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A irmã do homem de nacionalidade alemã que está desaparecido desde o início do mês acredita que este já está morto. Em declarações ao Jornal do Centro, Sabine Schell conta que esta é a primeira vez que o Artur Lorenz está tanto tempo sem dar notícias. “Ele nunca ficou tanto tempo sem dizer nada, falávamos todas as semanas”, disse.
O homem, de 39 anos, terá sido visto pela última vez no monte de Santa Luzia, em Viseu, na noite de 4 de maio. Entretanto, na passada quinta-feira (16 de maio), a carrinha que estava a usar para viajar pelo país foi encontrada queimada em Moure de Carvalhal, a poucos quilómetros do local onde tinha sido avistado.
O alerta para o veículo carbonizado foi dado por um popular à GNR, que confirmou ter-se deslocado ao local e ter alertado a Polícia Judiciária (PJ). O Jornal do Centro sabe que a PJ, que confirmou que “estão a ser desenvolvidas diligências investigatórias”, no dia seguinte deslocou-se ao local apoiada por bombeiros que moveram o veículo para verificar se estaria algum corpo nas imediações. Após algumas diligências, foi confirmado que a carrinha pertencia ao alemão.
“O que eu acho é que o meu irmão foi atacada por um desconhecido e já não está vivo”, afirmou Sabine Schell, que se encontra na Alemanha. A familiar contou ainda que Artur Lorenz não tinha pessoas conhecidas em Viseu. O marido de Sabine e outros dois familiares que viajaram para Portugal estão hoje a ser ouvidos pelas autoridades.