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O líder do PSD, Luís Montenegro, defendeu esta terça-feira, 13 de setembro, no segundo dia do roteiro Sentir Portugal, a criação de “um programa ousado, atrevido” para valorizar e potenciar o interior do país.
Num almoço com empresários do Turismo, no concelho de Tabuaço, o presidente social-democrata chegou mesmo a defender medidas que “penalizem os investimentos no litoral”, para alavancar e favorecer o investimento no interior do país.
Aos jornalistas, no final do almoço, o dirigente partidário foi mais cauteloso nas palavras. Disse apenas que “tem que haver um encargo que seja maior nos grandes centros urbanos do litoral para que o desenvolvimento do interior também se faça”.
“Não chega ter equipamentos, infraestruturas, não estou a dizer que eles não são necessárias, mas temos que acrescentar mais a isso, temos que ter investimento, criação de riqueza. Se não houver emprego no interior não há gente e se não houver gente todos esses equipamentos acabam por ficar obsoletos e sem utilização”, disse.
Na opinião do presidente do PSD, chegou a altura de dizer que “em Portugal que as políticas de coesão territorial, embora bem intencionadas, falharam no seu resultado”.
“O país falhou porque não consegue hoje ter as assimetrias mais atenuadas do que aquelas que existiam há duas ou três décadas e, portanto, temos que ter politicas novas”, finalizou.
Luís Montenegro cumpre hoje o segundo dia do roteiro Sentir Portugal, que decorre até sábado no distrito de Viseu.
Presente no almoço com empresários do Turismo esteve o presidente da Câmara de Tabuaço, Carlos Carvalho, que se mostrou satisfeito por um presidente do PSD visitar pela primeira vez o concelho.
O autarca queixou-se depois do problema das acessibilidades e da falta de apoios europeus para o arranjo de estradas. Alertou para a reduzida cobertura de rede de telecomunicações e de Internet. A falta de mão de obra e o problema da demografia foram outros dos problemas levantados por Carlos Carvalho.