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	<title>Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Apr 2026 21:35:15 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Jornal do Centro</title>
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	<item>
		<title>Tondela e Gil Vicente empatam com dois golos perto do fim</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/tondela-e-gil-vicente-empatam-com-dois-golos-perto-do-fim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 21:35:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tondela e o Gil Vicente empataram hoje 2-2, no encerramento da 29.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, num jogo com dois golos já na parte final da partida. Em Tondela, a equipa da casa, que não vence há cinco jogos, adiantou-se no marcador por Rony Lopes, aos 15 minutos, mas o Gil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tondela e o Gil Vicente empataram hoje 2-2, no encerramento da 29.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, num jogo com dois golos já na parte final da partida.</p>



<p>Em Tondela, a equipa da casa, que não vence há cinco jogos, adiantou-se no marcador por Rony Lopes, aos 15 minutos, mas o Gil Vicente chegou ao empate aos 29, por Murilo, na conversão de uma grande penalidade.</p>



<p>Já aos 90 minutos, Carlos Eduardo deu a vantagem aos barcelenses, mas o Tondela resgatou o empate aos 90+8 por Joe Hodge, na recarga a um penálti que desperdiçou.</p>



<p>Com este resultado, o Tondela é 17.º, em lugar de despromoção direta, com 21 pontos (menos um jogo), a quatro de Casa Pia (menos um) e Nacional, enquanto o Gil Vicente segue em sexto, com 46, a um do Famalicão, que é quinto, em posição que pode dar acesso às competições europeias.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/tondela-e-gil-vicente-empatam-com-dois-golos-perto-do-fim/">Tondela e Gil Vicente empatam com dois golos perto do fim</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Feira Medieval de Lamego regressa em junho e já tem inscrições abertas</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/feira-medieval-de-lamego-regressa-em-junho-e-ja-tem-inscricoes-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 17:25:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Lamego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Câmara Municipal de Lamego&#160;volta a promover, entre os dias 12 e 14 de junho, mais uma edição da Feira Medieval de&#160;Lamego, estando já abertas as inscrições para comerciantes, artesãos e expositores interessados em participar no evento. Inspirada na figura de&#160;D. Afonso Henriques&#160;e nas lendárias&#160;Cortes de Lamego, a iniciativa afirma-se como o maior evento de recriação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A&nbsp;Câmara Municipal de Lamego&nbsp;volta a promover, entre os dias 12 e 14 de junho, mais uma edição da Feira Medieval de&nbsp;Lamego, estando já abertas as inscrições para comerciantes, artesãos e expositores interessados em participar no evento.</p>



<p>Inspirada na figura de&nbsp;D. Afonso Henriques&nbsp;e nas lendárias&nbsp;Cortes de Lamego, a iniciativa afirma-se como o maior evento de recriação medieval da região, levando animação, história e dinamismo à zona alta da cidade, entre o Castelo, a Praça do Comércio e o Jardim da República.</p>



<p>Com esta iniciativa, o município pretende reforçar a atratividade turística do Bairro do Castelo e impulsionar a atividade económica do comércio tradicional, através de um programa que recria o ambiente da época medieval.</p>



<p>As inscrições para participação podem ser efetuadas através do site oficial da autarquia ou presencialmente no Balcão Único, nos Paços do Concelho.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/feira-medieval-de-lamego-regressa-em-junho-e-ja-tem-inscricoes-abertas/">Feira Medieval de Lamego regressa em junho e já tem inscrições abertas</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estreias, aniversário e liberdade marcam programação da ACERT até junho</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/estreias-aniversario-e-liberdade-marcam-programacao-da-acert-ate-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Tondela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Duas estreias, momentos alusivos aos 50 anos de vida, o 25 de Abril e a música ao serviço da solidariedade marcam a programação do trimestre da Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT), hoje anunciada. A primeira estreia acontece em 30 de abril, com a peça “Insegura”, pelo grupo de teatro da Escola Secundária de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas estreias, momentos alusivos aos 50 anos de vida, o 25 de Abril e a música ao serviço da solidariedade marcam a programação do trimestre da Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT), hoje anunciada.</p>



<p>A primeira estreia acontece em 30 de abril, com a peça “Insegura”, pelo grupo de teatro da Escola Secundária de Tondela, Na Xina Lua, sediado na ACERT, com uma peça sobre uma companhia de seguros para emoções, revelou Daniel Nunes, um dos responsáveis pela programação.</p>



