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A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Sátão acompanhou 1045 crianças e jovens ao longo dos últimos 18 anos, anunciou a instituição que este mês assinala o seu aniversário.
Segundo a presidente da CPCJ de Sátão, Rute Almeida, este trajeto tem sido feito com “grande exigência e sentido de missão”. “Todos os dias tentamos fazer do mundo um lugar melhor para estas crianças e jovens, acreditando que é possível fazer a diferença”, afirma, sublinhando o envolvimento e dedicação das equipas.
Ao longo dos anos, a comissão tem lidado com situações complexas, desde negligência e violência doméstica a maus-tratos físicos e psicológicos, abandono ou comportamentos de risco. “Cada criança traz um percurso único, muitas vezes marcado por sofrimento e fragilidades, que exige não só conhecimento técnico, mas também equilíbrio emocional por parte dos profissionais”, destaca.
A responsável reforça ainda que o trabalho da CPCJ assenta numa intervenção de proximidade, articulada com diversas entidades, privilegiando sempre o superior interesse da criança. “A infância exige responsabilidade. As crianças precisam de figuras de referência e de adultos capazes de transformar medos e frustrações em oportunidades de crescimento”, refere.
Criadas para atuar de forma precoce e eficaz em situações de perigo, as CPCJ desempenham um papel no sistema de promoção e proteção, baseado no princípio de que a responsabilidade é partilhada por toda a comunidade. Como recorda Rute Almeida, “é preciso toda uma aldeia para cuidar das suas crianças”.