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Legislativas/Viseu: Cabeça de lista do Bloco de Esquerda rejeita derrota individual

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 Legislativas/Viseu: Cabeça de lista do Bloco de Esquerda rejeita derrota individual - Jornal do Centro
31.01.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Legislativas/Viseu: Cabeça de lista do Bloco de Esquerda rejeita derrota individual - Jornal do Centro
31.01.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Legislativas/Viseu: Cabeça de lista do Bloco de Esquerda rejeita derrota individual - Jornal do Centro

Manuela Antunes, cabeça de lista do Bloco de Esquerda pelo círculo de Viseu, diz que resultados não são uma derrota individual. O partido caiu para quarta força política e perdeu mais de metade dos votos, relativamente a 2019.

Nas legislativas deste domingo, 30 de janeiro, os bloquistas tiveram 2,83 por cento da votação (5.218 eleitores). Manuela Antunes falou ainda numa derrota nacional para o partido e mostrou-se preocupada com a subida do Chega.

“Não considero que seja uma derrota individual, porque o Bloco teve uma derrota nacional. Fomos a quarta força política, o único partido verdadeiramente à esquerda. Ficou em terceiro um partido de extrema direita. O partido que ficou em terceiro lugar não apresentou uma única proposta para o distrito, aliás, o candidato até disse que era candidato nacional e que não tinha propostas para o distrito e ficamos preocupados porque sabemos o que este partido representa”, disse.

Manuela Antunes garantiu ainda que o Bloco vai trabalhar na luta contra “políticas conservadoras e liberais”. “Neste momento, o que temos que fazer é continuar o nosso caminho, na luta contra o racismo, homofobia, xenofobia e cá estaremos todos os dias para defender as pessoas das políticas conservadoras e liberais que nos vão tentar impor”.

A bloquista rejeitou ainda que estas eleições tenham sido culpa do Bloco. “Não vou levar isto como uma derrota pessoal, até porque eu não sou o Bloco. Fomos a todos os concelhos, percorremos o distrito, tentámos transmitir as nossas ideias. Não fomos os culpados por termos ido a eleições, apenas não concordamos com o orçamento que foi proposto. O PS foi o maior beneficiado com isto tudo porque conseguiu a maioria”, concluiu.

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