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O Orçamento Participativo Jovem de Mangualde entrou numa nova fase com a apresentação das três propostas finalistas que estarão a votação entre os dias 1 de junho e 31 de julho. As iniciativas submetidas este ano são “Liga-te”, “New Wave Fest” e “Patas no Parque”, abrangendo áreas como a saúde mental, inclusão, cultura, bem-estar animal, lazer e valorização dos espaços públicos, anunciou a autarquia.
A proposta “Liga-te” aposta na criação de um programa comunitário direcionado a jovens, famílias e pessoas com Necessidades Educativas Especiais, promovendo a saúde mental, a inclusão ativa e o combate ao isolamento. O projeto prevê atividades como caminhadas adaptadas, karaté inclusivo, jogos comunitários, sessões de mindfulness, workshops de gestão emocional, grupos de partilha para famílias e ainda um programa de mentoria jovem.
Já o “New Wave Fest” apresenta uma proposta focada na valorização da cultura local, através da realização de experiências imersivas, concertos e caminhadas ou corridas culturais. A iniciativa pretende destacar espaços emblemáticos de Mangualde, como a Senhora do Castelo, cruzando património, juventude, arte, música e identidade local.
A terceira proposta, “Patas no Parque”, sugere a criação de um parque canino em Mangualde, concebido como um espaço seguro, vedado e funcional, destinado a permitir que os cães possam correr, socializar e exercitar-se. O projeto pretende responder a uma necessidade identificada por muitos tutores, contribuindo também para a segurança e bem-estar dos cidadãos.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Cruz, responsável pelo pelouro da Juventude, considera que as três propostas “constituem um sinal claro de que os jovens de Mangualde estão atentos às necessidades da comunidade e têm vontade de participar de forma ativa na construção de um concelho mais inclusivo e dinâmico”.
Esta é já a quinta edição do Orçamento Participativo Jovem, iniciativa que, segundo João Cruz, se tem afirmado como “uma ferramenta essencial para ouvir as ideias dos jovens e transformá-las em projetos reais”.
“Participar também é aprender a decidir, a estabelecer prioridades e a assumir um papel ativo na vida coletiva e queremos que os jovens sintam que contam e que as ideias que apresentam podem, de facto, ter um impacto real no concelho”, conclui o autarca.