai fazer com que haja uma melhor aplicação das Políticas Públicas.</p>



<p>Nas Autarquias Locais obras estruturantes, projetos de requalificação urbana, investimentos em mobilidade ou políticas ambientais exigem vários anos para serem planeados, executados e avaliados. O mesmo raciocínio é aplicado à Assembleia da República e ao Governo, pois reformas nas áreas da saúde, da educação, da habitação ouda justiça dificilmente produzem resultados visíveis em apenas quatro anos. Por esse motivo defendo que o mandato legislativo deveria passar a ter uma duração de seis anos sendo que os eleitos para este órgão apenas poderiam fazer, no máximo, dois mandatos traduzindo-se assim nos doze anos que vigoram atualmente com os três mandatos de quatro anos. No que concerne ao mandato do Presidente da República, deixá-lo-ia como está, com a duração de cinco anos e, no máximo, dois mandatos. O mandato de cinco anos tem demonstrado um equilíbrio adequado entre estabilidade e renovação democrática.</p>



<p>Sendo uma figura de moderação, fiscalização (funcionando como uma espécie de árbitro), e representação nacional, o Presidente da República não enfrenta exigências de execução governativa não justificando, no meu ponto de vista, o prolongamento do tempo de mandato. Já nos mandatos das Autarquias Locais (Municípios e Freguesias) defendo o alargamento, à semelhança do ponto que defendo para a Assembleia da República, para seis anos, sendo o limite máximo de mandatos fixado em dois, perfazendo os atuais doze anos através de três mandatos de quatro anos. Tal alteração permitiria aos autarcas desenvolver estratégias mais ambiciosas e coerentes, sem a pressão constante do calendário eleitoral. No fundo, acredito que esta alteração contribuiria para um desenvolvimento mais consistente, sustentável e estruturado das comunidades locais.</p>



<p>A escolha dos seis anos não é arbitrária. Trata-se de um período suficientemente longo para permitir a execução e avaliação de Políticas Públicas complexas, mas não tão extenso que reduza excessivamente a capacidade de escrutínio democrático dos cidadãos. Em mandatos de apenas quatro anos, os eleitos locais passam frequentemente o primeiro ano a instalar equipas e a conhecer os dossiers, os dois anos seguintes a governar e o último ano já condicionado pela preparação das eleições seguintes. Na prática, o tempo efetivamente disponível para implementar reformas profundas e impactantes é bastante reduzido, prejudicando assim a qualidade de vida da comunidade.</p>



<p>Em suma, posso referir que Portugal beneficiaria de uma revisão da duração dos mandatos autárquicos e legislativos, prolongando-os para seis anos. Esta alteração permitiria uma governação mais estável, estratégica e orientada para resultados duradouros e conduzidos por uma visão estratégica de longo prazo. Ao mesmo tempo, a manutenção do atual regime presidencial garantiria o equilíbrio institucional que tão bem tem caracterizado a nossa democracia. Governar exige tempo, e uma democracia madura deve saber encontrar o ponto de equilíbrio entre a necessária fiscalização eleitoral e a capacidade de concretizar projetos de longo prazo.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/sera-que-quatro-anos-chegam-mais-tempo-para-decidir-mais-tempo-para-construir/">Será que quatro anos chegam? Mais tempo para decidir, mais tempo para construir</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Fórum Vê Portugal em Viseu: Presidente do Turismo Centro defende que Portugal distingue-se pela humanidade</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/forum-ve-portugal-em-viseu-presidente-do-turismo-centro-defende-que-portugal-distingue-se-pela-humanidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Turismo Centro de Portugal, Rui Ventura, disse hoje que Portugal é dos destinos turísticos mais competitivos do mundo e distingue-se pela humanidade pois é um território que valoriza os afetos e a autenticidade. “Humanidade. Talvez esteja aí o verdadeiro posicionamento da marca Portugal. Se Itália é design, se a França é luxo, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/forum-ve-portugal-em-viseu-presidente-do-turismo-centro-defende-que-portugal-distingue-se-pela-humanidade/">Fórum Vê Portugal em Viseu: Presidente do Turismo Centro defende que Portugal distingue-se pela humanidade</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Turismo Centro de Portugal, Rui Ventura, disse hoje que Portugal é dos destinos turísticos mais competitivos do mundo e distingue-se pela humanidade pois é um território que valoriza os afetos e a autenticidade.</p>



