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Mau tempo/alerta: Todos os cuidados são poucos porque a “Marta” chega com mais chuva, vento e neve

O distrito de Viseu vai estar em alerta laranja, especialmente por causa da queda de neve nas zonas mais altas

 Deslizamento de terra interdita Estrada da Barragem de Fagilde, em Mangualde
06.02.26
fotografia: Jornal do Centro
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 Deslizamento de terra interdita Estrada da Barragem de Fagilde, em Mangualde
06.02.26
Fotografia: Jornal do Centro
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 Mau tempo/alerta: Todos os cuidados são poucos porque a “Marta” chega com mais chuva, vento e neve

A Proteção Civil pediu às populações que mantenham um comportamento seguro, face à chegada da depressão Marta, que trará bastante chuva e ventos com rajadas que poderão atingir os 100 quilómetros/hora.

Portugal continental vai começar a sentir no sábado de manhã os efeitos da depressão Marta, que traz chuva, neve, vento e agitação marítima e uma nova subida dos caudais dos rios e ribeiras a sul do rio Tejo. O distrito de Viseu vai estar em alerta laranja, especialmente por causa da queda de neve nas zonas mais altas.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), os efeitos da depressão vão começar a ser sentidos na região Sul, em especial no litoral, na manhã de sábado, “com precipitação persistente e por vezes forte e com rajadas de vento da ordem de 100 km/h e de 120 km/h nas serras”.

“Prevê-se que os maiores valores acumulados de precipitação ocorram a sul do rio Tejo, incluindo a região da grande Lisboa, sendo mais prováveis no Alentejo e nas serras algarvias, com acumulados da ordem de 60 mm (litros/m2) em 24 horas, o que contribuirá para uma nova subida dos caudais dos rios e ribeiras destas áreas”, pode ler-se no comunicado do IPMA.

A partir da tarde de sábado, com o deslocamento da depressão para leste, prevê-se uma intensificação do vento no litoral Centro, com rajadas que poderão atingir os 90 km/h, bem como ocorrência de precipitação por vezes forte.

A precipitação ocorrerá sob a forma de neve acima de 900 metros de altitude, subindo temporariamente a cota para 1200/1400 metros entre o início da manhã e o final da tarde, com acumulados superiores a 25 cm acima de 1400 metros na Serra da Estrela.

O instituto sublinhou ainda que a agitação marítima irá manter-se forte durante este período, prevendo-se ondas do quadrante oeste até sete metros de altura significativa na costa ocidental, em especial a sul do Cabo Carvoeiro, podendo atingir 13 metros de altura máxima, sendo ondas até cinco metros de sudoeste na costa sul do Algarve.

Já Évora, Setúbal, Santarém, Beja, Portalegre estão sob aviso amarelo de chuva até ao final de manhã de sábado.

Braga, Castelo Branco, Viana do Castelo, Vila Real e Guarda estarão sob aviso laranja por neve durante o fim de semana, enquanto Faro, Setúbal e Beja estarão sob aviso laranja por vento no sábado.

Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo decretou situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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 Deslizamento de terra interdita Estrada da Barragem de Fagilde, em Mangualde

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