<p>Em 22 de maio é a vez da estreia do Trigo Limpo &#8211; teatro ACERT, que comemora 50 anos de existência, sendo a peça “Carrossel” um tributo a “uma qualquer companhia de teatro”.</p>



<p>Daniel Nunes anunciou ainda uma arruada entre a ACERT e os alunos de Tondela na tarde de 24 de abril, para comemorar o Dia da Liberdade, num cortejo que conta com uma máquina de cena da companhia de teatro.</p>



<p>Nessa noite, acontece o concerto comemorativo do 25 de Abril, intitulado “Fran Pérez sempre!”, com “músicas só da autoria desse homem que é o galego mais moçambicano de Tondela e, por isso, serão interpretadas por artistas locais, da Galiza e de Moçambique”, adiantou o codiretor da ACERT José Rui Martins.</p>



<p>“Fran Pérez (1968-2016) teve ao longo de muitos anos uma colaboração muito grande, não só com a criação de músicas de cena de espetáculos da Trigo Limpo como também foi a música da Queima do Judas”, espetáculo que acontece sempre na noite de sábado do fim de semana da Páscoa.</p>



<p>José Rui Martins acrescentou que “não é por acaso que todas as edições da Queima do Judas acabam com a ‘Malha suprema’ que é uma das músicas que ele criou e hoje é uma música emblemática e quase um hino” do espetáculo.</p>



<p>Sobre a Queima do Judas, que este ano teve a 30.ª edição, dentro dos 50 anos da ACERT, no dia 25 de abril haverá uma conversa com “artistas convidados da Galiza, Moçambique e Brasil”, adiantou o responsável Nuno Coimbra.</p>



<p>Nesse mesmo dia, acrescentou Nuno Coimbra, será lançada a primeira, de cinco revistas “50 menos um, os 49 anos da ACERT”, um projeto de Marta Silva, ‘designer’ de Tondela, que começou com uma tese de mestrado e agora apresenta-se numa “revista essencialmente gráfica em que acompanha o trabalho” do Trigo Limpo.</p>



<p>Este trimestre tem como mote “A liberdade está a passar por aqui”, contando com o fadista Ricardo Ribeiro que marca presença com “FadOrquestra”, acompanhado pela Orquestra de Cordas do Conservatório de Música e Artes do Dão, de Santa Comba Dão.</p>



<p>“Penso que Ricardo Ribeiro não pensou duas vezes quando aceitou este desafio que é uma maluqueira e revelou uma enorme generosidade ao aceitar interpretar músicas que não escolheu e com uma orquestra que não conhece”, realçou José Rui Martins.</p>



<p>Ainda no campo da música, haverá um concerto solidário, na noite de 16 de maio, com a Banda Filarmónica Tondelense e a Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública (PSP), em que a receita “será toda transformada em equipamento” para os Bombeiros Voluntários de Tondela e de Vale de Besteiros, também nesse concelho do distrito de Viseu.</p>



<p>Num trimestre “muito marcado por agentes culturais locais, consequência de um trabalho que a ACERT faz ao longo dos anos e que acaba por ter como fruto essa valorização do território da região”, a programação conta com um café-concerto de António Ribeiro Quinteto, oriundo do projeto “Santos da casa fazem milagres”.</p>



<p>O Teatro Regional da Serra de Montemuro, com residência em Castro Daire, distrito de Viseu, leva à cena “Violinos para a periferia”, uma peça “sobre uma companhia habituada a grandes clássicos que se muda para o interior do país e aí fica a residir”.</p>



<p>Também com residência na região do distrito de Viseu está Márcia Leite, que apresenta teatro para toda a família com “Ainda nada?”, enquanto José Pedro Ramos vai orientar uma oficina de animação teatral.</p>



<p>Em junho, há uma residência de dez dias com artistas e formadores, orientada por João Silva, com o intuito de criarem uma apresentação de “teatro físico da Europa Ocidental com danças tradicionais da Guiné-Bissau e Índia”.</p>



<p>Nesse mês haverá teatro para os mais novos com uma digressão pelos jardins de infância e escolas de primeiro ciclo da “A grande viagem”, por Car12, e “Cabe mais um?”, levado a cabo pelo Teatro Nacional Dona Maria II.</p>