<p>“Humanidade. Talvez esteja aí o verdadeiro posicionamento da marca Portugal. Se Itália é design, se a França é luxo, se a Alemanha é engenharia, Portugal pode ser humanidade, porque aquilo que verdadeiramente nos distingue não é apenas o clima, nem a gastronomia, nem apenas a paisagem, é a forma como nós recebemos os nossos turistas”, defendeu Rui Ventura.</p>



<p>Portugal “é um país em que as pessoas ainda contam e talvez seja precisamente por isso que o futuro do turismo pertença aos territórios mais humanos”, sustentou.</p>



<p>No seu entender, é a forma como ainda são valorizados “os afetos, a autenticidade e as relações humanas” e, por isso, Portugal “é um país onde as pessoas ainda contam, talvez seja precisamente por isso que o futuro do turismo pertença aos territórios mais humanos.</p>



<p>Rui Ventura falava na sessão de abertura da 12.ª edição do Fórum de Turismo Interno Vê Portugal, que decorre desde segunda-feira e termina na quarta-feira, no Pavilhão Multiusos, em Viseu.</p>



<p>Portugal “continua a afirmar-se como um dos destinos mais competitivos do Mundo, pela segurança, autenticidade, qualidade de oferta, pela hospitalidade”, acrescentou.</p>



<p>Mas também por “um dado particularmente relevante &#8211; o crescimento do turismo interno que, durante demasiado tempo, foi encarado como um complemento, mas hoje, mais do que nunca, percebemos [que é] muito mais do que isso, juntando a estabilidade, a resiliência, é equilíbrio emocional, é equilíbrio territorial e é a sustentabilidade económica e social”, defendeu.</p>



<p>Isto, porque o turismo interno “ajuda a distribuir riqueza, a combater a sazonalidade, a fixar pessoas e ajuda a criar atividade económica em territórios de baixa densidade e, em muitos territórios do país, é o principal motor de desenvolvimento”.</p>



<p>Rui Ventura vincou ainda que “o Centro de Portugal não é um território de calamidades, o Centro é um território de oportunidades” e “talvez hoje um dos maiores territórios de oportunidade da Europa”.</p>



<p>“Muitos destinos vivem problemas de saturação e perdas de identidade”, Portugal “ainda consegue oferecer o que procuram: autenticidade, natureza, património, espaço, tranquilidade, qualidade de vida e relações humanas verdadeiras”, justificou.</p>



<p>“Aquilo que durante muitos anos foi visto como fragilidade, pode hoje transformar-se na nossa maior força estratégica”, reforçou Rui Ventura, realçando que o mundo mudou e o turismo também.</p>



<p>Com os números de 2025 a “revelarem os melhores resultados turísticos de sempre” no país, Rui Ventura focou-se no Centro, já que é onde se realiza o fórum, para dizer que é um território com uma “oportunidade extraordinária”.</p>



<p>“Não temos os problemas de saturação de muitos destinos internacionais, nós ainda conseguimos oferecer verdade, território vivo, identidade, memória e humanidade”, reforçou.</p>



