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Um álbum repleto de pontos altos de euforia a contrastar com os pontos mais baixos, mais melancólicos. Este jogo entre os diversos temas foi feito para espelhar os girassóis e tempestades na vida da Marisa?
Este disco espelha alguns dos meus girassóis e tempestades, não todos e não todos sobre mim. É um espelho entre a parte mais luminosa que nós temos e a parte mais sombria, e acho que isso temos todos, e é uma experiência musical de expor um bocadinho as duas, não sendo por isso todas pessoais. O álbum foi feito com uma “participação”, ou uma homenagem, de artistas como António Variações, Chico César e a cantautora Joana Espadinha.
Houve uma tentativa de homenagear a música e a língua portuguesa neste álbum?
Sinceramente não pensei nisso. Estou muito habituada a cantar em português, já cantei noutras línguas, mas nem sequer foi uma questão que pusesse em cima da mesa, se iria cantar em português ou não. Também não passou a ser uma homenagem. Aquilo que eu queria que fosse, e estes artistas estarem neste disco tem várias razões, e uma delas era porque eu queria aprender mais e levar aquilo que eu já sabia para artistas que eu admiro muito. Para eles me ensinarem outras coisas, para eu beber um bocadinho das influências e da forma de trabalhar em si. E ainda pessoas que me ajudassem a pôr não só em música como na letra, uma homenagem a estes sentimentos de tristeza, de melancolia, de desabafo e de revolta, mas também de alegria, de esperança e de amor, e são estes os girassóis e tempestades.
(Para ler na íntegra na edição do Jornal do Centro)