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Three men pose outdoors in front of a large tree; the center man is a priest wearing a clerical collar and a cross necklace.
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Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
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Militares da GNR que patrulham carreia aérea que passa por Viseu sem receber há 14 meses

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 Chuva, trovoada e muitas nuvens esta semana em Viseu
22.01.23
fotografia: Jornal do Centro
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 Chuva, trovoada e muitas nuvens esta semana em Viseu
22.01.23
Fotografia: Jornal do Centro
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 Militares da GNR que patrulham carreia aérea que passa por Viseu sem receber há 14 meses

Os militares que asseguram o policiamento da carreira aérea que passa por Viseu estão sem receber esse serviço gratificado há mais de um ano. O Estado está a dever a estes soldados mais de meio milhão de euros.

Em Viseu, asseguram o patrulhamento da ligação aérea que liga Bragança a Portimão 45 militares da GNR, que estão a “arder” com perto de 172 mil euros. Em todo o país são 190 os soldados com pagamentos em atraso, num caso criticado pela Associação dos Profissionais da Guarda.

“São 14 meses de dívida, é a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) que está responsável pelo pagamento desses valores referentes ao policiamento da carreira aérea que liga Bragança, Vila Real, Viseu, Cascais e Portimão. A dívida aos profissionais já ultrapassa os 500 mil euros”, refere Rui Sousa, coordenador na região Centro da Associação dos Profissionais da Guarda,

O dirigente não compreende a demora e diz que mais tarde ou mais cedo a ANAC terá que liquidar os montantes em atraso por um serviço, feito fora do horário de trabalho e que exige muito tempo extra aos militares da GNR. No inverno há apenas um voo diário (ida e volta) e no verão são dois.

“Estes profissionais não têm outra escolha que não fazer o serviço sob o risco de procedimento disciplinar. Eles são formados com um curso de segurança aeroportuário, que depois é certificado pela ANAC e são limitados aqueles 45 elementos que têm que o curso e, portanto, são só esses que estão habilitados a fazer esses serviço, por isso, mesmo que eles declarem não serem voluntários para fazer serviços remunerados, que são feitos após o horário de serviço, são obrigados a fazê-lo porque não há mais ninguém para o fazer e eventualmente ocorreria um processo disciplinar”, acrescenta Rui Sousa.

Num esclarecimento à SIC, a ANAC diz que é sua “a competência legal para pagar a despesa com segurança prestada nos aeródromos”, mas salienta que esse “pagamento estará dependente das transferências de verbas do Governo”.

Na mesma resposta à estação de televisão, a ANAC garante não ter recebido resposta às comunicações feitas com o Governo e assegura que mal receba luz verde irá pagar os valores em dívida.

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