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O Sindicato Nacional da Proteção Civil acusa a Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL) de intimidar e ameaçar os sapadores florestais que integram os quadros da organização. Por causa disso, há profissionais de baixa e a apresentarem demissão.
A título de exemplo, Alexandre Carvalho, coordenador nacional do setor da conservação da natureza e das florestas do Sindicato Nacional da Proteção Civil, diz que os sapadores da CIMVDL foram intimidados após recusarem-se a irem para os incêndios da Serra da Estrela “depois de uma semana inteira de trabalho”.
“Estavam exaustos e recusaram-se a ir e depois foram alvo de toda a espécie de intimidação e ameaças verbais, pelos técnicos da CIM Viseu Dão Lafões”, disse.
Segundo Alexandre Carvalho, dos cerca de 20 sapadores florestais da Comunidade Intermunicipal, “estão cada vez menos trabalhadores no ativo, porque começam a pôr baixas [médicas], quer por ficarem doentes, o que é normal tendo em conta as condições de trabalho, quer por não aguentarem a pressão”, referiu.
“Já hoje recebi um telefonema a informar mais uma baixa e alguns já pediram a demissão, por não aguentarem este clima. Das duas brigadas existentes só uma está completa, com 14 trabalhadores, a outra já não”, acrescentou.