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A Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIM) manifestou satisfação com a publicação, em Diário da República, da Resolução que recomenda ao Governo a criação, com carácter prioritário, de um Centro Nacional Alternativo de Socorro da Proteção Civil no Aeródromo Municipal de Viseu.
A resolução, aprovada a 6 de março e publicada a 20 de abril, reconhece a importância estratégica desta infraestrutura para reforçar a capacidade nacional de resposta a situações de emergência, num contexto marcado pelo aumento de fenómenos meteorológicos extremos e outros riscos naturais.
Segundo a CIM, este é um projeto defendido há vários anos pela região, tendo sido aprovado por unanimidade no Conselho Intermunicipal. O objetivo passa por melhorar a prevenção, o planeamento e a resposta operacional da proteção civil, garantindo maior resiliência e redundância do sistema nacional.
O presidente da CIM e da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo, considera que esta decisão representa “uma evolução muito positiva” e reforça a “urgência de um projeto estruturante para a segurança das populações e para a coesão territorial”.
“A região de Viseu Dão Lafões tem condições excecionais para assumir uma liderança nacional nesta área”, afirmou, sublinhando a localização estratégica do território, particularmente exposto a incêndios florestais e fenómenos climáticos extremos.
O futuro centro deverá complementar o atual comando nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil(ANEPC), localizado em Carnaxide, funcionando como uma estrutura alternativa de coordenação em situações de crise.
O projeto prevê a instalação de várias valências, incluindo um Comando Nacional alternativo, um Centro de Meios Aéreos, o Comando Sub-Regional e três hangares dedicados a operações de proteção civil.
De acordo com a CIM, já estão em curso os primeiros procedimentos, em articulação com a ANEPC, para avançar com o projeto. A entidade intermunicipal assumirá a liderança do processo, incluindo a elaboração de estudos prévios e do projeto de execução.
Está ainda prevista a formalização de um protocolo entre a CIM, a ANEPC, o Município de Viseu e o Governo, que definirá o modelo de implementação do investimento.