<p>No próximo sábado, a Ritual de Domingo, residente em Viseu, através de Cristóvão Cunha, apresenta uma peça que “resgata a memória jornalística dos últimos 20 anos” da ACERT num espetáculo intitulado “Onde estavas quando leste o primeiro jornal”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/estreias-aniversario-e-liberdade-marcam-programacao-da-acert-ate-junho/">Estreias, aniversário e liberdade marcam programação da ACERT até junho</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>PS exige medidas para travar risco de extinção da maçã Bravo de Esmolfe</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/ps-exige-medidas-para-travar-risco-de-extincao-da-maca-bravo-de-esmolfe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 13:52:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deputados do PS eleitos pela região Centro pediram ao Governo medidas de apoio à maçã Bravo de Esmolfe para travar o “risco de extinção” dessa fruta autóctone da Beira Alta. “A maçã Bravo de Esmolfe é muito mais do que um produto agrícola. É um símbolo do interior do país, da identidade da Beira Alta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Deputados do PS eleitos pela região Centro pediram ao Governo medidas de apoio à maçã Bravo de Esmolfe para travar o “risco de extinção” dessa fruta autóctone da Beira Alta.</p>



<p>“A maçã Bravo de Esmolfe é muito mais do que um produto agrícola. É um símbolo do interior do país, da identidade da Beira Alta e do potencial que Portugal tem para produzir com qualidade e diferenciação”, defenderam os deputados.</p>



<p>Numa pergunta dirigida ao Ministro da Agricultura, deputados socialistas eleitos pelos círculos eleitorais de Viseu, Guarda, Coimbra e Castelo Branco – distritos abrangidos pela certificação da Maçã Bravo de Esmolfe como Denominação de Origem Protegida (DOP)&nbsp;– pediram “medidas urgentes que travem o risco da sua extinção”.</p>



<p>Os deputados realçaram que este produto “preserva variedades tradicionais e promove agricultura adaptada ao território, inclusive associado a turismo gastronómico e rural”.</p>



<p>Atualmente, tem “elevada e crescente procura, no mercado ‘gourmet’, nos consumidores que valorizam produtos tradicionais e na exportação, com valor no mercado, mas com uma produção limitada, envelhecimento dos produtores e dificuldades claras na sua expansão”.</p>



<p>Os deputados questionaram o Governo sobre as medidas que pretende implementar para aumentar a produção dessa variedade de fruta, “tendo em conta os custos elevados e a sua menor produtividade face a outras maçãs mais intensivas”.</p>



<p>“Como pensa atrair novos produtores, em particular jovens agricultores, para uma cultura que demora anos a dar retorno? Estão previstos apoios específicos para a instalação e manutenção destes pomares?”, questionaram.</p>



<p>Os deputados querem ainda saber “que estratégia existe para valorizar melhor” esta fruta e como “pretende o Governo garantir que os produtores recebem um preço justo e que a cadeia de valor não penaliza quem produz”.</p>



<p>“Quer o Governo que este produto continue a ser apenas um nicho, ou pretende transformá-lo num verdadeiro motor de desenvolvimento para o interior? Esta não é apenas uma questão agrícola”, defenderam.</p>



