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AIRV apoia setor agroalimentar para a internacionalização

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
19.07.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
19.07.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 AIRV apoia setor agroalimentar para a internacionalização

O diretor-geral da Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV) revelou que a entidade, juntamente com mais outras cinco associações das regiões Centro e Norte, vão apoiar na internacionalização do setor agroalimentar, com foco nos produtos endógenos.

“Este projeto, ‘Terras Altas de Portugal 2.0’, pretende dinamizar e valorizar as empresas, associações e cooperativas do setor agroalimentar no mercado internacional de forma a aumentarem as suas exportações”, explicou Paulo Sousa.

O projeto, que teve uma primeira edição há dois anos, quer agora “contar com empresários que já participaram, mas também quer alargar à participação e oportunidade de novos produtores” do Centro e do Norte.

Para isso, a AIRV está a organizar um ‘webinar’ no dia 27 de julho, para apresentar aos empresários, associações de produtores, cooperativas e jornalistas o projeto ‘Terras Altas de Portugal 2.0’, esperando “a máxima participação de produtores para que possam depois ser apoiados na sua participação em feiras internacionais”.

Paulo Sousa disse que “os pormenores do projeto e a forma como os empresários e produtores vão ser formados e apoiados vão ser explicados no ‘webinar’, que pretende ser também uma sessão de esclarecimentos” para os participantes.

“Depois, a ideia é levar estes produtores e empresários a participarem em cinco feiras internacionais na Europa, isto porque é mais fácil a logística e a organização tendo em conta a pandemia de Covid-19 e, por isso, abdicámos até de uma feira no Japão”, explicou.

As feiras na Alemanha, Espanha, Países Baixos, Luxemburgo e Bélgica vão acontecer em 2022.

“O vinho, o azeite, as carnes e enchidos, a hortofrutícola, os queijos e os recursos silvestres, como o mel e os cogumelos, são os nossos principais focos nesta edição, para os ajudarmos a formar e apoiar, nomeadamente na área do marketing, para a sua internacionalização”, precisou.

Estes produtos endógenos têm de ter origem nas NUT (Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos) do Douro, Terras de Trás os Montes, Beiras e Serra da Estrela, Beira Baixa e Viseu Dão Lafões, uma vez que são as áreas de trabalho do projeto.

Financiado pelo Portugal 2020, o ‘Terras Altas de Portugal 2.0’ apresenta-se como uma parceria da Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV), do Núcleo Empresarial da Região da Guarda (NERGA), da Associação Empresarial da Beira Baixa, com sede em Castelo Branco, da NERVIR – Associação Empresarial, em Vila Real e da Associação Empresarial do Distrito de Bragança (NERBA).

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