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Festival Internacional de Música da Primavera em Viseu com o maior número de sempre no concurso de guitarra

A 19.ª edição do Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu, organizado pelo Conservatório de Música Dr. Azeredo Perdigão, decorre entre 2 e 26 de abril

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O 19.º Festival Internacional de Música da Primavera conta com três peças em estreia e, pela primeira vez em Viseu, vai ouvir-se o “Quarteto para o Fim dos Tempos”, de Olivier Messiaen, anunciou hoje a organização. Este ano, engloba a sétima edição do Festival Internacional de Guitarra que tem o número recorde de 48 participantes e, pela primeira vez, a categoria Juvenil.

A 19.ª edição do Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu, organizado pelo Conservatório de Música Dr. Azeredo Perdigão, decorre entre 2 e 26 de abril, num ano em que passam 130 anos sobre o nascimento do patrono, Azeredo Perdigão.

Sobre o concurso internacional de guitarra de Viseu, a organização anunciou uma nova categoria, a juvenil, e disse que a área profissional tem a maior participação de sempre, com 33 participantes, num total de 20 países envolvidos.

“Este ano, temos um recorde na participação no concurso internacional de guitarra de Viseu com 48 participantes: 33 – o maior número de sempre – na categoria profissional e, pela primeira vez, temos uma juvenil que conta com 15 concorrentes”, anunciou a organizadora Paula Sobral.

A docente do Conservatório de Música Azeredo Perdigão adiantou que esta sétima edição tem participantes oriundos de 20 países.

Enquanto na categoria juvenil, até aos 18 anos, haverá “concorrentes oriundos de Portugal, na sua maioria, e também do Reino Unido, Espanha e Rússia e as despesas são todas da responsabilidade de quem participa”.

Este nível tem duas provas, ambas presenciais. A primeira no Conservatório de Música e a segunda, a final, na Igreja da Misericórdia para “envolver o maior número de público e dar dignidade” ao concurso.

“O primeiro prémio é de 1.500 euros, depois o segundo é de mil e o terceiro de 500 euros”, anunciou Paula Sobral, que também indicou prémios materiais oferecidos por parceiros do concurso cuja final acontece no dia 07 de abril.

A sétima edição da categoria profissional, entre 09 e 11 de abril, tem “um número histórico de 33 inscrições” de países como Portugal, Grécia, Japão, França, Espanha, Coreia do Sul, Cazaquistão, Ucrânia, Polónia, Estados Unidos da América, Luxemburgo, Eslovénia, Áustria, México, Itália, Reino Unido, Rússia, Irão e Cabo Verde.

Nesta categoria, o concurso passa por quatro provas. A primeira é através de uma pré-seleção feita por vídeo, segue-se uma segunda e terceira eliminatória presencial, em Viseu nos dias 09 e 10 de abril, com a final agendada para o dia 11 no Teatro Viriato.

Os prémios nesta categoria são de 7.000 euros para o primeiro lugar, seguidos de 3.000 e de 2.000 para o segundo e terceiro lugar, respetivamente, além dos bens materiais oferecidos pelos parceiros.

O vencedor participa ainda em três festivais parceiros do Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu como são o do Fundão, no distrito de Castelo Branco, o de Sevilha (Espanha) e o de Bratislava (Eslováquia), além de garantir a participação no festival de Viseu em 2027.

Há ainda um prémio de 500 euros para o melhor português e outros 500 para o eleito pelo público, indicou Paula Sobral.

O júri na categoria juvenil é presidido por Pedro Rodrigues e tem ainda no grupo os portugueses Francisco Berény, Pedro Rufino, José Carlos Sousa e o eslovaco Martin Krajčo.

No profissional, o júri é presidido por Paulo Vaz de Carvalho, tem na direção artística Paula Sobral e José Carlos Sousa, e na equipa de jurados o português André Cardoso, eslovaco Martin Krajčo, o francês Thomas Viloteau, o brasileiro Cleyton Fernandes e o montenegrino Goran Krivokapić.