<p>É também “uma questão de coesão territorial, uma vez que produtos como a Bravo de Esmolfe ajudam a fixar população, a dinamizar economias locais e a preservar património agrícola único”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/ps-exige-medidas-para-travar-risco-de-extincao-da-maca-bravo-de-esmolfe/">PS exige medidas para travar risco de extinção da maçã Bravo de Esmolfe</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quando a idade se torna um crime: a petição que envergonha Portugal</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/quando-a-idade-se-torna-um-crime-a-peticao-que-envergonha-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Portugal, começa a ganhar espaço uma ideia perigosa de retirar direitos com base na idade, algo que deve preocupar-nos a todos, independentemente da idade que tenhamos. O que está em causa não é apenas uma petição, é algo bem mais profundo, é a tentativa de transformar um preconceito em política pública. A ideia de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Portugal, começa a ganhar espaço uma ideia perigosa de retirar direitos com base na idade, algo que deve preocupar-nos a todos, independentemente da idade que tenhamos. O que está em causa não é apenas uma petição, é algo bem mais profundo, é a tentativa de transformar um preconceito em política pública. A ideia de que, a partir de um determinado número, 75 anos, uma pessoa deixa de ser avaliada como indivíduo e passa a ser tratada como um problema tem um nome: idadismo. O idadismo é um preconceito, estereótipo e discriminação enraizado, normalizado e, demasiadas vezes, legitimado no espaço público. A proposta de proibir, automaticamente, todas as pessoas, com mais de 75 anos, de conduzir não é um ato isolado, resulta de uma cultura que continua a aceitar a exclusão com base na idade. Num país onde mais de 24% da população tem 65 ou mais anos, mais de 2,5 milhões de pessoas, e onde o envelhecimento é uma realidade estrutural, insistir neste tipo de soluções é errado, perigoso e inaceitável. Não estamos perante uma exceção demográfica, estamos perante o novo normal que exige<strong>&nbsp;</strong>políticas públicas consistentes e não medidas avulsas. Não pode ser aberta mais uma porta a um princípio inaceitável, ou seja, o de que os direitos têm prazo de validade, não têm, são inalienáveis. A premissa desta petição é simplista, logo redutora, e profundamente errada, presume a incapacidade a partir de uma certa idade, não avalia, não mede, não observa, simplesmente presume-se, sem qualquer sustentação científica, potenciando a substituição da evidência pelo preconceito. A idade não é um diagnóstico, tratá-la como tal é um erro político grave. Um Estado de direito não pode aceitar que direitos fundamentais sejam retirados com base em critérios cegos e arbitrários.&nbsp;</p>



<p>Se o objetivo, louvável, é a segurança rodoviária, então comecemos pelos factos. Durante a Operação Páscoa 2026, registaram-se mais de 2.000 acidentes, com 18 mortos, 42 feridos graves e centenas de feridos ligeiros. As principais causas são conhecidas: excesso de velocidade, álcool e uso do telemóvel ao volante. Nada disto tem idade…. Aliás, os dados mostram que os jovens adultos entre os 20 e os 24 anos estão entre os grupos com maior número de vítimas mortais. Se seguíssemos a lógica desta petição até ao fim, então teríamos de proibir também os jovens de conduzir. Não o fazemos, porque sabemos, ou deveríamos saber, que o problema não é a idade, são os comportamentos individuais.</p>



<p>Sabemos também que a legislação portuguesa já prevê mecanismos de controlo. A partir dos 70 anos, a carta de condução é revalidada de dois em dois anos, mediante avaliação médica. Este deve ser o caminho, avaliar as pessoas e não excluir os grupos. Queremos melhorar? Melhoremos! Adotemos exames mais exigentes, avaliações cognitivas mais rigorosas e novos instrumentos técnicos de aferição da condução. Tudo isto é discutível e desejável, contrariamente à ideia de substituir a avaliação pela proibição.</p>



<p>Recordo que a mobilidade não é um luxo, é uma necessidade, uma condição básica de autonomia, de participação e de dignidade. Limitar a mobilidade, com base na idade, é condenar milhares de pessoas ao isolamento, à solidão e à invisibilidade,<strong>&nbsp;</strong>empurrando-as para fora da sociedade, numa espécie de “morte social”. O problema não é a idade, é continuarmos a tolerar discursos que transformam o medo em argumento e o preconceito em proposta. Esta petição, apesar de legítima enquanto exercício cívico, não pode ser normalizada porque é uma proposta discriminatória, perigosa e inaceitável, num Estado de direito e deve ser travada. Na Associação Stop Idadismo, não ficaremos em silêncio, contestaremos, com firmeza, com dados e ação cívica, esta petição e todas as iniciativas que procurem legitimar a discriminação em função da idade. Quando a idade passa a ser critério para retirar direitos, deixamos de falar de segurança, passamos a falar de discriminação institucional.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/quando-a-idade-se-torna-um-crime-a-peticao-que-envergonha-portugal/">Quando a idade se torna um crime: a petição que envergonha Portugal</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa sediada em Nelas ganha contrato de 30 milhões de euros para fábrica da Jaguar no Reino Unido</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/empresa-sediada-em-nelas-ganha-contrato-de-30-milhoes-de-euros-para-fabrica-da-jaguar-no-reino-unido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Nelas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A portuguesa Purever ganhou um contrato de 30 milhões de euros para fornecer a nova fábrica de baterias do grupo indiano Agratas em Inglaterra, que equipará os carros eletrificados da Jaguar e Land Rover, foi hoje anunciado. Em comunicado, a multinacional portuguesa com sede em Nelas detalha ter sido escolhida pelo grupo indiano Agratas, uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A portuguesa Purever ganhou um contrato de 30 milhões de euros para fornecer a nova fábrica de baterias do grupo indiano Agratas em Inglaterra, que equipará os carros eletrificados da Jaguar e Land Rover, foi hoje anunciado.</p>



