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O Instituto Politécnico de Viseu (IPV) recebe no próximo dia 19 de junho a iniciativa No-Code, que pretende incentivar à criação de soluções informáticas sem conhecimentos de programação. A sala 2 do Pavilhão Multiusos do IPV acolhe o roadshow a partir das 16h30 e que tem entrada livre.
A iniciativa acontece no âmbito do périplo que o No-Code Institute está a fazer pelo país. Na sessão em Viseu, os participantes vão ter acesso a demonstrações de tecnologias e poder explorar algumas ferramentas digitais. Além do roadshow, a organização do roadshow vai oferecer um projeto de transformação digital a cinco pequenas e médias empresas ou organizações sociais que tenham participado nas sessões.
O movimento No-Code tem ganhado força nos últimos anos e promove a inclusão e a democratização tecnológica, sendo que esta plataforma opera sem código, permitindo que “qualquer pessoa, independentemente da experiência técnica, consiga criar e lançar produtos digitais, de modo a desenvolver as soluções digitais de que necessita”, explica o IPV.
Com o No-Code, não é preciso ser um programador para criar um site, uma app móvel, uma loja online, uma ferramenta digital interna ou um programa de inteligência artificial, desde que a pessoa consiga aprender a programar sem código, utilizando as ferramentas do movimento.
O presidente do IPV, José Costa, diz que o No-Code promete ser “uma abordagem promissora de desenvolvimento de software que oferece agilidade na disponibilização de soluções tecnológicas e um potencial significativo para a capacitação de mais pessoas, com benefícios notáveis para a sociedade, promotoras de igualdade de oportunidades”.
“Esta iniciativa enquadra-se nos valores e missão do IPV, contribuindo para tornar a tecnologia mais acessível e inclusiva, através da capacitação em tecnologias”, acrescenta a autarquia.
Miguel Muñoz-Duarte, do No-Code Institute, realça que este movimento constitui “uma nova forma de fazer a transformação digital e torná-la mais democrática, inclusiva e acessível, o que consiste no desenvolvimento de software e soluções digitais sem programação”.
“Creio que o ecossistema de Viseu vai adorar ficar a conhecer mais sobre como pode aumentar em 10 vezes a eficiência e rapidez da transição para a economia digital, reduzindo o custo e recursos necessários”, diz.