<p>Neste sentido, deixou para reflexão no fórum “como construir um turismo mais humanos, porque no fim do dia, os destinos podem impressionar, mas os territórios com alma permanecem para sempre na memória de quem os visita”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/forum-ve-portugal-em-viseu-presidente-do-turismo-centro-defende-que-portugal-distingue-se-pela-humanidade/">Fórum Vê Portugal em Viseu: Presidente do Turismo Centro defende que Portugal distingue-se pela humanidade</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mau tempo: Cinfães lança concurso para reabilitar vias mais urgentes</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/mau-tempo-cinfaes-lanca-concurso-para-reabilitar-vias-mais-urgentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 12:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara de Cinfães lançou um concurso de quase meio milhão de euros para reabilitar as vias danificadas pelo mau tempo de fevereiro, enquanto aguarda apoio do Governo, disse hoje à agência Lusa o presidente do município. “São várias intervenções que vamos fazer em diversas freguesias do concelho. Já temos uma outra obra a decorrer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Cinfães lançou um concurso de quase meio milhão de euros para reabilitar as vias danificadas pelo mau tempo de fevereiro, enquanto aguarda apoio do Governo, disse hoje à agência Lusa o presidente do município.</p>



<p>“São várias intervenções que vamos fazer em diversas freguesias do concelho. Já temos uma outra obra a decorrer em Ramires, em que a estrada desapareceu, e, agora, com muito perto do meio milhão de euros, é para as vias mais danificadas e mais urgentes”, adiantou à agência Lusa Carlos Cardoso.</p>



<p>No Diário da República de segunda-feira lia-se que o concurso serviria para consolidação de escarpas e muros de apoio à via pública &#8211; reabilitação de Infraestruturas Públicas.</p>



<p>“Para esta empreitada, pretende o Município de Cinfães proceder a obras de reposição da normalidade, com a execução de obras de reabilitação e reposição da segurança de diversas vias municipais, em sequência aos prejuízos causados pela tempestade Kristin, sendo necessário a realização deste concurso”, explicou a autarquia no Diário da República.</p>



<p>O presidente da Câmara de Cinfães, no norte do distrito de Viseu, lembrou que “ficaram povoações isoladas, com a destruição de vias e taludes”.</p>



<p>“Não ia lá uma ambulância ou a carrinha de apoio” domiciliário, recordou.</p>



<p>Atualmente, por acessos alternativos, “fazem cerca de 10 quilómetros a mais” para circularem, “como as crianças para a irem à escola”.</p>



<p>“E tudo isto em vias sinuosas, com algumas questões de segurança, portanto, este concurso é para repor as estradas mais urgentes, em que as situações têm alguma gravidade”, justificou o autarca.</p>



<p>Carlos Cardoso defendeu que “as pessoas precisam de ter os seus acessos repostos em segurança, sem terem que fazer muito mais quilómetros para chegarem às suas casas”.</p>



<p>Para já, “são as vias mais urgentes, porque até repor toda a normalidade é preciso um investimento na ordem dos cinco milhões de euros”.</p>



<p>“Não temos ainda qualquer resposta por parte do Governo. Neste momento, estamos a aguardar que o Governo nos diga alguma coisa, porque fizemos a candidatura como foi pedido”, indicou.</p>



<p>Sem qualquer apoio para a reabilitação das vias, Carlos Cardoso assumiu que esta empreitada será “suportada pelo orçamento municipal, porque há opções que têm de ser feitas”.</p>



<p>“Parámos algumas obras para priorizar estas, porque as pessoas não podem continuar sem acessos seguros e temos de atacar os pontos mais críticos o quanto antes”, reforçou Carlos Cardoso.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/mau-tempo-cinfaes-lanca-concurso-para-reabilitar-vias-mais-urgentes/">Mau tempo: Cinfães lança concurso para reabilitar vias mais urgentes</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Músico camaronês Richard Bona regressa a Tondela para festival Tom de Festa</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/musico-camarones-richard-bona-regressa-a-tondela-para-festival-tom-de-festa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O músico camaronês Richard Bona estará em julho em Tondela, no festival Tom de Festa, regressando ao palco onde realizou o seu primeiro concerto em Portugal, há quase duas décadas. De 07 a 11 de julho, estarão no 34.º Tom de Festa &#8211; organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT) &#8211; artistas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O músico camaronês Richard Bona estará em julho em Tondela, no festival Tom de Festa, regressando ao palco onde realizou o seu primeiro concerto em Portugal, há quase duas décadas.</p>



