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Menos criminalidade em 2020, mas mais burlas informáticas

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 Menos criminalidade em 2020, mas mais burlas informáticas - Jornal do Centro
31.03.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Menos criminalidade em 2020, mas mais burlas informáticas - Jornal do Centro
31.03.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Menos criminalidade em 2020, mas mais burlas informáticas - Jornal do Centro
A criminalidade no distrito de Viseu caiu em 2020, num ano em que a pandemia da Covid-19 levou as pessoas a confinarem-se em casa durante dois meses. Os dados são do último Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), divulgado esta semana pelo Governo. De acordo com o documento, as autoridades de Viseu registaram 7.619 participações de criminalidade geral no último ano, menos 582 ocorrências ou 7,1% (por cento) face a 2019. O distrito representou 2,5% do total nacional. Já na criminalidade violenta e grave, houve 157 crimes registados na região em 2020, menos 6% em comparação com o ano anterior. A violência doméstica foi o tipo de crime mais participado no distrito, tendo ocorrido 710 crimes no ano passado. Segue-se a condução sob o efeito de álcool com taxa de alcoolemia superior a 1,2 gramas por litro no sangue, com 585 ocorrências. Também em 2020, ocorreram 556 crimes de danos, 544 de ofensa à integridade física simples e 467 de ameaça e coação. Na criminalidade geral, a maior subida verificou-se nas burlas informáticas e de comunicações, com um aumento significativo de 74,1% para 343 ocorrências. Isto num ano em que o teletrabalho e as aulas à distância marcaram o confinamento decretado por causa da Covid-19. De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna, o distrito de Viseu teve também subidas consideráveis nos furtos em edifícios comerciais e industriais com arrombamento, escalamento ou chaves falsas (mais 48,1%), nos furtos em veículos motorizados (mais 17,1%), nas outras burlas (mais 12,9%), na condução sem habilitação legal (mais 7,3%) e, por fim, no crime de ameaça e coação (mais 2,6%). Já as maiores descidas verificaram-se nos crimes de fogo posto (menos 22,8%), difamação, calunia e injuria (menos 21,8%), ofensa à integridade física simples (menos 19,3%), burla com fraude bancária (menos 14,4%), violência doméstica (menos 11,1%) e furtos em residência (menos 6,8%). Na criminalidade violenta, as maiores subidas foram registadas nos crimes de extorsão (aumento de 175%), rapto, sequestro e tomada de reféns (mais 120%), resistência e coação sobre funcionário (mais 23%) e roubo a residência (mais 17%). O roubo por esticão não sofreu mexidas, tendo tido 29 queixas em 2020. Já as descidas verificaram-se nos crimes de roubo na via pública (menos 39%), ofensa à integridade física grave (menos 43%) e violação (menos 50%). O concelho de Viseu registou o maior número de crimes, com 2.224 participações. Seguem-se Tondela (577), Mangualde (476), Lamego (444), Cinfães (354), Nelas (327), Carregal do Sal (260), Moimenta da Beira (254), Oliveira de Frades (246), Santa Comba Dão (244), Castro Daire (238), Resende (220) e Vouzela (217). Na lista, constam ainda Mortágua (189 crimes), Sátão (139), Tarouca (139), Penalva do Castelo (138), São João da Pesqueira (131), Sernancelhe (87), Armamar (85), Vila Nova de Paiva (81), Tabuaço (67) e Penedono (43). De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna, houve 194 queixas que, registadas no distrito, não vinham com o concelho identificado. Já nas escolas, as autoridades de Viseu receberam 55 denúncias em 2020. O RASI congrega os dados referentes à criminalidade participada por oito Órgãos de Polícia Criminal (OPC): Guarda Nacional Republicana (GNR), Polícia de Segurança Pública (PSP), Polícia Judiciária (PJ), Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Polícia Marítima (PM), Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e Polícia Judiciária Militar (PJM). A nível nacional, o documento dá conta que a criminalidade violenta e grave registou uma diminuição de 13,4% no ano passado em relação a 2019, passando das 14.398 participações para as 12.469. Também a criminalidade geral registou menos 36.817 queixas às forças e serviços de segurança no ano passado em relação a 2019, passando das 335.614 para 298.797, o que corresponde à diminuição de 11%. O RASI destaca que “os resultados de 2020 constituem o valor mais baixo de sempre”, um ano que ficou marcado pelas restrições associadas ao combate à pandemia, tendo Portugal decretado sucessivas declarações de alerta, contingência, calamidade e vários estados de emergência, o que obrigou a “uma enorme exigência” das forças e serviços de segurança.
 Menos criminalidade em 2020, mas mais burlas informáticas - Jornal do Centro
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