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O Governo vai avançar com testagens massivas à Covid-19 nos concelhos que estão acima do limiar da incidência de casos, como Cinfães e Carregal do Sal, que podem não avançar para a terceira fase do desconfinamento a 19 de abril, caso a taxa de incidência não baixe nos próximos dias.
O primeiro-ministro, António Costa, anunciou esta medida após uma reunião com autarcas dos concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes, onde o presidente da Câmara de Carregal do Sal esteve presente.
De acordo com o primeiro-ministro, em relação aos surtos de Covid-19 que se registam nestes concelhos, verifica-se a existência “de um padrão comum”.
Na generalidade dos casos, a origem dos surtos está na “concentração de pessoas, na habitação precária e temporária associada ou nas grandes obras públicas ou nas colheitas, ou, ainda, em trabalhos em unidades industriais que recorrem a habitação local”.
Face a isto, António Costa informou aos jornalistas que há agora “a necessidade de articularmos ações específicas da Autoridade para as Condições do Trabalho, em conjunto com as autoridades de saúde, para criar melhores condições sanitárias nos locais de residência e para se desenvolverem ações de testagem massiva tendo em vista detetar focos nessas zonas e pessoas infetadas e quebrar as cadeias de transmissão”.
No caso específico da agricultura, o primeiro-ministro adiantou que, em parceira com organizações de produtores, haverá um trabalho de prevenção, com a difusão de “boas práticas e com testagem”, tendo em conta o calendário de colheitas, que agora se inicia e que se prolongará até ao período das vindimas.
Nos concelhos com maior risco de transmissão, António Costa anunciou também que as autoridades policiais vão estar mais na rua. “Durante os próximos 15 dias, haverá um reforço dos efetivos da GNR ou da PSP nos concelhos que têm mais de 120 casos por 100 mil habitantes, tendo em vista o reforço das ações de fiscalização”, revelou.
Na conferencia de imprensa, o primeiro-ministro deixou um apelo às entidades patronais para que organizem “da melhor forma possível” as condições de trabalho, com testagem dos seus trabalhadores e acompanhamento da situação de saúde de cada um.
“Mas apelo também aos trabalhadores para terem o máximo de cuidado na utilização dos equipamentos de proteção individual. É fundamental que nos momentos de paragem, designadamente de refeição, sejam respeitadas as normas de segurança de distância para evitar riscos de contaminação acrescidos”, acrescentou.
António Costa pediu ainda cautela no desconfinamento e lembrou que a pandemia ainda não passou.