<p>De 07 a 11 de julho, estarão no 34.º Tom de Festa &#8211; organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT) &#8211; artistas e projetos dos Camarões/Estados Unidos da América, Gana/França, África do Sul, Brasil, Reino Unido e Portugal.</p>



<p>No ano em que a ACERT está a comemorar 50 anos, um dos seus objetivos foi reunir artistas que fizeram parte da história deste festival de músicas do mundo, sob o mote “Viagem de Regresso”.</p>



<p>Neste âmbito, no dia 08 acontecerá um dos momentos mais simbólicos, com o “regresso muito esperado” do baixista, compositor e multi-instrumentista Richard Bona, vencedor de um Grammy e que já colaborou com nomes como Herbie Hancock, Chick Corea, Pat Metheny, Sting ou Cesária Évora.</p>



<p>“Estabelecemos que deveria haver espetáculos-chave que marcaram as edições anteriores. Um deles recaiu em Richard Bona, que tinha um calendário ocupadíssimo e vem aqui apresentar um projeto do qual fez só cinco concertos em Itália o ano passado, com três músicos de igual grandeza”, disse aos jornalistas o codiretor da ACERT José Rui Martins.</p>



<p>No mesmo dia, subirá a palco João Palavra, com o seu álbum “Quarto Crescente”, produzido em Tondela.</p>



<p>“É o projeto de um músico que habita a ACERT desde quase sempre, o Paulo Nuno Martins, que convidou uma série de outros amigos para esta estreia do seu primeiro trabalho enquanto João Palavra”, explicou Daniel Nunes, um dos responsáveis pela programação.&nbsp;</p>



<p>Paulo Nuno Martins estará acompanhado de Miguel Cordeiro, Miguel Sampaio, Rui Bandeira, Rafael Gomes, Brian Carvalho, Nuno Coimbra, Duarte Cotta, Luísa Vieira e Cláudio Lima.</p>



<p>Para dia 09 está marcado o já habitual concerto em parceria com a Gira Sol Azul, de Viseu, responsável pelo festival Que Jazz é Este e que levará a Tondela o britânico Omar com o Colectivo, para um concerto que mistura soul, jazz, funk e influências afro-caribenhas.&nbsp;</p>



<p>“Esta relação entre os dois festivais faz sentido cada vez mais. Nós puxamos o público de Viseu para aqui, eles puxam o público de Tondela para lá na semana a seguir, e assim toda a gente pode ter uma fruição cultural mais rica”, sublinhou Daniel Nunes.</p>



<p>Nos cinco dias do festival, será ainda possível ouvir The Legendary Tigerman (com a participação especial dos Expresso Transatlântico), o concerto do Coimbra Jazz Ensemble “Como Um Sonho Lindo &#8211; Uma viagem através do cancioneiro de Fausto Bordalo Dias” e a banda franco-ganesa EYAA.</p>



<p>Outro momento especial do festival será vivido com os PAUS, no âmbito da digressão de despedida anunciada da banda.&nbsp;</p>



<p>No último dia, subirá a palco a formação de música nordestina brasileira Quinteto Violado, com o espetáculo “Sertão”, que percorre quase 55 anos de criação musical e de valorização da cultura popular do Nordeste do Brasil.</p>



<p>Segundo Daniel Nunes, “este espetáculo irá fazer outras apresentações noutras cidades, no âmbito de uma digressão também produzida pelo Novo Ciclo ACERT”.</p>



<p>A banda portuguesa Miss Universo, a cantora sul-africana Nomfusi e a DJ tondelense Francisca Urbano completam as sonoridades da última noite do Tom de Festa.</p>



<p>“Iniciamos e fechamos a programação musical com artistas tondelenses”, frisou.</p>



