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Pequenos em tamanho, mas grandes em convicção, alunos deixam propostas à Câmara de Viseu

Para a 19.ª sessão plenária da Assembleia Municipal Infantil, as cadeiras do Solar dos Peixotos encheram-se de alunos dos cinco agrupamentos de escolas (Grão Vasco, Viso, Viseu Norte, Infante D. Henrique e Mundão), dos colégios Imaculada Conceição e Via Sacra e do Jardim Escola João de Deus

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 Pequenos em tamanho, mas grandes em convicção, alunos deixam propostas à Câmara de Viseu

Pequenos em tamanho, mas grandes em convicção, os deputados Margarida, Gabriel, Heitor, Martim e Maria, entre muitos outros, deixaram hoje várias propostas sobre a história de Viseu e a sua toponímia, durante a Assembleia Municipal Juvenil.

“O futuro de Viseu está assegurado”, considerou o presidente da Assembleia Municipal de Viseu, José Mota Faria, que hoje teve como secretárias Eva Almeida e Mia Albuquerque.

Para a 19.ª sessão plenária da Assembleia Municipal Infantil, as cadeiras do Solar dos Peixotos encheram-se de alunos dos cinco agrupamentos de escolas (Grão Vasco, Viso, Viseu Norte, Infante D. Henrique e Mundão), dos colégios Imaculada Conceição e Via Sacra e do Jardim Escola João de Deus, de professores e de muitos pais que não quiseram perder a estreia dos filhos na política.

Com atenção apurada, os pequenos deputados não deixaram escapar pormenores, como José Diogo, que pediu a palavra após a apresentação da proposta do Agrupamento de Escolas do Mundão, para perguntar o porquê de terem avançado dois diapositivos de cada vez.

“Provavelmente, foi um erro técnico, mas que já está resolvido”, respondeu-lhe, sem hesitar, Martim Martinho Velho, de 9 anos, aluno da Escola Básica de Travassós de Cima.

Martim Martinho, que sonha um dia vir a ser “inventor de jogos”, ainda teve de voltar a usar o microfone para dar mais respostas, mostrando confiança e convicção.

“Eu sou o tipo de pessoa que não tem muita vergonha de estar em público a falar. Não tenho medo”, disse depois à agência Lusa.

Também Maria Seixas não se deixou intimidar quando o Agrupamento de Escolas do Viso foi questionado sobre o porquê de ter decidido apresentar a sua proposta em formato de uma peça de teatro, que envolvia personagens como o líder lusitano Viriato, o arqueólogo José Coelho e o mestre Arnaldo Malho.

“Decidiram fazer um teatro para virem disfarçados de Carnaval?”, perguntou-lhes a deputada Joana.

Maria Seixas, aluna da Escola Básica Mestre Arnaldo Malho e porta-voz do Agrupamento de Escolas do Viso, respondeu-lhe de forma clara e concisa: “Não, gostamos de primar pela diferença”.

“Achámos que só ir ali e falar não tinha piada, então decidimos trazer um teatro para as pessoas não estarem a apanhar seca e ficarem mais felizes”, justificou à Lusa a aluna, que tem o sonho de ser atriz.

A encenação culminou com a proposta ao executivo camarário de o terreno ao lado da Escola Básica Mestre Arnaldo Malho poder vir a ser limpo e preparado para acolher atividades ao ar livre, que poderiam passar por hortas pedagógicas que envolvessem os alunos e os seus avós, ‘mindfulness’, ioga do riso e arte criativa.

Entre as muitas propostas deixadas pelos alunos, estavam também a colocação de um QR Code nas placas toponímicas e nos monumentos que permita aceder a informações e a criação de roteiros escolares de visita às ruas da cidade. 

“Estou convencido de que vamos fazer tudo para que muitas delas se concretizem”, garantiu à Lusa o vereador da Educação, Adelino Azevedo Pinto, que sublinhou “a convicção com que os alunos apresentaram as propostas e a sua validade”.

Na sua opinião, “são ótimas propostas, apresentadas de uma forma muito séria, muito profissional e responsável”.

Mota Faria destacou o facto de os jovens deputados terem sido “claríssimos e tremendamente objetivos nas propostas que fizeram, mas principalmente nas respostas que deram”.

Mia Albuquerque, aluna do Colégio da Imaculada Conceição, não hesitou em se oferecer para estar ao lado de Mota Faria enquanto secretária da Mesa da Assembleia Municipal.

“Queria ver a reunião desta perspetiva e senti-me bem”, contou.

No entanto, quando for adulta, a sua perspetiva em reuniões que envolvam políticos poderá vir a ser outra, uma vez que tem intenção de ser jornalista e de dar a conhecer ao mundo o que eles decidem.

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