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Cardo usado para o queijo Serra da Estrela pode ser utilizado para outros fins

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 Antigo diretor da psiquiatria em Viseu Fidalgo Freitas morreu aos 78 anos
19.07.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Antigo diretor da psiquiatria em Viseu Fidalgo Freitas morreu aos 78 anos
19.07.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Cardo usado para o queijo Serra da Estrela pode ser utilizado para outros fins

Foi aprovado com distinção e louvor o doutoramento que Paulo Barracosa, professor da Escola Superior Agrária de Viseu (ESAV), fez sobre o cardo, uma planta que é usada na confeção do queijo Serra da Estrela.

A investigação realizada ao longo de dez anos pretendeu melhorar a produção do queijo e procurar mais rendimento para a região, a partir da planta de cor roxa e que serve para ajudar o leite a coalhar para dar lugar ao queijo.

Mas, além do queijo, o cardo pode servir para produzir mobiliário, sabões e produtos para tratar das vinhas.

O projeto contou com a colaboração de diversas entidades, incluindo o Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo, sediado em Beja.

Segundo Paulo Barracosa, as folhas do cardo “têm uma composição de compostos bioativos notável” que pode ser usada para o combate de infestantes e para o tratamento das vinhas. “É uma área que nos começou a interessar bastante e onde estamos a procurar encontrar a valorização para as folhas”, refere.

O professor explica que o cardo também poderá servir para combater doenças fúngicas e bacterianas. As folhas já estão usadas para ensaios em vinhas.

Paulo Barracosa defende ainda que o cardo pode criar mais riqueza na região do queijo Serra da Estrela, mas reconhece que é necessário plantar mais cardo.

“Nós queremos esta cultura não à Itália, ao Alentejo, à Espanha ou à França, mas sim à nossa região. A valorização que nós vamos procurar dar tem a ver com o interesse da nossa região. Se o extrato das folhas for para tratar vinhas do Dão, perfeito. Pode ir para outras zonas, mas em primeira instância terá de ser nesta. Se poderá alimentar uma fileira de aglomerados, perfeito”, diz.

O professor refere que é necessário “criar valor” e, também, distribui-lo pela região. “Temos de instalar algumas dezenas de hectares de cardo para que possamos, no fundo, retribuir à região aquilo o que ela tem proporcionado”, diz.

Além de produtos fitossanitários, foi também já criado já um sabonete à base de óleo e folhas, além de papel, mobiliário e produtos têxteis.

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