<p>José Rui Martins destacou um dos grandes projetos da comemoração dos 50 anos, que é a colocação de engenhos cénicos que integraram criações da ACERT: Golpe d’Asa, Passarola, Pequeno Grande Polegar, Elefante Salomão, Pinóquio e Ciclista Caramulo.</p>



<p>O primeiro, o Golpe d’Asa (criado no âmbito da Expo 2008), será colocado no dia 07 no Parque Urbano da Cidade, depois de restaurado.</p>



<p>“A cidade de Tondela iniciará uma nova fase da sua vida, que é de permitir um mapa dos engenhos cénicos que vão habitar vários espaços públicos de Tondela”, sublinhou o responsável.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/musico-camarones-richard-bona-regressa-a-tondela-para-festival-tom-de-festa/">Músico camaronês Richard Bona regressa a Tondela para festival Tom de Festa</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrudo de Lazarim inscrito no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/entrudo-de-lazarim-inscrito-no-inventario-nacional-do-patrimonio-cultural-imaterial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 10:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A manifestação cultural &#8220;Entrudo de Lazarim&#8221;, realizada naquela freguesia do concelho de Lamego, passou a integrar o Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, segundo um anúncio publicado hoje em Diário da República. De acordo com o anúncio, a decisão foi tomada por despacho de 15 de maio de 2026, na sequência de uma proposta do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A manifestação cultural &#8220;Entrudo de Lazarim&#8221;, realizada naquela freguesia do concelho de Lamego, passou a integrar o Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, segundo um anúncio publicado hoje em Diário da República.</p>



<p>De acordo com o anúncio, a decisão foi tomada por despacho de 15 de maio de 2026, na sequência de uma proposta do Departamento de Bens Culturais do Património Cultural.</p>



<p>A inscrição do Entrudo de Lazarim no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial reflete os critérios previstos na legislação aplicável ao património cultural imaterial, destacando “a relevância do Entrudo de Lazarim na atual matriz identitária” da comunidade local.</p>



<p>O anúncio sublinha igualmente a importância histórica desta manifestação no território em que se insere, bem como a sua influência social, cultural e artística.</p>



<p>Entre os fundamentos que justificam a inscrição estão ainda “as dinâmicas de transmissão de práticas e saberes desenvolvidos ao longo de gerações na comunidade, e entre os grupos e detentores dos conhecimentos associados” a esta tradição.</p>



<p>Segundo o Património Cultural, foram cumpridos os procedimentos de audição dos interessados previstos na lei e no Código do Procedimento Administrativo.</p>



<p>O Entrudo de Lazarim é uma das mais conhecidas celebrações carnavalescas tradicionais de Portugal, distinguindo-se, entre outros elementos, pelas máscaras artesanais esculpidas em madeira e pelas personagens dos caretos, que mantêm viva a tradição ao longo de gerações naquela localidade do concelho de Lamego.</p>



<p>Os festejos decorrem entre o Domingo Gordo e a Terça-Feira Gorda na aldeia de Lazarim, naquele concelho do distrito de Viseu, e incluem um desfile etnográfico com a participação de grupos locais de Padrão, Vila e Valverde, que representam tradições e profissões do meio rural.&nbsp;</p>



<p>Os principais rituais realizam-se na Terça-Feira Gorda, incluindo a estreia dos novos fatos e máscaras, a leitura satírica dos “testamentos” e a queima simbólica dos Bonecos da Comadre e do Compadre.</p>



<p>As celebrações encerram com uma refeição comunitária, durante a qual são servidos pratos tradicionais como feijoada e caldo de farinha, confecionados em potes de ferro.</p>



<p>A preparação do Entrudo decorre ao longo de vários meses, com destaque para o fabrico artesanal das máscaras em madeira de amieiro, o planeamento do desfile etnográfico e a elaboração dos “testamentos”, textos satíricos produzidos em segredo pelos participantes.</p>