<p>Em comunicado, a multinacional portuguesa com sede em Nelas detalha ter sido escolhida pelo grupo indiano Agratas, uma divisão da Tata, para assegurar a conceção, produção e instalação de salas limpas e secas em zonas da fábrica que requerem ambientes controlados para a fabricação de células e montagem de baterias.</p>



<p>Em causa está a nova fábrica de baterias do grupo indiano em Somerset, Inglaterra, que vai equipar os carros eletrificados da Jaguar e da Land Rover.</p>



<p>Segundo refere, o contrato &#8211; ganho pela filial da Purever Ardmac UK &#8211; ronda os 30 milhões de euros numa primeira fase, prevendo a produção e instalação de paredes técnicas, tetos, portas, áreas de circulação, entre outros elementos construtivos, produzidos nas fábricas do grupo Purever.</p>



<p>Este contrato segue-se a outro que a empresa executou para a Envision (AESC), também fabricante de baterias, em Newcastle, neste caso essencialmente para a Nissan, que já começou a laboração.</p>



<p>“A Purever fornece uma solução integrada para a fábrica da Agratas que abrange o desenvolvimento de conceitos, engenharia detalhada e todos os elementos arquitetónicos associados à construção de ambientes controlados, serviços especializados de construção e um rigoroso comissionamento para atingir os exigentes requisitos de controlo de partículas, humidade e ambiente que esta tipologia de instalações requer”, explica o fundador e presidente executivo (CEO) da Purever Industries, Luís Coelho Borges, citado no comunicado.</p>



<p>Além da indústria automóvel, a Purever diz operar com as suas soluções de salas limpas, secas e frias para as áreas farmacêutica e hospitalar, defesa e alimentar.</p>



<p>Atualmente, a empresa refere ter “uma forte oferta na área dos centros de dados”, também através da Ardmac, com projetos em curso em mais de seis países europeus.</p>



<p>Com fábricas em Portugal, Espanha, França, Itália e Estados Unidos e escritórios em 18 países, a Purever Industries destaca estar atualmente na corrida para o fornecimento das salas limpas para a futura fábrica de baterias da chinesa CALB, em Sines.&nbsp;</p>



<p>Nos planos da multinacional portuguesa está ainda a instalação de uma fábrica própria na Índia.</p>



<p>Entre os projetos em curso da Purever, que faturou cerca de 450 milhões de euros em 2025, estão um para a Microsoft na Irlanda e outro para a Google na Áustria, assim como para a Fuji na Dinamarca, para a farmacêutica Lilly na Irlanda e em Espanha e, ainda, para a Novo Nordisk em França.</p>



<p>“Com base num profundo conhecimento setorial entregamos projetos que cumprem com prazos, que apoiam a segurança e qualidade, permitindo aos clientes reduzir a duração do arranque industrial o que é uma mais-valia para a Purever junto dos seus clientes”, salienta Luís Coelho Borges.</p>



<p>O grupo Purever Industries emprega mais de 1.500 colaboradores e possui oito fábricas em Portugal, Espanha, França, Itália, Reino Unido e Estados Unidos e 25 escritórios em 18 países.</p>



<p>A Purever desenha, fabrica e constrói instalações técnicas que carecem de isolamento térmico ou ambientes controlados quanto a poeiras, humidade ou proteção contra fogo, para setores como os ‘data centers’, fábricas de eletrónica, farmacêutica e hospitais, fábricas de baterias e indústria aeroespacial, assim como para toda a cadeia alimentar, desde o fabrico à logística, retalho alimentar e restaurantes.</p>



<p>A celebrar este ano o seu 25.º aniversário, a Purever opera com quatro marcas: Ardmac, Dagard, Coldkit e Misa.&nbsp;</p>



