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O Bloco de Esquerda (BE) diz que há moradores que estão a abandonar as habitações sociais do concelho de Mangualde.
Os moradores fizeram várias queixas sobre as condições das habitações ao Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), mas sem resposta. Esta já não é uma situação nova, uma vez que, em novembro do ano passado, o BE já tinha denunciado a existência de falta de condições nas habitações de arrendamento acessível na Quinta da Igreja, onde apenas sete das 18 habitações foram ocupadas.
O bloquista David Santos diz que as casas já não têm condições de habitabilidade e acrescenta que as rendas “não são tão acessíveis”.
“As habitações têm muitas lacunas, mesmo a nível do acabamento, e as energias são praticamente inexistentes. Há o caso de um apartamento que não está ligado ao painel solar, o que faz com que a família pague uma fatura muito elevada de eletricidade. O IHRU nunca conseguiu dar seguimento às queixas dos moradores”, afirma.
Entre as queixas, estão as dificuldades de comunicação com o IRHU, que, segundo o Bloco, não responde devidamente às reclamações dos moradores, bem como o mau acabamento dos apartamentos que coloca em causa a integridade dessas casas e dos inquilinos.
O BE também aponta para a falta de mobiliário nos compartimentos dos apartamentos e de eletrodomésticos.
O Bloco lembra que este programa começou a ser implementado em Mangualde no tempo em que João Azevedo era o presidente da autarquia. “Foi inaugurado com pompa e circunstância”, recorda David Santos, que diz que os beneficiários das habitações sociais se sentem abandonados pelo atual executivo da Câmara.
“Têm todos os problemas e fartam-se de enviar e-mails e fazer reclamações. O Bloco já lá foi e já colocou a questão na Assembleia da República, mas nada avançou”, remata o bloquista.
Contactada, a Câmara de Mangualde diz que rejeita responsabilidades neste caso e remete explicações para o IHRU. O executivo liderado por Elísio Oliveira diz que as habitações sociais não são da responsabilidade da autarquia. O Jornal do Centro também tentou uma reação por parte do IHRU, mas sem sucesso.