<p>O processo de inscrição da manifestação no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial resultou de uma candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Lamego, no âmbito de um trabalho de investigação realizado em articulação com a comunidade local.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/entrudo-de-lazarim-inscrito-no-inventario-nacional-do-patrimonio-cultural-imaterial/">Entrudo de Lazarim inscrito no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bitolas ferroviárias, os trinta e quatro trabalhos de Aguiar-Branco e o burro de Tróia</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/bitolas-ferroviarias-os-trinta-e-quatro-trabalhos-de-aguiar-branco-e-o-burro-de-troia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 14:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1. Para os ucranianos, ter comboios é uma condição de liberdade. Mesmo em situação de guerra, acabam de inaugurar uma linha entre Chop e Uzhhorod, com bitola europeia, que lhes permite uma ligação directa à Hungria e à Eslováquia. Isto é, a rede ferroviária ucraniana já tem uma conexão directa à rede ferroviária da UE. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>1. Para os ucranianos, ter comboios é uma condição de liberdade. Mesmo em situação de guerra, acabam de inaugurar uma linha entre Chop e Uzhhorod, com bitola europeia, que lhes permite uma ligação directa à Hungria e à Eslováquia. Isto é, a rede ferroviária ucraniana já tem uma conexão directa à rede ferroviária da UE.</p>



<p>Por sua vez, Portugal é uma ilha ferroviária e assim vai continuar, pois teima num TGV em bitola ibérica (1668 mm), em vez da bitola europeia (1435 mm), enquanto, aqui ao lado, Espanha está a fazer ligações TGV de Madrid a Lisboa e de Madrid a França em bitola europeia. Essa decisão permite-lhe, para além dos óbvios benefícios operacionais no futuro, optimizar os apoios europeus no presente.</p>



<p>2. José Pedro Aguiar-Branco é um dínamo, perdão, um alternador, perdão, um gerador, perdão, um estropício fotovoltaico virado a sul num dia sem nuvens. O presidente da Assembleia da República tem energia para dar e vender.O homem, para além de manter na ordem uma grosa e meia de egos parlamentares, o que, como se sabe, é tudo menos fácil, desempenha ainda mais trinta e quatro cargos, dos quais mantém trinta e um secretos. Não se sabe o que faz, para quem faz, quanto aufere de cada um deles. “Sigilo profissional”, invoca ele na sua declaração à Entidade Para a Opacidade, perdão, na sua declaração à Entidade Para a Transparência. </p>



<p>Esta aceita este desconchavo. Logo, a dita Entidade Para a Transparência não serve para nada. Fechem-na.</p>



<p>3. A polarização política está a fragmentar os eleitorados em todo o lado. Até no Reino Unido, em vez dos tradicionais dois grandes partidos, agora há cinco partidos médios, a saber: Reform UK, Partido Conservador, Liberais Democratas, Partido Trabalhista e Partido Verde. </p>



<p>Nas eleições locais de 7 de Maio, o Partido Trabalhista de Keir Starmer perdeu forte e feio para os Verdes, que atraíram o voto jovem e islâmico. O <em><a href="http://esquerda.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esquerda.net</a></em>, do Bloco de Esquerda, publicou um artigo entusiasmado com a subida “verde”, intitulado “Uma vitória colossal da esquerda”, mas até aí se  reconhece que, “infelizmente”, “muitos” dos candidatos “enraizados nas comunidades muçulmanas” não têm “uma inclinação progressista”.</p>



<p>Cada vez mais se vê a esquerda anti-ocidental na cama com islamistas. Não é um caso de amor, é de ódio ao Ocidente. Ataviada de keffiyeh, mesmo sabendo que o parceiro não tem qualquer “inclinação progressista”, a esquerda radical, como escreve João Tiago Proença, no Observador, “perdeu a dignidade do cavalo, não passa de um burro de Tróia”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/bitolas-ferroviarias-os-trinta-e-quatro-trabalhos-de-aguiar-branco-e-o-burro-de-troia/">Bitolas ferroviárias, os trinta e quatro trabalhos de Aguiar-Branco e o burro de Tróia</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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