<p>A Dagard, com duas fábricas em França e uma nos EUA, comemora este ano 75 anos de existência, enquanto a fábrica da Purever em Nelas, Viseu, assinala 35 anos.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/empresa-sediada-em-nelas-ganha-contrato-de-30-milhoes-de-euros-para-fabrica-da-jaguar-no-reino-unido/">Empresa sediada em Nelas ganha contrato de 30 milhões de euros para fábrica da Jaguar no Reino Unido</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Semana da Saúde arranca hoje em Mangualde com 22 instituições envolvidas</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/semana-da-saude-arranca-hoje-em-mangualde-com-22-instituicoes-envolvidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mangualde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mangualde dedica a partir desta segunda-feira uma semana à Saúde, uma iniciativa que envolve 22 instituições locais e propõe, ao longo de sete dias, dezenas de atividades dedicadas à promoção do bem-estar da população. Promovida pelo município, a iniciativa decorre até 19 de abril sob o lema “informar, sensibilizar, prevenir e cuidar”, reunindo cerca de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/semana-da-saude-arranca-hoje-em-mangualde-com-22-instituicoes-envolvidas/">Semana da Saúde arranca hoje em Mangualde com 22 instituições envolvidas</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mangualde dedica a partir desta segunda-feira uma semana à Saúde, uma iniciativa que envolve 22 instituições locais e propõe, ao longo de sete dias, dezenas de atividades dedicadas à promoção do bem-estar da população.</p>



<p>Promovida pelo município, a iniciativa decorre até 19 de abril sob o lema “informar, sensibilizar, prevenir e cuidar”, reunindo cerca de 40 ações dirigidas a diferentes públicos e faixas etárias. O programa inclui workshops, sessões de sensibilização, caminhadas, exercícios, teatro e jogos tradicionais.</p>



<p>Segundo a vereadora com o pelouro da Ação Social e da Saúde, Rosalina Alegre, a iniciativa pretende reforçar a importância de cuidar da saúde nas suas várias dimensões, promovendo uma comunidade &#8220;mais informada e consciente&#8221;.</p>



<p>Na abertura da iniciativa, a autarca destacou o trabalho em rede entre o município e as instituições parceiras, sublinhando que &#8220;esta articulação permite dar respostas mais eficazes às necessidades da população&#8221;.</p>



<p>Ao longo da semana serão abordados temas como prevenção de quedas, sono, alimentação, demência, AVC, deficiência visual, bullying e ciberbullying, uso saudável das redes sociais, parentalidade e envelhecimento, entre outros. Estão também previstas ações de sensibilização dedicadas ao autismo junto da comunidade.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/semana-da-saude-arranca-hoje-em-mangualde-com-22-instituicoes-envolvidas/">Semana da Saúde arranca hoje em Mangualde com 22 instituições envolvidas</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Arrendar quarto em Viseu custa em média 270 euros</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/arrendar-quarto-em-viseu-custa-em-media-270-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Viseu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O preço médio de arrendamento de quartos em&#160;Viseu&#160;é atualmente de 270 euros por mês, tendo registado uma subida no primeiro trimestre deste ano face ao mesmo período de 2025, de acordo com uma análise do&#160;Idealista. Os dados indicam que os preços aumentaram 4% em termos homólogos na cidade, enquanto que a tendência nacional aponta para um aumento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço médio de arrendamento de quartos em&nbsp;Viseu&nbsp;é atualmente de 270 euros por mês, tendo registado uma subida no primeiro trimestre deste ano face ao mesmo período de 2025, de acordo com uma análise do&nbsp;Idealista.</p>



<p>Os dados indicam que os preços aumentaram 4% em termos homólogos na cidade, enquanto que a tendência nacional aponta para um aumento em média de 8% face ao ano passado. Segundo a mesma fonte, na avaliação anual, o valor manteve-se estável em Viseu.</p>



<p>Entre os 19 municípios analisados, a maioria registou aumentos, com destaque para Bragança (13%), Funchal e Guarda (11%) e Lisboa (10%). </p>



<p>Apesar da subida, Viseu continua entre as cidades mais acessíveis para arrendar quarto, com valores abaixo dos 300 euros mensais, longe dos preços praticados em cidades como Lisboa (550 euros), Funchal (500 euros) ou Porto (450 euros).</p>



