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Mais de 30 técnicos vão percorrer Viseu Dão Lafões para fazer registo de terrenos

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 Mais de 30 técnicos vão percorrer Viseu Dão Lafões para fazer registo de terrenos - Jornal do Centro
25.01.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Mais de 30 técnicos vão percorrer Viseu Dão Lafões para fazer registo de terrenos - Jornal do Centro
25.01.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Mais de 30 técnicos vão percorrer Viseu Dão Lafões para fazer registo de terrenos - Jornal do Centro

A Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões contratou 36 pessoas para andarem de terra em terra a fazer o cadastro dos terrenos. Os profissionais foram contratados no âmbito do projeto do Balcão Único do Prédio (BUPi).

A CIM fez esta terça-feira (25 de janeiro) a ativação das 18 equipas móveis de cadastro que vão percorrer os concelhos da região para fazer a georreferenciação das parcelas. Cada equipa conta com dois técnicos, uma viatura e material informático para trabalhar e cada concelho também já conta com balcões físicos.

O evento decorreu no auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu. Além da entrega de materiais, foi ainda feito um ponto de situação do projeto BUPi na região.

Segundo a comunidade intermunicipal, à estrutura de balcões de atendimento especializados BUPi em operação desde junho do ano passado, há agora 18 balcões de atendimento itinerante constituídos por dois técnicos habilitados cada.

O secretário executivo da CIM, Nuno Martinho, diz que, com as equipas móveis, o Balcão Único do Prédio “vai entrar em velocidade cruzeiro”.

“Vamos assistir a um aumento gradual no número de matrizes inscritas. Sabemos que, ainda, temos um longo trabalho pela frente, para aprofundar o nosso conhecimento sobre os limites do nosso território, mas estamos empenhados em cumprir os objetivos a que nos propusemos”, afirmou.

Nuno Martinho salientou também que os mais de 30 técnicos vão trabalhar também ao fim de semana. “Nós sabemos que temos de ir junto das pessoas e explicar-lhes o projeto. Iremos estar nos vários locais, muitas vezes fora do horário do trabalho, quando as pessoas estão ao sábado ou ao domingo, porque é necessário fazer o trabalho para conseguirmos atingir o sucesso deste projeto que é muito ambicioso e de grande dificuldade”, afirmou.

Só em Viseu Dão Lafões, há mais de 1 milhão de terrenos por registar na região, sendo que a CIM se comprometeu a georreferenciar cerca de metade. A entidade intermunicipal também vai apostar no reforço da comunicação.

“Vamos fazer uma campanha mais massiva, muito assente no digital, e é importante que a estratégia de comunicação seja coerente entre cada um dos municípios, com um reforço dos mupis (cartazes) que estão a ser colocados nas nossas vilas e cidades”, disse Nuno Martinho.

O secretário executivo acrescentou que a CIM também vai apostar na informação através da fatura da água e na realização de sessões de esclarecimento “porque é importante explicar o que é o BUPi e como se faz o trabalho do registo”.

Já o presidente da CIM, Fernando Ruas, frisou que o BUPi “vai-nos permitir ter uma ideia real do que são as comunidades que constituem estes catorze municípios”. “Quero desejar aos envolvidos que tenham êxito nesta tarefa que hoje iniciamos, pois a única forma de cuidar do território é conhece-lo”, acrescentou o autarca de Viseu.

Também esteve presente a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Isabel Damasceno.

A dirigente elogiou a iniciativa da CIM Viseu Dão Lafões, destacando o cuidado que a entidade “tem tido em prestar contas, nas diferentes fases do desenvolvimento deste projeto, não só a nós, financiadores, mas também ao público em geral”.

Isabel Damasceno lembrou que há anos se fala no cadastro. “Há anos, anos e anos que se ouve de uma necessidade imperiosa dos nossos territórios terem o cadastro. E era uma necessidade absoluta para as intervenções nos territórios. Mas a verdade é que as coisas nunca foram fáceis de montar e foram sendo adiadas”, concluiu.

O BUPi resulta de uma candidatura apresentada pela CIM para a criação de um sistema de cadastro simplificado na região, representando um investimento global superior a 2,3 milhões de euros.

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