A presença destes músicos em Viseu, justificou Paula Sobral, “permite organizar duas ‘masterclasses’, ‘workshops’ e uma palestra” no decorrer do Festival Internacional de Música da Primavera.

Mas o festival envolve uma série de iniciativas e concertos e “não contempla só a música clássica erudita que todas as pessoas esperam, vai mais longe, com a apresentação de música mais moderna e contemporânea”, disse o diretor pedagógico do conservatório, José Carlos Sousa.

Neste sentido, estão agendados três concertos com a presença do Sond’Ar-Te Eletric Ensemble, que vai apresentar três peças em estreia absoluta sob a direção do maestro francês Guillaume Bourgogne.

“São três peças que resultam de encomendas feitas a mim próprio, José Carlos Sousa, cujo nome da peça é ‘Mafish Mushkila’, inspirada numa viagem recente que fiz ao Egito. As outras duas são de Carlos Lopes, intitulada ‘Pulses’, e ainda de Pedro Berardinelli, antigo aluno nosso, cuja peça ainda não tem nome”, realçou.

Ainda nesta senda da música contemporânea atuam os Síntese, que apresentam música de portugueses ou compositores radicados em Portugal, e os Drumming, com o espetáculo “Archipelago”, num concerto de música só de Luís Tinoco que marcará presença em Viseu, participando também, no dia do concerto, numa palestra.

Uma outra estreia em Viseu, destacou José Carlos Sousa, é o concerto “Quarteto para o Fim dos Tempos”, de Olivier Messiaen (1908-1992) e que “tem muito a ver com os tempos atuais que se vivem”. 

O festival abre e fecha com música de orquestras: no dia 02 de abril, marca presença, “novamente a Orquestra XXI, com a direção de Dinis Sousa que, este ano, apresenta uma peça ao piano, enquanto dirige a orquestra”.

No dia 26 de abril, encerra a Orquestra das Beiras, sob a direção de Jan Wierzba, e durante o festival tocam ainda a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins, dirigida por Hélder Magalhães, a Orquestra Juvenil de Viseu, sob a direção de Cláudio Ferreira e com a voz de Daniel Pinto numa comemoração ao 25 de Abril.

Além das orquestras, marcam também presença o Quarteto Parnaso, dedicado à música portuguesa, Thomas Viloteau, Goran Krivokapić, Ahin Kim, Bogdan Dugalić e Máximo Klyetsun.

Fazem parte do festival também a soprano Olivera Gočanin, que se faz acompanhar pelo pianista sérvio Strahinja Djokic; o português Tiago Matias, o guitarrista francês Mathias Duplessy, que se apresenta em trio com o violoncelista Guillaume Latil e o percussionista Stéphane Edouard.

Em destaque no festival, realçou José Carlos Sousa, estão também os concertos protagonizados pelos alunos laureados do conservatório, uma vez que todos os alunos são desafiados a participarem num concurso interno.

Além da música, haverá também ‘masterclasses’, palestras, oficinas e, integrado no festival, este ano a sétima edição do concurso internacional de guitarra, que intercala com o concurso internacional de piano que realizou em 2025 a sexta edição.

O Festival Internacional de Música da Primavera tem o seu programa todo discriminado na sua página oficial e, desde hoje, já é possível adquirir bilhetes que “variam entre três e seis euros, um valor simbólico” no entender da organização.

Mais uma vez, o festival “leva a música a públicos que não se podem deslocar aos locais dos concertos” como é o caso do hospital, lares, estabelecimento prisional e instituições que trabalham com pessoas com deficiência e ainda escolas”.

O orçamento deste ano é de 180 mil euros, sendo “o maior financiador, em 100 mil euros”, da Câmara Municipal de Viseu, cujo responsável pela Cultura, Guilherme Gomes, destacou a importância do festival “em tempo de guerra, de separação, a música aparece como união e virtude, que devia ser ensinada a todas as crianças, o caráter com virtude”.

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