<p>O estudo revela ainda que o arrendamento de quartos deixou de ser uma solução exclusiva de estudantes, sendo cada vez mais procurado por jovens trabalhadores e por quem procura alternativas mais económicas face ao aumento generalizado dos preços da habitação.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/arrendar-quarto-em-viseu-custa-em-media-270-euros/">Arrendar quarto em Viseu custa em média 270 euros</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>PSD quer “devolver Câmara de Viseu ao partido” e fala em novo ciclo político no concelho</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/psd-quer-devolver-camara-de-viseu-ao-partido-e-fala-em-novo-ciclo-politico-no-concelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Viseu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo presidente da Concelhia do Partido Social Democrata de Viseu, Pedro Alves, aponta como grande objetivo para o seu mandato a reconquista para o PSD da Câmara Municipal, defendendo que o concelho está a entrar num novo ciclo político. Pedro Alves defende que o PSD está hoje “mais unido e mais preparado para liderar”, apontando críticas à atual [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo presidente da Concelhia do Partido Social Democrata de Viseu, Pedro Alves, aponta como grande objetivo para o seu mandato a reconquista para o PSD da Câmara Municipal, defendendo que o concelho está a entrar num novo ciclo político.</p>



<p>Pedro Alves defende que o PSD está hoje “mais unido e mais preparado para liderar”, apontando críticas à atual gestão autárquica do PS que venceu as últimas eleições autárquicas, e falando numa maioria política no concelho que considera não estar a ser respeitada.</p>



<p>O objetivo, sublinha, é claro. Recuperar a autarquia, tratando-se de &#8220;um desígnio coletivo”. Na sessão de tomada de posse que aconteceu nos Solar do Dão, o também deputado na Assembleia da República apelou à mobilização interna e ao reforço do contacto com a população, &#8220;com uma aposta no diálogo e na participação, sobretudo das gerações mais jovens”. Mas também deixou críticas internas. </p>



<p>“O PSD de Viseu está mais unido, mais forte e mais preparado para liderar”, frisou, referindo a existência de uma maioria política no concelho, &#8220;expressa na Assembleia Municipal e nas freguesias”, maioria essa que que, sublinhou, &#8220;tem sido desrespeitada por opções que colocaram interesses pessoais acima da ética e da responsabilidade política”. &#8220;Essa realidade não pode continuar”, avisou.</p>



<p>Na sessão estiveram também presentes Miguel Pinto Luz (vice-presidente do Partido Social Democrata e de Ministro das Infraestruturas), que destacou a importância da unidade interna, e Carlos Silva, presidente da Distrital, que assumiu a ambição de vencer as eleições autárquicas “à primeira”.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/psd-quer-devolver-camara-de-viseu-ao-partido-e-fala-em-novo-ciclo-politico-no-concelho/">PSD quer “devolver Câmara de Viseu ao partido” e fala em novo ciclo político no concelho</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Viseu recebe workshop internacional dedicado à redução da poluição</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/viseu-recebe-workshop-internacional-dedicado-a-reducao-da-poluicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 10:49:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Viseu]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=119577</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, do Instituto Politécnico de Viseu, acolhe em setembro o 6.º Workshop Científico Internacional “Rumo à Poluição Zero”, iniciativa que junta especialistas e investigadores para debater soluções inovadoras na redução da poluição e na proteção ambiental. O encontro integra o conjunto de atividades promovidas pelo IPV no âmbito da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, do Instituto Politécnico de Viseu, acolhe em setembro o 6.º Workshop Científico Internacional “Rumo à Poluição Zero”, iniciativa que junta especialistas e investigadores para debater soluções inovadoras na redução da poluição e na proteção ambiental.</p>



<p>O encontro integra o conjunto de atividades promovidas pelo IPV no âmbito da Semana Europeia do Desenvolvimento Sustentável 2026, tendo como principal objetivo, segundo a Escola, &#8220;fomentar o diálogo interdisciplinar e incentivar a partilha de conhecimento científico e tecnológico orientado para a sustentabilidade&#8221;.</p>



<p>Durante o encontro, os participantes irão apresentar projetos e trabalhos em curso, abordando temas como qualidade ambiental, gestão sustentável de recursos, inovação tecnológica e políticas públicas para um futuro com menor impacte ambiental.</p>



<p>A iniciativa pretende ainda reforçar a colaboração entre investigadores e estudantes, promovendo a troca de experiências e o desenvolvimento de novas abordagens para enfrentar os desafios ambientais atuais.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viseu-recebe-workshop-internacional-dedicado-a-reducao-da-poluicao/">Viseu recebe workshop internacional dedicado à redução da poluição</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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