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Home » Notícias » Diário » Centro de Ambulatório e Radioterapia Viseu concluído em março de 2027

Centro de Ambulatório e Radioterapia Viseu concluído em março de 2027

Esta unidade, há muito reclamada, possibilitará maior proximidade no acesso aos cuidados para cerca de meio milhão de utentes da área de referência, com possibilidade de abranger toda a Beira Interior

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 Centro de Ambulatório e Radioterapia Viseu concluído em março de 2027

O Centro de Ambulatório e Radioterapia (CAR) deverá estar concluído e ter todo o equipamento disponível em março do próximo ano, divulgou o presidente da Assembleia Municipal de Viseu, Mota Faria.

Ao intervir durante a Assembleia Municipal, Mota Faria deu informações sobre uma reunião realizada no dia 30 de março que juntou deputados municipais e o conselho de administração da Unidade Local de Saúde Viseu Dão Lafões (ULSVDL).

Segundo Mota Faria, “a conclusão [do CAR] está prevista para março de 2027, com todo o equipamento”, incluindo o último modelo de acelerador linear.

“Vai ter recursos humanos próprios e funcionamento autónomo”, explicou aos jornalistas no final da reunião.

Em setembro do ano passado, a ULSVDL disse ter assinado o contrato para a construção do edifício do CAR, orçado em 16 milhões de euros (mais IVA) e que conta com financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Esta unidade, há muito reclamada, possibilitará maior proximidade no acesso aos cuidados para cerca de meio milhão de utentes da área de referência, com possibilidade de abranger toda a Beira Interior.

Na mesma reunião, foi abordado o tema das obras do novo edifício do Departamento de Psiquiatria, cuja conclusão estava prevista para maio.

No entanto, segundo Mota Faria, o seu funcionamento dependerá da conclusão da obra de um edifício técnico (em junho ou julho) que não tinha sido previsto atempadamente, e que permitirá, por exemplo, reforçar a capacidade dos geradores.

Orçado em 9,8 milhões de euros e financiado pelo PRR, o edifício do Departamento de Psiquiatria começou a ser construído em janeiro de 2025 e terá internamento, serviços de Consulta Externa, Psicologia e Pedopsiquiatria e Hospital de Dia.

Mota Faria avançou também que no edifício onde atualmente se encontra a funcionar a Psiquiatria, situado em Abraveses (fora do centro da cidade), serão investidos cerca de dois milhões de euros.

O objetivo é usar o edifício para retaguarda logística (como arquivo) e também para instalar um centro de prática simulada, em parceria com o Instituto Politécnico de Viseu (no âmbito da licenciatura de Fisioterapia), o que dependerá das negociações em curso.

Na reunião foi ainda abordada a questão da falta de estacionamento do Hospital de São Teotónio, uma vez que muitos dos lugares foram anulados para dar lugar aos edifícios que estão a ser construídos.

O conselho de administração da ULSVDL informou os deputados municipais de que estão em curso “dois projetos de requalificação para 115 e 75 lugares”, e, posteriormente, outro para 244 lugares.

De acordo com Mota Faria, foi demonstrada “alguma apreensão” por o atual conselho executivo da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões “não estar disponível, ao contrário do anterior”, para entrar numa parceria que permitiria concretizar um projeto inovador no âmbito da cirurgia robótica.

O presidente da Assembleia Municipal referiu que a ideia era adquirir “um robot cirúrgico específico para a ortopedia”, que custaria cerca de dois milhões de euros (mais IVA), e que permitiria ter em Viseu o primeiro centro de formação ortopédica para esta área em Portugal.

“Como ainda não existe um centro de formação ortopédica para o país na área da robótica, Viseu, numa parceria europeia, tornava-se um centro da formação de equipas de quase o país todo”, explicou Mota Faria aos jornalistas.

O presidente da Câmara de Viseu e da CIM Viseu Dão Lafões, João Azevedo, admitiu a importância do robot cirúrgico, por ser “mais rápido, mais eficaz e menos doloroso”, mas garantiu que não houve qualquer decisão antes de ter tomado posse.

Segundo o autarca do PS, a ULS é que tem de fazer a candidatura, cabendo a cada um dos 14 municípios que integram a CIM decidirem se querem entrar neste investimento.

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